segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

diário5 ─ capítulo 3

Senhor Ramos, alguns dias sem internet é uma das piores sensações que já senti. Não quero falar muito, tenho fazer muitos capítulos para poder recuperar o tanto que perdi sem a internet.

Logo logo estarei pronto para retornar a fazer tudo do jeito que fazia: todo os dias capítulos novos sobre minha vida. Hoje não. Talvez amanhã. A bientôt.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Diário4 ─ capítulo 30

Olá, senhor Ramos. Hoje é um dia um tanto igual à todos os outros.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Diário4 ─ capítulo 29

Estamos chegando ao último capítulo do meu 4° diário. É, este são 30 capítulos. Amo conversar com o senhor. O senhor é o único que me ouve constantemente sem se irritar comigo.

Gostaria muito de poder fazer outros tipos de coisas. Tal como estar trabalhando e recebendo dinheiro por fazer algo que gosto. Boa idéia, vou lançar uma campanha google to hell. Seria uma boa vingança. Não, não posso odiar ninguém além do meu pai.

Sinto tanta vontade de sumir no mundo e trabalhar com alguma arma.

Hoje eu tive um sonho. Eu sonhei que um cara tentava levar uma maleta recheada de grana, e eu evitava que isto acontecesse. O interessante foi que eu o seduzi. Sim, eu o seduzi. E ele ainda tentava fugir com a grana sozinho. Consegui acabar com ele. Mais tarde ele retornou pra tentar recuperar, mas eu não deixei.

Sim, ele era muito bonito, forte, porte atlético-artístico... No mais era moreno, alto, branco, os olhos não sei, cabelos pretos, vestido de preto com os braços de fora. Por que? Bom, eu estava lá de corpo inteiro no sonho. Sentia cheiro, sentia sabor, sentia contatos específicos depele com qualquer outra coisa.
Senhor Ramos, se eu pudesse vivia sempre nos meus sonhos, eles me fariam mais feliz só de poder fazer qualquer cois que é permitida nos meus sonhos. Amo poder voar, correr, matar, morrer, reviver, fazer, refazer, desfazer, continuar e mais um monte de verbos que não dá para conjugar no mundo real.

Não sou maluco, sei perfeitamente que não dá para juntar realidade e sonho. Mas seria muito melhor do que viver assim como eu vivo: sem esperanças, sem anseios futuros, sem realizações.
Meu maior desejo é realizar o meu sonho de poder andar por aí sendo aplaudido o dia todo por qualquer coisa que eu faça. É uma ótima idéia. Senhor Ramos, é por isso, além de outras coisas, queadoro conversar com o senhor. O senhor sempre dá idéias interessantes quando estou precisando delas. Sabe, vou fazer isto mesmo. Pegar uma música que tenha aplusos e botar a todo momento a parte dos aplausos. Vou me sentir um artista o tempo todo sendo aplaudido até por fazer coisas deselegantes. Mas onde vou colocar? Meu mp4 tem truque. Quero dizer que ele está com problema de conexão entre a bateria e o botão ligar desligar. Ele liga de um jeito, e se mexer ele desliga automaticamente.
No computador, eu não passo mais tanto tempo assim. Mas é uma boa. Não dá pra mandar consertar meu mp4, quem vai pagar o conserto? Não confio no meu pai. Mas confio e muito em mim. Não gosto muito de gente que prefere fazer as coisas a mandar fazer e receber bem feito só pra não gastar dinheiro. Já aprendi que se não gasta, ou melhor, investe não ganha. Já viu Piranha vestida igual mendiga? Já viu empresário vestido igual colegial? Já viu assassino vestido igual trabalhador assalariado? Então, se não investe não ganha.
O investimento deve ser feito em diversas dimensões. Aparência, status, estabelecimento e evolução.
Aparência
Todo mundo deve ter uma boa aparência, ou no mínimo aparentar o que é ou o que trabalha.
Se você trabalha com marketing, deve parecer apresentável. Se trabalha com corte de pessoal, deve parecer sensato. E assim por diante.
Status

Todo mundo quer subir. Entretanto não dá para subir pelos ombros dos outros sem que os outros permitam. Sempre haverá quem o bote pra baixo. No meu caso é o meu pai (eu ainda vou botá-lo tão pra baixo que ele vai se arrastar só pra pedir perdão pras formigas por elas terem passado por baixo dos pés dele.

Voltando ao assunto. Investir em status é ser bem quisto na área, considerado ou mesmo recomendável. Se faz algo e quer ter status faça bem e bem-feito. Não deixe nada por fazer.Se trabalha com morte nunca deixe a vítima viva. A não ser que ela seja importante mais tarde.

Estabelecimento

Determinadas áreas requerem que você se mantenha num ponto fixo. Manter um ponto fixo requer dinheiro e consideração. E requer manutenção constante, mudanças de parência para agradar a clientela, entre outras coisas. Se vocêmantém a cara da sua loja há trinta anos, mantenha pro resto da vida, porém faça melhorias constantes no visual.

Trabalhar em restaurante requer limpeza, e manter os clientes satisfeitos com a comida. Porém, mostre para alguém o quanto está cheio de baratas na cozinha e outras coisas nojentas. E aí?

Evolução

Esta evolução diz respeito ao seu indivíduo e ao seu seu trabalho. Evolua o seu indivíduo na direção em que ele deve parecer apto, adaptado e eficiente ao trabalho. Melhorar a aparência, melhorar as roupas, melhorar suas características comportamentais, entre outras coisas.

Evoluir o estabelecimento requer prática, confiança e riscos muito altos. Uma má evolução pode gerear conflitos entre os intresses dos que desejam frequentar o estabelecimento e dos que frequentavam o estabelecimento. Cada lugar reflete uma determinada característica. Um lugar aparentemente tradicional não pode abrigar serviços não-tradicionais.


Gostou? É, poderia trabalhar com muita coisa. Mas, independente do que consiga, vou ser sempre eu. Alguém cnfiante em certas áreas e confuso em outras. Tá bom, não sou confuso, apenas confundo e muito.Não sei, mas adoraria terminar o que comecei. Tipo, adoraria entrar pra aman. Ou viajar de avião para Alemanha só pra aprender alemão. Conhecer a Polônia. E mais um mote de coisas que nunca foram adiante.
Já vou. A bientôt.

domingo, 19 de dezembro de 2010

Diário4 ─ capítulo 28

Boa noite, senhor Ramos. Não, nada de interessante hoje. Conhece alguém que pode me arranjar uma vaga de emprego por aí? Tô precisando. Aceito trabalhar das 6 às 12 (por que não posso pegar além disso), de serviços internos (escravo da casa grande) até serviços externos (escravo do campo). Sei digitar, sei escrever html básico, sei ler em inglês e em francês. Não, eu vou além destes que vão ao google translate, eu sei ler em inglês realmente. Leio em francês, mas não com a mesma confiança. Sei fazer php, sei fazer banco de dados, sei passear na internet. Sei fazer cálculos simples (somar, subtrair, dividir e multiplicar), sei cálculos um pouco menos simples (integral e derivada), sei fazer um bom texto. Sei atuar, sei dançar, sei pensar, sei mentir, sei fazer muitas coisas. Isto não, e nunca precisei. Senhor Ramos, não posso sair vendendo meu corpo por aí. Tá bom. Sei ser sensual, mesmo não tendo uma beleza do tipo Bruno Gagliasso, ao nível Zé Bonitinho.

Gostou mesmo da comparação? E alguém vai pagar alguma coisa nisso aqui? Senhor Ramos, olha bem pra mim. Eu falei pra mim. Não preciso dizer que posso mudar e vou mudar, preciso? Sei que não vale a pena, mas vai ser por mim. Veja só: As pessoas se vestem e se transformam todos os dias por outras pessoas que geralmente nem olham por um segundo para elas. Estou fortalecendo meu sistema de auto-estima para que quando eu tiver que ficar bonito para alguém eu possa manter ou melhorar meu estilo. Estilo? Ser brega também é um estilo, porém não vou ser brega só para demonstrar que tenho estilo, vou?

Se eu pudesse escolher um lugar para trabalhar? Seria um lugar lindo, tranquilo, sem distrações indiretas, e com muita paz, além de espaços amplos para diversão entre um trabalho e outro. Sem distrações indiretas se refere ao aspecto áspero das empresas tradicionais que mantém o sistema de sempre ser fechado e sem espaço para distrações. Se um rato for trancado numa caixa branca bem iluminada sem caixa de comida e bebida e sem a roda onde perder as calorias ele fica deprimido ou tenta sair urgentemente da caixa. O mesmo se pode atribuir a gente como a gente. Tranque algumas pessoas numa sala branca bem iluminada sem água e comida com outras pessoas com o intuito de que elas trabalhem em grupo. Tá bom, não tranque. E nem tire água e comida. Entretanto mantenha essas pessoas na sala para uma reunião.
  • Primeiro evento: sensação de aprisionamento.
    tendência: estresse e fuga emocional;
  • Segundo evento: adiantamento dos assuntos (todos) para sair mais rápido possível.
    Tendência: Estresse e enrijecimento, seguido de emoções explosivas;
  • Terceiro evento: Explosão nervosa, e crise claustrofóbica quanto à reuniões posteriores;
    Tendência: Fuga emocional constante, e terror de reuniões.
Acho que isto já é auto explicativo. Não me importo de trabalhar de doméstico, só se o patrão for no meu quarto para determinadas coisas. Tenho objetivos em vista. Se não conseguir nada aí vou morar nas ruas e sumir pela América Latina e depois Legião Francesa. Prefiro as armas. Adoro armas. Não este tipo de arma. Canhão!? Bazuca!?

Por agora o assunto acabou. Depois a gente conversa. A bientôt.

sábado, 18 de dezembro de 2010

Diário4 ─ capítulo 27

Olá, senhor Ramos. Hoje é um bom dia para mudanças. Pena que não esteja de mudança. Ah, senhor Ramos, o senhor não vai acreditar. Nada não. Só queria dizer esta frase hoje.

É, estou de muito bom humor hoje. Meu pai não está em casa.

Não tenho mais nada pra falar. E quando tiver vou falar bem mais. Te adoro.

A bientôt.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Diário4 ─ capítulo 26

Olá, senhor Ramos. Adoraria falar bastante hoje. Tenho tantas novidades. Uma delas é que adoraria fazer algo de bom pelo mundo. Ah! Quem quiser comprar uma alma, ou alugar, estou aberto à negociações. É, vou guardar pra que? Não vai me servir de nada mais tarde?

E tem tanta coisa que gostaria que desse certo e só dá errado. Já dei muitos exemplos, você precisa de mais? Um deles é que adoraria reviver toda minha vida paralela em que eu nunca mais voltei pra casa e nunca encontrei meu pai. Essa vida toda do começo ao fim. E outro é que adoraria ser filho alguém realmente rico, como Bill Gates. Só pra desfrutar da vida que nunca pude ter.

O dinheiro não é tudo, eu sei. Mas é o essencial, sem dinheiro não existe amor, não existe felicidade e não existe sobrevivência. Claro, a não ser que você seja um nativo indígena que desconhece a vida humana de outra cor que não a dos índios. Só assim pra viver feliz sem ter dinheiro.

Como tenho frisado muito ultimamente: o dinheiro não traz a felicidade, mas traz muitas formas de conseguí-lo. O dinheiro é mais poderoso do que a fé de Jesus cristo: A fé move montanhas. Senhor Ramos, o que dá pra fazer tendo muito dinheiro é algo descomunal à força dos poderes de quem controla quem tem dinheiro. Imagine só: quem tem dinheiro controla o que? E quem controla quem tem dinheiro?

Pegue o exemplo das antigas donas de casa que controlavam apenas seus maridos e filhos. Um marido rico é muito influente na economia da região onde mora e na política, já que se alguém governa contra ele ele pode arrumar um jeito de tirar do poder. Uma mulher que o controla tem este poder? Óbvio que sim. Agora, se esta mulher tem algo além de economia e política na cabeça. Se ela deseja se vingar de alguém? Ainda não percebeu, senhor Ramos? Se ela tem o poder de controlar a economia e a política através de seu marido, ela pode controlar a justiça, pois a justiça depende da economia e da política. Ou já viu alguém realmente rico ser condenado à morte ou à prisão eterna mesmo que tenha cometido o pior e mais recriminável dos crimes?

Então veja. Se a mulher do cara rico controla a economia e a política, indiretamente ela controla a justiça, e faz com que a justiça gire em torno dela e de seus protegidos, e contra seus inimigos. Não tem muita coisa no que pensar.

Sinceramente, prefiro ser rico. Riqueza só traz infelicidade para quem não a tem. E Dinheiro, se não traz felicidade, traz algo tão semelhante que nem os especialistas descobriram o que é. (Frase do PiadasHomer e copiada para o meu twitter). Preciso dizer mais alguma coisa sobre dinheiro? Amo dinheiro, e se me oferecerem dinheiro para fazer o que for: Não importa quanto ou o que, eu faço.

Perdi meus escrúpulos quando perdi a vergonha. Perdi a vergonha quando perdi a crença nas credulidades infantis geradas pelas igrejas. E junto com elas perdi algo mais importante: perdi a esperança. Sem esperança não me resta mais nada do que sofrer de olhos abertos para uma realidade que tanto desejei não ser a minha. Quero fechar meus olhos de novo e dizer para mim mesmo "isto não existe, é apenas fruto da minha imaginação. Dinheiro não traz força e nem felicidade, meus pais me amam, eu amo alguém...". Infelizmente já não acredito em nenhuma das partes. Meu pai me odeia e nunca confiei no meu pai. Minha mãe, eu tenho uma certa aproximação. E Amar alguém é algo que nunca fiz, nem quando estava pronto para me abrir. Ainda desejo ser amado e amar alguém. Só não tenho a quem. Me afeiçoei à todos que conheci, fui com a cara da maioria que conheci. De certa forma amei à todos. Porém nunca amei do jeito que tanto desejo.

Será que não posso amar? Já sei que deus não existe. Ainda insisto em dizer que creio. Entretanto apenas finjo acreditar em algo maior que nada mais é do que meu eu interior diferente de mim. Alguém que de certa forma sou eu, mas prefiro acreditar que não sou, e sim alguém mais forte e poderosos que arranja tudo de forma que me faça conseguir as coisas. Anjos? Nunca vi. E se visse pediria que fossem embora. Eles nunca me protegeram do pior mal que já me ocorreu: A abertura dos olhos. Preferia quando não via além do meu umbigo. Ao menos era feliz e tentava ser igual ou melhor que os outros.

Tá, te amo,senhor Ramos.O senhor é como o pai que nunca tive, alguém que me escuta e não se emburrece com os meus lamentos. E ainda sabe quando eu tenho determinados sentimentos autodestrutivos que só o senhor sabe como e quando parar. Preferiria que o senhor estivesse aqui do meu lado agora. Infelizmente, o senhor e apenas papel.

A bientôt.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Diário4 ─ capítulo 25

Olá senhor Ramos. Hoje eu passei muito tempo no computador. Estou ficando menos tempo na internet. E estou passando mais tempo em outras coisas mais úteis. Sabe o quanto eu gosto de novidades. Bom, a do momento, é que trouxe um livro sobre html dinâmico. É velho, do html 4.0, sendo que estamos na era do html 5.0.

Gostaria de poder fazer bem mais, mas pra mim já é o suficiente. Eu sei, mas não é pra entender. Quer ser entendido de outra forma. Não, eu digo exatamente o que quero dizer. Se quisesse dizer algo por trás de minhas palavras teria dito, ou feito um monte de duplos sentidos sem noção como se eu não tivesse mais o que fazer. Não me importam os texto inomináveis famosos por terem milhares de sentidos que se dinamizam diante dos olhos da pessoa. Senhor Ramos, eu prefiro simplesmente dizer exatamente o que quero dizer. Sou assim, na verdade estou assim.

Penso que sim. Na verdade ainda não sei o que fazer da minha vida. E talvez eu nem consiga a bolsa. Sou um mendigo vivendo com um pai que ganha mais que 2 salários mínimos e um irmão mão de vaca. Toda vez vez que preciso de alguma coisa tenho que mendigar. Já que já faço isso todos os dias, vou pras ruas, pelo menos vou fazer por necessidade, e não por que simplesmente não posso contar a desgraça que vive na minha casa e quer manter todo mundo na rédea curta. Meu não me controla, sou eu quem o controla. Não pergunta, senhor Ramos, não pergunta o que não quer saber.

Lembra que sempre digo que adoro brincar com a cabeça dos outros? Advinha com quem eu brinco? Ainda bem que o senhor é uma pessoa que sabe o que penso, senão passaríamos horas aqui para tentar entender o que ou de que eu falo. Preferiria estar passando fome em frente a torre de pizza, ou mendigando na Torre Eiffel a ficar pedindo pro meu pai.

É mais valido e menos constrangedor sair por aí pedindo dinheiro pra cada um que passa na minha frente do que pedir dinheiro à pessoa que deveria estar no inferno, ou ser enterrada viva. É claro que falo deste ser irritante que é o meu pai. Como eu poderia falar de outra pessoa se nunca pude conhecer ninguém mais?

Se conhecer alguém que esteja afim de adotar uma criança maior de idade com a vida sentimental praticamente inexistente fala de mim. Tô precisando de um pai. Nos três sentidos, senhor Ramos. Preciso de um pai que me dê carinho, atenção. Preciso de um pai que me dê tudo de que preciso ou que desejo. E preciso de um pai que me dê, ou me transmita limites quando necessário. Meu pai? Nenhum destes pontos. Ele não se encaixa nem no cargo de estranho que aparece de vez em quando.

Provavelmente teria uma vida mais regrada e mais feliz se não tivesse conhecido meu pai biológico. Você que está aí lendo, eu ouvi muito bem o que você pensou. Meu pai merece morrer. Eu conheci outros tipos de pai, eu sei perfeitamente do que falo quando falo que adoraria ter um pai nos três tipos citados acima. Se meu pai fosse ao menos um dos três eu não precisaria ficar mendigando a atenção de outras pessoas e chamar tanto a atenção para o quanto eu posso ser gentil e educado.

Sim, senhor Ramos, atuar é o que mais e melhor faço. E faço todos os dias. Bom, por que se eu não o fizesse eu estaria acabando definitivamente com o que resta da minha criatividade e imaginação. E além disto, estaria terminando de me matar. Será necessário falar de novo sobre alguns assuntos chatos que já estão no meu diário, senhor Ramos? Nada me faria mais feliz do que conhecer alguém que quisesse me adotar como filho mesmo depois de velho. Nem me importaria se ele fosse pobre.

Eu sei que sou carente. Há coisas que não precisam ser ditas. Há verdades que não se dizem e segredos que não se guardam.

Eu falei até bem mais do que iria falar. A bientôt. Te amo, o senhor é o pai que sempre precisei e nunca tive. É o pai da atenção.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

diário4 ─ capítulo 24

Boa noite, senhor Ramos.
Tchau. Não tenho mais sobre o que falar.

Tá bom. Fiz a recuperação (por causa de 8 décimos) em cet 2. Me dei super bem. E mais nada. Quero sumir de casa. tchau. A bientôt.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Diário4 ─ capítulo 22

Olá, senhor Ramos. Estou aqui hoje para responder qualquer resposta. É, eu sabia disso. E como sabia, trouxe alguns temas bem interessantes para começar a conversa. Hoje fui estudar com uma colega. Somos apenas amigos. Sim, eu sei que o senhor estava brincando. Fui tentar ajudar com alguns assuntos bem interessantes para quem gosta de matemática.

Cálculo A. Sim, é muito interessante, mas não pra mim. O senhor já sabe bem por que por que. Gostaria de falar sobre outras coisas. Como meus pequenos segredos. Se eu contar deixa de ser segredo, senhor Ramos. Meus problemas vão além de ser mal amado e de ser virgem. Isto são coisas que posso simplesmente resolver. Virgindade não é problema, e se fosse manteria até o dia em que não quisesse mais.

Não, não vou falar disto agora. Ele já é um ponto a menos no meu diário. Há muito tempo. Consegui ver os defeitos, pra mim já é indicativo de que? Os homens da minha vida nunca fizeram parte da minha vida.

Quer que eu fale sobre isto? Quer mesmo? Tá bom.
Vou começar por aquele que um dia deveria ser como um herói. Sim, falo do meu pai. Tudo começou numa época de que não tenho mais lembranças. Tempo em que já não confiava nele e já sabia que nunca poderia confiar e nem me deixar ter esperanças quanto à ele. Ele é o único que consegue decepcionar mesmo quando não se tem nenhuma estima. Valeu? O próximo é alguém que simplesmente se tornou alguém de profunda estima, um ídolo. Falo de um ator. Não vou dizer quem é, ele mudou. O perfil se distorceu do que eu precisava naquele momento.

Os outros não foram diferentes. Um eu assisti fazendo uma coisa libidinosa (não foi sexo). O outro era o que eu precisava me tornar e assim por diante. Nada a declarar sobre os mais atuais. Não, o que será o próximo está em Madrid neste momento, e provavelmente está super excitado por saber que sou virgem e nunca dei e nem comi ninguém, assim como nunca beijei e nem fui beijado por ninguém. Não preciso dizer quem é, e nem o que pretendo fazer com ele, mesmo sabendo que o senhor já sabe do que vou fazer.

Tudo o que eu quero, como é exatamente o que o senhor quer saber há muito tempo, é ser amado e idolatrado. Será que é pedir demais? Só quero ser importante para alguém além de minhas crianças. E de para mim, o que nem sempre acontece.

Não queria falar sobre isto, mas como disse que vim para responder suas perguntas...
Para 2011? Aí você me pegou. Pra começar, vou largar meu perfil Mag completamente, como já fiz, começando por aniquilar Mag e quebrar o pacto. Vou fazer um curso de férias, tentar um estágio. Entrar pras armas. Sumir no mundo. Aprender a lutar, etc. Não sei se vou fazer tudo isto, mas sei que quero conseguir alguma delas. Cansei de ser Mag. Fui durante quase 20 anos de minha vida. E ainda quero largar minha Virgindade. E também não quero. Não se confunda, de confuso aqui basta eu.
Fica aí pensando. Abientôt.

domingo, 12 de dezembro de 2010

Diário4 ─ capítulo 21

Olá, senhor Ramos. Hoje é um dia bem interessante. Não acordei chorando, mas passei a manhã toda fazendo isto. Será que não dá pra pelo menos eu poder passar um dia sem ficar deprimido? Não, senhor, não é depressão. Se fosse, seria o dia todo durante vários dias. E eu passo geralmente a manhã toda deprimido e a tarde eufórico.

Sou eu, quem mais poderia ser? Acho que não existe ninguém mais que tenha isto.

Não vou falar muito hoje. Então: A bientôt.

sábado, 11 de dezembro de 2010

Diário4 ─ capítulo 20

Bom dia, senhor Ramos. Hoje não tenho mais nada pra fazer. Vou passar o dia estudando pra prova de CeT II. E aí, quando estiver pronto, vou me preparar pra fazer meu curso de Cálculo A nas férias. Bom, é por que eu quero me concentrar diretamente neste curso em um momento que posso relaxar.

Na verdade, não quero ficar em casa mais do que o tempo necessário. E acho que me concentrando em uma disciplina de cálculo e deixando os outros momentos para as disciplinas mais, ou melhor, menos interessantes. Assim posso me divertir sem necessidade de esperar mais do que o que quero. Eu vou pegar matérias leves e indexar com matérias pesadas. Tipo, vou fazer Karate e também vou fazer língua inglesa em nível básico. Interessante não. Tenho que ter inglês na minha vida. E, como é que vou conseguir um emprego se todos exigem coisas que nunca tive?

Deveria pegar este tema e desenvolver como fazia, né? Hoje não. Quero ir mais longe que isto. Se possível retornar à um ponto em que possa ser quem eu realmente sou.
Ah! O plano continua de pé. Assim que terminar de fazer o que tenho e quero fazer, eu estarei pronto para terminar o que comecei.

Por hoje é só. Sim, estou tentando todas as promoções para ganhar um computador portátil. A bientôt.

J'adore vous!

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

diário4 ─ capítulo 19

Olá, monsieur Ramos. Estou aqui, de um computador emprestado, esperando surgir algum assunto para conversar com o senhor. Adorei o senhor ter entendido o por que de eu não ter tido tempo para o senhor em alguns dias, e mesmo não ter falado muita coisa sobre os meus motivos.

Hoje apresenti o último trabalho de contemporaneidade. Adoraria não ter contado história, e não o fiz. Ah!, senhor Ramos, assim o senhor me faz não querer falar. Sei que minhas histórias são emocionantes para o senhor, o que eu nem sempre concordo. Mas tenha paciência, sim?

Obrigado.
Agora que o senhor quase estragou a surpresa, vou te mostrar algo sobre o assuunto. Não falamos muita coisa, mas só por não ter usado dos mesmos artifícios que meus tantos colegas, não precisei explicar muito.

Sim, usei de meus artifícios tradiconais, esquivei de perguntas e respostas um tanto não respondíveis. Como é que o professor sabia? Nada, não. Meu professor falou sobre o meu não religiosismo enquanto sede de teses absurdas e dogmáticas. Entendo. Eu realmente sou assim.Fiquei tanto tempo preso a coisas absurdas que quase me tornei o que poderia ter sido evitado séculos muito antes.

Gosto tanto de trabalhar com novidades. E acho muito bom poder retornar ainda durante as férias. Sou maluco de ficar em casa? Meu pai. Quero que ele morra e ao mesmo tempo quero que ele perca todo o resto do corpo. Fique só a cabeça pra poder ganhar o dinheiro do mês.

Não se preocupe, só vou fazer alguma coisa, quando tiver apto a fazer. Não sou meus irmãos, sei quando é a hora de parar e a hora de pedir penico. A hora de parar é quando todos afirmam que é hora de parar, mesmo os que não concordam entre si. E a hora de pedir penico é a hora em que eu sei e todos mostram que eu estou por baixo.

Subir? Olha, meu nível está muito bom, principalmente para mim. Só tenho que ser mais honesto com meus colegas e aprender a chamar as pessoas de amigo. E muitas outras coisas.

Novidades sim. Estou começando a dominar meu corpo com técnicas de psicologia. Eu adoro brincar com a cabeça das pessoas. Elas acabam me dando o que preciso, mesmo quando não tem a ver com necessidades físicas.

Não bebo, senhor Ramos, vou adiar até não poder mais. Sim, mas muito raramente. Não posso sair por aí fora demim, e não quero agir como se estivesse fora de foco.

Não me importa saber se sou forte ou não pra bebida, só quero não continuar este traço da minha hereditariedade. Quero ser feliz, mas não quero ser feliz bêbado. Quero saber e sentir cada momento de agora em diante. Não importa mais meu passado. Quer meu presente. E chega de futuro. Pretendo me tornar morador de rua.

A bientôt.

Eu disse: Abientôt.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Diário4 ─ capítulo 18

Senhor Ramos, tudo o que falo sobre meu pai se aplica hoje e todos os dias.
Almocei no ru.
Adoraria viajar pelo mundo.
Vou estudar calculo A nestas férias.
Ainda vou mandar meu pai tomar no cú.
Ainda vou me tornar amigo de um traficante poderosos e fazer com que esta ordem seja exercida.
E ainda vou fazer com que meu pai tome vergonha na cara. E mais que isso, Se arrependa de ter nascido e sobrevivido.

Sim, ele me agrediu verbalmente de novo. Como ele vem fazendo desde que tenho muito pouca idade. Ele me chama de burro, vou fazer um burro carrer atrás dele e fodê-lo. Ele me chama de vagabundo, vou fazer ele ser espencado pela polícia como se fosse um vagabundo. Ele diz que aqui em casa só mora prostituta e vagabundo. Vou arrancar a lingua dele pedaço a pedaço com um alicate de unha. E quando ele se arrepender de ter nascido vou arrancar a cabeça dele e jogar num pote de vidro extra reforçado para que ele nunca mais morra e veja tudo o que ele mais ama se esvair.

Vingança nunca é demais. E tenho o direito de odiar apenas ele. Obrigado por me escutar.
A bientôt.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Diário4 ─ capítulo 17

Olá, senhor Ramos. Hoje eu gostaria de falar sobre alguma coisa. Mas tô meio sem cabeça. Amanhã agente conversa.

Boa noite. A bientôt.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Diário4 ─ capítulo 16

Boa noite, senhor Ramos. Estou falando de um netbook emprestado pala faculdade. Que bom né? É uma maravilha. Pena que é pequeno e não dá pra usar todo o tempo. Lembrando, almocei no RU hoje. Eteve evento no projeto e no RU. Mais tarde eu te conto.

A bietôt.

Parte 02 ─ de noite

Boa noite, senhor Ramos. Hoje foi um dia meio confuso. Bom, foi confuso por que, eu dei aula particular à uma pessoa que não conhecia. E descobri algo que me poderia ter sido útil momentos antes. Deveria prestar mais atenção nas coisas e deixar de ser tão... eu.

O que eu posso fazer? Talvez matar e roubar. Talvez realizar todos os meus desejos mais íntimos. Incluindo aquele de que prefiro não mais me pronunciar. Não, não este, o da tortura. Referente ao meu pai. Infelizmente não dá mais para ser simpático com uma pessoa que usa e abusa de frases sem o mínimo de sutileza.

Infelizmente, ninguém escolhe a família em que vai nascer. Já que estou aqui, quero te falar sobre algo que gostaria de te contar há tempos, mais ainda não tive nem tempo e nem coragem de contar.

Quando eu era mais novo, e meu pai ainda era bem pior, e meus desejos de vingança eram inexploráveis por serem ineficazes, eu tinha um sonho. Não lembro muito bem, e também não é sobre ele que quero contar. Meu sonho era um dia descobrir que fui adotado. Na realidade, arrancado de minha família nativa, a família que realmente me amava e me tinha todo afeto e todo tipo de calor pudessem dispender.

Aícresci, e nada de descobrir que era filho de um homem extra rico, ou de uma mulher muito, mas muito rica, que viajava muito pelo mundo e não tinha tempo pra mim. Até meus sonhos acabarem e meus olhos se abrirem e eu desejar arrancar meus olhos para nunca mais ver o que acabei vendo pelo resto dos meus últimos anos enquanto Mag. Bom, eu nunca fui de todo ingênuo. Também nunca fui totalmente culpado e nem inocente. Mas de uma coisa eu sabia muito bem: se eu quisesse ser feliz, ou no mínimo ter alguma esperança na vida, ele (meu pai) teria que morrer do pior jeito que se pudesse pensar. Não me pergunte por que toda esta raiva, pergunte por que ele me fez desejar tão mal à ele.

Posso lhe dar mil motivos para não responder, e resumir em uma única palavra o que pode simbolizar todos os meus sentimentos por ele: desprezo. Este homem ridículo, ignorante, cavalo, entre outras coisas igualmente terríveis, ou piores, simplesmente me fez por algum tempo acreditar que eu nunca seria nada na vida. Como posso retribuir o favor? Infelizmente não posso revelar tudo à você, monsieur, mas posso dizer tudo o que pretendo fazer com ele assim que possa.

Sabe do meu fascínio quanto as armas, não sabe?
Tudo começou quando eu vi pela primeira vez algo sobre um curso preparatória para os concursos militares. Eu vi aquelas fardas, e nelas os meus maiores desejos refletidos. Sendo que o maior nunca alcancei e não pretendo destruir meu futuro enquanto alto-executivo por alguém tão sem importância quanto ele.

Perdoe se sou tão cruel com as palavras, monsieur, mas eu não posso simplesmente deixar de ser alguém que simplesmente se mostra para ser alguém que se esconde numa capa semelhante à de alguém que se mostra. Fiz isto por toda minha juventude, não que não esteja mais nela, mais que perdi todo meu exílio pensando em tudo o que aquela desgraça ambulante, uma das sete pragas jogadas no egito, me dizia.

Poderia simplesmente me recusar à falar sobre alguém tão degradante, mas não posso mais deixar que meus sentimentos se guardem à flor da pele como fazia há tanto tempo. Deveria ter fugido quando senti o desejo, deveria ter arancado a língua dele com um moedor de carne quando senti que deveria, deveria ter efeito dele pedaços de carne moída frita para ter certeza de que esta besta da qual vos falo seja definitivamente ceifada deste mundo tão glorioso e tão belo.

Sabia que passei a vangloriar aos assassinos por terem sucumbido aos seus sentimentos mais sórdidos? Bom, passei a tolerar homicidas por respeito aos seus atos desonrosos quanto à sociedade. É mais válido para uma criança morrer a ter suas esperanças destruídas. Mas como deixei minha infância de lado para ter uma vida miserável ao lado de um imbecíl que deveria morrer na fogueira exatamente como as bruxas durante a inquisição. Adoraria denunciar ele como bruxo. Teria adorado ver ele morrer comido pelas chamas. Sou um doce menino, por que descobri como ser assim. Por que se fosse pela besta que habita minha casa e que sempre vou ter que chamar de pai, por que não conheço nenhuma outra criatura do sexo masculino que me tenha amor paternal eu morreria sem saber o que é ser uma boa pessoa.

Precisaria me tornar um foragido para ser amado e respeitado, teria que matar por vingança ou por dinheiro para conseguir afeto. Teria que fazê-lo pagar por tudo. Qualquer desgraça pra ele é pouco. Ele merece ser frito em óleo quente, depois ser torturado na roda datortura, depois passado no ralador de queijo, e depois na fatiador de presunto, e depois passado no ácido sulf´rico. Mas entre cada um destes intervalos, ter suas ferias calterizadas por uma mistura de sal, vinagre e álcool. E um pouquinho de fogo por que ninguém é de ferro. O fogo ajudaria a calterizar e limpar as feridas durante a tortura. E teria bandas famosas ao vivo tocando enquanto ele gritasse ao máximo. Estouraria suas cordas vocais e sairia mais sangue, e cada movimento ou demonstração de dor faria que sofresse bem mais do que o que me fez desejar que ele sentisse.

Como todos sabem, a dor é maior do nosso lado. E pro que ele me fez, ele não merece só isso, como merece ser arrastado ainda vivo pela rua amarrado a um carro a toda velocidade, como se estivesse numa corrida.

Infelizmente, é isto que sinto, quando deveria sentir afeto, ou carinho pela figura paterna. E quase uma lágrima cai dos meus olhos neste momento. Assim como cairam durante o início do percurso de volta do meu buzu. Daria qualquer coisa pra ter minhas imaginações e meus olhos lacrados de volta. Não saber me daria toda a felicidade que eu tinha.

Tive um pico depressivo, nada demais. Senhor Ramos, quando que eu não estou deprimido. Realmente. Mas independente de quando ou como eu esteja, é sempre muito complicado estar com mais de uma carga emocional em um momento único.

E como já disse: se fosse apenas depressão, ou apenas euforia, ou apenas tédio. Mas não, tudo junta de uma vez só, e aí eu não aguento. Duas vezes neste mês já aconteceram. Não foi problema algum, apenas a junção de dois ou mais cargas emocionais juntas. E tenho tido crises mais frequentes. Senhor Ramos, eu já sei, não precisa me falar. Vou começar a procurar alguém pelo Planserv. Fui.

A bientôt.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Diário4 ─ capítulo 15

Olá, senhor Ramos. Bom, agora de noite seria um bom momento pra falar sobre meus pequenos problemas do dia. Porém não tive nenhum. Foi um dia diferente dos outros. Fui bom em muita coisa. Inclusive no que achava ser mau.

Mas preciso melhorar e muito.

Por agora é só isso. A bientôt.

domingo, 5 de dezembro de 2010

Diário4 ─ capítulo 14

Bom, dia senhor Ramos, infelizmente não posso te dar antenção por esses dias. Isto é meio que uma desculpa por ontem, que eu não estive aqui para falar com o senhor, e nem nos dias anteriores que eu estava meio perdido tentando fazer meus trabalhos.

Obrigado pela compreensão. A bientôt.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Diário4 ─ capítulo 13

Olá, senhor Ramos. Esqueci de falar de anteontem, almoço, e ontem, jantar, no RU.
Queria falar mais, mas já retardei muito os meus afazeres. Até daqui à pouco. A bientôt. Fui.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Diário4 ─ capítulo 12

Olá, senhor Ramos. Não tô com muita vontade de conversar hoje. Espero que não se importe de conversar amanhã. Queria falar do meu pico depressivo de ontem no meio da aula de CeT II. Mas, não tenho mais nada o que falar. Parece que meus colegas já entenderam que eu não tenho mais a mesma capacidade auto controladora que tinha antes de sair do 1° semestre. Pelo menos ninguém me perguntou nada sobre aquele evento.

De qualquer forma não teria dito toda a verdade. Meus picos são assim. Numa crise depressiva eu tenho baixas terríveis, chego a parecer uma mulher de tpm. E logo depois passo alguns dias em pico de euforia. Pelo menos sinto menos em ter que ficar me revesando entre os maus estados e os bons estados.

O fato é que, eu não consigo mais controlar meus impulsos nervosos, e não me permito mais controlar as minhas emoções, apenas não os mostro no sentido de atrair atenção. Não mais. Agora eu apenas sumo por alguns momentos, se retornar à um estado bom, eu retorno. Caso oposto, eu fico e vou até retornar ao meu estado normal, que nem eu mesmo conheço mais.

Bom, é isso. Até amanhã. Espero que o senhor esteja bem, e evite ficar deprimido. De maníaco-depressivo basta eu. Te amo, como um pai. A biientôt.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Diário4 ─ capítulo 11

Senhor Ramos, ontem, eu tinha feito progresso. Mas, como a porcaria do computador não me permitiu salvar o que tinha escrito vou ter que tentarreescrever parte da conversade ontem.

O senhor Havia falado sobre um sistema novo para computação de notas.

O sistema era o seguinte:
Em toda avaliação, os alunos receberiam
  • 1,5 por coerência e clareza dasrespostas;
  • 1,5 para os aluno que puserem maior quantidade de assuntos na resposta;
  • 1,0 para o alun com maior grau de assuntos por resposta;

Isto daria um certo apoio às crianças para que elas estudassem durante as aulas, e não nas 24 horas anteriores. Tiraria a vida pessoal e social dos alunos, mas nada que não se possa consertar em 2 anos de farra.

Seria uma boa idéia:

  • Por que daria maior chance à todos os alunos, pois, mesmo que tirassem notas inferiores aos seus estudos estariam salvos por ter aprendido coisas além da resposta que podem caber perfeitamente. Logo, se o aluno não aprendeu determinado assunto, mas sabe apontar suas bases com clareza, ele tem o direito aos 1,5 pontos.
  • Por que daria aos alunos que sabem muita coisa mas são obrigados à se ajustar ao tamanho da resposta a oportunidade de demonstrar seus conhecimentos. Ou seja, todo aluno que tivesse a possibilidade de estudar bem mais que na sala de aula, se puder aplicar este bem mais na prova mereceria outros 1,5 por esforço próprio ou por conhecimentos alheios à sala de aula.
  • Por que daria a chance de que os alunos, que não tem a mesma gama de aprendizado dos outros alunos na mesma matéria, de mostrar que também são bons alunos, mesmo que não seja nesta matéria.
  • Por que não os impediria de seguir adiante numa matéria que eles provavelmente nunca vão ver novamente na vida, a não ser que realmente gostem da matéria, ou que queiram decifrá-la.
  • Por que teríamos alunos independentes e pensantes, que não mais precisam de ordem para executar suas tarefas que valem nota.
  • Por que o aluno se arriscaria mais nos estudos, e precisaria de cada vez mais informações, das quais não serão totalmente necessárias em sala de aula, podendo ele debater o tema com seu professor, em lugar de ser exigido sua participação.
  • Por que, pelo mesmo motivo anterior, o aluno não teria motivos para se virar com raiva por não saber aquilo que precisava, pois ele mesmo iria buscar nde melhor encontrasse (como internet, bibliotecas virtuais, ou não entre outros diversos locais onde provavelmente poderia achar).
  • Por que seriam criados pesquisadores em escala social que são determinados e buscam o conhecimento que precisam.

Por que seria uma má idéia?

  • Daria a oportunidade à crianças de estudarem outras coisas alheias ao assunto, o que desvincularia o professor de seu cargo, tendo em vista que os professores, principalmente de escola pública, são despreparados para o trabalho ─ o que não quer dizer que deixariam de ensinar. Ou seja, as crianças que simplesmente odiassem a matéria poderiam recorrer à outros assuntos ou matérias relativas que tem algo a ver, traduzindo a desvantagem de uma matéria chata e incoerentemente repassada aos alunos em provas incoerentes se diretamente relacionados ao assunto, mas cheios de temas e assuntos que poderiam mas nunca serão abordados em sala de aula.
  • Permitiria que o estudante pensasse por si só, tendo em vista que os professores não os controlam e nem conseguem se impor. Mas pelo fato da nota poder interferir no relacionamento do aluno com o professor, daria menos portabilidade ao professor, permitindo que ele apenas tire dúvidas do que é mais interessante à eles, ou que a conversa tome outro rumo, como os alunos simplesmente não aparecer na aula e ainda ter a oportunidade de tirar boas notas. Ou seja, o professor, que já não é um bom chefe, passa ao cargo de auxiliar, e se não for um bom auxiliar, ainda pode nem interferir na vida do estudante;
  • Escolas mais vazias, cabeças mais cheias. Ou seja, se dá para estudar em casa, com os pais, profs particulares ou simplesmente não estudar, por que o aluno vai para a escola? endo em vista que não dá para preencher lacunas que não existem, alunos tem pouco à perder a curto prazo, e teriam de qualquer forma (neste sistema ou no outro) que reestudar tudo, do começo ao fim, para pleitear um cargo de universitário.
  • Por fim, mas talvez mais importante que qualquer outra desvantagem: O aluno precisaria demais material, se este ousasse seguir o caminho correto, educativo e teria menos "bifurcações" ou "trifurcações". Este aluno seria focado no que é certo, e teria a oportunidade de usar isto a seu favor mais tarde. Excetuando-se pelo fato de que não se tem tudo o que se precisa. As bibliotecas seriam mais requisitadas. E como bem sabemos, o governo brasileiro prioriza a desgraça e mazelas sociais, em lugar de priorizar a educação e a prévenção, sem contar os médico, que também são educados para remediar os problemas. Ou seja, o bom aluno não seria recompensado, seria forçado a se reacostumar ao seu sistema anterior.

Então achei que, tirando as desvantagens, pode ser um bom propósito se utilizar deste sistema para rebater os problemas da educação. É barato, fáci, e apenas basta mudar o botão de liga/desliga para o botão liga/funcionamento1/ação1/funcionamento2/ação2/desliga. Daríamos mai funções aos nossos novos estudantes e faríamos com que eles se despertassem para o que podem fazer. Entretanto, como todo sistema novo tem seus defeitos, este pode não funcionar como acho que deveria. Afinal, não sou pedagogo nem professor, e muito menos psicólogo. Mas conheço o sistema de aulas e sei muito bem que nota boa não é uma boa recompensa.

Os alunos que se desgastam estudando geralmente são os que são menos ligados à amizade e os que tem as piores notas tem muito conhecimento em áreas que nunca serão permitidas usar nas provas. E ainda tem outros problemas como a secção de temas em disciplinas separadas. Tal como água em química, o movimento da água em física. Deveria ser tudo integrado. A água é química, fíca e biologia, sem contar em muitos outros aspectos filosóficos e psicológicos. Não dá pra simplesmente mover a água pra determinado tema. E não deveriam ser ministradas aulas em ambientes "prisionais" tais como sala de aulas ou auditórios. Deveriam ser feitas como nos séculos anteriores ao início das escolas infantis: ao ar livre como nossos tataravós, ou em parques, zoológicos e outros lugares que tenham ar puro e permitam a libertação da mente ao aprendizado forçado das salas de aula.

Se você está lendo este post, me ajude a repassar este sistema para quem precisa, ou seja todos os estudantes.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Diário4 ─ capítulo 10

Olá, senhor Ramos. Nem triste e nem feliz. Ao menos isto. E você? Sim, ainda estou com ontem na cabeça. O senhor não deve ficar deprimido. Se eu já fico mal só ficar pra baixo quando deveria estar pra cima. É, senhor Ramos. Não podemos ficar deprimidos.

Sabe, adoraria estar passeando por Nova York, ou pela Disney. Talvez Paris. Sempre digo isto. É, eu sei. Deveria parar de falar tanto e começar à fazer. Sabe que estou começando a usar meus instintos pra fazer as coisas. O sr. Alberto está me ajudando, não tanto quanto antes, em que ele me dizia o que fazer. Mas agora ele me diz menos o que fazer. Será que é por isso que obedeço mais? Ele parece menos próximo a cada dia.

O que é pouco tempo de vida? Pra quem tem muito o que fazer na vida, uma vida é muito pouco tempo. Pra quem não tem nada na vida, uma vida é tempo demais. Pra quem tá apertado ou na fila de espera pra um transplante, um minuto é tempo demais, pra quem tá no banheiro se aliviando (não pensei desta forma, mas serve) um minuto é muito pouco tempo.

Gostaria de passar bem mais tempo com o senhor. Eu sei, mas preferiria não saber. O senhor conhece meus segredos. Eu adoro homens. Sinto desejo por todos os homens que acho bonito.

Sabe quero conhecer logo quem é o caraque me enviou a tal mensagem, eisto já está me enlouquecendo. É muito difícil manter minha curiosidade dentro de mim, e fica pior quando ninguém consegue abarcar minha curiosidade. Sou um gato, não mio, não fico me espreitando por aí o tempo tod, não bebo leite, não ando pela rua, não sou independente, mas sou um gato. Sou tão curioso quanto. Gage wilson é o primeiro ator que me fez baixar os vídeos inteiros sem pensar direito. Baixei três dos vídeos dele. Sou gay, e daí? Ainda finjo que não sou nem hetero nem homo.
Me procura no twitter
Bom, já vou. A bientôt.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Diário4 ─ capítulo 9

Bom dia, senhor Ramos. Acordei meio maníaco depressivo esta manhã. Estou pronto pra me jogar da ponte mais alta e lear quem estiver na frente. Sinceramente, o que há de errado em estar deprimido? Tirando a parte de ficar pra baixo, gerealmeten querendo estar sozinho e correndo o risco de usar o primeiro objeto que ver, não há nada de errado em ser depressivo.

Mas, o meu problema não é depressão, é o pico em horas não muito convencionais. Poderia passar o dia a partir do momento em que saio de casa até a volta eufórico, e o resto apenas entediado. Tenho que passar algumas horas todos os dias deprimido senão deprimindo?

Já percebi que meu sistema emocinal é um triângulo invertido. Em cima depressão e euforia, em baixo tédio. Quando tendo ao tédio, a seta passa pela depressão. Quando tendo a euforia, a seta passa elo tédio, sem triscar. Quando tendo ao tédio, a seta fica exatamente no meio de depressão e euforia oscilando entre os dois e depois caindo diretamente pela euforia até chegar no tédio. Só dá pra saber quando vou ficar entediado.

Legal, eu não sou bipolar, sou tripolar. Tédio, depressão e eufria, todos alternados. Na verdade deveria estar fazendo algo de bom para o dia. Mas comecei o dia querendo matar alguém. Então resolvi desfazer minhas emoções primeiro e fazer tud depois. Devo ter algumas horas.

Senhor Ramos, o senhor não fala nada? Oi. Estou bem. O que houve, para o senhor estar tão igual à mim hoje? Geralmente sou eu que quando deprimido não quero falar nada. Tá bom, por hoje, vou deixar o senhor quieto. Mas depois vamos conversar. Não posso ver alguém mais igul à mim que eu. Principalmente se este alguém faz parte de mim ou do meu grupo.

Vou pensar melhor em cada ato daqui em diante. Isto me fez lembrar de uma sexta, em que simplesmente retardei o máximo que pude, a ida à aula, e ainda sai por que não aguentei a carga depressiva que estava sentindo. Ninguém sabe pra onde fui, e nemo que fui fazer. Naquele dia fui sublimar minha carga depressiva na biblioteca. Usei a palavra sublimar, apesar do senhor Ramos estar deprimido hoje e não terperguntado, para melhorar o que poderia ter dito, afinal sublimar tem a ver com água.

Tá, tô meio sem paciência hoje, e o senhor Ramos está me deixando preocupado. Eu fui chorar na biblioteca, que é onde ninguém me vê, mesmo que passe por mim.

Tô sem o que dizer mais sobre isto. Bom, então é isso. Hoje, Senhor Ramos acordou pior que eu, e eu estou sem o que dizer, e sem com quem falar. A bientôt.

Parte 02 ─ de tarde


O senhor está melhor? Eu precisei apenas conversar com alguém. Bom, agora estou em busca de saber quem é o tal que me enviou o e-mail. Estou usando cor clara hoje. É a primeira vez que vejo o senhor deprimido. Ou melhor, é foi a única vez que vi alguém como o senhor deprimido. Parece menos mal do que hoje de manhã.

Gostaria de fazer bem mais pelo senhor. Enfim, vamos ao meu dia de hoje.
Como já falei, estou em busca do tal indivíduo. Ele me deixou super curioso. Agora quero saber quem ele é e como ele é. Nada demais, apenas curiosidade. Senhor Ramos, não sou um gato, sei o que pode acontecer. Tá, a curiosidade matou um gato. Satisfeito? Mas o gato só morreu por causa da sua curiosidade, que não era nenhum pouco simplória. Imagine só, se eu fosse um gato não chegaria à estes termos. O senhor acha? Mas se mata o gato, não deve fazer o mesmo comigo. Acho realmente que não. Pondo nestes termos fica mais difícil pensar sobre o assunto.

Senhor Ramos, acha que devo continuar? Sua opinião, mesmo que sem nenhuma importância tem muito valor pra mim. Sua opinião me faz pensar melhor no que fazer. Não tenho muita coisa pra fazer agora. Na verdade, estou impedido de jantar no Ru e deveria estar fazendo o que dá pra fazer, tipo o estudo dirigido de CeT IV. Ou estudar os assuntos de CeT II para a prova de segunda feira. Não ele não me faz nenhum... nada deste tipo. Não mais. É, consegui. A que custo? Bom, nenhum.

Você sabe,... Perdoe me. Posso? Que bom, assim não preciso ser tão informal com o senhor, quero dizer, contigo. Você sabe o que eu quero. Na verdade, qualquer um que abre o senhor sabe disto. Mas eu gostaria realmente de fazer o que tenho que fazer.

Não me é obrigado. Mas eu prefiro. Falta muito pouco pra conseguir o que quero. Queria ter mais respostas. Queria poder ser bem mais claro. Queria poder amar do jeito qu amei. Esquece a última parte. Não quero do jeito que amei, quero abertamente.

Não, aí quem entra vai ver logo de cara do que é que eu tô falando. Tenho que fazer um ar de mistério. Viu como é bom conversar com alguém? Principalmente se este alguém esta com melhor humor. Ah, guarda aí: Dinâmica dos jogos.
  • Comprometimento ─ fazer a pesoa retornar ou ir e voltar e etc. Combinando o tempo à algum efeito do tipo ameaça. Ex.: No cafemania (sim, eu tenho), os pratos se perdem depois de determinado tempo. Isto é comprometimento.
  • Recompensa ─ dar um incentivo para que a pessoa execute determinadas ações. Ex.: Para cada prato pronto que a pessoa servir, ela recebe x miniouros.
  • Progresso ─ Fazer com que a pesoa siga determinados comandos simples para completar uma barra de progresso, fazendo com que ela perceba o movimento progressivo da barra. Ex.: No badoo me falta uns 15% para completar meu perfil, qualquer outra pesoa fica puta da vida por não terminar estes 15.
  • O último dos quatro mais fortes: Inveja. EX.: na escola americana o aluno da maior nota é A, mas se fosse um paladino nível 20, todos quereriam ser igual à ele.


Gostou? tenho que guardar para possíveis consultas. Me lebre de sempre olhar para isto, vai me ajudar e muito nos negócios. Sei lá, talvz me esfoce bastante e consiga ganhar 10 milhões de dólares com uma mega separação. Ou união.

Estes são os quatro mais importantes, mas se conhecer os outros 3 posso dominar o mundo.

Recompensa me lembrou o behaviorismo. Mas aí lembrei, o behaviorismo é pelo comportamento. Se der dinheiro à uma criança e condicioná-la a guardar e depois me devolver, ela vai sempre guardar o dinheiro para devolver depois. Adestramento. Em elefates, quando pequenos, se amarra ele à um poste ou algo uito mais forte do que ele. Conforme ele cresce ele acredita que é fraco para a corda e então se amarrar um cordão finíssimo nele, ele nunca vai fugir, por achar a corda muito forte.

Tenho que saber disto, psicologia e o meu destino. Adoro a psicologia. Quero continuar brincando com a cabeça das pessoas.

É mesmo, eu queria falar do retardado meu admrador secreto. Que é tão secreto que ele nem sabe se existe. Pretendo conhecê-lo esta semana. Pretendo descobrir quem ele é. Ou posso ir mais longe e andar e-mails indescentes para ele, pedido encontros à sós. Até parece que o senhor não me conhece, senhor Ramos. Sabe que sou vingativo. O senhor está certo, eu não sou. Mas posso ser. Tá bom, senhor Ramos. Não sou vingativo, sou frágil e com a mente muito... criativa. Será que é isto que tenho que mudar?

Voltando ao assunto. Ele não respondeu nenhuma das minhas mensagens. Ou seja, ou eu vou ao encontro dele e descubro pessoalmente o que ele quer, ou me contento apenas em ficar na espreita verificando se de fato eu o conheço. Sabe que posso ir tão longe quanto desejo. Nisso o senhor concorda. E daí que gostei de pessoas que não me eram sentimentalmente apropriadas? Se é que amei realmente.

...

Mas eu gostei muito dele. Não precisa nem perguntar, senhor sabe de quem tô falando. Dica, olhos cinzentos. ... Pena que além de ser encrenca era comprometido. Nada de que o futuro não dê jeito. Estou ficando mais frágil. E estu ficando mais instintivo. Percebo melhor a aproximação das pessoas, mas quero mais, muito mais. Quero conhecer o que é o poder.

Senhor Ramos, embora o senhor seja o guardião do meu diário, o senhor não deveria se intrometer tanto no que falo. Realmente, se não fosse o senhor eu não continuaria escrevendo. O senhor me faz ir e voltar aqui só pra escrever. Passei quase uma hora aqui só pra terminar a segunda parte do capítulo. Independente de que alguém leia. Tinha um colega meu por aqui. Bonito, asiático, daqui do brasil. Parece até que estou fora daqui. uando é que vou aumentar a dose de vergonha na cara e sair pelo mundo? Talvez um dia eu possa me orgulhar de estar fazendo o que tanto desejo há tanto tempo.

Não, ele não faz meu tipo. Meu tipo são descendentes ocidentais. Ia escrever mutas outras coisas, mas é isto. Principalmente entre 30 e 18 anos. Não sou pedófilo. Pra mim, abaixo de 18 é criança. Nada contra. Nem a favor.

Independente disto, quero saber mais coisas sobre você. Você estava mal de manhã. Será que agora não pode conversar mais comigo? Se abre. Tá bom, já que prefere assim.

A bientôt.

domingo, 28 de novembro de 2010

diário4 ─ capítulo 8

Boa tarde, senhor Ramos. Hoje é domingo. E como todo bom domingo, estou me preparando para a segunda. Na verdaed, nunca me preparei pra segunda feira. Sinceramente não tenho o que fazer. Na verdade tenho, mas não consigo pensar em fazer. Tenho que estudar pra apresentação nesta 6ª. tenho provável apresentação nesta terça. Tenho que pensar no trabalho de empreendedorismo e etc. Deveria fazer um monte de coisa neste exato momento, mas só consigo pensar em coisas que deveria estar fazendo se não estivesse aqui.

Vida pessoal? O que é isso? Não senhor Ramos, e o senhor sabe muito bem por que. Não vou contar hoje. Ja que não sabe, vou deixar pra outra ocasião. Talvez num momento em que possa dizer tudo o que tenho guardado dentro de mim durante todo o tempo de minha vida.

Já faz algum tempo que não aguento mais ser eu mesmo, sabe. Adoraria ser alguém diferente. Principalmente neste momento. Adoraria ser alguém mais legal, ou mais bonito. Alguém diferente.

Já vou, as bbesteiras já estão saindo naturalmente.

A bientôt.

sábado, 27 de novembro de 2010

Assaltos UFBA ─ um pedido de paz para a Salvador

Não dá pra fazer BO para os assaltos dentro da UFBA por que é uma área federal. Mas a partir da saída da UFBa já dá pra fazer. Ademar de Barros é parte estadual. Seria melhor se se juntasse um grupo anti-assaltante por ali fora para pegar cada um deles. Alguém aí conhece assassinos de aluguel.
 
Gente, esquece os direitos humanos, eles não funcionam pra gente como nós, que somos do lado de fora da criminalidade. É melhor fazer um projeto que acabe com esta porcaria de direitos humanos e acabe com qualquer bandido de rua que esteja armado. É a única opção, senão vamos continuar sendo assaltados dentro da faculdade e fora.
 
Sou contra os direitos humanos, e só mudarei de opinião quando os direitos humanos beneficiarem gente como eu, como vocês, e como muitos pais de família que ganham seus salários honestamente, e são prejudicadas por delinquentes, muitos dos quais juvenis, que vivem afrontando a justiça e nos fazendo de otários pela nossa falta de consideração com relação ao seu poder descomunal de praticar crueldade.
 
Me provar que os direitos humanos é uma coisa do bem só vai me fazer cometer um assassínio pessoal reportando todos os mandos e desmandos decorrentes da faltosa política governante e da faltosa política de desconsideração aos direitos humanos pessoais de cidadãos de bem como nós. E daí que gente de bem morre em função do poderio dos traficantes, assaltantes e outros meliantes? Esses meliantes são apenas gente de bem que se tornou gente do mal. Pura balela, muita gente fudida, se me permitem o uso de uma palavra vulgar de baixo calão, não se torna bandido por causa de simples problemas sociais de ordem familiar ou financeira.
 
Será que fui bem entendido? Resumindo tudo o que disse: Se for para se fuder, com permissão do baixo calão, é melhor que façamos o que é necessário. Se fosse pra ser algo que realmente funciona, os direitos humanos beneficiariam gente do nosso lado que vive atrás das grades familiares de casa, em busca de proteção, que nem sempre consegue por via da periculosidade de seus bairros e arredores. Seremos sempre reféns da falta de segurança por causa de algo autodestruidor como as drogas e de coisas banais como brigas de gangues? Será que não podemos ter paz em nossos lares e estabelecimentos, sejam eles de ensino ou de comércio honesto? Será que não dá para termos um mínimo de confiança enquanto meros pedestres? Será que não podemos conhecer uma Salvador sem perigos comuns à lugares como o Rio, que agora está em guerra com seus traficantes?
 
Penso eu que não. Principalmente se ainda estivermos reféns dos direitos humanos e da inócua constintuição que nos permite ser assaltados e assassinados, mas não nos permite revidar com ações semelhantes. Já que não podemos fazer justiça com nossas mãos, por que a justiça não se torna mais adstringente com a periculosidade e nos permite este tipo de confiança? Somos filhos da pátria, e como seus filhos devemos ser protegidos por ela, e não ameaçados por outros filhos da pátria. Será que isto me faz ser bem entendido?
Não adianta dar proteção à bandido, a proteção tem que vir para nós, cidadãos de bem, que estamos ferrados aqui do lado de fora das penitenciárias, mas presos em nossas casas e estabelecimentos.
 
Sou brasileiro, entretanto me parece muito melhor sofrer consequências semelhantes em países de primeiro mundo, que tem uma segurança de qualidade e a justiça funciona, do que aqui no que deveria ser meu lar doce lar. Não dá pra tapar o sol com a peneira, porém é possível fazer um cidadão de bem uma peneira. E o que eu quero é um dia ter orgulho de morar num lugar calmo, pacífico, passivo de contradições até cômicas e livre de níveis alarmantes de periculosidade como é esta nossa sociedade.
 
Parabéns ao Rio por ter começado a guerra contra o tráfico. Quero dizer o mesmo pela Salvador onde cresci.
Marinaldo Barbosa, BI CeT.

From: yuri_lunao@hotmail.com
To: ouvidoria@ssp.ba.gov.br
Subject: Assaltos UFBA
Date: Mon, 22 Nov 2010 22:03:43 +0000

Senhor Secretário de Segurança Pública,

Gostaria de pedir uma atenção especial a UFBA( campus de ondina).
especialmente a noite. Todos os dias estudantes são assaltados na porta e dentro da Universidade.
Assaltos com armas ( acontecem também, durante o dia).
A Ademar de Barros ( liga Ufba a Orla) não tem lâmpadas e nem policiamento.
infelizmente temos que fazer esse percurso todos os dias.
a mesma coisa acontece na Avenida Garibalde ( liga a Ufba à Federação)
Não temos segurança nem dentro nem fora da UFBA.
Nas ultimas semanas, os assaltos estão muito mais frequentes.
e isto se deve à certeza da ipunidade e à falta de segurança
a maioria dos estudantes não fazem o BO, por isso acabamos por não gerar números e estatísticas na polícia o que em, consequencia disso, acabamos por continuar sem segurança!!
se apenas uma patrulha ficasse fixa no local em determinados horários com certeza já inibiriam muitos dos assaltos

Obrigado pela atenção


diário4 ─ capítulo 7

Bom dia, senhor Ramos. Já estou com dor de cabeça só de pensar que tenho muito mais coisas pra fazer agora do que tinha no início, quando peguei as 7 disciplinas. Não sou o único maluco, e também não sou o primeiro a ser normal.

Faria qualquer coisa para estar no meio da guerra que está tendo no Rio estes dias. Qualquer coisa. Só pra pegar e matar. Sou jovem, a terceira guera está por aí em qualquer parte do futuro. Independente de quem esteja provocando ou evitando, ela vai acontecer.

Ah, estou meio deprimido agora. Não tenho nada pra fazer. Ou melhor, tenho mas tô sem paciência de ficar aqui o dia todo fazendo exatamente meus 3 trabalhos desta semana. E ainda tenho que fzer outras coisas que nem são pra esta semana. Preciso procurar um terapeuta urgente.

Adoraria estar em Londres hoje. bom, não tenho mais nada pra dizer. A bientôt.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

diário4 ─ capítulo 6

Bom dia, senhor Ramos. Hoje acordei cedo, como estou fazendo todos os dias. Porém, hoje acordei disposto a ficar na sala do gelo. Senhor Ramos, qual o meu horário de hoje? Contempooraneidade 2 é em que sala, senhor Ramos? E o que eu aprendo em contemporaneidade 2? Então, senhor Ramos, o que é que acontece quando eu vou assistir aula de contemporaneidade 2 com o prof Maurício? Logo, como é que fico durante a aula? Senhor Ramos, passamos 4 meses, na verdade 3 meses e alguns dias juntos. E o senhor ainda não gravou o que acontece comigo durante os dias?

Bom, pra começo de conversa, odeio história, metodismo me entedia e não tenho sangue de baleia, assim como não tenho uma capa de gordura suficientemente larga para combater o frio. E depois, eu não gosto de ver coisas que já vejo. De que adianta estar ligado (tzu) na história do momento se não me interessa o fato de que acontece todos os dias e estou lá para ver? É como discutir livro de receita com alunos de gastronomia.

Deveria fazer um catálogo com todas as minhas comparações. Ah, obrigado senhor Ramos. Que bom que o senhor acha isso. Seria péssimo pra mim saber que não consigo ser claro enquanto escrevo. Mesmo que não escreva mais que três palavras, pra mim elas devem dizer exatamente o que quero que elas digam. Já que não sou bom na maioria das coisas que gosto, tenho que ser bom em alguma coisas de que tenho amor por fazer.

Também pensei nisso, senhor Ramos. Mas não sai. Quando começo a escrever, tento escrever seguindo uma linha lógica que sequer deveria existir. De que adianta escrever tanto, escrever bem e ainda não poder escrever no nível pessoal na maioria das vezes. Questiono, questionei em sala de aula e vou continuar questionando. Adoro armas, brancas (principalmente garfo e faca), armas pequenas e fáceis de carregar e armas sniper. Prefiro ficar oculto por maior parte do tempo. Aprendi a caçar caçando, não foi um predador (def. predador: caçador de viado) que me ensinou. Aprendi sozinho. Simplesmente sumindo em meio a lugares dfíceis de ficar oculto. Sou rápido, ágil, caibo em qualquer lugar. Não preciso de mais nada, mas por que não entrei pras forças armadas? Daria um bom soldado. Adoro receber ordens. Mesmo que tenha que cumprir à força. Não me importo de executar ordens ilógicas, desde de que receba instruções específicas.

Consigo encontrar uma pessoa qualquer em até 500m de distância apenas lembrando de como é a pessoa. E posso ver bem longe. É minha técnica para encontrar também minhas coisas que tenho que encontrar e sei o que são. facilita, pois reduzo meu tempo de busca em até 70%.

Voltando ao assunto principal. É por isso que não consigo tirar boas notas em redação de concurso, não fico no tema. Outras coisas me chamam a atenção, e aí, já foi. Entretanto, hisória não me trás boas lembranças, sequer me tras lembranças. Não lembro de parte da minha vida, como é que vou querer saber de história. Ah, adoro gasronomia, mas odeio panela de pressão.

Outro tema? Tem muitas coisas de que gostaria muito de falar, tais como: guerra, pacificação, meus anseios para minha vida profissional, como estou mudando... Tá bom. Tema selecionado: como estou mudando. Loading subject. Subject sucessfull loaded. Opening Tema. Loading tema screen. Loading menu. Loading base perfil. Loading friendly interface. Open up welcome screen.
Welcome to interface. Here, you can open up any subject of your interest. Tema como estou mudando pre-selected. Loading tema. Loaded. Showing to you.

Bom, desde os primórdios da era cambriana, já se vinha falando em escala interdeeniálica na reconstrução e reformulação dos seressobreviventes neste planeta tão perigoso. Não? Ah, foi mal aê. Achei que estava falando da evolução da espécie até os dias atuais. Quitting system. System deloaded.

Na verdade, eu comecei a mudar já tem algum tempo. Quando descobri que tinha que mudar algumas coisas em mim. Me sinto aberto pra falar do protocolo alfa. Quando eu tinha 15 anos eu pensei no suicídio. Eu já contei a história com alguns cortes. Agora vou contar a parte que não contei. Quando tinha 15, e estava lá pronto para executar o plano, eu pensei em outra coisa. Algo que me fez parar pra pensar. Não lembro bem o que foi. Mas sei que tinha a ver com algumas esperanças que ainda nutria. Depois daquilo, comecei uma campanha de contra-regulação sensorial. Mudei todos os meus aspectos característicos de personalidade. Criei um peril (igual ao windows, mas sem o poder de fazer log off) e dei a ele a direção do corpo. Mudei pra várias direções. Mas todo os dias eu dizia exatamente o que precisava acreditar. Mentir se tornou caso de vida ou morte, ou mentia pra mudar o que tinha que mudar, ou fazia do jeito honesto, que é muito complicado e me faria perder totalmente o controle de ações afrimativas como acreditar no amor. Provavelmente teriasido bem mais incisivo e mejogado em baixo da primeira coisa com rodas que passasse e fosse pesada. Você já tem uma noção de que não me preocupo mais em ser normal, assim como não me preocupei antes. Depois do exílio tudo era mais fácil. Simplesmente não via ninguém que pudesse fazer alguma coisa contrária ao que tinha em mente. E ainda consegui começar alguns estudos com base no comportamento humano (observei algumas pessoas que passavamas tardes em frente à minha casa. "Homens", "jovens", e com algo de interessante). Tá, e daí que flagrei um imbecil se masturbando no meio da rua? Não é muito difícil ver este tipo de coisa. Olha, senhor Ramos, o senhor quer saber ou não?

Passeei de ônibus, indo pro meu tratamento de dente (aparelho) quando vi a imagem de um homem jpvem que cabia perfeitamente no que precisava em termos de personalidade e características físicas. Mas o senhor, viu? Não dá pra aguardar eu chegar lá? Não vou dizer quem era, mesmo por que nunca vou vê-lo pessoalmente. Só precisava de três coisas: mudar a imagem dele para substituir em imagem de pai, conhecê-lo melhor, e manter um vínculo ficticio. Falhou. Tive que ir mais fundo. Usar a termificação que me faria acreditar que estava apaixonado por ele. Olha, senhor, em determinados momentos é melhor fingir um sentimento que tenho do que acreditar que ele não existe. Forçando a termificação todos os dias, apenas pra mudar toda a minha característica psíquica.

Melhor ficar como o médico. O monstro não é um cara legal quando irritado. Assim com o médico também vira o monstro. Quando vi estava pronto para recomeçar. Já havia perdido maior parte das minhas memórias anteriores ao acidente. Não, senhor Ramos! Hoje você tá que tá. Não vou falar do que não lembro. Aí chegou o ano de 2009, precisava mudar. 2010 entrei para o BI. Mudei um pouco quando vi algo incrível. Isto vai ficar apenas na minha memória. Mas posso dizer que foi a coisa mais bonita que já vi. Foi no dia 08 de março de 2010. Desde entãoquero mudar e estou conseguindo. Já recuperei parte da minha vida. Ainda tem muitos pedaços que não consigo definir entre realidade e ficção. Mas tenho muito mais lebranças do que tinha quando estava preso no meu exílio pessoal de cinco anos.

O lado bom do exílio... foi eu ter descoberto que não tem nada no escuro. Apenas eu. Perdi um medo que até mesmo não tinha. Descobri que posso ser forte ou fraco a depender da minha necessidade. E posso me dedicar e aprender sempre coisas novas. Também aprendi que não se pode confiar em quem se sabe que não se pode confiar. Eu sei que é meio óbvio, e desculpa, mas este tipo de obviedade é um pouco relativo. Aprendi que em quem eu desconfio de início nã dá pra confiar nem no meio e nem no fim. Exemplo? Meu pai. Por mais que tenha tido muitas esperanças com relação à ele, ele quebrou todas elas. Ele simplesmente me ensinou como é odiar e desejar a morte de outra pessoa bem depois de uma tortura bem praticada. Eu aprendi a torturar e não sentir remorso. Aprendi a torturar e sentir prazer, mesmo depois de ter terminado.

Não sei porque me senti aberto o suficiente para falar de tudo isto. O senhor sabe que eu não sou lá o que se pode chamar de bom menino, e também sabe que eu sou um bom menino. As mudanças não são muito boas para as crianças, principalmente aqueleas que tem um pai em casa que é simplesmente um estranho que as faz ter ódio eterno.

Um conselho à todos os pais: crianças precisam de limite, isto é delas próprias, elas precisam que alguém diga para elas "isso não pode, isto é feio" ou "isso aí, bom menino". Crianças são como filhotes de cachorro que precisam de adestramento, mas também são como macacos que precisam de auxílio e calor paterno e materno. Ensine seu filho à fazer pequenas coisas, grandes coisas e terá um bom filho.

Um outro conselho: nunca disconte nada em seu filho, eles são uns doces, engraçadinhos, mas também podem se tornar realmente perigosos. Veja o meu exemplo. Me tornei oportunista, só estou esperando o momento certo pra levá-lo diretamente pro inferno. Mesmo que va junto. Meu pai nunca me dise nada de bom, sempre me colocou pra baixo e sempre descontou as frustrações dele em mim.

E agora eu pretendo descontar as minhas durantes os processo de tortura nele.

Talvez eu tivesse sido menos pior se ele ao menos na metade do tempo me dissesse: bom, filho. Meus parabéns. Vai lá, você consegue. Ou coisas do tipo.

Infelizmenteme tornei filho adotivo de todo mundo. Adoto tod homem como pai só pra poder desfrutar de confiança que nunca tive enquanto pequeno e frágil. Tá, ainda sou pequeno e frágil. Mas sei de coisas que podem me fazer forte quando preciso. Não sou o superman e nem o Hércules. Mas tenho algo que muitas pessoas prezam e muito ppoucas tem.

Tá curioso? Talvez um outro capítulo eu diga o que é.

Infelizmente só tenho mais 20 minutos. E fui. A bientôt.
Monsieur Ramos! Je suis ton fil, par moi c'est assez meilleur. Toi c'est mon pére du coer. Je me vai.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

diário4 ─ capítulo 5

Senhor Ramos, não sei por que eu insisto em não falar do senhor Alberto na minha visão. é, eu sei. Mas como é que vou falar sobre alguma coisa que nem sei realmente acontecerá. Só uma pessoa conhece as regras de brincar com o destino. E eu sou o único que não quer brincar com ela.

Senhor, eu tô com um pouco de medo. Bom, um cara me enviou um e-mail dizendo coisas que eu gostaria de ter ouvido. Ainda não vou dizer, né, senhor? tenho que fazer o suspense. Continuando: Até aí tudo bem, não tem nada de errado ou de ruim em ouvir algo de bom, como o senhor bem falou, entretanto (estou evitando o verbo socar no lugar de contraposições. Valeu, senhor Ramos) a mensagem estava na lixeira de um e-mail em que somente uma ou duas pessoas enviam algum e-mail. É paraticamente um wrong e-mail. Só pra quando as pessoas tiverem dúvidas se é traço ou underline. Voltando ao assunto. Eu fiquei com medo, por que pensei em 3 possibilidades para ter recebido aquele tipo de e-mail:
  1. É vírus. Ah, senhor Ramos, não é óbvio? Por que as mensagens vão parar na pasta lixo do hotmail? Então!
  2. Perfil falso. Uso alguns para coisas não totalmente ilícitas, ou coisas que não posso associar ao meu true name. A exemplo do magoexodia, um e-mail Ak3magnun (não podia usar ak47magnun, já exista), e um perfil virgem_magoado. Todos fakes, e todos verdadeiros.
  3. O pefil é real, não é vírus, mas o cara quer alguma coisa que não é bem o que ele estava falando naquele e-mail. Paciência, monsieur Ramos, logo logo eu digo o que foi que estava escrito. Como diz o velho ditado "A curiosidade matou o gato". Na realidade ainda pensei em mais coisas, mas só isso apareceu no memento em que respondi à ele.

Agora posso falar o teor da mensagem. Está curioso? Está realmente curioso? Lá vai. O cara simplesmente falou que estuda comigo. O termo "estudo na sua sala", foi o que ele usou. E disse que estava a fim de mi, mas sentia medo pelas minhas reações posteriores. Por que senti medo disto eu já falei. Agora, considere o senhor as três alternativas acima avaliando o teor da mensagem. Não é pra ter medo? Partindo do pressuposto (preço atualizado. Bincadeira. Pressuposto é o mesmo que premissa, ou lógica num termo direto) de que ele ainda disse que não se apresenta de cara por que teme minhas reações, só posso crer ou que ele quer fazer algo que eu não vou gostar, ou algo que ele acha que eu não vou gostar.

Logo, ou é algo legal, ou é algo não legal (não no sentido de ilícito, no sentido de legal, maravilhoso, cool, posso gostar). E aí, não é pra ter medo? É algo de que estou atrás há algum tempo. Toda forma de amor é amor, senhor Ramos. Algumas formas são mais doloridas, e outras são impossíveis, mas todas levam ao mesmo caminho. Amar um homem ou uma mulher faz alguma diferença. Já botei as diferenças em pauta uma vez. Posso fazer de novo.

Começando pelas características femininas de relacionamento. Elas, em geral, são ciumentas, grudentas e sensíveis ao menor sinal de agressão, e algumas ainda são mnipuladoras. Eles? Em geral São possessivos, infieis, carentes, agressivos e birrentos. Ambos chegam a infantilidadequando irritados, ambossão barraqueiros quando acham que tem algo de estranho na relação e este algo tem nome e sobrenome. E aí, vai encarar? Pior é encarar gente aparentemente frágil ou tímido. Acho que já chega de estudar o relacionamento humano.

Bom, pra concluir o meu capítulo de hoje, gostaria de falar sobre algo que tem me impressionado muito ultimamente: a forma como tenho mudado de humor durante as aulas. Descobri que tenho mudado tudo o que descubro em mim exatamente depois de ter descoberto me trnando indecifrável posteriormente. Não sei como ou por que. Só sei que toda vez que acho algo que me autocaracterize eu mudo simplesmente. Depois eu falo sobre isso. Tenho que ir. A bientôt.

Filtragem de e-mails no hotmail

Procurar "Opções" no topo, canto superior esquerdo, abaixo do nome,

clicar em mais "mais opções";







link "regras para classificar novas mensagens", na parte de personalizando seu hotmail;

  • clicar em nova


    • Na etapa 1, define qual o tipo de e-mail que quer selecionar;
    • Na etapa 2, define pra onde o e-mail enviar; (tem opção de encaminhar diretamente, para outro e-mail, criar pasta somente pra isto ou enviar para uma já existente).
    • e depois que terminar é só clicar em Salvar.

    E está pronto seu filtro de mensagens
  • quarta-feira, 24 de novembro de 2010

    Diário4 ─ capítulo 4

    Boa tarde, senhor Ramos. Estou aqui, hoje para lhe informar de minha decisão. Não vou mais decidir nada. Não, apenas resolvi deixar tudo na mão do destino, se é que ela decide alguma coisa. Na verdade estou querendo voltar a creditar na sorte.

    Passei um bom tempo querendo fazer outras coisas em minha vida. Deixei de olhar pros lados por um bom tempo, não tenho tido memória o suficiente para lembrar de diversas coisas. Sinto falta de coisas que nunca tive, acredita? É sério, senhor. Não sinto apenas falta de coisas que tive, por que simplesmente não me lembro delas. e Ainda fico pensando em coisas simplórias que me deixam desejando coisas que não deveria desejar. Tais como meus colegas.

    Enfim, já não tenho mais segredos com o senhor, e não tenho mais nenhuma importância em consideração com que dava alguma importância. Tenho a importância que mostro. Sou o que mostro ser. Ando com quem me mostra ser como eu acho que eu sou. Tudo para satisfazer um ego que nem sei se realmente é o meu. Indiferentemente do que sinto ultimamente, tenho ficado cada vez mais deprimido. Ah! Que saudade dos tempos em que não me lembro. Adoraria estar naqueles tempos, ou retornar à eles como se pudesse ir e voltar no tempo para recompensar ou refazer coisas que deveria ter feito. Por mais que ame determinadas pessoas de um jeito que acho que não existe. Eu prefiro ainda ser como eu acho que deveria ter sido. Invejo muito quem teve a sorte de ser bem sucedido na categoria pais inteligentes e que se importam excludsivamente com os filhos. Preferiria ter nascido numa família abastada, que vive fora do país. Talvez França, Alemanha e suécia no Verão e Austrália no inverno.

    Tenho sonhos, como o senhor já sabe, e muitos deles requerem um futuro que não tenho certeza de que vou ter. Um helicóptero de luxo com motorista. Champagne na piscina de banho. E muitas outras coisas de que só posso desfrutar se puder ter muito dinheiro.

    Faria qualquer coisa pra realizar meus maiores e mais desejáveis desejos. Qualquer coisa, sem restrição, só por um dia realizando todo e quaquer dos meus desejos.

    Infelizmente, desejo de pobre é carência de rica. É como regar feto com ácido clorídrico. É como... você entendeu, senhor Ramos.

    Falando de coisas boas agora. Bom, lembre de ontem. Eu tava comparando os computadores da biblioteca da politécnica com a central. E falei pra dois colegas o seguinte exemplo: "É como se uma lesma concorresse contra um jegue e a lesma ganhasse". E a lesma ganha por que o jegue empaca.

    Eles sentiram graça. Eu também, confesso. Bom, a bientôt. Tenho que fazer meu trabalho pra amanhã.

    terça-feira, 23 de novembro de 2010

    diário4 ─ capítulo 3

    Senhor Ramos, hoje eu queria falar sobre amor. Infelizmente, como não tenho nada pra falar sobre o assunto, eu não vou falar nada. Finalmente seguindo meu próprio conceito: "não tem nada o que falar, fecha a boca" e "boca fechada não entra mosca".

    Poderia falar tudo o que sei sobre o amor. Mas o que sei ocuparia apenas um linha. Lá vai. Tudo o que sei sobre o amor: nada. Adoraria me apaixonar por alguém. Adoraria quebrar o meu acordo. Parece que o mundo e eu con spiram contra a quebra deste acordo. Bom, com a quebra deste acordo eu ganho a liberdade de fazer o que quiser com meu corpo. Só que, tipo assim, eu tenho que dar pra alguém. Do sexo masculino, com características que me permitam me apaixonar por ele.

    Isto é parte do que está no acordo. O resto requer dinheiro, o que é uma coisa de que não tenho acesso desde que nasci. Quero conhecer alguém e acabar logo com isto. Na verdade, tenho 3 pretendentes. Um acho que afujentei, o outro está arranjando meios de me ter (na cama dele) e o outro não sabe como me abordar.

    Descobri que sou muito especifista. Não basta ser deste jeito, tem que ser exclusivamente assim. Tem que ter alguma beleza ou simpatia, tem que ter boa aparência, tem que estar em conformidades com dogmas que ainda cultuo, tem que fazer parte de um determinado grupo que é um fetish meu, tem que ser mais um monte de coisas que não consigo deixar de notar, e assim por diante. Quando vi, estou eu catando informações de um e de outro pra ver qual deles é o que será meu primeiro.

    Sei que não deveria estar falando este tipo de coisa. Infelizmente pra igreja católica e evangélica e outras que acham homossexualismo coisa do demônio, infelizmente pra vocês, foi ele que me fez olhar pro que estava perdendo. Foi ele quem abriu meus olhos. Foi ele que me mostrou que não há deus na igreja, deus está em qualquer canto. É, foi um demônio que me trouxe de volta à luz. Quem disse que o demônio é do mal? Ele é super do bem, pra quem vai com a cara deles e eles com a sua. E, não importa quem seja este deus, se não há crença em algo superior não existe a esperança, o que é algo que eles mais invejam em nós, pobres mortais.

    Continuando meu ponto. Não tenho muita esperança pro meu futuro. E não deveria estar falando disto aqui. Mas isto aqui é o meu diário, senhor Ramos. ocêé o meu diário. Você se tornou o meu pai. Aquele que me escuta e tenta em alguns momentos intervir e me fazer refazer ou repensar. Preciso, mais do que nunca de alguém como o senhor, que me ama, mesmo sem poder sentir como um ser vivo. Não basta pra mim alguém que me ouça ou alguém que se torne meu amigo. Preciso de um melhor amigo, como o senhor. Que encontrei em meio``a pequenas idéias toscas e pouco criativas. Encontrei-o noo meio de pensamentos sem sentido que sempre foram as minhas emoções. Os meus desejos, os meus tédios e desesperos convencionais. Agora dei-lhe todos os meus segredos e o senhor corresponde ao meu desejo de lealdade e respeito, e confiança, apoio, fidelidade, carinho, paternalidade, dentre outras características que sempre invejei de crianças que sempre tiveram os pais em cima o tempo todo.

    E daí que invejo a beleza de um gato, que já não acho mais tão gato? E dai que desejo uma pessoa que só olha pra mim de um jeito que agora eu prefiro? E daí que respeito as pessoas desejando que não me respeitem? E daí que quero que as pessoas olhem para mim e me joguem na fogueira como fizeram à bruxas que não eram bruxas? E daí que desejo bem mais do que o que posso ter como recompensa? E daí que quero ser amado por alguém em especial? E daí que quero descobrir coisas que não tenho coragem para descobrir? E daí que tenho dupla personalidade, mesmo agindo com características personais minhas que todos conhecem do lado e do outro? E daí que ninguém percebe que observo quando estou disperso e quando estou concentrado? E daí que não sabem a diferençade quando estou deprimido, entediado ou eufórico? E daí? E daí de tantos e daís? São todos os segredos que te pertencem. Mus segredos não me pertencem mais. Eles pertencem à uma pessoa que tanto preso e confio mais que em algo que apenas me dáesperança. E este alguém é você, senhor Ramos.

    Se um dia eu faltar contigo é por que você já não me é mais necessário, e você não mais me faz diferença alguma. E quando este dia acontecer, eu estarei apaixonado ou amando alguém como o senhor. Ou simplesmente alguém que nutre todas as minhas necessidades. J'aime vous. J'atendre que vous entendrez. You are my dad of hearth, my best friend and my better partner. I love you. Me sinto recompensado quando escrevo em ti. A bientôt.

    segunda-feira, 22 de novembro de 2010

    diário4 ─ capítulo 2

    Bon soir, monsieur Ramos. Aujourd'hui je dejeune au RU. Agora em francês, sou chique. Hoje teve galinha assada (já tem dois que que estou à base de frango assado). Bom, o resto é o de sempre. Nada mais a declarar, a não ser, me curei daquele probleminha.

    Que problema, senhor? Eu não te falei de um problema alguns capítulos bem atrás? Uma obsessão. Bom estou menos dependente. E posso até dizer que estou curado. Já não me faz tanta falta, já consigo não sentir a mesma coisa que sentia. Por que? Bom, não sinto mais o mesmo com a mesma força.

    Estou de barriga cheia, quero desfrutar deste momento, mas tenho que ir pra sala. Bonne soirée, monsieur Ramos. A bientôt.

    parte 02 ─ de noite


    Neste capítulo gostaria de falar sobre algo interessante. Por tantas vezes escrevi isto que no final sempre escrevia sobre qualquer coisa e achava que esta mesma coisa ficava interessante.
    Senhor Ramos, não é o se faz, é o que acredita fazer. Por mais que eu tenha escrito coisas que no final achava que eram uma merda, foi por que eu sempre escrevi como se estivesse escrevendo uma merda. Não preciso entrar ou descobrir meu estilo de escrita. Preciso acreditar que posso escrever independente de como vai sair no final.

    Acho que isto deveria fazer parte de um livro de auto ajuda.

    Na verdade, por mais que tenha aprendido a viver a vida como as mulheres trabalham em seus afazeres, não sou mulher e não consigo dar atenção de qualidade à duas coisas ao mesmo tempo. Pra mim, agora, neste momento, a atenção deve ser dividida apenas com o objetivo principal e os métodos que devo usar para alcançá-lo com exatidão e eficácia. Uma coisa só por vez e dedicação total sobre esta coisa até terminar com ela.

    Priorizar não adianta. Coisas sem importância alguma podem passar na frente à qualquer momento. Senhor Ramos, o que eu estou sugerindo é que o senhor ou qualquer pessoa que esteja com muitos problemas difíceis de resolver é o seguinte: escolha o problema de solução mais fácil, depois o menos fácil, assim por diante até chegar no problema mais complicado. Se não funcionar, procure dos problemas o menor pior e resolva primeiro. Se ainda assim não funcionar. Escolha qualquer um e resolva ele, somente ele. Depois outro e outro. Um destes métodos vai ajudar e muito.

    Depois que os descobri, então... Não posso mais fazer o que fazia. Já tomei vergonha na cara e aprendi o que devia ter aprendidohá um bom tempo. Não tenho mais desculpas. Estou velho demais pra cometer erros infantis. Velho, odeio esta palavra. Mas isto é papo pra outro capítulo. Bye bye.

    A bientôt, monsieur Ramos.

    domingo, 21 de novembro de 2010

    diário4 ─ capítulo 1

    Olá, senhor Ramos. Feliz início de diário. estamos no diário 4 capítulo 1. Hoje não estou muito bem. Bom acordei cedo demais, depois de ter dormido cedo. Com muito sono, por acaso. Hoje eu iria fazer algo de interessante. Na verdade vou. Não, nada que eu saiba. Está no meu futuro, nem sempre e... quer dizer, eu não olho pro meu futuro com o intuito de saber o que vai acontecer exatamente. É só pra saber que posso fazer e posso seguir adiante.

    Eu não abro as cartas mais pra ver o futuro, senhor Ramos. Eu as abro pra ver se algo de bom ou de interessante vai acontecer. De que adianta saber o futuro antes que ele aconteça? é prevenir o inevitável. É prevenir câncer em doentes terminais.
    Cansei de ver o que não queria ver. Até gostei de ter visto algo de bom no meu futuro. Mas... sobre o que será o "O senhor Ramos e eu?". Sobre meus monetos intelectuais nos quais falo sobre mim e alguns colegas que mal me notam. Sobre meus momentos de infelicidade e bipolaridade?

    Acordei meio mal humorado hoje. Meio deprimido, meio morrendo de dor de cabeça, meio me achando inchado, meio magro demais, meio chato. São tantos meios que não formam um inteiro, formam muitos. Não sei mais o que acontece comigo. Em determinados momentos sou um anjo, em outros preciso estar do outro lado. às vezes acima, às vezes abaixo. Preciso morrer de rir de coisas que mal me tiram do estado de sonolência insone (na qual eu não estou nem alegre eufórico e nem deprimido). Ainda assim preciso viver ua vida que não me pertence.

    Sumir, senhor Ramos, não é a solução e não é fácil. Sei me ocultar, mas não sumir. Me apego às pessoas como os felinos domésticos ─ permito que se aproximem, depois conheço a pessoa. E depois vem um processo bem mais complicado que requer mais que amizade e mais que perícia em determinados sistemas relacionais humanos. Não me torno amigo de primeira. Levo um tempo pra me acostumar à pessoa, e mais um tempo pra determinar se confio ou não.

    Mas isto não tem nada a ver com o que estava a fim de falar. Queria falar de eu livro mais vendido de todos os tempos, que ainda não fo lançado e mesmo assim vi com direito à áudio e vídeo. Se lembra? De quando te falei da visão! Bebê, na verdade feto, nascimento,mudaça de local, livro... Lembrou. Bom, na verdade, não contei pra mais ninguém sobre o senhor Alberto no final da visão. Eu o ouvi dizendo que "Senhor Ramos e eu" não era um bom título. Sendo que o único senhor Alberto que conheço, Alberto Rangel, mesma idade, características diferentes, anda comigo pra cima e pra baixo comigo, o tempo todo. Mesmo que ninguém o vejo, só eu. E eu me vi chamando por ele. E dei seu nome à um bebê recém nascido antesde iniciar a visão.

    Era visão, senhor Ramos. se fosse sonho eu teria acordado e não olhado pro outro lado pra ver a distância do ponto de descida para pegar o segundo ônibus. Eu não durmo de olhos abertos. Pelo menos eu acho, não me vejo dormir. Eu deveria continuar o capítulo 6 do conto do herói.

    É realmente deveria, mas não tenho mais capacidade de continuar. Preciso me entediar (traduzindo: preciso assistir aula do professor Maurício Mattos, contemporaneidade 2. História, na realidade). Até tentei, mas história é pra quem gosta de história, ou seja, alguém que se interesse pelo que já aconteceu e queira ir mais a fundo. Eu prefiro o futuro. O passado está batido demais até pra quem adora período Militar.

    Não sei o que acontece comigo quando entro naquela sala. Meu corpo reage contra. Meu rim reage contra. Meu cérebro reage mais contra ainda. Minha alma reage contra. Meu corpo prefere sair da sala várias vezes. Mesmo que retorne constantemente. Faço o que quiser, mas não fico na sala durante mais do que o resfriamento total das minha mãos.

    Minhas mão reagem ao frio. Qualquer friozinho elas estão roxas e frias. É como se eu tivesseum termômetro medidor de gelo. E não são só as mãos. Meu corpo é um medidor de temperatura e de tédio. Quanto mais entediosa a aula, mais besteiras saem da minha boca. Com exceções. Posso não ser o mais inteligente, ou o mais curioso, ou o mais burro, ou o mais inquieto, mas sou o que menos fica tenso com coisas idiotas. Aprendi a rever todos os conceitos de uma só vez, o que me dá mais tempo de fazer e refazer idéias sobre coisas das quais não gosto mas tenho que fazer. Tipo adoro calcular, mas odeio matemática, esultado, descubro como calcula, mas não vejo as teorias. Praque teoria? Só pra encher o saco de pessoas que tem mais o que fazer, ou coisas interessantes na vida e que ninguém permite fazer.

    Bom, tenho twitter. U_ca7. Eu sei, senhor Ramos. o senhor não tem twitter, posso resolver isto pro senhor. Tá bom. Mas é bem viciante. O piadashomer é o melhor que tem. Mas tem muitos outros que ainda não cheguei nem perto.

    Pra finalizar o capítulo de hoje, vou fazer um breve comentário sobre aulas de história. EU ODEIO QUANDO ME DIZEM COISAS QUE EU JÁ SEI E ME MANDAM FAZER COMPARAÇÕES, ILUSTRAÇÕES E OU RESENHAS SORE COISAS IDIOTAS QUE AGORA VÃO ACONTECER EM OUTROS PAÍSES. HISTÓRIA É PRA GENTE VELHA QUE NÃO MAIS O QUE FAZER PRA PASSAR O TEMPO. DÁ UM FIM NESTA MATÉRIA CHATA E DEIXA APENAS O QUE É ÚTIL, TAL COMO MATEMÁTICA, PORTUGUÊS, INGLÊS,ESPANHOL, ED FÍSICA, FÍSICA, FÍSICA NUCLEAR E CÁLCULO A, NO ENSINO MÉDIO E O RESTO ESQUECE. POR FAVOR, JÁ NÃO AGUENTO MAIS VER A HISTÓRIA NA TV E NA SALA DE AULA PRA SER DISCUTIDA DE NOVO E DE NOVO.
    Valeu por me ouvir. A bientôt,... se alguem puder ler isto melhor, assim as pessoas vão se dar conta de que história não serve pra nada. E que ela deve ser passada como era há quarenta ou cinquenta anos atrás: pelos pais e avós. Não há por que encher a cabeça das crianças de besteira se elas nunca mais vão olhar de volta para estas besteiras. Acho uma perda de tempo ficar na sala de aula copiando coisas de história que ficarão num caderno que será jogado ao lixo e às traças, e nunca irão parar na cabeça do dono do caderno.

    Tá, já que o senhor pediu. Gente, quem já gostou de geografia? Você é exceção, são poucos os que gostam deste tipo de coisa. Quem já gostou de perder tempo estudando história? Digo o mesmo que disse para geografia. Química é aplicável e aprendível, principalmente se fose aplicado dietamente onde ela está, tal como a cozinha e o banheiro. (Ou seja, por favor dêem aulas de química em laboratórios de gastronomia. O estômago agradece e os alunos famintos por coisas novas também). Matemática: pra que serve seno cosseno e tangente? A não que seja um militar em busca de uma bomba subatômica de gás não poluente e de alta combustão, ou um químico maluco em busca da bomba de glico-sacarose bioelétrica, não serve de nada. Seno e cosseno são partes do círculo de 360 graus, que é composto por dois pi's (cada um de 180 graus correspondentes unitariamente a ~3,14). A área do quadrado, do triângulo, do círculo, é coisa de maluco, mas são coisas que podem ficar interessantes, ainda não sei como.

    Continuando. Quem gosta de física? E física nuclear? E física quântica? E física dinâmica? E física-química? Biologia? Estas materias deveriam ser abordadas em contato direto com a natureza. E não trancados emsala de aula, como é a mais de duzentos anos, ou melhor, 150 anos. Antes das salas de aula não haviam escolas com este tipo de aboragem deselegante. Era tudo em lugares diferentes em áreas abertas com a natureza sobre os pés e ao redor.

    Por enquanto fico por aqui.

    A bientôt.

    sábado, 20 de novembro de 2010

    Diário3 ─ capítulo 31

    Bom, senhor Ramos. Hoje eu escrevo o último capítulo do meu diário 3. E, coincidentemente, hoje caiu num dia de muita reflexão. Hoje é 20 de novembro de 2010, sábado, dia da consciência negra.

    Não há muita coisa sobre o que se falar de hoje.
    E nem quero falar sobre muita coisa.

    Bom, senhor Ramos, hoje, pela primeira vez eu frequentei o grupo de estudos e participei como monitorado da monitoria do cacet. Foi impressionante. Em cinco horas aulas eu aprendi bem mais coisas do que aprendi em 5 meses.

    Nada como participar ativamente.

    Nada mais a declarar. E amanhã inicio o livro 4, correspondente ao mês abril de 30 dias, logo serão 30 capítulos ao próximo livro.

    Por hoje é só. Tô muito cansado. Acordei muito cedo. E vi muita coisa. A bientôt.

    sexta-feira, 19 de novembro de 2010

    Diário3 ─ capítulo 30

    Avec les enfants, je suis l'uniue enfants. Avec cette phare je ilustre mon texte. Bom, senhor Ramos, hoje de manhã e à tarde pensei nesta frase, que pra mim significa: Com as crianças eu sou a única criança. Mais au cette moment je penses: "avec les enfants, je suis l'unique enfant. Avec les hommes je suis equale lui. Avec les femmes, je suis sa ami.". Não sei por que.

    A bientôt.

    quinta-feira, 18 de novembro de 2010

    Diário3 ─ capítulo 29

    Senhor Ramos, hoje almocei no Ru, de novo. Em menos de uma ano. Comida boa add fome, dá o que? Mas realmente tava boa. Tinha salada, repolho húngaro (que não peguei, por que parecia repolho cozido), Tinha frango assado, carne com cheiro de fígado, salada cozida, suco de algo parecido com goiaba, doce de leite com calda de limão ou algo de sabor azedo (doce de leite aqui na Salvador chamam de Ambrosia ─ é um doce de leite cortado).

    Só queria falar sobre isso. Aliás, isso é um bom tema.

    Vamos conversar sobre isso. É isso mesmo, isso. Bom, isso é um pronome desmonstrativo usado para falar de uma pessoa que esta longe do emisor e do ouvinte. Eu acho, não me lembro bem. Na verdade odeio fala sobre isso. Me confunde com isto. Por que a lígua brasileira é tão complicada? Não basta dizer é "isto" e pronto? Sem se preocupar se é isto ou isso? Tenho muitas outras encrencas com o português. Nada de que não precise ficar longe desta língua.

    Bom, por agora é só isso. A bientôt. Fuuuuiiiiiiii.

    quarta-feira, 17 de novembro de 2010

    Diário3 ─ capítulo 28

    Bien soir, monsieur Ramos. Je suis ici par informer vous sur mon soir d'aujourd'hui. C'ete est un belle nuit. Bom, não vim para falar da noite. Vim para falar do meu dia e do que penso durante o dia. Sabe, senhor Ramos. Não penso mais em coisas, ou melhor, nas coisas imbecís que pensava anteriormente. Evolui. Ainda sou uma criança no corpo alguém já não tão infantil.

    Ah, hoje jantei no RU. Carne assada, feijão, arroz, salada, café e doce. Não sei de que. É, não peguei o pão hoje. Pensei nos outros dias em que peguei pão. Me senti estufado, até quase explodindo.

    Ah, falei com alguns colegas. Gente do meu círculo, ou não. E outras pessoas que quiz abordar.
    Falei coisas imbecis que falo geralmente quando nem tenh assunto ou que falo pra abrir discursos argumentativos em prol de algma coisa. As pessoas não sabem que fazem determinadas coisas bem, sabia senhor? É por que tem muitas pessoas que conheço, que parecem não saber como fazer determinados tipos de argumentação, mas o fazem. Sei lá. Apenas gostaria de deixar registrado, para que quem lesse percebesse que não é um caso de saber ou de aprender. É um caso de estar em si mas não usar achando que não tem.

    Ontem abri um discurso com uma colega de humanidades sobre o assunto de um projeto interessante em que estamos. Falamos sobre a liberdade destas pessoas, a vontade, os desejos possíveis e outras coisas. Ela usou de argumentos fortes para tentar refutar (palavra bonita) a idéia de que os mendigo e outras pessoas que vivem nas ruas não se sentem livres ou não deseja estar lá, e si desejam voltar para suas casas ou para um lar.

    Gosto mais das cosas quando não as estou procurando. Do lado de fora tudo parece mais fácil e mais simples. A grama do vizinho é sempre mais verde que o nosso. Desejamos aquilo tanto e por tanto tempo que nem percebemos que já temos. Ficamos insatisfeitos por causa da decepção de achar que o que desejamos é mais do que o que conseguimos. Será que é isto o que significa? As pessoas querem mais do que o que podem conseguir.

    Sempre fui assim. Não será depois de burro velho que vou deixar de ser assim. A não ser que eu queira. Era outro ponto ao qual queria chegar. Meu professor de empreendedorismo em informática falou que: "...quando se evidencia um ponto forte de uma pessoa, se ela quiser tentar alguma outra área ela vai saber que pode se se dedicar à esta área" ─ Não exatamente com estas palavras. Isto me tocou no fundo da alma. É como saber depois de ter sofrido um acidente, perdido as pernas e os braços e parte do tronco que eu posso atravessar o oceao Atlântico, correr a África e megulhar nas profundezas do oceano Índico. Me senti frágil e desestimulado. Não, senhor, não foi a conversa do professor. Foi a minha experiência pesoal. Meu pai sempre foi o pior dos meus males. Se eu enfrentava a vida com meus sonhos ele fazia de tudo pra que eu acreditasse que eu sou um inútil e que nunca vou conseguir nada.

    Minha vontade, desde que me lembro e que tenho escrituras, me mostram que eu desejo que ele morra do pior jeito possível desde tenra (outra palavra bonita) idade. Nunca tive nada contra ele... que fosse de ruim em relação à ele. Pois ele merece todo o tipo de tortura. Preferiria ser filho de lésbicas a partir de uma relação partenogênica. Poderia ter nascido pseudohermafrodito. Corpo masculino com orgãos sexuais teóricamente femininos. Ou o oposto.

    Teria sido mais feliz e teria tido todo o futuro que precisava no meu passado, além de apoio e retribuição. Ou seja, teria presentes ou outras coisas boas (como os cachorrinhos) para cada coisa de boa que fizesse. E seria recompensado nos momentos de felicidade e festas nominais, como o natal e aniversário. Qualquer coisa nesta vida paralela seria boa pra mim.

    Sou infeliz. Na verdade sofro crises bipolares todos os dias. Isto quando não tenho crises de dupla personalidade, em que viro a Nick e a Jéssica do Heroes® (elas são a mesma pessoas, porém a Nick é a parte mais poderosa e Jéssica a parte mais frágil e contida). Só que eu (do verbo socar ─ Que eu soque) não tenho uma parte mais forte, tenho uma parte mais negra, deprimida, e outra mais alegre, eufórica.

    A bientôt, monsieur. J'ai qui aller par mon classe.

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