sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Um dia no busão. Não no do Brasil

Hoje não sei bem do que vou falar.
Mas vou falar de alguma coisa bem interessante.
Alguma coisa boa ou não. Precisamente boa para mim.

Vou começar.
Se pudesse responder a qualquer pergunta tola de meus pensamentos, teria respondido da forma que eu sempre imagino.
Se eu pudesse realizar cada uma de minhas imaginações, eu faria talvez exatamente do jeito que as vejo.
Quero que tudo seja do jeito que eu penso. Mas infelizmente, ou mais que felizmente, as coisas são bem diferentes do que eu penso. Ou então haveriam consequencias vis. Isto que estou escrevendo agora seria apenas o início de uma péssima carta que eu não gostaria de escrever...

Adoro imaginar como seriam os filmes de terror em que as pessoas pudessem prever o que vai acontecer e assim pudessem sobrevive... Ah! Já fizeram, e não deixa o filme menos de terror.
Adoro imaginar como seriam os filmes infantis se as pessoas tratassem todo mundo como se todos tivessem exatamente a mesma idade. Nossa que chatice, como esconder algo de uma pessoa se todas usam o mesmo vocabulário? e depois para falar para uma pessoa inoscente algo que ela não pode saber? (sei que isso não existe, igual o papai noel. ─isso é papo para outra postagem. Além do mais, nenhuma criança é inoscente mais, uma criança de 5 anos de idade sabe um pouco... tá! muito mais do que eu sei.)
Adoro pensar como seria o mundo se as pessoas deixassem de parecer tolos imbecis quando alguma coisa de sentimental acontece... Na verdade não gosto, mas tenho de uma hoa e meia a três de ônibus, nos quais não teno mais nada do que fazer a não ser pensar.

Então eu paro este tempo todo e fico imaginando um mundo diferente. Onde as pessoas se conhecem por apelidos simpáticos que significam alguma coisa legal. Imagino suas casas feitas em velhas árvores ainda vivas, mantendo a harmonia com a natureza.
(você já imaginou se algum dia uma pessoa inventasse um elevador biológico dentro de uma planta e nesta mesma planta houvesse um sistema forte de trepadeiras que aguentam até dez elefantes dividindo cada andar? E se houvessem plantas que fornecessem luz natural incandescente? Mais seguro, mais natural, mais econômico, mais saudável e mais harmonioso! Seria o mal da economia, mas seria bom para cada pessoa viva do planeta e para os animais, sem falar no meio ambiente.)

Aí eu paro para pensar... E penso em grandes prédios, maiores que arranha-céus e mais bonitos do que aquelas velhas e feias casa de alvenaria as quais estamsos acostumados, que ficam cheias de limo depois de certo tempo e precisam constantemente de reforma.

E então me vem a cabeça uma coisa muito importante: O ponto está próximo, é hora de ir para a frente.
ônibus lotado é a desgraça. Alguém bota esse monte de político vagabundo pra andar de ônibus.

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