quinta-feira, 23 de setembro de 2010

diário2 ─ capítulo 02

Bom dia sr Ramos. Ontem tve pouco tempo para falar comvocê. Nada que uma boa onversa não consiga concertar. Sr Ramos há tanta coisa que quero te contar. Coisas simples. Coisas complicadas. Coisas interessantes e coisas desinteressantes.

Adoro ser quem eu sou. E ao mesmo tempo não gosto. Vi um outro colega do círculo de Rafael olhos cinzas. mas ontem não falei nada a ele. Por que senhor Ramos? Você gostaria que sempre que visse alguém conhecido seu eu te falasse? Ele não me falou nada. Rafael, Sr Ramos. Rafael não me falou nada quanto a isso. Mas eu não quero mais me dirigir a palavra a ele só pra dizer: "oi, onte eu revi Emmerson". Já ficou chato e eu não, e ele também, não me importo com isso. Já sabemos eu, ele e outros dois colegas: um Gustavo e um dos Ígors (na verdade dois do Ígors) que ele está pela noite. Cansei de só falar isso. Eu tenho muito mais coisa no que pensar. Tipo: quando vou comer, a que horas eu vou sair.

Estou pensando em ir doar sangue antes de ir a aula. Tem tanto tempo que desejo doar sangue. Não podia. Não sei se posso. Tenho 20 anos. Não tenho piercing ou tatuagem, não fiz nada nos dentes nas últimas 24hrs e durmo mais que 6 horas diárias. Além disso meu peso antes era 50kg, agora tenho 52 kg.

In oither hand, gostaria de aprender uma lingua com habilidade para sair falando. Um colega me falou de um curso pela UFBA e outro de um curso próximo da Reitoria. Este é o Expongeo. Ele estagia lá para ganhar a bolsa de estudos. O que poderia se melhor para mim já que não tenho emprego e tenho tempo extra para o que quiser fazer. Aí faço o curso de inglês (básico para qualquer pessoa que queira viajar). E depois tento o de Francês. Ou Alemão, ainda não sei. Só quero sair falando outra língua.

Na terça não vi Rafael olhos cinzentos. Também não estava a fim de ver ninguém. Ainda disfarço minha depressão. Parece simplesmente que estou feliz em qualquer ocasião. Nada que uma boa atuação não resolva. Gostaria simplesmente de descobrir um cancer e poder sumir de vez. Ir conhecer o mundo como eu tanto sonho e morrer feliz em outro lugar. Não tenho mais a mesma paciência que tinha antes de ser quem eu me tornei. Oficialmente continuo com apenas 3 nomes.

Há tanta coisa que gostaria de fazer neste momento e simplesmente não posso. Gostaria de me vestir de freira e invadir o Vaticano com uma Bazuca em baixo do hábito para poder destruir o Papa eu mesmo. Gostaria de me vestir de sacerdote e carregar um snipper para um lugar onde possa matar o papa eu mesmo. E depos era só botar a culpa nos evangélicos. E aí estaria tudo certo. Evangélicos temendo os católicos e católicos os evangélicos. E depois pegar um riffle de loguíssimo alcance para atacar os umbandeiros e macumbeiros e botar a culpa nos católicos e evangélicos e gerar um pânico religioso descabívelem outras ocasiões.

Daria muitíssimo certo pelos motivos:

  1. Desunião religiosa;
  2. desregramento religioso;
  3. Automanutenção sem cooperação;
  4. Sustentabilidade religiosa com base na quda de outras;
  5. Autoafirmação muito presente em discursos com base na bíblia, em detrimento da consideraçãode outras religiões;
  6. Pregação com base em eventos nulos e tradicionais que evitam que novos cultos ramificados surjam para agradar a um determinado grupo que está quase mudando de igrja;
  7. crenças antigas que não funcionam mais e que aindam é imposto. Tal como o não uso da camisinha e o não apoio ao aborto mesmo em circunstâncias críticas e outros.



Isto é cabível princalmente às igrejas católicas e evangélicas. Se permitir um dos pontos (camisinha e preservativos) terá apoio em massa de uma população de fé maciça.
Mas como igrejas baseadas em bíblias se acham as mais importantes e poderosas não precisa muita coisa para destruí-las. Basta fazer um fogareu no lugar da outra religião e dizer que foi a religião oposta.

Igreja católicas e seu ramos X Igrejas Evangélicas e seus subgrupos de igrejas
Ready, Fight. Draw Game.

Com direito a cenas de cinema e tudo mais. Deveria abrir um post no meu blog chamdo: "como destruir as igrejas que tem bíblia". Seria a postagem mais visitada.

Numa conversa

com o padre:
─Meu filho venha para a minha religião. Se você vier estará protegido do demônio. Os anjos do senhor descerão a terra para te ajudar sempre que você estiver em perigo de vida. Nada de mal lhe acontecerá em vida. E depois, quando chegada a sua hora você irá para perto de Deus.

discurso de marketing com direito a entradas gratuitas e proteção 24 horas.

com um pastor
─Se você não vier para a minha religião você estará sujeito aos males do pecado e aos desígnios do demônio. Satanás estará sempre atrás de ti para fazê-lo pecar e te trará muitas enfermidades. Então vem logo ser evangelizado e lira-te dos desígnios de satanás. Eentão poderás ser livre e feliz com Jesus cristo. Aleluia senhor. Jesus seja louvado.

Discurso aristocrátco típco de tempos de guerra.

O padre diz sutilmente que se vocênão se tornar Católico você não terá a proteção que os católicos tem. Enquanto o pastor grita e cospe na sua cara com o poder do demônio. Ele não te oferece nada além de libertação de algo que não existe. Desculpe Satanás ou demônio, seja quem for. Estou falando de um ser místico geralmente maligno que reina num lugar chamado inferno e que faz pessoas pagarem pelos seus pecados em vida ou faz com que pequem em vida para sofrer as cosnsequencias em vida pós-morte.

O padre diz que há coisas bela do senhor que vem lhe proteger seja de qualquer mal. Enquanto o pastor te oferece a proteção apenas contra o demônio. E nada mais.

Que espécie de igrejas são estas que querem apenas que você entre com um discurso fraco e autoritário (caso do evangélico) ou um discurso cheio de esperança (discurso católico)? A alma é sua. Logo você pode vender sua alma para quem quiser: Pra deus, pro diabo, pros anjos, pra outosseres místicos que reinam a bíblia.

Chega de falar de discurso marketinista da igreja católica.

Enfim você entendeu, não senhor Ramos? Não há o que entender. Se eu fosse uma mente frágil, de cara escolheria a igreja católica pelo seu discurso doce (igual batata doce). Entretanto se tivesse uma mente frágil e que gosta de atacar eu teria escolhido a igreja evangélica.

Porém aí eu vos digo: (Palavras de Alberto)

─Pouco importa a igreja para a qual você entra. A igreja deve fundamentar suas esperanças a partir do que você acredita. Se isto não acontecer é preciso largar a igreja, senão ela fará com que acredite em coisa idiotas e sem fundamento que você nunca vai acreditar.

Há muitas coisas na qual se pode acreditar. A fé é um estágio probatório de que algo existe e este algo é acreditado também por muitas outras pessoa.

Afinal, o que adianta ser um aristocrata se não acredito na aristocracia? Pra que ser rico se não acredito no dinheiro, fama e riquezas? Por que manter a crença de que posso ser grande se quero ser pequeno e feliz com meu tamanho.

O que quero me fazer entender é que: Se nós acreditamos em algo, temos que nos juntar (ou associar) a pessoas que mantenham nossa crença e a divulgue como sua e de outros participantes. O que é o caso oposto das igrejas católicas e evangélicas.

Do que adianta falar do demônio para uma pessoa que não acredita em deus? Ou mesmo, do que adianta falar de anjos e vida post-mortem para pessoas que trabalham com mortos o dia todo e não vem nada além de gente caída e sem vida?

As igrejas devem ter sim um discurso pró-religião. Desde que este discurso tenha base na sua religião e dê a oportunidade de escolha a pessoa que está sendo jubilada.
E não tentar puxar a pessoa a força para a igreja como se ela já estivesse lá há anos.

Obrigado Senhor Alberto.

Agora chega de religião. Meu diário não é jornal para falar sobre coisas importantes.

Je sor. J'adore vous. J'adore vous tous. Merci.
A bientot.

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