quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Diário4 ─ capítulo 18

Senhor Ramos, tudo o que falo sobre meu pai se aplica hoje e todos os dias.
Almocei no ru.
Adoraria viajar pelo mundo.
Vou estudar calculo A nestas férias.
Ainda vou mandar meu pai tomar no cú.
Ainda vou me tornar amigo de um traficante poderosos e fazer com que esta ordem seja exercida.
E ainda vou fazer com que meu pai tome vergonha na cara. E mais que isso, Se arrependa de ter nascido e sobrevivido.

Sim, ele me agrediu verbalmente de novo. Como ele vem fazendo desde que tenho muito pouca idade. Ele me chama de burro, vou fazer um burro carrer atrás dele e fodê-lo. Ele me chama de vagabundo, vou fazer ele ser espencado pela polícia como se fosse um vagabundo. Ele diz que aqui em casa só mora prostituta e vagabundo. Vou arrancar a lingua dele pedaço a pedaço com um alicate de unha. E quando ele se arrepender de ter nascido vou arrancar a cabeça dele e jogar num pote de vidro extra reforçado para que ele nunca mais morra e veja tudo o que ele mais ama se esvair.

Vingança nunca é demais. E tenho o direito de odiar apenas ele. Obrigado por me escutar.
A bientôt.

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