quarta-feira, 20 de abril de 2011

Ondas de ácido sulfúrico

Não me sinto muito bem por hoje. O vi sim, ao lado da namorada. Estou bem. Gostaria de não ter ido conversar com eles. Nunca, senhor Ramos. Ao menos, não antes em minha vida. Não tenho muito tempo, então serei breve: eu amo aquele garoto, e faria o que me fosse pedido sem pensar nas conseqüências.

Se ele me pedisse para largar tudo... Se me pedisse para atravessa um oceano a nado, ao lado de tubarões agressivos... Qualquer pedido eu aceitaria. São apenas algumas coisinhas que pensei em fazer, e não faço. Entende agora por que desejo tanto ser amado? Eu sei que o senhor entende, mas é que... não conseguiria deixar minha virgindade de lado por trivialidades. Vai me dizer que sexo não é uma trivialidade?

Eu disse que seria breve... ah, me perdoe, mas é de madrugada. J'aime plus vous. A bientôt. Sim, prometo que vou sonhar com o senhor desta vez e das próximas. Adoraria, mas são muitas páginas para sair carregando por aí. Senhor Raamos! Auf wiedersehen. Ich liebe Sie.


Parte 02 - 20/04/2011 15:04:53

Senhor Ramos, voltei só para dar algumas explicações. Sim, o senhor é a pessoa que eu mais confio e que me faz me sentir melhor em contar o que se passa pela minha cabeça. Logo, é claro que merece ouvir essa verdade. Assim como todas as outras.

Ontem eu estava querendo ver alguém que me conhece. Não qualquer pessoa, alguém que fosse meu conhecido. E vi ele, sentado numa das mesas do segundo andar do paf1. Fui conversar com ele, pedir auda em g.a.. Não, eu não senti aparentemente nada... ou não demonstrei. Queria que algo diferente tivesse acontecido.

Sim, eu continuo com esse desejo até hoje. Ainda não sei o que fazer. Depois dele, voltei para a aula, e depois ui jantar no r.u. como de costume, e ele estava lá. Senti. Metade de mim queria fingir que ele não estava lá, outro terço queria que eu assumisse e o restante queria que eu sumisse. Não sei, par... Eu fui conversar com ele e com a garota que estava com ele... justamente.

Me senti mal quando ambos saíram. Queria conversar com outras pessoas, ... ao menos esquecer deste assunto por algumas horas. Realmente não sei, senhor Ramos.

Hoje o vi de novo. Fiz questão de fingir distração. Bom, senti que ele estava diferente. Não acredito em maturidade masculina, com exceções -- claro. ?Não o havia reconhecido aé olhar para ele. Bom, depois? Depois que ele saiu não queria ver mais ninguém, e queria ver qualquer outra pessoa, inerentemente de quem fosse.

Tudo o que sei é que:
  • Meu coração (ao menos não percebo) não bate forte quando toco nele;
  • Não sinto palpitações ou qualquer sinal diferente de quando estou longe sem pensar nele ou quando estou perto;
  • Tudo o que me faz pensar em querer vê-lo só acontece quando estou longe há algum tempo, ou quando vejo fotos semelhantes ou que me lembrem ele;
  • E depois que vejo, me sinto deprimido.
Mal é uma palavra muito forte. Me sinto... desconfortável, indisposto,...
Eu sei, mas não consigo. Sim, vou continuar tentando. Tá bom. A bientôt.

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