terça-feira, 12 de junho de 2012

Bahia, terra de todos os políticos corruptos



hoje (dia 12 de junho de 2012), foi um momento muito inesquecível.
Poderia dizer que passei o dia acompanhado de uma pessoa muito especial. O que não seria totalmente mentira, já que eu sou uma pessoa especial... pra mim. Poderia dizer que foi um dia especial, que não seria verdade, pois acabo de voltar para casa depois de um dia frustrante no qual não tive duas provas que estavam marcadas. Isso devido ao fato da confusão na qual não se sabe se há greve dos professores da UFBa, se há greve dos estudantes, quando e como vamos voltar da greve dos funcionários. Isso, também, muito tempo depois da greve da pm, na qual uma rede de televisão fez uma bela maniulação em favor do fim da greve e onde houveram prisões indevidas orquestradas pela mesma emissora de tv. E pouco tempo depois da greve dos rodoviários, e durante a greve dos professores do estado, e também durante a paralização dos médicos.
Mas não tem nada a ver com isso. Tem a ver com uma situação que não sei como adjetivar. Uma situação na qual um meliante levou o que merecia, e não foi o produto de seus atos ilícitos.
Foi a primeira vez nos meus vinte e dois anos de vida que vi pessoalmente um bandido levar bala. Foi incrível. Poderia dizer tudo: desde que fiquei morrendo de medo após ouvir os tiros que o levaram a morte. Mas não seria verdade. Há semanas que estou houvindo sons os quais não sei distinguir e que poderia dizer que são fogos de artifício, mesmo durante a madrugada. E estava ouvindo os mesmos sons pouco antes do feliz ocorrido.
Ou poderia dizer que fiquei muito empolgado e queria ver de novo. O que mais uma vez não seria totalmente verdade, pois eu tinha previsto alguma coisa de interessante para hoje. Só não tinha noção de que seria uma bela apresentação à lá gladiadores.

Não vou dizer que vou parar de descer no ponto da calçada que dá acesso ao retorno para o Largo dos Mares. Mas adoraria não ter que passar por fatos semelhantes durante o período da noite, no qual retorno para casa depois de um dia inteiro na faculdade. Assim como adoraria não ouvir mais história de pessoas que foram assaltadas nos pontos estratégicos, tais quais UFBa campus Ondina e campus Canela, principalmente nas imediações dos institutos de Arquitetura, Facom e nas faculdades que ficam no bairro de São Lázaro; E comércio no ponto das faculdades, no Farol da Barra, Lagoa do Abaeté.
É, eu adoraria poder sair de casa às duas ou às quatro da manhã sem me preocupar em carregar algum objeto de valor pra dar pro bandido. E sem me preocupar em voltar vivo e inteiro para casa. Mas como no Brasil, especialmente em Salvador e região Metropolitana isto é, digamos, impossível, então só me resta pedir uma equipe de apoio tal qual a que eliminou um meliante na frente de várias pessoas no ponto onde peguei meu segundo ônibus ao valor de R$2,80 pra voltar pra casa.
Melhor nem falar no valor abusivo do transporte público de Salvador por hoje. Mas, só pra constar: ele é caro ineficiente e a única mudança que sofre sempre é a diminuição de linhas e da quantidade de ônibus rodando. Além de aumentos abusivos que nunca compensam, sou da época em que o ônibus andava a R$ 0,80 a inteira, e haviam ônibus sanfona rodando por toda Salvador. E eu só tenho vinte dois anos.

Infelizmente, é isso.
P.S: Se for votar em alguém pra governador votem em gente que seja do povo e que tenha entrado na poítica há menos de cinco anos.

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