domingo, 21 de novembro de 2010

diário4 ─ capítulo 1

Olá, senhor Ramos. Feliz início de diário. estamos no diário 4 capítulo 1. Hoje não estou muito bem. Bom acordei cedo demais, depois de ter dormido cedo. Com muito sono, por acaso. Hoje eu iria fazer algo de interessante. Na verdade vou. Não, nada que eu saiba. Está no meu futuro, nem sempre e... quer dizer, eu não olho pro meu futuro com o intuito de saber o que vai acontecer exatamente. É só pra saber que posso fazer e posso seguir adiante.

Eu não abro as cartas mais pra ver o futuro, senhor Ramos. Eu as abro pra ver se algo de bom ou de interessante vai acontecer. De que adianta saber o futuro antes que ele aconteça? é prevenir o inevitável. É prevenir câncer em doentes terminais.
Cansei de ver o que não queria ver. Até gostei de ter visto algo de bom no meu futuro. Mas... sobre o que será o "O senhor Ramos e eu?". Sobre meus monetos intelectuais nos quais falo sobre mim e alguns colegas que mal me notam. Sobre meus momentos de infelicidade e bipolaridade?

Acordei meio mal humorado hoje. Meio deprimido, meio morrendo de dor de cabeça, meio me achando inchado, meio magro demais, meio chato. São tantos meios que não formam um inteiro, formam muitos. Não sei mais o que acontece comigo. Em determinados momentos sou um anjo, em outros preciso estar do outro lado. às vezes acima, às vezes abaixo. Preciso morrer de rir de coisas que mal me tiram do estado de sonolência insone (na qual eu não estou nem alegre eufórico e nem deprimido). Ainda assim preciso viver ua vida que não me pertence.

Sumir, senhor Ramos, não é a solução e não é fácil. Sei me ocultar, mas não sumir. Me apego às pessoas como os felinos domésticos ─ permito que se aproximem, depois conheço a pessoa. E depois vem um processo bem mais complicado que requer mais que amizade e mais que perícia em determinados sistemas relacionais humanos. Não me torno amigo de primeira. Levo um tempo pra me acostumar à pessoa, e mais um tempo pra determinar se confio ou não.

Mas isto não tem nada a ver com o que estava a fim de falar. Queria falar de eu livro mais vendido de todos os tempos, que ainda não fo lançado e mesmo assim vi com direito à áudio e vídeo. Se lembra? De quando te falei da visão! Bebê, na verdade feto, nascimento,mudaça de local, livro... Lembrou. Bom, na verdade, não contei pra mais ninguém sobre o senhor Alberto no final da visão. Eu o ouvi dizendo que "Senhor Ramos e eu" não era um bom título. Sendo que o único senhor Alberto que conheço, Alberto Rangel, mesma idade, características diferentes, anda comigo pra cima e pra baixo comigo, o tempo todo. Mesmo que ninguém o vejo, só eu. E eu me vi chamando por ele. E dei seu nome à um bebê recém nascido antesde iniciar a visão.

Era visão, senhor Ramos. se fosse sonho eu teria acordado e não olhado pro outro lado pra ver a distância do ponto de descida para pegar o segundo ônibus. Eu não durmo de olhos abertos. Pelo menos eu acho, não me vejo dormir. Eu deveria continuar o capítulo 6 do conto do herói.

É realmente deveria, mas não tenho mais capacidade de continuar. Preciso me entediar (traduzindo: preciso assistir aula do professor Maurício Mattos, contemporaneidade 2. História, na realidade). Até tentei, mas história é pra quem gosta de história, ou seja, alguém que se interesse pelo que já aconteceu e queira ir mais a fundo. Eu prefiro o futuro. O passado está batido demais até pra quem adora período Militar.

Não sei o que acontece comigo quando entro naquela sala. Meu corpo reage contra. Meu rim reage contra. Meu cérebro reage mais contra ainda. Minha alma reage contra. Meu corpo prefere sair da sala várias vezes. Mesmo que retorne constantemente. Faço o que quiser, mas não fico na sala durante mais do que o resfriamento total das minha mãos.

Minhas mão reagem ao frio. Qualquer friozinho elas estão roxas e frias. É como se eu tivesseum termômetro medidor de gelo. E não são só as mãos. Meu corpo é um medidor de temperatura e de tédio. Quanto mais entediosa a aula, mais besteiras saem da minha boca. Com exceções. Posso não ser o mais inteligente, ou o mais curioso, ou o mais burro, ou o mais inquieto, mas sou o que menos fica tenso com coisas idiotas. Aprendi a rever todos os conceitos de uma só vez, o que me dá mais tempo de fazer e refazer idéias sobre coisas das quais não gosto mas tenho que fazer. Tipo adoro calcular, mas odeio matemática, esultado, descubro como calcula, mas não vejo as teorias. Praque teoria? Só pra encher o saco de pessoas que tem mais o que fazer, ou coisas interessantes na vida e que ninguém permite fazer.

Bom, tenho twitter. U_ca7. Eu sei, senhor Ramos. o senhor não tem twitter, posso resolver isto pro senhor. Tá bom. Mas é bem viciante. O piadashomer é o melhor que tem. Mas tem muitos outros que ainda não cheguei nem perto.

Pra finalizar o capítulo de hoje, vou fazer um breve comentário sobre aulas de história. EU ODEIO QUANDO ME DIZEM COISAS QUE EU JÁ SEI E ME MANDAM FAZER COMPARAÇÕES, ILUSTRAÇÕES E OU RESENHAS SORE COISAS IDIOTAS QUE AGORA VÃO ACONTECER EM OUTROS PAÍSES. HISTÓRIA É PRA GENTE VELHA QUE NÃO MAIS O QUE FAZER PRA PASSAR O TEMPO. DÁ UM FIM NESTA MATÉRIA CHATA E DEIXA APENAS O QUE É ÚTIL, TAL COMO MATEMÁTICA, PORTUGUÊS, INGLÊS,ESPANHOL, ED FÍSICA, FÍSICA, FÍSICA NUCLEAR E CÁLCULO A, NO ENSINO MÉDIO E O RESTO ESQUECE. POR FAVOR, JÁ NÃO AGUENTO MAIS VER A HISTÓRIA NA TV E NA SALA DE AULA PRA SER DISCUTIDA DE NOVO E DE NOVO.
Valeu por me ouvir. A bientôt,... se alguem puder ler isto melhor, assim as pessoas vão se dar conta de que história não serve pra nada. E que ela deve ser passada como era há quarenta ou cinquenta anos atrás: pelos pais e avós. Não há por que encher a cabeça das crianças de besteira se elas nunca mais vão olhar de volta para estas besteiras. Acho uma perda de tempo ficar na sala de aula copiando coisas de história que ficarão num caderno que será jogado ao lixo e às traças, e nunca irão parar na cabeça do dono do caderno.

Tá, já que o senhor pediu. Gente, quem já gostou de geografia? Você é exceção, são poucos os que gostam deste tipo de coisa. Quem já gostou de perder tempo estudando história? Digo o mesmo que disse para geografia. Química é aplicável e aprendível, principalmente se fose aplicado dietamente onde ela está, tal como a cozinha e o banheiro. (Ou seja, por favor dêem aulas de química em laboratórios de gastronomia. O estômago agradece e os alunos famintos por coisas novas também). Matemática: pra que serve seno cosseno e tangente? A não que seja um militar em busca de uma bomba subatômica de gás não poluente e de alta combustão, ou um químico maluco em busca da bomba de glico-sacarose bioelétrica, não serve de nada. Seno e cosseno são partes do círculo de 360 graus, que é composto por dois pi's (cada um de 180 graus correspondentes unitariamente a ~3,14). A área do quadrado, do triângulo, do círculo, é coisa de maluco, mas são coisas que podem ficar interessantes, ainda não sei como.

Continuando. Quem gosta de física? E física nuclear? E física quântica? E física dinâmica? E física-química? Biologia? Estas materias deveriam ser abordadas em contato direto com a natureza. E não trancados emsala de aula, como é a mais de duzentos anos, ou melhor, 150 anos. Antes das salas de aula não haviam escolas com este tipo de aboragem deselegante. Era tudo em lugares diferentes em áreas abertas com a natureza sobre os pés e ao redor.

Por enquanto fico por aqui.

A bientôt.

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