quinta-feira, 25 de novembro de 2010

diário4 ─ capítulo 5

Senhor Ramos, não sei por que eu insisto em não falar do senhor Alberto na minha visão. é, eu sei. Mas como é que vou falar sobre alguma coisa que nem sei realmente acontecerá. Só uma pessoa conhece as regras de brincar com o destino. E eu sou o único que não quer brincar com ela.

Senhor, eu tô com um pouco de medo. Bom, um cara me enviou um e-mail dizendo coisas que eu gostaria de ter ouvido. Ainda não vou dizer, né, senhor? tenho que fazer o suspense. Continuando: Até aí tudo bem, não tem nada de errado ou de ruim em ouvir algo de bom, como o senhor bem falou, entretanto (estou evitando o verbo socar no lugar de contraposições. Valeu, senhor Ramos) a mensagem estava na lixeira de um e-mail em que somente uma ou duas pessoas enviam algum e-mail. É paraticamente um wrong e-mail. Só pra quando as pessoas tiverem dúvidas se é traço ou underline. Voltando ao assunto. Eu fiquei com medo, por que pensei em 3 possibilidades para ter recebido aquele tipo de e-mail:
  1. É vírus. Ah, senhor Ramos, não é óbvio? Por que as mensagens vão parar na pasta lixo do hotmail? Então!
  2. Perfil falso. Uso alguns para coisas não totalmente ilícitas, ou coisas que não posso associar ao meu true name. A exemplo do magoexodia, um e-mail Ak3magnun (não podia usar ak47magnun, já exista), e um perfil virgem_magoado. Todos fakes, e todos verdadeiros.
  3. O pefil é real, não é vírus, mas o cara quer alguma coisa que não é bem o que ele estava falando naquele e-mail. Paciência, monsieur Ramos, logo logo eu digo o que foi que estava escrito. Como diz o velho ditado "A curiosidade matou o gato". Na realidade ainda pensei em mais coisas, mas só isso apareceu no memento em que respondi à ele.

Agora posso falar o teor da mensagem. Está curioso? Está realmente curioso? Lá vai. O cara simplesmente falou que estuda comigo. O termo "estudo na sua sala", foi o que ele usou. E disse que estava a fim de mi, mas sentia medo pelas minhas reações posteriores. Por que senti medo disto eu já falei. Agora, considere o senhor as três alternativas acima avaliando o teor da mensagem. Não é pra ter medo? Partindo do pressuposto (preço atualizado. Bincadeira. Pressuposto é o mesmo que premissa, ou lógica num termo direto) de que ele ainda disse que não se apresenta de cara por que teme minhas reações, só posso crer ou que ele quer fazer algo que eu não vou gostar, ou algo que ele acha que eu não vou gostar.

Logo, ou é algo legal, ou é algo não legal (não no sentido de ilícito, no sentido de legal, maravilhoso, cool, posso gostar). E aí, não é pra ter medo? É algo de que estou atrás há algum tempo. Toda forma de amor é amor, senhor Ramos. Algumas formas são mais doloridas, e outras são impossíveis, mas todas levam ao mesmo caminho. Amar um homem ou uma mulher faz alguma diferença. Já botei as diferenças em pauta uma vez. Posso fazer de novo.

Começando pelas características femininas de relacionamento. Elas, em geral, são ciumentas, grudentas e sensíveis ao menor sinal de agressão, e algumas ainda são mnipuladoras. Eles? Em geral São possessivos, infieis, carentes, agressivos e birrentos. Ambos chegam a infantilidadequando irritados, ambossão barraqueiros quando acham que tem algo de estranho na relação e este algo tem nome e sobrenome. E aí, vai encarar? Pior é encarar gente aparentemente frágil ou tímido. Acho que já chega de estudar o relacionamento humano.

Bom, pra concluir o meu capítulo de hoje, gostaria de falar sobre algo que tem me impressionado muito ultimamente: a forma como tenho mudado de humor durante as aulas. Descobri que tenho mudado tudo o que descubro em mim exatamente depois de ter descoberto me trnando indecifrável posteriormente. Não sei como ou por que. Só sei que toda vez que acho algo que me autocaracterize eu mudo simplesmente. Depois eu falo sobre isso. Tenho que ir. A bientôt.

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