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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Diário4 ─ capítulo 18

Senhor Ramos, tudo o que falo sobre meu pai se aplica hoje e todos os dias.
Almocei no ru.
Adoraria viajar pelo mundo.
Vou estudar calculo A nestas férias.
Ainda vou mandar meu pai tomar no cú.
Ainda vou me tornar amigo de um traficante poderosos e fazer com que esta ordem seja exercida.
E ainda vou fazer com que meu pai tome vergonha na cara. E mais que isso, Se arrependa de ter nascido e sobrevivido.

Sim, ele me agrediu verbalmente de novo. Como ele vem fazendo desde que tenho muito pouca idade. Ele me chama de burro, vou fazer um burro carrer atrás dele e fodê-lo. Ele me chama de vagabundo, vou fazer ele ser espencado pela polícia como se fosse um vagabundo. Ele diz que aqui em casa só mora prostituta e vagabundo. Vou arrancar a lingua dele pedaço a pedaço com um alicate de unha. E quando ele se arrepender de ter nascido vou arrancar a cabeça dele e jogar num pote de vidro extra reforçado para que ele nunca mais morra e veja tudo o que ele mais ama se esvair.

Vingança nunca é demais. E tenho o direito de odiar apenas ele. Obrigado por me escutar.
A bientôt.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Diário4 ─ capítulo 16

Boa noite, senhor Ramos. Estou falando de um netbook emprestado pala faculdade. Que bom né? É uma maravilha. Pena que é pequeno e não dá pra usar todo o tempo. Lembrando, almocei no RU hoje. Eteve evento no projeto e no RU. Mais tarde eu te conto.

A bietôt.

Parte 02 ─ de noite

Boa noite, senhor Ramos. Hoje foi um dia meio confuso. Bom, foi confuso por que, eu dei aula particular à uma pessoa que não conhecia. E descobri algo que me poderia ter sido útil momentos antes. Deveria prestar mais atenção nas coisas e deixar de ser tão... eu.

O que eu posso fazer? Talvez matar e roubar. Talvez realizar todos os meus desejos mais íntimos. Incluindo aquele de que prefiro não mais me pronunciar. Não, não este, o da tortura. Referente ao meu pai. Infelizmente não dá mais para ser simpático com uma pessoa que usa e abusa de frases sem o mínimo de sutileza.

Infelizmente, ninguém escolhe a família em que vai nascer. Já que estou aqui, quero te falar sobre algo que gostaria de te contar há tempos, mais ainda não tive nem tempo e nem coragem de contar.

Quando eu era mais novo, e meu pai ainda era bem pior, e meus desejos de vingança eram inexploráveis por serem ineficazes, eu tinha um sonho. Não lembro muito bem, e também não é sobre ele que quero contar. Meu sonho era um dia descobrir que fui adotado. Na realidade, arrancado de minha família nativa, a família que realmente me amava e me tinha todo afeto e todo tipo de calor pudessem dispender.

Aícresci, e nada de descobrir que era filho de um homem extra rico, ou de uma mulher muito, mas muito rica, que viajava muito pelo mundo e não tinha tempo pra mim. Até meus sonhos acabarem e meus olhos se abrirem e eu desejar arrancar meus olhos para nunca mais ver o que acabei vendo pelo resto dos meus últimos anos enquanto Mag. Bom, eu nunca fui de todo ingênuo. Também nunca fui totalmente culpado e nem inocente. Mas de uma coisa eu sabia muito bem: se eu quisesse ser feliz, ou no mínimo ter alguma esperança na vida, ele (meu pai) teria que morrer do pior jeito que se pudesse pensar. Não me pergunte por que toda esta raiva, pergunte por que ele me fez desejar tão mal à ele.

Posso lhe dar mil motivos para não responder, e resumir em uma única palavra o que pode simbolizar todos os meus sentimentos por ele: desprezo. Este homem ridículo, ignorante, cavalo, entre outras coisas igualmente terríveis, ou piores, simplesmente me fez por algum tempo acreditar que eu nunca seria nada na vida. Como posso retribuir o favor? Infelizmente não posso revelar tudo à você, monsieur, mas posso dizer tudo o que pretendo fazer com ele assim que possa.

Sabe do meu fascínio quanto as armas, não sabe?
Tudo começou quando eu vi pela primeira vez algo sobre um curso preparatória para os concursos militares. Eu vi aquelas fardas, e nelas os meus maiores desejos refletidos. Sendo que o maior nunca alcancei e não pretendo destruir meu futuro enquanto alto-executivo por alguém tão sem importância quanto ele.

Perdoe se sou tão cruel com as palavras, monsieur, mas eu não posso simplesmente deixar de ser alguém que simplesmente se mostra para ser alguém que se esconde numa capa semelhante à de alguém que se mostra. Fiz isto por toda minha juventude, não que não esteja mais nela, mais que perdi todo meu exílio pensando em tudo o que aquela desgraça ambulante, uma das sete pragas jogadas no egito, me dizia.

Poderia simplesmente me recusar à falar sobre alguém tão degradante, mas não posso mais deixar que meus sentimentos se guardem à flor da pele como fazia há tanto tempo. Deveria ter fugido quando senti o desejo, deveria ter arancado a língua dele com um moedor de carne quando senti que deveria, deveria ter efeito dele pedaços de carne moída frita para ter certeza de que esta besta da qual vos falo seja definitivamente ceifada deste mundo tão glorioso e tão belo.

Sabia que passei a vangloriar aos assassinos por terem sucumbido aos seus sentimentos mais sórdidos? Bom, passei a tolerar homicidas por respeito aos seus atos desonrosos quanto à sociedade. É mais válido para uma criança morrer a ter suas esperanças destruídas. Mas como deixei minha infância de lado para ter uma vida miserável ao lado de um imbecíl que deveria morrer na fogueira exatamente como as bruxas durante a inquisição. Adoraria denunciar ele como bruxo. Teria adorado ver ele morrer comido pelas chamas. Sou um doce menino, por que descobri como ser assim. Por que se fosse pela besta que habita minha casa e que sempre vou ter que chamar de pai, por que não conheço nenhuma outra criatura do sexo masculino que me tenha amor paternal eu morreria sem saber o que é ser uma boa pessoa.

Precisaria me tornar um foragido para ser amado e respeitado, teria que matar por vingança ou por dinheiro para conseguir afeto. Teria que fazê-lo pagar por tudo. Qualquer desgraça pra ele é pouco. Ele merece ser frito em óleo quente, depois ser torturado na roda datortura, depois passado no ralador de queijo, e depois na fatiador de presunto, e depois passado no ácido sulf´rico. Mas entre cada um destes intervalos, ter suas ferias calterizadas por uma mistura de sal, vinagre e álcool. E um pouquinho de fogo por que ninguém é de ferro. O fogo ajudaria a calterizar e limpar as feridas durante a tortura. E teria bandas famosas ao vivo tocando enquanto ele gritasse ao máximo. Estouraria suas cordas vocais e sairia mais sangue, e cada movimento ou demonstração de dor faria que sofresse bem mais do que o que me fez desejar que ele sentisse.

Como todos sabem, a dor é maior do nosso lado. E pro que ele me fez, ele não merece só isso, como merece ser arrastado ainda vivo pela rua amarrado a um carro a toda velocidade, como se estivesse numa corrida.

Infelizmente, é isto que sinto, quando deveria sentir afeto, ou carinho pela figura paterna. E quase uma lágrima cai dos meus olhos neste momento. Assim como cairam durante o início do percurso de volta do meu buzu. Daria qualquer coisa pra ter minhas imaginações e meus olhos lacrados de volta. Não saber me daria toda a felicidade que eu tinha.

Tive um pico depressivo, nada demais. Senhor Ramos, quando que eu não estou deprimido. Realmente. Mas independente de quando ou como eu esteja, é sempre muito complicado estar com mais de uma carga emocional em um momento único.

E como já disse: se fosse apenas depressão, ou apenas euforia, ou apenas tédio. Mas não, tudo junta de uma vez só, e aí eu não aguento. Duas vezes neste mês já aconteceram. Não foi problema algum, apenas a junção de dois ou mais cargas emocionais juntas. E tenho tido crises mais frequentes. Senhor Ramos, eu já sei, não precisa me falar. Vou começar a procurar alguém pelo Planserv. Fui.

A bientôt.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Diário4 ─ capítulo 13

Olá, senhor Ramos. Esqueci de falar de anteontem, almoço, e ontem, jantar, no RU.
Queria falar mais, mas já retardei muito os meus afazeres. Até daqui à pouco. A bientôt. Fui.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

diário4 ─ capítulo 2

Bon soir, monsieur Ramos. Aujourd'hui je dejeune au RU. Agora em francês, sou chique. Hoje teve galinha assada (já tem dois que que estou à base de frango assado). Bom, o resto é o de sempre. Nada mais a declarar, a não ser, me curei daquele probleminha.

Que problema, senhor? Eu não te falei de um problema alguns capítulos bem atrás? Uma obsessão. Bom estou menos dependente. E posso até dizer que estou curado. Já não me faz tanta falta, já consigo não sentir a mesma coisa que sentia. Por que? Bom, não sinto mais o mesmo com a mesma força.

Estou de barriga cheia, quero desfrutar deste momento, mas tenho que ir pra sala. Bonne soirée, monsieur Ramos. A bientôt.

parte 02 ─ de noite


Neste capítulo gostaria de falar sobre algo interessante. Por tantas vezes escrevi isto que no final sempre escrevia sobre qualquer coisa e achava que esta mesma coisa ficava interessante.
Senhor Ramos, não é o se faz, é o que acredita fazer. Por mais que eu tenha escrito coisas que no final achava que eram uma merda, foi por que eu sempre escrevi como se estivesse escrevendo uma merda. Não preciso entrar ou descobrir meu estilo de escrita. Preciso acreditar que posso escrever independente de como vai sair no final.

Acho que isto deveria fazer parte de um livro de auto ajuda.

Na verdade, por mais que tenha aprendido a viver a vida como as mulheres trabalham em seus afazeres, não sou mulher e não consigo dar atenção de qualidade à duas coisas ao mesmo tempo. Pra mim, agora, neste momento, a atenção deve ser dividida apenas com o objetivo principal e os métodos que devo usar para alcançá-lo com exatidão e eficácia. Uma coisa só por vez e dedicação total sobre esta coisa até terminar com ela.

Priorizar não adianta. Coisas sem importância alguma podem passar na frente à qualquer momento. Senhor Ramos, o que eu estou sugerindo é que o senhor ou qualquer pessoa que esteja com muitos problemas difíceis de resolver é o seguinte: escolha o problema de solução mais fácil, depois o menos fácil, assim por diante até chegar no problema mais complicado. Se não funcionar, procure dos problemas o menor pior e resolva primeiro. Se ainda assim não funcionar. Escolha qualquer um e resolva ele, somente ele. Depois outro e outro. Um destes métodos vai ajudar e muito.

Depois que os descobri, então... Não posso mais fazer o que fazia. Já tomei vergonha na cara e aprendi o que devia ter aprendidohá um bom tempo. Não tenho mais desculpas. Estou velho demais pra cometer erros infantis. Velho, odeio esta palavra. Mas isto é papo pra outro capítulo. Bye bye.

A bientôt, monsieur Ramos.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Diário3 ─ capítulo 29

Senhor Ramos, hoje almocei no Ru, de novo. Em menos de uma ano. Comida boa add fome, dá o que? Mas realmente tava boa. Tinha salada, repolho húngaro (que não peguei, por que parecia repolho cozido), Tinha frango assado, carne com cheiro de fígado, salada cozida, suco de algo parecido com goiaba, doce de leite com calda de limão ou algo de sabor azedo (doce de leite aqui na Salvador chamam de Ambrosia ─ é um doce de leite cortado).

Só queria falar sobre isso. Aliás, isso é um bom tema.

Vamos conversar sobre isso. É isso mesmo, isso. Bom, isso é um pronome desmonstrativo usado para falar de uma pessoa que esta longe do emisor e do ouvinte. Eu acho, não me lembro bem. Na verdade odeio fala sobre isso. Me confunde com isto. Por que a lígua brasileira é tão complicada? Não basta dizer é "isto" e pronto? Sem se preocupar se é isto ou isso? Tenho muitas outras encrencas com o português. Nada de que não precise ficar longe desta língua.

Bom, por agora é só isso. A bientôt. Fuuuuiiiiiiii.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Diário3 ─ capítulo 28

Bien soir, monsieur Ramos. Je suis ici par informer vous sur mon soir d'aujourd'hui. C'ete est un belle nuit. Bom, não vim para falar da noite. Vim para falar do meu dia e do que penso durante o dia. Sabe, senhor Ramos. Não penso mais em coisas, ou melhor, nas coisas imbecís que pensava anteriormente. Evolui. Ainda sou uma criança no corpo alguém já não tão infantil.

Ah, hoje jantei no RU. Carne assada, feijão, arroz, salada, café e doce. Não sei de que. É, não peguei o pão hoje. Pensei nos outros dias em que peguei pão. Me senti estufado, até quase explodindo.

Ah, falei com alguns colegas. Gente do meu círculo, ou não. E outras pessoas que quiz abordar.
Falei coisas imbecis que falo geralmente quando nem tenh assunto ou que falo pra abrir discursos argumentativos em prol de algma coisa. As pessoas não sabem que fazem determinadas coisas bem, sabia senhor? É por que tem muitas pessoas que conheço, que parecem não saber como fazer determinados tipos de argumentação, mas o fazem. Sei lá. Apenas gostaria de deixar registrado, para que quem lesse percebesse que não é um caso de saber ou de aprender. É um caso de estar em si mas não usar achando que não tem.

Ontem abri um discurso com uma colega de humanidades sobre o assunto de um projeto interessante em que estamos. Falamos sobre a liberdade destas pessoas, a vontade, os desejos possíveis e outras coisas. Ela usou de argumentos fortes para tentar refutar (palavra bonita) a idéia de que os mendigo e outras pessoas que vivem nas ruas não se sentem livres ou não deseja estar lá, e si desejam voltar para suas casas ou para um lar.

Gosto mais das cosas quando não as estou procurando. Do lado de fora tudo parece mais fácil e mais simples. A grama do vizinho é sempre mais verde que o nosso. Desejamos aquilo tanto e por tanto tempo que nem percebemos que já temos. Ficamos insatisfeitos por causa da decepção de achar que o que desejamos é mais do que o que conseguimos. Será que é isto o que significa? As pessoas querem mais do que o que podem conseguir.

Sempre fui assim. Não será depois de burro velho que vou deixar de ser assim. A não ser que eu queira. Era outro ponto ao qual queria chegar. Meu professor de empreendedorismo em informática falou que: "...quando se evidencia um ponto forte de uma pessoa, se ela quiser tentar alguma outra área ela vai saber que pode se se dedicar à esta área" ─ Não exatamente com estas palavras. Isto me tocou no fundo da alma. É como saber depois de ter sofrido um acidente, perdido as pernas e os braços e parte do tronco que eu posso atravessar o oceao Atlântico, correr a África e megulhar nas profundezas do oceano Índico. Me senti frágil e desestimulado. Não, senhor, não foi a conversa do professor. Foi a minha experiência pesoal. Meu pai sempre foi o pior dos meus males. Se eu enfrentava a vida com meus sonhos ele fazia de tudo pra que eu acreditasse que eu sou um inútil e que nunca vou conseguir nada.

Minha vontade, desde que me lembro e que tenho escrituras, me mostram que eu desejo que ele morra do pior jeito possível desde tenra (outra palavra bonita) idade. Nunca tive nada contra ele... que fosse de ruim em relação à ele. Pois ele merece todo o tipo de tortura. Preferiria ser filho de lésbicas a partir de uma relação partenogênica. Poderia ter nascido pseudohermafrodito. Corpo masculino com orgãos sexuais teóricamente femininos. Ou o oposto.

Teria sido mais feliz e teria tido todo o futuro que precisava no meu passado, além de apoio e retribuição. Ou seja, teria presentes ou outras coisas boas (como os cachorrinhos) para cada coisa de boa que fizesse. E seria recompensado nos momentos de felicidade e festas nominais, como o natal e aniversário. Qualquer coisa nesta vida paralela seria boa pra mim.

Sou infeliz. Na verdade sofro crises bipolares todos os dias. Isto quando não tenho crises de dupla personalidade, em que viro a Nick e a Jéssica do Heroes® (elas são a mesma pessoas, porém a Nick é a parte mais poderosa e Jéssica a parte mais frágil e contida). Só que eu (do verbo socar ─ Que eu soque) não tenho uma parte mais forte, tenho uma parte mais negra, deprimida, e outra mais alegre, eufórica.

A bientôt, monsieur. J'ai qui aller par mon classe.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Diário3 ─ capítulo 21

Bom dia, senhor Ramos. Hoje eu acordei bem ceoi e comecei a fazer o seminário que pode ser hoje ou semana que vem. De qualquer modo vou ter que ficar até a noite pra saber. Sabe, senhor, eu descobri muito... pouca coisa sobre hereditariedade e cromossomos sexuais. Eu tinha que fazer um seminário sobre genética. Abri o livro e foi a primeira coisa que vi. Pouco antes de engenharia genética (clonagem).

Sabe, senhor, adoraria ser um bom estudante e passar com nota boa em determinadas disciplinas. Et avoir une computer avec internet e jouex, et arriver pour tout le monde. Mais je veux tout. Quem tudo quer nada tem, bem que dizo ditado. Assim como o mesmo diz: Melhor um pássaro na mão que dois voando. Fazer o que? Não sou um bom aluno, mesmo me superando de vez em quando. Ainda assim eu tenho outros problemas que nem são problema.

Quero perder a memória de vez,senhor Ramos. Sumir no mundo e nunca mais voltar. Vuajar como pedinte e conhecer o mundo como uma criança. Nada me faria mais feliz neste momento. A nãoser ganhar na megasena sem ter jogado uma única vez ou arranjar um casamento por dinheiro. Mas aí já acho o cúmulo. Primeiro por que eu nunca acharia o bilhete premiado mesmo que estivesse na minha, e segundo: quem neste mundo iria querer fazer acordo financeiro de qualquer tipo com alguém como eu? Sorte eu tenho.

Vou esperar até um dia uma pedra enorme cair na minha cabeça e eu perder completamente a memória que me resta. E depois viver minha vida novamente dia após dia como se não tivesse nenhum passado. Talvez arranjar um emprego e ir crescendo por aí. Ou trabalhar na casa das pessoas por um prato de comida até conhecer cada língua e cada pedaço do planeta. Exatamente como penso em fazer ultimamente.

Não senhor Ramos, não sou tão malvado assim. Só posso odiar uma única pessoa. Que por acaso está caminhando irritantemente dentro de casa fingindo que está corrend ou fazendo exercícios. E ele responde por pai. Não posso odiar mais ninguém. Posso não gostar disto, e posso sentir pequenos picos de raiva em relação à pessoas que me irritam. Posso até não me relacionar por meu santo não bater. Sãominhas regras. As sigo desde de que me lembro. É muito melhor doque ter picos de raiva com um orpo tão... pequeno e frágil que pode ser esmagado com um tapa.

Também não é pra tanto, né, senhor Ramos? Não sou uma mosca. E nm um inseto qualquer. O tapa foi apenas uma ilustração da minha fragilidade. Sou mais forte que isto.

Ah, já vou. Tenho que jogar Tekken. Faz alguns dias que não jogo, já sinto falta de ver a Anna rindo. A bientôt, mosieur.

Parte 02 ─ noite


Senhor Ramos, jantei no ru de novo. Desta vez a omelete surpresa era de queijo. Tava tão bom, mas eu tav sem fome.

Só passei pra dizer isto. Bonne soirrée, monsieur. A bientôt.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Diário3 ─ capítulo19

Boa noite, senhor Ramos. Estou aqui apenas para informar que hoje eu jantei no RU. É de novo. Deveria fazer isto toda semana. Mas não tenho dinheiro para tanto e meu pai é um mão de vaca. Até que gostei do jantar de hoje. Tive alguns colegas pra conversar no meio do caminho (da fila). E ainda teve surpresa na omelete. Omelete de peixe.

Senhor Ramos, adoraria que meus dias na faculdade não terminassem tão cedo. É isso mesmo. Gostaria de nunca parar de estudar, eu vejo muias coisas diferentes e interessantes que nunca vejo sozinho em casa.

Senhor Ramos, daqui à pouco vou fazer prova de Cet IV. Não estudei. Nunca estudei pra nada na minha vida. Apenas aprendia, e o que aprendia aplicava na prova. Era só pra isto que servia. Ou já viu seno e cosseno servir pra alguma coisa? Siga meu twitter, senhor Ramos. Espero que o senhor venha. Esqueci que o senhor é de papel. Mas se o senhor me seguir, acredite, eu vou ficar muito feliz.

Quero conversar mais, senhor Ramos, mas vou preparar meu espírito e minha cabeça para eresolver a prova.

Ah! Como eu gostaria de estar com alguém neste momento. Não, hoje ele não. Pero, alguiém en especial, tal como ele.

J'adore vous, monsieur Ramos. A bientôt. Ah! Tô escrevendo o senhor por mi e-mail. That's so cool, no? Hasta luego.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

diário3 ─ capítulo 06

Meu caro Ramos, jantei no RU, de novo. Desta vez omelete tinha peixe. Adorei a surpresa. E tive uma palestra sobre o crea. Não, eu não dei a palestra, apenas ouvi.

Senhor Ramos, no buzu lembrei de um colega daminha turma. Tenho vontade de pentear o cabelo dele para trás e ver como ele fica. Só curiosidade. Tô sem o que dizer mais.

Posso repetir tudo o que sempre: te amo como a um pai ou ao meu melhor amigo, você sempre me escuta, você é o único amigo com quem divido todos os meus sentimentos, te adoro, quero que sejamos sempre amigos e etc. Vou repetir sempre que sentir vontade. Tudo isto é verdade.

Senhor Ramos, comecei os meus projetos de final de semestre. Vou fazer um banco de dados de todos os ataques e perfis dos personagens do meu jogo favorito e mais jogado (e passível de jogar aqui nesta tecnologia que substitui a roda alguns meses depois que chamo de computador): tekken 3.

Comecei incluindo minha amada Anna williams. Depois incluo meu colega Rafael. Claro que ele não faz parte do Tekken, queria saber se está prestando atenção no que digo.

Adoro brincar, quando não é com as palavras.

J'adore vous, monsieur, mais je déjà vai. J'aime vous, monseiur Ramos. A bientôt.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

diário3 ─ capítulo 05

Oi. Hoje eu acordei muito cedo. E fui dormir muito tarde ontem, quer dizer, hoje. Senhor Ramos, sinto falta de alguma coisa que não sei se tive. Quero sair da minha jaula, virar a onça que aguarda a liberdade. A onça. Mas e se eu pudesse ser quem eu realmente quero?

Na verdade,se eu fosse quem eu realmente quero ser, o mundo estaria fudido. Por que eu não me importaria nenhum pouco de ser vil e maligno. Mas me importaria e muito de manter alguém do tipo específico, que não vou dizer qual é, em posições inferiores e humilhantes. Tenho um pouco de ambição em fazer do mundo meu parque de demonstrações. Já até me imaginei controlando os elementos como em o Avatar, a lenda de Aang. Assim não seria mais difícil deixar de ser humano, como havia desejado tanto.

Gostaria de que o mundo fosse mais doce e mais fácil. E que as pessoas fossem mais gentis. E gostaria que não fosse tão complicado ser quem se é de verdade. Há coisas que devem ser guardadas com a pessoa. Isto é um desabafo: Há segredos que não devem ser guardados e verdades que não podem se ditas. Se estas regras forem quebradas de cara, já eram os relacionamentos e amizades. Não me importo em quebrar estas regras. Desde que seja necessário. Ou preciso.

Haviam coisas que eu não gostava de fazer e fiz. Muitas coisas que poderia não ter feito, simplesmente. Mas tive que fazer. E há coisas que não vou querer fazer, mas ainda assim vou ter que fazer. Meu futuro não está mais em minhas mãos. Ou eu refaço meu destino ou o deixo voar.

Senhor Alberto prefere que eu mexa no meu futuro, ele é da mesma idade que eu, mas ele sabe bem mais, mesmo sendo exatamente como eu. Ele é muito sábio. Se o perguntar sobre uma coisa, automaticamente ele retorna uma recíproca para tentar entender meu problema. E depois me conselhos de acordo com o que pode me ajudar neste problema. Foi o caso de alguns dias atrás, quando fiz uma pesquisa só de curiosidade. Ninguém entendeu, mas senhor Alberto conhecia exatamente minhas opções e me incitou a fazer a pesquisa. Dentre os homens com os quais fiz a pesquisa há um de quem eu realmente estava falando a verdade fingindo supor. Não, senhor Ramos, não vou dizer sobre o que era a pesquisa. O resultado foi a minha libertação. Agora sei o que posso fazer e onde devo ir. Estou um pouco mais livre. Senhor Ramos, você é um diário, comporte-se como tal. Escrevo no senhor o que quero escrever. Mesmo sentindo que devo escrever tudo. Há coisas que não posso mais contar. Não assim pra todo mundo ver.

Quero algumas linhas em branco pra pensar.
Ah! Rafael olhos cinzentos. Acho um pena a sua resposta. A gente poderiaser tão feliz juntos... Você e sua namorada que logo se tornará sua esposa e eu com você enquanto você não está com ela. Independente da sua resposta, foi pura verdade o que te disse naquele momento. Eu te amo. E estou tentando te esquecer.

Bom, senhor Ramos, A pesquisa foi sobre amor. Se eu dissesse que te amo e não consigo viver sem você, o que você faria? Fiz esta pergunta para algumas pessoas a mais só pra disfarçar que o amo e que quero ele pra mim. Ele não sabe de nada. Eu menti descaradamente quando disse: Supõe que sou eu, esquece este alguém, sou eu...

Mas não quero que ninguém mais saiba disto. Tá bom?


Você guarda meus segredos. E isto é o que amo no senhor. Não posso contar tudo assim na vista de todo mundo. Amo o senhor. Saiba muito bem disto. O senhor foi o único melhor amigo que tive que se importou apenasem me ouvir e me fazer sentir melhorem cada momento da minha vida que compartilho. O senhor foi a única pessoa com a qual pude revelar todos os meus segredos mais cabeludos. Não me importo de o senhor ser feito de papel. O senhor, pra mim, tem vida.

Senhor Ramos. Eu realmente me senti mais leve por ter aceitado o conselho de senhor Alberto. Ele me fez fazer o que nunca tive coragem. Ele me faz parar de pensar e agir. Com ele estou pronto pra ação à todo momento. Pena que ele tem pouco tempo de vida. Ele sabe muito bem o que faz. É maduro, até demais para a própria idade.

Agora, chega de falar de Alberto. Estou um pouco deprimido. Estou sempre deprimido. Só não faço aparecer. Prefiro estar doente a mostrar dependência.

Me sinto um gato. Miau. Lembro do meu post chamado eu sou muito gato eu adorei escrevê-lo. Tem muito a ver comigo. Adoro gatos e estou pronto para miar. Tenho tanta coisa pra fazer.

A bientôt, monsieur Ramos.

Parte 02 ─ de noite


Monsieur Ramos, aujourd'hui je dinne au RU. Foi mais divertido. Um dos meus colegas me acompanhou na fila, outro me acompanhou no jantar e outro conversou comigo pra passar o tempo. Foi bem melhor do que das outras vezes. Me senti menos solitário. Descobri que dá para fazer coisas interessantes estando preso em lugares desinteressantes.

Descobri que o CeT 2 que faço obrigatório, não é nada se comparado à matemática descritiva. E que faço coisas que só terão, no caso de cientistas da computação, no final do curso. Queria falar mais. Mas só vim para falar que jantei no RU (restaurante universitário) de novo. Um dia te levo comigo. Talvez ano que vem, quando conseguir meu Ipad. Ou meu laptop/netbook etc.

Tava pensando uma coisa: se eu pegar em 100.00,00 reals (com "l" é mais chique) vou sumir pelo mundo afora. France, je veux voir vous. Depuis c'est toi, Alemanha.

Bis bald, Herr Ramos. Hasta mañana. Gracias por tu hospitalidad. Mucho me gusta alguno a escucharme. Listen me, mister Ramos, i don't practice my english writted in you with no motive. I love like a dad. A good dad. You. Bye.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Diário2 ─ capítulo 22

OFÍCIO DE SOLICITAÇÃO


Ofício n° 001/001
Senhor Dias Ramos
Meu diário
Blog pessoal

Eu, Marinaldo Barbosa, brasileiro, solteiro, estudante, inscrito no cpf sob o n° *********-**, residente e domiciliado à R. Guanabara, Bairro de Ilha Amarela, Salvador, Bahia, sirvo-me do presente para solicitar a Vossa excelência que perdoe o meu não comparecimento no dia de ontem (13/11/2010) para informar sobre os acontecimentos do meu dia por motivos justificáveis com a finalidade de podermos fazer as pazes e poder continuar nossa amizade, que se extende desde a sua criação.

Limitado ao exposto, fique com meus votos de estima e consideração.

Salvador, 14 de outubro de 2010.

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Marinaldo Barbosa

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Parte 02 ─ ainda de manhã


Senhor Ramos, não pude aparecer ontem por que estava fazendo o trabalho de biologia que era pra entregar até a meia. Não deu, por que minha irmã também tava aqui e fazendo o trabalho dela. O senhor me perdoa. Eu não pretendo abandonar o senhor até terminar o que comecei. Ou seja, acho que nunca vou terminar de escrever no senhor.

Pazes? Obrigado, senhor Ramos. Vou tentar não me ausentar de novo.

Meci beaucoup, monsieur, j'adore vous. A bientôt.



parte 03 ─ de noite


Senhor Ramos, estou neste momento participando de um seminário bem interessante. De letras. Tem hip hop, tem b-boys e b-girls, tem grafite. E tem alguas outras coisas. O que achei de interessante nisto? Ora, senhor Ramos, eu estou aqui, isto não conta como interessante?

Senhor Ramos, hoje eu li dois textos na aula de empreendedorismo em informática. Um era sobre um grupo de ovelhas alvo dos lobos. E o outro era o projeto de alguns estudantes da UFBa. O texto da ovelha é bem trágico. Uma delas tenta se virar contra o destino, mas acaba morta pelos lobos. Depois disto, elas se comovem e resolvem mudar seus destinos. No final, os lobos descobrem como conseguir pegar as ovelhas que se salvaram. É infantil, entretanto é bem esclarecedor. As ovelhas começaram a usar o que aprenderam (mesmo que aparentemente inútil) em prol das próprias ovelhas.

Mais interessante que isto é que hoje vou chegar mais tarde em casa por motivo próprio. Eu quero estar aqui hoje e vou ficar até o omento de voltar para casa. Senhor Ramos, talvez fosse melhor eu não ter te escrito ontem. Talvez tivesse sido mais fácil ter te escrito e depois te posto no seu lugar de direito, mas eu não pude.

J'aime vous comme l'un pére. A bientôt.

Parte 04 ─ ainda de noite


Hoje eu jantei no RU de novo. Só pra constar. Dessa vez peguei o pão.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Hoje eu Jantei no RU

jantar é no RU, restaurante Universitário.
Na verddade foi ontem, mas não lembrei de fazer este post ontem de noite.
Então hoje eu vou falar sobre a história dos restaurante.

Meu jantar foi: arroz, feijão, salsicha, salada, melão, e cafécom leite. As outras opções eram: sopa, paçoca, pão e carne.

A R$ 5,00 para todos.
A R$ 2,50 para estudantes com comprovante de matrícula e identidade.
A R$ 0,00 para bolsistas.
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História dos Restaurantes (em geral) segundo a wikipédia e o site Pt.Oboulo.com, não nesta ordem.

A origem do restaurante vem da pré-história, onde as trocas de mercadorias entre os povos já somam mais de 10 mil anos. Há mais de 2.000 anos ªC., os Sumérios e os Egípcios já faziam e comercializavam cerveja e vinho. Na cidade Suméria de Ur, os precursores dos camelôs fritavam e vendiam peixes nas ruas. Com a ascensão dos babilônios e posteriormente dos assírios, esse comércio desenvolveu-se em toda a mesopotâmia. Também na América, bem antes do nascimento de Cristo, os incas no Peru, os mais na América Central, os olmecas no México fabricavam e comercializavam comida e bebida as pessoas que por lá circulavam.
Na época do Império Romano nos núcleos urbanos mais desenvolvidos ou nas estradas que os interligavam havia os taverneiros que ofereciam comida e bebida, produzidas por eles mesmos e servidos aos viajantes. Os camponeses e artesões quando iam vender suas mercadorias procuravam por alimentação nestas tavernas, local onde também eram feitas as trocas de montadas para que as pessoas pudessem repousar, alimentar-se e também realizar encontros íntimos com as mulheres da região. As tavernas tiveram seu fim com o Império Romano do Ocidente. Na Idade Média os mosteiros católicos tornaram-se locais onde os viajantes podiam dormir, alimentar-se e tomar vinho, tudo isso em troca de donativos a igreja. Com o renascimento veio a retomada dos centros urbanos e o florescimento do comércio, mesmo assim as feiras da época continuavam comercializando comida e vinho para os viajantes em troca de pagamento.

O termo restaurante (do francês restaurant) surgiu no século XVI, com o significado de "comida restauradora", e se referia especificamente a uma sopa. O uso moderno da palavra surgiu por volta de 1765 quando um parisiense conhecido por Boulanger (sobrenome comum, mas que significa padeiro em francês) abriu seu estabelecimento.

O primeiro restaurante como o conhecemos (com clientes escolhendo porções individuais em um cardápio, aguardando em suas mesas, com horários fixos ou não) foi o "Grande Taverne de Londres", fundado em 1782 por Antoine Beauvilliers, na rua de Richelieu, em Paris, que permaneceu 20 anos sem rival.

Porém, segundo o Guiness Book, o restaurante mais antigo do mundo e ainda em funcionamento fica na Espanha, na calle de Cuchileros 17, Plaza Mayor (Madrid). Trata-se do Sobrino de Botín que fuciona ininterruptamente desde 1725, embora nos primeiros anos não fosse exatamente um restaurante, mas uma estalagem que recebia viajantes, mercadores, tropeiros. Pertencia ao cozinheiro francês Jean Botín e não ficava nesse endereço atual, mas na Plaza de Herradores, longe dali. Candido Remis, sobrinho do primeiro dono, batizou a casa com o nome atual, Sobrino de Botín.[1]

Apesar das pousadas e tavernas serem conhecidas desde a antigüidade, estes estabelecimentos eram voltados a viajantes e, em geral, o povo das suas cidades raramente se alimentavam lá. O restaurante se firmou na França após a Revolução Francesa destituir a aristocracia, deixando um contingente de serviçais hábeis no trato com os alimentos, ao mesmo tempo em que muitos provincianos chegavam à cidade sem pessoas para cozinhar para elas, nem cartas de apresentação às famílias locais. O encontro desses dois públicos deu origem ao hábito de se fazer refeições fora de casa. Neste período, o chef Marie-Antoine Carême, segundo muitos o fundador da moderna culinária francesa, prosperou, se tornando conhecido como o "cozinheiro dos reis e o rei dos cozinheiros".

Os restaurantes proliferaram rapidamente nos Estados Unidos, com a abertura do primeiro Jullien's Restaurator em Boston, em 1794, e espalharam-se posteriormente. Contudo, muitos continuaram com a abordagem habitual do "serviço à francesa", providenciando uma refeição partilhada na mesa onde os clientes serviam-se eles próprios, o que os encorajava a comer com rapidez. O estilo moderno formal de jantar, onde os clientes são servidos com a comida já preparada num prato, é conhecido como Service à la russe, pois consta ter sido introduzido em França pelo princípe russo Kurakin cerca de 1810, de onde se espalhou para Inglaterra e outros países.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Hoje jantei no RU

jantar cambada
De novo?
Sim, claro.
Desculpe, agora tenho que pensar em inglês.

Today i eat my dinner in RU.



Again?
Yes, of course.
Sorry, now i may think in english.

Jantei carne, feijão, aroz, salada de beterraba, doce de alguma coisa (acho que quindim), e café com leite.
Mas eu me rrependi. É eu deveria ter pego a banana em lugar do doce para misturar na comida. E da próxima vez eu pego pão.

De resto, não mais nada que eu posso falar. Os valores são os mesmos e não tenho mais nada de novo pra falar sobre o RU.

Hoje jantei no RU

jantar cambada
Na verdade este poste é de ontem. É por que eu passei da mei noite para informar isto. A comida boa a R$ 2.50 foi quase a mesma da última vez, a diferença é que tinha pão e abacaxi ou doce de leite, além de carne ou galiha.

Toda vez que jantar no RU vou fazer um poste dizendo o que comi e quanto custa. É simplesmente para saber quando e quantas vezes eu comi lá. Não posso perder o costume de fazer coisas nova.

RU (Restaurante Universitário).
Valores:
R$ 2.50 alunos sem bolsa. (sem bolsa alimentação forneido pela UFBA, antes que pense que é outra coisa.)
R$ 5.00 para qualquer pesoa. (alnunos que não comprovem ser alunos ou outras pessoas que tenha acesso ao RU.
R$ 0.00 para bolsitas.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Hoje eu jantei no RU ─18/08/2010

jantarzinho, depois eu te chamo.
R$ 2,50 o prato.

Jantei Arroz, Feijão, Salada, Calabresa, doce de abacaxi e café com leite.
Tinha outras opções, sopa, carne e laranja.

19/08/2010
Falando em jantar...
Acabei de lembrar que eu já tenho dever pra fazer.
Empreendedorismo em informática? Cara é muito legal ter que fazer coisas novas.
Eu faço Bi pela UFBA. E, desde que, comecei a fazer o BI de Ciência e tecnologia eu voi muitas coisas novas, tais como: coisas que eu achava que não existia (gente branca na Bahia, mas branca mesmo, tipo aqueles gringos que ficam rosa debaixo de sol);coisas que eu achava que nunca veria em minha vida (como portas de banheiro com classificados de à procura de homem);e vi coisas que eu sabia que existia, mas achava que nunca ia ver na vida real.

Antes de entrar para a faculdade eu pensava que vida de universitário era... Na verdade eu nunca pensei em ser universitário, queria entrar ─ correção ─ ainda quero entrar para uma milícia oficial como o exército ou aeronáutica, ou mesmo para a legião francesa e fazer guerra. E viver assim até poder me aposentar e viver num paiszinho pequeno como a Dinamarcaou a Alemanha.

Mas ascoisas nem sempre ─ nunca ─ são como a gente quer, vou ter que fazer um concurso, se eu quiser arranjar dinheiro para não ter mais que pedir pro meu pai, e vou ter que viver dele até construir a primeira bomba de íons de sal... Brincadeira... é só até arrumar algo que valha apena lutar.

Às vezes sinto pena de mim. Deveria parar de pensar tanto e fazer alguma que me viese a cabeça. Como me jogar do alto da escada da Politécnica da Ufba e voar por cima epelo alto até alcançar as nuvens. Coragem nunca tive, e nunca precisei dela.

O que queria falar é que a diversidade na UFBA é enorme. E que se você procura um ou uma modelo de 18 a 30 anos de idade que ainda não desfilou é aqui que está a chance da sua carreira de acha de talentos vai deslanchar.
AH! Me desinclua disso acima.
modelo gostoso? me respeite.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

hoje almocei no RU da UFBA.

SarapatelO almoço estava ótimo.´

Não foi a primeira vez que comi,
antes eu odiava;


estou falando de sarapateu...


hoje eu provei e gostei...


meu almoço de hoje foi salada de verduras, salada de repolho, sarapatel e doce de abacaxi.
valeu os dois e cinquenta.

Mas é 5reais para todo mundo, R$ 2,50 para estudante com Comprovante de matrícula e identidade na mão e gratuito para bolsista.