Se você é uma pessoa com sangue no corpo e um cérebro cheio de pensamentos algum dia você já deve ter pensado nisso.
Se já pensou, em algum momento já pesquisou ou planejou fazer. E se chegou até posso supor que você é apenas mais um dos muitos suicidas amadores. Assim como eu.
Aí vc se pergunta: você está me vendo? Você me conhece? Você tem a resposta que estou procurando? Você pode me dar um boa informação sobre como terminar o que comecei?
Só tenho 1 resposta universal pra tudo isso: Não.
Eu já tentei, eu já pensei, eu já planejei, eu já quis muito... E estou querendo fazer de novo.
E o que me impede? Uma coisa chamada esperança, que eu ganho todos os dias ao acordar, imaginando um dia feliz com alguém que me ame e me queira. Ou a sorte que necessito tanto. E no final do dia vou dormir sem esperança nenhuma querendo que tudo fosse apenas um pesadelo. Isso quando meus próprios pesadelos são mais felizes e saudáveis que a minha vida. Quando posso passear vivendo situações que me dariam medo sem me preocupar com nada.
O problema é que minha vontade de morrer está superando minha vontade de tentar o plano b, c, d, e, e outras letras do alfabeto. Não tenho nada a perder, não tenho nada a deixar de ganhar. E parece que nunca vou ter.
Como quero fazer? As opções são variadas. O nível de dor é bem misto. O êxito... aquela coisa que diz "you win"... esta é a mais certa de todas. Poderia descrever detalhes tudo o que pretendo fazer. Mas não farei. Se você quiser saber me procure. Corra atrás.
Que era o que eu deveria estar fazendo, mas me sinto tão preso na areia movediça que estou apreciando meus últimos momentos de vida.
Essa poderia ser minha carta de despedida... Poderia sim. Mas não será. Por que só consigo pensar nisso como uma cata dentro de uma garrafa em busca de alguém que se interesse em ler. E no final vai parar na mão de um lixeiro, que fará apenas o seu trabalho de tirar a garrafa do mar e jogar no local apropriado. E eu continuarei navegando solitário pelo Índico das minhas emoções solitárias e sombrias desejando que algum náufrago queira navegar ao meu lado.
E assim surge outro laço de esperança que logo será descartado nas ondas do mar. Nem sereias e nem náufragos... Somente o frio da água salgada e o calor excessivo do sol como companheiros. E talvez os animais marinhos como companhia solidária e alimento.
No final vou continuar dormindo apenas com a vontade de que uma esperança seja agraciada. Mas a que será agraciada será sempre a esperança que tinha há muito tempo atrás, quando meus desejos se limitavam a coisas descartáveis, como brinquedos velhos e quebrados. E assim continuarei infeliz até finalmente não ter forças pra lutar e terminar o que comecei anos atrás com uma simples caneta vazia. Preparada unica e friamente ao propósito de eliminar meu fracasso e minha dor.
Mas, naquela época eu não sabia de coisas às quais tenho acesso hoje, mas que não eram explicadas. Hoje eu sei exatamente o que e como fazer. O quando ainda está se fortalecendo em minha mente enquanto a alma deseja ansiosamente por um não absoluto vindo daquela que é a minha maior esperança e meu maior desejo íntimo nesse momento.
Sociopatias à parte, não teria problema nem culpa. Não sentiria medo ou raiva. Não sentiria frio ou fome. O vazio me confortaria. O frio da morte aqueceria minha mente. O esvaziar da minha mente seria a canção mais gostosa que ouvira em minha vida inteira. A morte seria minha companheira ideal pela eternidade.
Se eu for pro inferno... Com todo respeito: Vai trepar com um macho de pau muito grosso e me deixa escolher o que fazer com o meu corpo! Se existisse o céu ou o inferno... Ninguém nunca voltou do mundo do mortos pra dizer como é lá. Ninguém morreu de verdade pra saber quaisquer destas informações. Tudo o que sabemos vem de literaturas questionáveis dentre elas esta que você acaba de pensar.
Só queria deixar uma coisa aqui. Mas não tenho nada pra deixar. Nada.
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sábado, 14 de novembro de 2015
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Conto do herói ─ parte 05
No episódio anterior: Bete reencontra seu pretendente à noivo. Eles tem uma noite de amor inesquecível para Filho. Bete então todos os dias tem a visão de seu noivo, que agora trabalha como Travesti e como ajudante no bar.
Bete começa a se aproximar mais de seu ex-noivo e a sentir alguma coisa por ele. Ela percebe algo diferente nele, que ela nunca houvera visto em um homem. Mada, durante a noite tornou-se uma pessoa super divertida. Alegrava a todos mesmo nos dias mais tristes, em que a neve caía e os fregueses evitavam sair de casa. Mada tornou-se companheira inseparável das mulheres de lá. Mada tornou-se diferente de qualquer pessoa. Ela havia entrado sem perceber pra grande família que era o bordeu.
Mas havia um porém. Mada era ciumenta. Ela não gostava nenhum pouco que tocassem em sua jóias. Mesmo que muito disfarçadamente, Mada não deixava que ninguém as visse sem o seu consentimento. Até o dia em que não havia mais espaço para tantas jóias e foi doando uma a uma as que não gostava. Filho, por outro lado, era generoso. Fingia apenas ser um pedaço subalterno da bela Mada durante o dia. Fingia com gosto, pois pareciam duas pessoas completamente diferentes.
Bete sentiu-se compadecida de ter a seu lado a mais bela e admirada artista de todos os tempos, e o homem mais generoso que conhecera em toda sua vida. O porém de Mada tornou-se desconhecido. Bete passou a reconhecer em Mada a mulher de sua vida. E em Filho o seu melhor amigo. Bete ficou mais próxima dos dois. à noite fingindo participar de seus shows, à noite fingindo ser apenas companheiros de bebida.
Filho foi ficando cada vez mais leve. Aparentemente. Um dia Mada foi flagrada telefonando ao seu pai. Alguém chegara enquanto conversava em tom quase de sussurro nos bastidores do show. Ninguém percebera nada. Nem mesmo Bete, a quem lhe convidenciara ser um admirador secreto, e tentava fingir que estava acompanhada do marido. Bete desconfiou de início. Seu pai em bordeu? Falando com uma piranha? Parecera meio suspeito. Mas nada mais. Esquecera-se disto em pouco tempo.
Bete sabia que poderia confiar em sua nova amada e seu amigo.
Num dos shows costumeiros de Mada, Bete subiu ao palco. Pediu para irem ao lugar da primeira vez. Mada adorou a idéia e arranjou um jeito de fazer com que ninguém percebesse que estavam saindo. Ou que passariam a noite fora.
Mada simulara uma orgia no palco. Entre ela, Bete e uma colega que aceitara o desafio de fingir uma orgia. Ninguém notara, como ambas queriam. E saíram sem ser percebidas. Rumaram ao ninho do primeiro amor. Ali tivera sua segunda noite juntos.
Houvera sido especial para ambos. De um jeito diferente. Mas tão especial quanto na primeira vez. Para ambos representou mais que apenas sexo. Mais até que amor.
No dia seguinte eles retornaram ao bordeu. Recomeçaram todo o serviço. Mada não poderia aparecer durante o dia. Então Bete apareceu como Bete. A Bete que não conheciam. A bela Bete de tempos anteriores. Mulher, jovem, indiferente aos desejos humanos de amor.
A noite caíra novamente quando todos se rearrumaram após longas conversas sobre o passado e os hábitos póstumos de Bete mulher. Todos estavam eufóricos por conhecerem uma boa pessoa que houvera se escondido ali com eles todos. Mas a noite caía, logo viriam os clientes.
Bete estava pronta para continuar sua vida. Novamente a partir dos cacos da vida anterior.
No outro dia de manhã, Bete fora incumbida de ir à feira da cidade para comprar coisas que faltavam no estabelecimento. Estava ela passeando pelo mercado, quando de repente aparecera a figura mais bonita e charmosa que vira em toda a sua vida. A mulher que mais tarde será sua amante. A mulher misteriosa que povoaria seus pensamentos pelo resto da semana. E a faria desejar ser homem. A mulher mais bela de todas as mulheres deste e de qualquer outro mundo.
Continua...
Bete começa a se aproximar mais de seu ex-noivo e a sentir alguma coisa por ele. Ela percebe algo diferente nele, que ela nunca houvera visto em um homem. Mada, durante a noite tornou-se uma pessoa super divertida. Alegrava a todos mesmo nos dias mais tristes, em que a neve caía e os fregueses evitavam sair de casa. Mada tornou-se companheira inseparável das mulheres de lá. Mada tornou-se diferente de qualquer pessoa. Ela havia entrado sem perceber pra grande família que era o bordeu.
Mas havia um porém. Mada era ciumenta. Ela não gostava nenhum pouco que tocassem em sua jóias. Mesmo que muito disfarçadamente, Mada não deixava que ninguém as visse sem o seu consentimento. Até o dia em que não havia mais espaço para tantas jóias e foi doando uma a uma as que não gostava. Filho, por outro lado, era generoso. Fingia apenas ser um pedaço subalterno da bela Mada durante o dia. Fingia com gosto, pois pareciam duas pessoas completamente diferentes.
Bete sentiu-se compadecida de ter a seu lado a mais bela e admirada artista de todos os tempos, e o homem mais generoso que conhecera em toda sua vida. O porém de Mada tornou-se desconhecido. Bete passou a reconhecer em Mada a mulher de sua vida. E em Filho o seu melhor amigo. Bete ficou mais próxima dos dois. à noite fingindo participar de seus shows, à noite fingindo ser apenas companheiros de bebida.
Filho foi ficando cada vez mais leve. Aparentemente. Um dia Mada foi flagrada telefonando ao seu pai. Alguém chegara enquanto conversava em tom quase de sussurro nos bastidores do show. Ninguém percebera nada. Nem mesmo Bete, a quem lhe convidenciara ser um admirador secreto, e tentava fingir que estava acompanhada do marido. Bete desconfiou de início. Seu pai em bordeu? Falando com uma piranha? Parecera meio suspeito. Mas nada mais. Esquecera-se disto em pouco tempo.
Bete sabia que poderia confiar em sua nova amada e seu amigo.
Num dos shows costumeiros de Mada, Bete subiu ao palco. Pediu para irem ao lugar da primeira vez. Mada adorou a idéia e arranjou um jeito de fazer com que ninguém percebesse que estavam saindo. Ou que passariam a noite fora.
Mada simulara uma orgia no palco. Entre ela, Bete e uma colega que aceitara o desafio de fingir uma orgia. Ninguém notara, como ambas queriam. E saíram sem ser percebidas. Rumaram ao ninho do primeiro amor. Ali tivera sua segunda noite juntos.
Houvera sido especial para ambos. De um jeito diferente. Mas tão especial quanto na primeira vez. Para ambos representou mais que apenas sexo. Mais até que amor.
No dia seguinte eles retornaram ao bordeu. Recomeçaram todo o serviço. Mada não poderia aparecer durante o dia. Então Bete apareceu como Bete. A Bete que não conheciam. A bela Bete de tempos anteriores. Mulher, jovem, indiferente aos desejos humanos de amor.
A noite caíra novamente quando todos se rearrumaram após longas conversas sobre o passado e os hábitos póstumos de Bete mulher. Todos estavam eufóricos por conhecerem uma boa pessoa que houvera se escondido ali com eles todos. Mas a noite caía, logo viriam os clientes.
Bete estava pronta para continuar sua vida. Novamente a partir dos cacos da vida anterior.
No outro dia de manhã, Bete fora incumbida de ir à feira da cidade para comprar coisas que faltavam no estabelecimento. Estava ela passeando pelo mercado, quando de repente aparecera a figura mais bonita e charmosa que vira em toda a sua vida. A mulher que mais tarde será sua amante. A mulher misteriosa que povoaria seus pensamentos pelo resto da semana. E a faria desejar ser homem. A mulher mais bela de todas as mulheres deste e de qualquer outro mundo.
Continua...
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
conto do herói ─ parte 04
Recapitulando o episódio anterior: Bete acredita que será devolvida à sua família. Porém Ela descobre que seu chefe é uma pessoa leal à ela. Bete então decide retornar e verificar como está sua situação atual. Bete então é expulsa por sua mãe. E daí em diante se torna mulher do mundo.
Bete sente-se muito feliz em estar viva e participando de uma nova família. Ganhou algumas irmãs mais velhas e um pai. A cozinheira da casa tornou-se sua mãe. E os bêbados seus irmãos. Ela passou um bom tempo feliz em sua nova vida. Até aparecer aquele que se tornou o início de seu fim. Bete reencontrou seu noivo. Desde de que partira de sua cidade à primeira vez, ele e seu pai foram a sua procura.
Ele a reconhece vestida de homem. Ele vai conversar com ela mesmo ela evitando-lhe. Então Bete o leva pra fora para conversarem em particular. Ali Bete descobre muitas coisas sobre ele. Ele havia partido em sua busca quando ela havia partido em busca de uma vida diferente. Ele foi buscar-lhe para o casamento e uma vida de marido e mulher que deveria ser seu destino. E então desistiu, por que em meio a diversas pessoas e em direções de pistas opostas houvera perdido o rastro de sua prometida.
Bete não se sentiu nenhum pouco sensibilizada com a confissão de seu ex-noivo, por assim dizer. Bete deu-lhe algo com o que se conformar. Ainda era virgem e queria ter sua primeira vez com alguém digno de sua lealdade. Ele pediu mais. Um casório ali mesmo no bordeu com todas as suas novas irmãs e parentes postiços. Ela nem se importou com o que ele dissera. Levou-o para um lugar calmo e tranquilo. Distante dali. Para que ninguém ousasse saber-lhe a identidade. Bete tirou a roupa na frente de seu pretendente e deu-lhe o gosto do sexo de uma mulher. Ele não era virgem. Conhecia cada parte do corpo feminno e o que fazer para ser feliz na cama.
Os dois ficaram por um bom tempo ali, fazendo o que foram fazer. Bete se sentiu mulher e amada. E deixou seu ex feliz com sua entrega. Mas Ela não estava disposta a ficar com ele. Apenas dera-lhe o que lhe fora prometido para que ele tivesse algo com o que se lembrar dela.
Ele a observara durante o ato. E durante o ato de se vestir. Não se vestiu e nem se mexeu. Apenas observou e pediu para que ela passasse o resto da noite com ele. Ela lhe negou o pedido. Era o leão de chácara e quem serve as bebidas. Não poderia ficar ali a noite toda. Explicou isto à ele. Ele entendeu e deixou-lhe ir sem mas aporrinhações. ete ficou triste com seu olhar de cão abandonado. E ainda assim foi ao encontro de seu serviço noturno.
Bete passou a noite pensando nele. E ele passou a noite lá esperando que ela retornasse.
No dia seguinte ele retornou ao bar do bordeu. E ela estava lá de novo. Trabalhava todos os dias das 8 da noite até as 8 da manhã. Dormia quando dava. Entre as festas barulhentas e as bebedeiras sem término. Os homens da cidade eram todos previsíveis. Até o mais santo, que não deixava a mulher pra nada ía à noite farrear no bar.
Desde então Bete via seu ex-noivo lá todos os dias. Se não bebendo com os outros pais de família e solteiros da cidade, mendigando emprego ao dono do bar. Ele era então chamado, independente de qual fosse seu nome, de Filho. Era um ótimo empregado. Aceitava bebidas para pagar seus honorários. Não se importava de pasar dias sem dormir. Até que passou a integrar o elenco do bar com seus shows de transformismo. Fazia um número diferente à cada dia. Mas quando entrava Madame Mada Maria no palco não havia pra mais ninguém. As irmãs postiças de Bete tomavam conta de Mada Maria nos bastidores. E Mada Maria nunca estava durante o dia.
Bete começou a simpatizar com Filho, seu ex-noivo, e com Mada, sua nova melhor amiga.
Mada tornou-se digna de louvor. Todos os dias estrelava uma peça diferente. Todos os dias estava com uma roupa diferente. Todos os dias ganhava algumas jóias diferentes. Todos os dias arrumava uma desculpa diferente para levar Bete ao palco. Até que não deu mais para disfarçar e ficou complicado demais para Bete se mostrar como homem.
Num destes dias de dificuldade Mada simulou uma orgia no salão para poder sumir com Bete para o mesmo lugar de sua primeira vez. Deu certo. E Mada sumiu no meio da multidão.
continua...
Bete sente-se muito feliz em estar viva e participando de uma nova família. Ganhou algumas irmãs mais velhas e um pai. A cozinheira da casa tornou-se sua mãe. E os bêbados seus irmãos. Ela passou um bom tempo feliz em sua nova vida. Até aparecer aquele que se tornou o início de seu fim. Bete reencontrou seu noivo. Desde de que partira de sua cidade à primeira vez, ele e seu pai foram a sua procura.
Ele a reconhece vestida de homem. Ele vai conversar com ela mesmo ela evitando-lhe. Então Bete o leva pra fora para conversarem em particular. Ali Bete descobre muitas coisas sobre ele. Ele havia partido em sua busca quando ela havia partido em busca de uma vida diferente. Ele foi buscar-lhe para o casamento e uma vida de marido e mulher que deveria ser seu destino. E então desistiu, por que em meio a diversas pessoas e em direções de pistas opostas houvera perdido o rastro de sua prometida.
Bete não se sentiu nenhum pouco sensibilizada com a confissão de seu ex-noivo, por assim dizer. Bete deu-lhe algo com o que se conformar. Ainda era virgem e queria ter sua primeira vez com alguém digno de sua lealdade. Ele pediu mais. Um casório ali mesmo no bordeu com todas as suas novas irmãs e parentes postiços. Ela nem se importou com o que ele dissera. Levou-o para um lugar calmo e tranquilo. Distante dali. Para que ninguém ousasse saber-lhe a identidade. Bete tirou a roupa na frente de seu pretendente e deu-lhe o gosto do sexo de uma mulher. Ele não era virgem. Conhecia cada parte do corpo feminno e o que fazer para ser feliz na cama.
Os dois ficaram por um bom tempo ali, fazendo o que foram fazer. Bete se sentiu mulher e amada. E deixou seu ex feliz com sua entrega. Mas Ela não estava disposta a ficar com ele. Apenas dera-lhe o que lhe fora prometido para que ele tivesse algo com o que se lembrar dela.
Ele a observara durante o ato. E durante o ato de se vestir. Não se vestiu e nem se mexeu. Apenas observou e pediu para que ela passasse o resto da noite com ele. Ela lhe negou o pedido. Era o leão de chácara e quem serve as bebidas. Não poderia ficar ali a noite toda. Explicou isto à ele. Ele entendeu e deixou-lhe ir sem mas aporrinhações. ete ficou triste com seu olhar de cão abandonado. E ainda assim foi ao encontro de seu serviço noturno.
Bete passou a noite pensando nele. E ele passou a noite lá esperando que ela retornasse.
No dia seguinte ele retornou ao bar do bordeu. E ela estava lá de novo. Trabalhava todos os dias das 8 da noite até as 8 da manhã. Dormia quando dava. Entre as festas barulhentas e as bebedeiras sem término. Os homens da cidade eram todos previsíveis. Até o mais santo, que não deixava a mulher pra nada ía à noite farrear no bar.
Desde então Bete via seu ex-noivo lá todos os dias. Se não bebendo com os outros pais de família e solteiros da cidade, mendigando emprego ao dono do bar. Ele era então chamado, independente de qual fosse seu nome, de Filho. Era um ótimo empregado. Aceitava bebidas para pagar seus honorários. Não se importava de pasar dias sem dormir. Até que passou a integrar o elenco do bar com seus shows de transformismo. Fazia um número diferente à cada dia. Mas quando entrava Madame Mada Maria no palco não havia pra mais ninguém. As irmãs postiças de Bete tomavam conta de Mada Maria nos bastidores. E Mada Maria nunca estava durante o dia.
Bete começou a simpatizar com Filho, seu ex-noivo, e com Mada, sua nova melhor amiga.
Mada tornou-se digna de louvor. Todos os dias estrelava uma peça diferente. Todos os dias estava com uma roupa diferente. Todos os dias ganhava algumas jóias diferentes. Todos os dias arrumava uma desculpa diferente para levar Bete ao palco. Até que não deu mais para disfarçar e ficou complicado demais para Bete se mostrar como homem.
Num destes dias de dificuldade Mada simulou uma orgia no salão para poder sumir com Bete para o mesmo lugar de sua primeira vez. Deu certo. E Mada sumiu no meio da multidão.
continua...
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
conto do herói ─ parte 03
Recapitulando: Nos episódios anteriores, Bete, nossa protagonista, cresce e treina num grupo de guerreiras. Depois de algum tempo, e de crescida, seu pai lhe trás um pretendente para casar-lhe com ele. Bete foge pelo mundo afora para que não agrida seu pai. Bete vai parar numa cidade próxima vestida de homem, para evitar ser reconhecida. Porém nossa protagonista entra numa encrenca por causa da sua boa índole e dedicação.
Bete, depois de contar toda a verdade para a mulher, pedi-lhe profundo segredo, para que não diga à mais ninguém que ele na verdade é ela. No começo tudo fica mais fácil. Até que sua verdadeira personalidade acaba vazando de mulher em mulher e chega aos ouvidos de seu chefe. Ele de início não se importa, afinal, Bete é um homem dedicado e atencioso. E qu nunca entra em problemas a não ser que a encrenca venha até ele.
Mas depois ele fica curioso pelo motivo de Bete ser um travesti masculino. E parte em busca de explicações, que não vem da própria Bete. Bete não sabe o que fazer, la percebe que seu chefe partiu por seu motivo. O que ela pode fazer está longe de seus planos, afinal se já foi descoberta uma vez, por que não pode ser outra.
Bete então calcula dois planos. No plano "A": ela foge, some como uma donzela em perigo e pode se tornar o que não gosta nas sas atuais amigas. Plano "B": ela fica e aguarda seu pai, mas, como sabe que seu pai não é lá flor que se cheire e que ela é bem pior e não vai sossegar até se ver livre de seu pretendente, parte pra ignorância só pra se manter bem e sossegada por algum tempo. Entretanto havia um plano "c" em que ela não pensou: Pedir ajuda às suas antigas amigas de infância.
O chefe chega com uma decisão tomada, Bete não será declarada encontrada. Será declarada morta. Para surpresa dele e das mulheres Bete resolve enfrentar seu pai. Ela não quer que sua mãe sofra po uma morte não ocorrida. Bete vai em retorno à sua casa para conversar com sua mãe e seu pai e desafiar seu pretendente e seu pai para um briga. Bete não está mais afim de se esconder. E nunca conseguiriase esconder para sempre. Bete conhecia todas as armas que poderia usar contra seu pai e contra seu casamento. E mesmo o que deveria fazer. Bete pensou bastante e se foi.
Dias depois Bete reparece toda rasgada, vestida com suas roupas costumeiras de mulher. Seu pai a encontra na praça feito uma mendiga. A leva para casa. Sua mãe limpa a maquiagem que simbolizavam seus ferimentos. E então Bete e seu pai conversam:
─Por que fugistes, minha filha? ─Ele pergunta sem nenhum rancor ou sinal de raiva no tom de voz.
─Por que quer me casar tão jovem, pai?
─Por que quero que te tornes uma moça direita. Não uma vagabunda como estas que se pegam nos bordéis.
─Pois então, pai, respeite-me como sou. Não preciso de homem algum, ou marido algum para me tornar uma mulher diretita. Se é marido que preciso, arranjo eu mesma. Se é respeito, eu faço com que me respeitem. Se é dinheiro, não me importo de trabalhar para sustentar meu padrão de vida.
Seu pai se envoca com a última frase.
─Tu não podes agir feito homem. Tu és uma boa menina, e deverás se tornar uma boa mulher para teu marido.
─Lamento, pai, mas já conheço os homens melhor do que deveria conhecer à um marido. Não quero um vagabundo pra pagar as contas e fazer filhos. Quero mais que isso pra minha vida.
─Estás a insinuar que sou um vagabundo e só sirvo para fazer filhos na tua mãe?
─Sim, estou a insinuar. Insinuar não, estou a dizer-lhe isto, pai. Não quero homem algum em minha vda para estragar-me ela. Se me quer como filha aqui é assim que deve ser. Senão adeus, pois volto para as ruas a me perder de vez.
─Já lhe tiro isto da cabeça... ─seu pai pega um sinto de trás da porta e ameaça bater nela.
─Não se atreva.
Seu desce-lhe a primeira chibatada com o cinto. Porém o não a acerta. Depois disto Bete revida quebrando o braço de seu pai, o que carrega o cinto. E o outro para prová-lo de que não se importa em receber castigos à toa. Sua mãe manda-a ir embora dali. E vai acudir a seu pai.
─Até nunca mais. Mãe, nunca me verá de novo. É isto que quer?
─Não, mas não posso viver sem teu pai. Não sei viver outra vida além desta. Agora vá embora e não volte mais.
Bete sai disparada pelas ruas. Volta ao seu trabalho, vestida de homem, é claro. Seu chefe conforta-lhe e lhe diz coisas que diria à uma filha. Contou um pouco de sua história e da história de sua mãe, que foi uma história parecida. Bete tirou o dia de folga. Equanto isto as suas amigas, quando paravam, iam lhe confortar.
continua...
Bete, depois de contar toda a verdade para a mulher, pedi-lhe profundo segredo, para que não diga à mais ninguém que ele na verdade é ela. No começo tudo fica mais fácil. Até que sua verdadeira personalidade acaba vazando de mulher em mulher e chega aos ouvidos de seu chefe. Ele de início não se importa, afinal, Bete é um homem dedicado e atencioso. E qu nunca entra em problemas a não ser que a encrenca venha até ele.
Mas depois ele fica curioso pelo motivo de Bete ser um travesti masculino. E parte em busca de explicações, que não vem da própria Bete. Bete não sabe o que fazer, la percebe que seu chefe partiu por seu motivo. O que ela pode fazer está longe de seus planos, afinal se já foi descoberta uma vez, por que não pode ser outra.
Bete então calcula dois planos. No plano "A": ela foge, some como uma donzela em perigo e pode se tornar o que não gosta nas sas atuais amigas. Plano "B": ela fica e aguarda seu pai, mas, como sabe que seu pai não é lá flor que se cheire e que ela é bem pior e não vai sossegar até se ver livre de seu pretendente, parte pra ignorância só pra se manter bem e sossegada por algum tempo. Entretanto havia um plano "c" em que ela não pensou: Pedir ajuda às suas antigas amigas de infância.
O chefe chega com uma decisão tomada, Bete não será declarada encontrada. Será declarada morta. Para surpresa dele e das mulheres Bete resolve enfrentar seu pai. Ela não quer que sua mãe sofra po uma morte não ocorrida. Bete vai em retorno à sua casa para conversar com sua mãe e seu pai e desafiar seu pretendente e seu pai para um briga. Bete não está mais afim de se esconder. E nunca conseguiriase esconder para sempre. Bete conhecia todas as armas que poderia usar contra seu pai e contra seu casamento. E mesmo o que deveria fazer. Bete pensou bastante e se foi.
Dias depois Bete reparece toda rasgada, vestida com suas roupas costumeiras de mulher. Seu pai a encontra na praça feito uma mendiga. A leva para casa. Sua mãe limpa a maquiagem que simbolizavam seus ferimentos. E então Bete e seu pai conversam:
─Por que fugistes, minha filha? ─Ele pergunta sem nenhum rancor ou sinal de raiva no tom de voz.
─Por que quer me casar tão jovem, pai?
─Por que quero que te tornes uma moça direita. Não uma vagabunda como estas que se pegam nos bordéis.
─Pois então, pai, respeite-me como sou. Não preciso de homem algum, ou marido algum para me tornar uma mulher diretita. Se é marido que preciso, arranjo eu mesma. Se é respeito, eu faço com que me respeitem. Se é dinheiro, não me importo de trabalhar para sustentar meu padrão de vida.
Seu pai se envoca com a última frase.
─Tu não podes agir feito homem. Tu és uma boa menina, e deverás se tornar uma boa mulher para teu marido.
─Lamento, pai, mas já conheço os homens melhor do que deveria conhecer à um marido. Não quero um vagabundo pra pagar as contas e fazer filhos. Quero mais que isso pra minha vida.
─Estás a insinuar que sou um vagabundo e só sirvo para fazer filhos na tua mãe?
─Sim, estou a insinuar. Insinuar não, estou a dizer-lhe isto, pai. Não quero homem algum em minha vda para estragar-me ela. Se me quer como filha aqui é assim que deve ser. Senão adeus, pois volto para as ruas a me perder de vez.
─Já lhe tiro isto da cabeça... ─seu pai pega um sinto de trás da porta e ameaça bater nela.
─Não se atreva.
Seu desce-lhe a primeira chibatada com o cinto. Porém o não a acerta. Depois disto Bete revida quebrando o braço de seu pai, o que carrega o cinto. E o outro para prová-lo de que não se importa em receber castigos à toa. Sua mãe manda-a ir embora dali. E vai acudir a seu pai.
─Até nunca mais. Mãe, nunca me verá de novo. É isto que quer?
─Não, mas não posso viver sem teu pai. Não sei viver outra vida além desta. Agora vá embora e não volte mais.
Bete sai disparada pelas ruas. Volta ao seu trabalho, vestida de homem, é claro. Seu chefe conforta-lhe e lhe diz coisas que diria à uma filha. Contou um pouco de sua história e da história de sua mãe, que foi uma história parecida. Bete tirou o dia de folga. Equanto isto as suas amigas, quando paravam, iam lhe confortar.
continua...
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
conto do herói ─ parte 02
Bete fugiu. E por um bom tempo ela correu. Ela decidiu parar num bosque. Estava despreocupada. Sabia que seu pai nunca ousaria ir tão longe para buscar-lhe. Porém Bete não se conteve e fingiu ser um bom rapaz. Teria que fingir ser homem até que seu pai desistisse, ou simplesmente pensass que lea já estava muito mais longe do que o normal. Seu pai nunca desconfiaria que ela agora é um homem.
Bete passou dois meses à procura de um lar. Um novo lar. Vagou pela cidade em busca de comida e bebida. E procurou emprego. Muitas donzelas a procuravam, e como ela era um homem e tinha que portar-se como tal, ela o fez. Mexia com as meninas durante o dia. Procurava trabalho durante a tarde. Um dia encontrou a chance que esperava. Um dono de bordel aproveitou-se da disponibilidade de Bete e ofereceu-lhe emprego de de leão de chácara. Dorme no emprego, comida nas horas livres e bebida de graça nos fins de semana em que estaria de folga. Prontamente Bete aceitou. As mulheres que lá trabalhavam logo desconfiaram de sua beleza andrógina.
Passaram-se dois meses inteiros até que o leão de chácara a promoveu para atendente do bar. Servia vinho à vontade, cerveja, whiski. Nas noites de farra sumia e voltava na hora certa do trabalho. Desde então esquecera-se de seu pai e seu primo. Desculpava-se por não não poder rever sua mãe, já que corria tanto risco quanto se tentasse rever seus irmãos. Certamente seu pai estaria esperando. Ou não.
Bete estava cansada quando terminou o turno esta noite. Porém um das garotas do chefe, já de folga pela noite, sofria de mal tremendo chamado ex-marido. Bete foi intervir. Por pouco Bete não se mostra pra todos que ali estavam. A mulher havia visto seu segredo de até então. O cara estava bêbado demais para ver qualquer coisa. Como bom leão de chácara que trabalhava durante o dia, e balconista durante a noite, Bete o lançou na rua e foi consertar o estrago.
A mulher andava atrás dela. Pedia expicações. Bete evitava-lhe o segredo. Mas ela sentia.
─Sei que não é homem. Por que se esconde?
Disse a mulher para que ela acordasse e falasse o seu segredo.
─Não conto à nenhum...
Insistiu. Bete estava decidida, e por fim contou-lhe.
─Meu pai quer me casar com meu primo. Não posso voltar e não consigo pensar em outro lugar para ficar mais protegida.
continua...
Bete passou dois meses à procura de um lar. Um novo lar. Vagou pela cidade em busca de comida e bebida. E procurou emprego. Muitas donzelas a procuravam, e como ela era um homem e tinha que portar-se como tal, ela o fez. Mexia com as meninas durante o dia. Procurava trabalho durante a tarde. Um dia encontrou a chance que esperava. Um dono de bordel aproveitou-se da disponibilidade de Bete e ofereceu-lhe emprego de de leão de chácara. Dorme no emprego, comida nas horas livres e bebida de graça nos fins de semana em que estaria de folga. Prontamente Bete aceitou. As mulheres que lá trabalhavam logo desconfiaram de sua beleza andrógina.
Passaram-se dois meses inteiros até que o leão de chácara a promoveu para atendente do bar. Servia vinho à vontade, cerveja, whiski. Nas noites de farra sumia e voltava na hora certa do trabalho. Desde então esquecera-se de seu pai e seu primo. Desculpava-se por não não poder rever sua mãe, já que corria tanto risco quanto se tentasse rever seus irmãos. Certamente seu pai estaria esperando. Ou não.
Bete estava cansada quando terminou o turno esta noite. Porém um das garotas do chefe, já de folga pela noite, sofria de mal tremendo chamado ex-marido. Bete foi intervir. Por pouco Bete não se mostra pra todos que ali estavam. A mulher havia visto seu segredo de até então. O cara estava bêbado demais para ver qualquer coisa. Como bom leão de chácara que trabalhava durante o dia, e balconista durante a noite, Bete o lançou na rua e foi consertar o estrago.
A mulher andava atrás dela. Pedia expicações. Bete evitava-lhe o segredo. Mas ela sentia.
─Sei que não é homem. Por que se esconde?
Disse a mulher para que ela acordasse e falasse o seu segredo.
─Não conto à nenhum...
Insistiu. Bete estava decidida, e por fim contou-lhe.
─Meu pai quer me casar com meu primo. Não posso voltar e não consigo pensar em outro lugar para ficar mais protegida.
continua...
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Diálogo da sinceridade
Numa manhã de sexta-feira, uma garota resolve sair com o seu namorado para namorar. Ele, então, se vira para ela e pede para irem ao motel. Inconformada com o pedido em tão pouco tempo de namoro, ela resolve pedir um favor:
─Quero transar com todos os seus amigos antes.
─Nunca.
─Então, a gente não transa. A não ser que eu queira ou que tenha vontade de fazer com você.
Ele pensa no assunto por um minuto. Pede um tempo para pensar. No dia seguinte os dois se reencontram e ele dá a seguinte resposta:
─Só se eu trepar com todas as suas amigas.
─Só se você trepar com o meu pai antes.
Ele pede mais um tempo para pensar. E no dia seguinte volta com a resposta:
─Feito, eu dou uma com o seu pai e com todas as suas amigas. E aí você dá uma com todos os meus amigos e depois comigo.
Ela pede um tempo para pensar, e no final de dois dias sem se ver ela liga para ele.
─Infelizmente, não era para durar. Você é um cafajeste sem vergonha. E por mais que a gente transasse naquele primeiro dia ou no final de 6 meses de namoro, você sempre quereria minhas amigas,
Ele pede um tempo para pensar. Ela não retorna mais nenhuma ligação e some pelo resto do mês. Finalmente os dois se encontram na frente do bar onde se conheceram no final de uma partida de futebol.
E então ele responde:
─A proposta ainda tá de pé ou não?
─Não, seu retardado. Eu te liguei pra terminar com você. Não pra dizer que vou trepar com você, sua anta. Isto quer dizer, já que tenho que traduzir, que você pode trepar com todo mundo que meconhece, até com aquele viado ali fora. E com todos os meus ex-namorados. E aquele cachorro pode montar no olho do teu rabo quantas vezes você aguentar.
─Não entendi. Então todo aquele papo de "eu só transo com você se eu transar com todos os seus amigos" era apenas um teste de fidelidade?
Um homem grande, forte, bonito e bem vestido, acompanhado de uma loira bonita e graciosa vem se sentar com ela.
E ele diz para ele:
─Sim, sua anta lerda.
─Queridos, respeitem os animais. Eles são muito mais inteligentes que ele. ─Diz a loira gostosa.
─Cai fora. ─Diz a ex-namorada dele.
─Não, até que você me dê explicações coerentes do por que me deixou.
As duas se beijam ardentemente na frente dos dois.
─Gostou da resposta?
O cara vai embora de cabeça baixa. Completamente se achando um imbecil.
Moral da história:
Quem não tem cão caça com gato.
Sempre que uma pessoa mui amada quiser te pedir um favor, não pense demais antes de dar a resposta. Pode ser tarde demais.
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Dialogando em paz
Um homem se senta próximo a porta do estabelecimento. O estabelecimento é uma lanchonete muito frequentada por estudantes universitários de uma determinada faculdade. Ele é um cara bonito, um tanto calado. Uma garota entra não muito depois dele e se senta próxima a ele. Eles se olham por alguns segundos.Ele flerta um pouco com ela.
─Oi, como se chama? ─Ele se vira para ela para poder conversar melhor.
Ela é uma garota realmente bonita. Com uma beleza diferente da das outras mulheres. Uma sensualidade acentuada.
─Não vamos estragar este momento com nomes.
─Então, o que faremos?
─Me espere no banheiro masculino.
─Tudo bem. ─Ele se levanta e vai.
Ela vai atrás dele. Ambos entram disfarçadamente no banheiro masculino. Trancam a porta para que ninguém os veja ali.
─Tira a roupa.
─Vamos mais devagar. É a primeira vez que faço isto desta maneira. ─Ele começa o strip tease.
Ela finje estar excitada. Então quando ele termina de tirar toda a roupa, ela recolhe tudo e verifica.
─O que está fazendo?
─Estou vendo o que me serve. Não posso sair por aí vestida desta maneira.
Ele tenta pegar as roupas de volta. Ela aponta uma arma para ele.
─Entra num dos cubículos e se fecha lá até eu mandar sair.
Momentos mais tarde ela dá para ele as roupas que estava vestindo. E então sai vestida como ele estava antes, até a cueca. E ele telefona para alguém para pedir roupas decentes para vestir.
Moral da história: Quando 1 não quer 2 não briga.
Cuidado com quem você flerta, o golpe pode se virar contra o golpista.
─Oi, como se chama? ─Ele se vira para ela para poder conversar melhor.
Ela é uma garota realmente bonita. Com uma beleza diferente da das outras mulheres. Uma sensualidade acentuada.
─Não vamos estragar este momento com nomes.
─Então, o que faremos?
─Me espere no banheiro masculino.
─Tudo bem. ─Ele se levanta e vai.
Ela vai atrás dele. Ambos entram disfarçadamente no banheiro masculino. Trancam a porta para que ninguém os veja ali.
─Tira a roupa.
─Vamos mais devagar. É a primeira vez que faço isto desta maneira. ─Ele começa o strip tease.
Ela finje estar excitada. Então quando ele termina de tirar toda a roupa, ela recolhe tudo e verifica.
─O que está fazendo?
─Estou vendo o que me serve. Não posso sair por aí vestida desta maneira.
Ele tenta pegar as roupas de volta. Ela aponta uma arma para ele.
─Entra num dos cubículos e se fecha lá até eu mandar sair.
Momentos mais tarde ela dá para ele as roupas que estava vestindo. E então sai vestida como ele estava antes, até a cueca. E ele telefona para alguém para pedir roupas decentes para vestir.
Moral da história: Quando 1 não quer 2 não briga.
Cuidado com quem você flerta, o golpe pode se virar contra o golpista.
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
dialogando com sutileza
Um reaturante. Uma mesa ao canto perto do vidro que dá para a rua mais movimentada da cidade. Uma mulher sentada observando um homem bonito acompanhado passar. Um homem se aproxima dela no meio do restaurante lotado. Poém não é o garçom. Ela olha-o de cima a baixo. Não é u cara bonito, entretanto não chega a ser de se jogar totalmente fora.
─Lamento, estou acompanhada. ─Ela diz.
─E cadê seu acompanhante?
─Na sua casa, comendo sua esposa. Procure outra mesa. E procure outra idiota para atazanar...
─Não precisa se incomodar tanto comigo. ─ ele se senta. ─Garçom.
─Cai fora. ─O garçom não sabe o que fazer e fica parado. ─Eu estou pedindo carinhosamente.
Ele se levanta. Arrodeia a mesa. E de repente para do lado dela. Ela olha para ele um pouco receosa do que ele poderia fazer com ela ali.
─Meu nome é Rafael e o seu?
─Não lhe interessa.
Ele então fica um pouco irritado com o desprezo dela. Eentão fala de novo.
─Meu nome é Rafael...
─Se seu nome fosse Rafael realmente eu não me importaria nenhum pouco que você ficasse. Mas, infelizmente pra você, eu sei perfeitamente que seu nome não é Rafael. E o meu acompanhante já está chegando.
─Olha aqui, sua puta, você me respeite.
Agora ela ficou irritada. Mas não demonstrou.
─Você, me chamou de que? ─Disse com a mesma voz com que diria no ouvido de seu homem na cama: Faz de novo, faz. ─Pode repetir por favor?
─Sua puta!
Ela simplesmente entra num estado de transe em que nada abala seu estado físico ou mental. Ela, de repente, se vira para ele com um olhar estático de quem está pronto para destruir o planeta com uma mega granada. Ele fica um pouco assustado. Todos que estão próximos da mesa se afastam deles a alguns metros de distância. O garçom afasta ainda mais os curiosos.
Ela então olha para ele com um olhar sem emoção alguma. E então chuta os ovos dele com toda a força que suas belas pernas tem em comum com um superhomem. A dor não é representada com a mesma proporcionalidade que tem a dor que ele sente no exato momento. Ela se vira e pega uma das cadeiras pesadas de metal próxima a mesa. O que ela faz com a cadeira? Ele se vira de posição. Quando fica quase pronto para ficar de pé, ela enfia a cadeira com toda a força entre as pernas dele. Mais uma vez os gritos insuportáveis de dor não são equivalentes a proporção da dor sentida. Ele cai e se contorce de dor por um bom tempo. Ela, então vendo que ele está demorando para se mexer de tanta dor, bate com o objeto pesado e de metal reforçado nas partes visíveis do corpo dele até ele desmaiar de dor.
Ele só acorda semanas depois na UTI deum hospital público.
Moral da história: Se não tem nada o que falar, não fala nada.
Assim como é bom manter a boca fechada quando já se está errado só de estar num lugar, é melhor ainda manter os sentimentos mais frios que um bloco de gelo detro do freezer.
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Diálogo
─Oi ─uma voz masculina evade o espaço dos pensamentos de uma garota que estava lendo.
─Conheço você? ─Ela parece tentar lembrar dele.
─Fernando, estudo com você. ─Ele fica sério para ver se ela se lembra.
─Não, não lembro de você.
─Geralmente eu sento do seu lado. ─Ele senta do lado dela. Na mesa da biblioteca. No primeiro andar.
Ela tenta lembrar quem é ele.
─Não, ainda nao faço idéia de quem seja você.
─Ontem você tava de saia amarela.
─Você tá de brincadeira comigo, não é? Se você fosse meu colega de qualquer sala eu lembraria de você. Ou pelo menos da sua cara. Agora, com licença. ─Ela retorna a leitura.
Ele abaixa o livro dela.
─Então quer me conhecer?
─Um cara chega pelo lado sem ele perceber.
─Meu bem, não achei o livro que você queria. ─Ele olha pro lado. ─Quem é ele?
─Ele diz que é da mesma sala que eu.
─Impossível, eu fico na mesma sala que você todos os dias enunca o vi mais gordo.
─Ainda há pouco ele perguntou se eu queria conhecê-lo.
─AH é? ─Ele olha para Fernando. ─ Vaza, amigo, se não quiser levar uma surra aqui mesmo.
─Nem pense nisso. Você já foi suspenso uma vez. E eu não vou deixar acontecer de novo.
─Tá bom. Você acaba com ele desta vez. ─Ele a beija carinhosamente.
O tal Fernando sai de fininho, sem eles perceberem.
___________________________________________
Moral da história:
Violência só gera violência.
É melhor fugir antes, e ficar inteiro, do que ficar algum tempo no hospital público.
Principalmente se este hospital é o HGE.
sábado, 4 de setembro de 2010
Diálogo dos amigos
Num dia de sol dois amigos se encontram na escada da politécnica. Um deles olha para o outro. Os dois param no meio da escada. O segundo fica enfezado com o primeiro.
─Seu idiota! ─O segundo fala para o primeiro.
─Não mais do que você. Eu faturei a sua garota.
O segundo parte para a briga. Enquanto isto uma garota desce a escada. Uma garota bonita e muito bem (ou devo dizer mal) vestida. Ambos param a briga e a observam passar. O primeiro vai atrás dela tentar alguma coisa. O outro não fica atrás.
─Lamento meninos, mas eu já tenho tenho namorada. ─Diz a garota.
Ambos ficam de queixo caído e voltam a brigar.
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Moral da história: Mulher não gosta de homem. Quem gosta de homem é viado.
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Diálogo do ódio

─Quero que você me leve amanhã. ─diz uma voz feminina.
─Não. ─diz uma voz masculina.
─Então me esquece. ─Diz a voz feminina.
─Não vou te esquecer.
─Então vai pro inferno.
─O que você quer?
─Sou sua namorada ou uma garota qualquer que você pega na rua?
─Qual a diferença?
A garota pega um taco de beisebol e uma coisa mais curta. Ela ataca com a coisa mais curta. O cara se defnde e quase revida. Só que ela é mais esperta e, enquanto ela ataca, ela segura o objeto e enfia o taco nos ovos dele com toda vontade. Ela sai levando o objeto estranho. E retorna empunha o taco.
─Eu só quero que você me respeite. ─Ela dá uma tacada na cabeça dele.
Ele geme mais alto. A cada tacada o gemido aumenta.
─Fecha a boca! Se gritar eu arrebento os seus ovos e depois frito o seu saco e dou pra você comer. Está me entendendo? E não fale uma única palavra. ─Ela termina com outra tacada nos ovos. ─Rafael, se você tivesse um pouco de vergonha na cara você me levaria. Diria para todos os seus amigos que eu sou sua namorada. ─Ela para de atacar. ─Ou se fosse um bom namorado ou sei lá o que, você me largaria para viver o seu solteiriso e depois retornaria pedindo perdão.
─Ai!
─EU MANDEI FECHAR A BOCA! ─Ela dá outra tacada no saco com muito mais força. ─Se quer ter sua vida de solteiro vai embora e me deixa em paz. Já se quer me agredir me diz que aí eu trago minhas amiguinhas todas que você já conhece e fazemos uma orgia com direitos a todos estes brinquedos. Entretanto, Rafael, este taco não vai bater no seu saco. Ele vai entrar totalmente no olho do seu rabo. Está me entendendo?
Ela faz uma pausa. E espera uma resposta.
─Eu perguntei: Está me entendendo? ─Ela ameaça com o taco.
─Sim, eu estou entendendo sim. ─ele parece um tanto amedrontado. Pra não dizer totalmente (ha ha ha ha...).
─Ótimo. E para que se lembre... ─Ele começa a tremer de medo. ─Calma, não vou fazer mais nada do tipo. ─Ele relaxa. Ela chuta os ovos dele com toda força.
Ele grita até o ponto de abrir um buraco em cada canto da boca. Ela vai para a porta e deixa ele lá gritando de dor.
─Fica aí bonitinho. Eu aviso que você não pode ir. Ela entra no banheiro. E ele continua gritando.
Paro por aqui...
________________________________
P.S.: cuidado com o que deseja. J'adore vous tous.
P.S.2: Rafael, desculpa. Foi por que foi o primeiro nome na cabeça. (na verdade foi o segundo. O outro nome é um tanto conhecido pelo meu círculo). Posso fazer uma retratação depois, se desejar. Vale para qualquer Rafael que esteja lendo.
P.S.3: Não senti. Mesmo em imaginação.
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Suicidas famosos
Quem morreu de quê?
Alberto Santos Dumont (controverso) (tiro)
Alexander McQueen (enforcamento)
Adolf Hitler (controverso) (tiro)
Assis Valente (Envenenamento)
Budd Dwyer (Tiro)
Camilo Castelo Branco (Tiro)
Carlota Joaquina (controverso) (Envenenamento)
Cleópatra VII (controverso) (Envenenamento por picada de cobra)
Chris Benoit (enforcamento)
Dalida (envenenamento/overdose)
David Foster Wallace (enforcamento)
Ernest Hemingway (tiro)
Eva Braun (envenenamento)
Florbela Espanca (envenenamento)
Getúlio Vargas (controverso) (tiro)
Gilles Deleuze (controverso) (saltou de uma janela)
Ian Curtis (enforcamento)
Jack London (envenenamento/overdose)
Judas Iscariotes (Mateus 27:5) (enforcamento)
Kurt Cobain (controverso) (tiro)
Leila Lopes (envenenamento)
Marco António (apunhalamento)
Mário de Sá-Carneiro (envenenamento)
Marilyn Monroe (controverso) (envenenamento)
Michael Hutchence (enforcamento)
Nero (apunhalamento)
Paul Celan (desconhecido)
Per Yngve Ohlin (cortou os pulsos, garganta e tiro)
Peg Entwistle (saltou do Monte Lee)
Primo Levi
Séneca (cortou os pulsos)
Sid Vicious (overdose)
Stefan Zweig (envenenamento/overdose)
Sylvia Plath (envenenamento e intoxicação)
Torquato Neto (intoxicação)
Vincent Van Gogh (tiro)
Virginia Woolf (afogamento)
Robert Enke (desastre automobilístico)
Salvador Allende (controverso) (tiro)
fonte:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Suic%C3%ADdio#Suicidas_famosos
num dos próximos posts eu digo por que. Se quiser ir mais fundo acesse o link acima.
Alberto Santos Dumont (controverso) (tiro)
Alexander McQueen (enforcamento)
Adolf Hitler (controverso) (tiro)
Assis Valente (Envenenamento)
Budd Dwyer (Tiro)
Camilo Castelo Branco (Tiro)
Carlota Joaquina (controverso) (Envenenamento)
Cleópatra VII (controverso) (Envenenamento por picada de cobra)
Chris Benoit (enforcamento)
Dalida (envenenamento/overdose)
David Foster Wallace (enforcamento)
Ernest Hemingway (tiro)
Eva Braun (envenenamento)
Florbela Espanca (envenenamento)
Getúlio Vargas (controverso) (tiro)
Gilles Deleuze (controverso) (saltou de uma janela)
Ian Curtis (enforcamento)
Jack London (envenenamento/overdose)
Judas Iscariotes (Mateus 27:5) (enforcamento)
Kurt Cobain (controverso) (tiro)
Leila Lopes (envenenamento)
Marco António (apunhalamento)
Mário de Sá-Carneiro (envenenamento)
Marilyn Monroe (controverso) (envenenamento)
Michael Hutchence (enforcamento)
Nero (apunhalamento)
Paul Celan (desconhecido)
Per Yngve Ohlin (cortou os pulsos, garganta e tiro)
Peg Entwistle (saltou do Monte Lee)
Primo Levi
Séneca (cortou os pulsos)
Sid Vicious (overdose)
Stefan Zweig (envenenamento/overdose)
Sylvia Plath (envenenamento e intoxicação)
Torquato Neto (intoxicação)
Vincent Van Gogh (tiro)
Virginia Woolf (afogamento)
Robert Enke (desastre automobilístico)
Salvador Allende (controverso) (tiro)
fonte:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Suic%C3%ADdio#Suicidas_famosos
num dos próximos posts eu digo por que. Se quiser ir mais fundo acesse o link acima.
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Como prometido
Agora, neste exato momento eu não tenho nada na cabeça. Então eu vou escrever sobre isso: nada.
Nada. Exclusivamente nada.
Vamos nadar por aí!
Sou nadador profissional: nada de frente e nada de costa.
Vou pensar em algo até o fim do post.
Nada. Nothing. No one. No where. No. Non. Nie. Keine. Zero. Zero.
Nada é oposto de quê? De tudo ou alguma coisa?
Nada é nada. Não é nada. Não há de ser nada.
Nada, nada, nada. Não achei nada.
Por que as pessoas naturalmente usam nada acompanhado de um negativo?
Não é nada. Significa que é alguma coisa?
Não é nada não. Não + não é sim, não é? O resultado mais nada é nada.
Não é não. Não, é não. A diferença é clara, eu acho. Ou acho que não.
Não é não. Significa que a resposta da proposição, seja ela quem for, é sim.
Ou não é um algorítmo que tem valor não.
Algorítmo? Icógnita. É o x de 3x+6 = 18, logo x é 4.
Não, é não. Confirmação do termo anterior formado por um aposto. Aposto que é isso.
Se não for, aí não é comigo.
Nada. N A D A. Nada.
Nada. De nada se tem alguma coisa. Mais que coisa.
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░AD░░░░░░░░░░AD░░░░░░
NADA░░░░░░░░NADA░░░░░
NADAN░░░░░░░NADAN░░░░
NADAN░░░░░░░NADANA░░░
NADANA░░░░░░░ADANAD░░
NADANA░░░░░░░ADANAD░░
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Nada. Exclusivamente nada.
Vamos nadar por aí!
Sou nadador profissional: nada de frente e nada de costa.
Vou pensar em algo até o fim do post.
Nada. Nothing. No one. No where. No. Non. Nie. Keine. Zero. Zero.
Nada é oposto de quê? De tudo ou alguma coisa?
Nada é nada. Não é nada. Não há de ser nada.
Nada, nada, nada. Não achei nada.
Por que as pessoas naturalmente usam nada acompanhado de um negativo?
Não é nada. Significa que é alguma coisa?
Não é nada não. Não + não é sim, não é? O resultado mais nada é nada.
Não é não. Não, é não. A diferença é clara, eu acho. Ou acho que não.
Não é não. Significa que a resposta da proposição, seja ela quem for, é sim.
Ou não é um algorítmo que tem valor não.
Algorítmo? Icógnita. É o x de 3x+6 = 18, logo x é 4.
Não, é não. Confirmação do termo anterior formado por um aposto. Aposto que é isso.
Se não for, aí não é comigo.
Nada. N A D A. Nada.
Nada. De nada se tem alguma coisa. Mais que coisa.
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sexta-feira, 13 de agosto de 2010
dentro do ônibus
Me lembro de outro dia. Estava eu sentado no ônibus pensando. O que, aliás, é uma coisa que eu faço de mais. E então me veio um pensamento legal. Eu estava sob a influência do filme Crepúsculo e do Lua nova. Aí eu imaginei...
Primeiro alguns vampiros entrando no ônibus em que eu estava. Depois um deles vindo na minha direção para falar alguma coisa comigo. E então um imenso lobisomen (AAAAHHHHH! JACOB! LINDO! ME DÁ UM AUTÓGRAFO! ─ Brincadeira, isto veio agora.) e bate com toda a força do meu lado do busão. E os vapiros prestam atenção nele e em outros que vem atrás dele. E logo começa uma briga. Daí um dos lobisomens me leva direto para a Universidade onde, lógico, há mais vampiros me esperando, mordendo e matando quem passa na frente. E então EU, me apresento para lutar contra eles. Salto da minha audaciosa montaria (um lobisomem) e vou a luta. Um deles me derruba e o resto vem pra cima também... Até que... depois de alguns minutos de alguns vampiros se degladiando para ver quem vai chupar meu sangue ... chegam Bella e os vampiros do bem para salvar o dia....
Meio infantil, mas pensamento é pensamento.
Outro dia então, o que vi foi bem diferente. Desta vez ainda não havia a influência de Crepúsculo ou da saga. Um cara do mal, muito, muito mau entra no mesmo ônibus que eu. Aponta uma 12 para minha cabeça e diz: "Eu ouvi um amém?" E todos no ônibus dizem: " Amém". E uma doida grita "Aleluia senhor, louvado seja Deus". O mal encarado me olha de cima a baixo, e quando percebe que eu não estou molhado de mijo ele me leva pra fora do ônibus para um carro que etava segindo desde ... desde onde não sei, mas que tava seguindo ah tava... me venda. Acordo eu nas proximidades de não si aonde próximo ao corpo de não sei quem, me preparando para ser despachado para lugar nenhum. Porém, enquanto ele afia algo que deve estar muto afiado, alguém entra quase sem fazer barulho e a briga começa. Só dá para ver que é muito gostosa e que está mais vestida que as capas da Playboy ... convenhamos, ser salvo por uma mulher gostosa é muita criatividade ... daí ela derruba o mal encarado e vem me desamarrar. Logo depois vem mais mulheres como ela para limpar o local. E então elas me salvam e me levam para o paraíso.
Chegando no paraíso descubro que vou servir de almoço para alguma divindade que gosta de carne de homem ao ponto. Tento sair de finho, mas percebo um pouco tarde demais que não há saída. Tenho ou que virar lanche ou que virar o jantar. O chão se mexe. Uma entrada, ou saída, se abre permitindo que possa fugir para bem longe. Lá de dentro uma mulher bem gostosa me espera, tento voltar, mas ela pede para seguí-la, e eu sigo-a. Ela conta tudo o que eu preciso saber sobre a comunidade e me mostra algumas coisas que eu posso fazer para fugir. Não dá mais tempo. Algumas gostosas cercam a saída por onde eu iria sair. AH! não era nada. Não faz mal. Agora posso ir. Vou. Atravesso a grade falsa de não sei o que e saio para uma cacheira muito ... muito não é bem a palavra, infinitamente deve ser algo mais perto ... infinitamente longa verticalmente. Não há tempo pra pensar, eu me jogo lá do alto e quando olho para os lados eu estou voando... Na verdade era uma cerca de proteção uns dois ou três metros abaixo, para evitar posteriores suicídios. Aquele monte de maluca junta deve ter muita coisa para se enloquecer sozinha. ... Corro em direção a parede. Lá outra porta falsa em imagem de parede fixa e firme. Corro sem parar. Paro na primeira fonte... uns dois metros adiante, porque, além de não ser de ferro ou o super-man ou o flash, eu não tenho mais idade de ficar correndo feito doido... Ouço tiros do lado de fora e volto a correr e daí então... só quando voltar a imaginar de novo.
Paro por aqui...
Gostou? de onde tem este vem bem mais.
Um dia no busão. Não no do Brasil
Hoje não sei bem do que vou falar.
Mas vou falar de alguma coisa bem interessante.
Alguma coisa boa ou não. Precisamente boa para mim.
Vou começar.
Se pudesse responder a qualquer pergunta tola de meus pensamentos, teria respondido da forma que eu sempre imagino.
Se eu pudesse realizar cada uma de minhas imaginações, eu faria talvez exatamente do jeito que as vejo.
Quero que tudo seja do jeito que eu penso. Mas infelizmente, ou mais que felizmente, as coisas são bem diferentes do que eu penso. Ou então haveriam consequencias vis. Isto que estou escrevendo agora seria apenas o início de uma péssima carta que eu não gostaria de escrever...
Adoro imaginar como seriam os filmes de terror em que as pessoas pudessem prever o que vai acontecer e assim pudessem sobrevive... Ah! Já fizeram, e não deixa o filme menos de terror.
Adoro imaginar como seriam os filmes infantis se as pessoas tratassem todo mundo como se todos tivessem exatamente a mesma idade. Nossa que chatice, como esconder algo de uma pessoa se todas usam o mesmo vocabulário? e depois para falar para uma pessoa inoscente algo que ela não pode saber? (sei que isso não existe, igual o papai noel. ─isso é papo para outra postagem. Além do mais, nenhuma criança é inoscente mais, uma criança de 5 anos de idade sabe um pouco... tá! muito mais do que eu sei.)
Adoro pensar como seria o mundo se as pessoas deixassem de parecer tolos imbecis quando alguma coisa de sentimental acontece... Na verdade não gosto, mas tenho de uma hoa e meia a três de ônibus, nos quais não teno mais nada do que fazer a não ser pensar.
Então eu paro este tempo todo e fico imaginando um mundo diferente. Onde as pessoas se conhecem por apelidos simpáticos que significam alguma coisa legal. Imagino suas casas feitas em velhas árvores ainda vivas, mantendo a harmonia com a natureza.
(você já imaginou se algum dia uma pessoa inventasse um elevador biológico dentro de uma planta e nesta mesma planta houvesse um sistema forte de trepadeiras que aguentam até dez elefantes dividindo cada andar? E se houvessem plantas que fornecessem luz natural incandescente? Mais seguro, mais natural, mais econômico, mais saudável e mais harmonioso! Seria o mal da economia, mas seria bom para cada pessoa viva do planeta e para os animais, sem falar no meio ambiente.)
Aí eu paro para pensar... E penso em grandes prédios, maiores que arranha-céus e mais bonitos do que aquelas velhas e feias casa de alvenaria as quais estamsos acostumados, que ficam cheias de limo depois de certo tempo e precisam constantemente de reforma.
E então me vem a cabeça uma coisa muito importante: O ponto está próximo, é hora de ir para a frente.
Mas vou falar de alguma coisa bem interessante.
Alguma coisa boa ou não. Precisamente boa para mim.
Vou começar.
Se pudesse responder a qualquer pergunta tola de meus pensamentos, teria respondido da forma que eu sempre imagino.
Se eu pudesse realizar cada uma de minhas imaginações, eu faria talvez exatamente do jeito que as vejo.
Quero que tudo seja do jeito que eu penso. Mas infelizmente, ou mais que felizmente, as coisas são bem diferentes do que eu penso. Ou então haveriam consequencias vis. Isto que estou escrevendo agora seria apenas o início de uma péssima carta que eu não gostaria de escrever...
Adoro imaginar como seriam os filmes de terror em que as pessoas pudessem prever o que vai acontecer e assim pudessem sobrevive... Ah! Já fizeram, e não deixa o filme menos de terror.
Adoro imaginar como seriam os filmes infantis se as pessoas tratassem todo mundo como se todos tivessem exatamente a mesma idade. Nossa que chatice, como esconder algo de uma pessoa se todas usam o mesmo vocabulário? e depois para falar para uma pessoa inoscente algo que ela não pode saber? (sei que isso não existe, igual o papai noel. ─isso é papo para outra postagem. Além do mais, nenhuma criança é inoscente mais, uma criança de 5 anos de idade sabe um pouco... tá! muito mais do que eu sei.)
Adoro pensar como seria o mundo se as pessoas deixassem de parecer tolos imbecis quando alguma coisa de sentimental acontece... Na verdade não gosto, mas tenho de uma hoa e meia a três de ônibus, nos quais não teno mais nada do que fazer a não ser pensar.
Então eu paro este tempo todo e fico imaginando um mundo diferente. Onde as pessoas se conhecem por apelidos simpáticos que significam alguma coisa legal. Imagino suas casas feitas em velhas árvores ainda vivas, mantendo a harmonia com a natureza.
(você já imaginou se algum dia uma pessoa inventasse um elevador biológico dentro de uma planta e nesta mesma planta houvesse um sistema forte de trepadeiras que aguentam até dez elefantes dividindo cada andar? E se houvessem plantas que fornecessem luz natural incandescente? Mais seguro, mais natural, mais econômico, mais saudável e mais harmonioso! Seria o mal da economia, mas seria bom para cada pessoa viva do planeta e para os animais, sem falar no meio ambiente.)
Aí eu paro para pensar... E penso em grandes prédios, maiores que arranha-céus e mais bonitos do que aquelas velhas e feias casa de alvenaria as quais estamsos acostumados, que ficam cheias de limo depois de certo tempo e precisam constantemente de reforma.
E então me vem a cabeça uma coisa muito importante: O ponto está próximo, é hora de ir para a frente.
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Mago Exodia - o conto do chato e do desocupado

O menino dos olhos do mundo
Há muito, muito tempo atrás, num lugar bem distante, haviam dois garotos. Um chamado de Mago e o outro sem nome.
O primeiro resolvia todos os problemas que o segundo criava. O segundo criava problemas para que o primeiro pudesse resolver. E assim os dois viviam em harmonia. Brigavam e reclamavam, mas mantinham uma relação amistosa assim.
Um dia Mago foi viajar. Porém deixou para que o outro resolvesse seus próprios problemas. Assim o outro obedeceu. E quando Mago chegou da viagem tudo estava diferente. A cidade não mais era a mesma. O bairro não mais estava mais do jeito que ele havia deixado. A casa estava muito bem organizada. Os objetos de sua coleção estavam todos limpos e catalogados. Até os mínimos detalhes estavam limpos, organizados ou arrumados.
Mago procurou por seu irmão. O encontrou numa roda de pessoas ao centro da cidade. Pessoas que se recusavam a falar com ele antes e que agora o tratavam como a seu irmão. Descobriu então que seu irmão tinha nome: Exodia.
Exodia o chamou para uma conversa ao canto. Mago o perguntou o por que de tamanha mudança. E qual foi a resposta de Exodia?
▬Quando você parou de resolver meus problemas eu já não tinha mais problemas. O meu problema é você. Você se metia em todos os meus assuntos. Quando eu tentava resolver você já tinha resolvido. Quando tentava parar, você procurava o que ainda tinha em aberto. Eu só precisava que você ficasse quieto por algum tempo para que eu visse que não sou eu que crio problemas.
▬E quem os cria?
▬Ninguém cria. Se alguém criasse meus problemas eu nunca teria feito tudo isso. Ou seja, ninguém nunca criou meus problemas, era sempre você que os procurava.
Surpreso com a resposta da mudança que havia ocorrido o irmão parou e pensou em tudo o que havia feito para ajudar o irmão e viu que pouco importava o que fizesse sempre via defeitos em seu irmão e sempre achava um problema novo para consertar, mesmo que ele não existisse.
Moral da hisória:
Se quer proteger alguém deixe que esta pessoa fortaleça a si mesma, por que se ele ou ela precisar pedirá.
Pense nisso
Mago = O grande / Exodia = Aquele que escolheu fazer o bem.
quinta-feira, 15 de julho de 2010
sonho é para sonhar
Você, que agora está lendo este post, já deve ter tido muitos sonhos.
Sonhos bons, sonhos maus. Sonhos bonitos, sonhos maravilhosos.
Pena que bons ou ruins eles são apenas sonhos...
Já imaginou como seria bom se nossa vida fosse um sonho?
Já imaginou se nossa vida pudesse ser mudada assim como nos pensamentos?
Poderíamos fazer da nossa vida um... Parque de diversões.
Ou melhor... Faríamos da nossa vida o que ela deve ser e não o que ela é!
Teríamos tudo o que mais desejamos... Tudo sem exceção.
Eu, principalmente, teria tudo o que mais desejo. Teria a vida dos meus sonhos.
Teria a família dos meus sonhos. Teria os amigos dos meus sonhos.
Teria a beleza dos meus sonhos. Teria o que me desse vontade de ter.
Faria da minha vida um conto de fadas. Faria dos meus amigos personagens de contos de fadas.
Faria da minha família personagens de histórias infantis.
Teria ao meu redor apenas o que e quem me faz feliz.
Dezfaria o que fiz de mal e de errado. Repetiria as boas coisas e coisas felizes que fiz enquanto vivia.
Dezfaria e refaria coisas que gostaria que fossem de outra forma.
Refaria toda a minha vida até que ela siga o curso que quero.
Dominaria minha vida. Dominaria o mundo. Dominaria meus sonhos.
Dominaria minha alma. Dominaria meu corpo. Dominaria minha felicidade.
Dominaria meu caráter. Dominaria minha raiva. Dominaria minha confiança.
Dominaria minha fé. Dominaria minha concentração.
Me subordinaria apenas a um mestre maior: eu.
Me subordinaria àquele que fosse seu superior: aquele(a) que não tem nome.
Me faria seu escravo para toda a eternidade e faria dele um imperador.
E me sentaria ao seu lado direito e me chamaria seu escravo.
E ninguém seria mau. Ninguém faria o mau. Ninguém seria preso.
Ninguém seria torturado. Ninguém seria morto.
Ninguém sentiria Raiva e desejo de vingança.
Todo mundo sentiria apenas Paz.
Apenas Paz. Como os mortos.
E felicidade profunda por ter tudo o que quer e o que precisa ao redor.
E aí a guerra seria desnecessária.
Não! Eu quero o mundo do geitinho que ele é:
- Cheio de obstáculos;
- Cheio de discórdia;
- Cheio de desamor;
- Com doenças que matam e pessoas que matam;
- Com raiva e vingança;
- e com tudo que uma vida deve ter.
Para se ter paz deve haver a guerra antes.
Para refletir. E refletir muito.
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Entrevista comigo mesmo
Nesta edição vamos conversar com alguém em especial. Este alguém, que não é tão importante ainda para o Brasil, se chama Marinaldo. Mas por decisões óbvias ele preferiu ser chamado de Mag. Vamos a entrevista.
Eu: Seu nome?
Mag: Marinaldo, mas me chame de Mag.
Eu: Por que Mag?
Mag: Mag é meu nome de nascença. Antes de ser registrado Marinaldo eu era Mag. De Magalhães, sabe?
Eu: Como você é na sua vida particular?
Mag: Você deveria passar a vida comigo pra saber. Eu mesmo não sei. (risos)
Eu: O que você é?
Mag: Como você me classificaria?
Eu: Não sei como responder.
Mag: Eu me classificaria: criativo e reflectivo. Mas há muitos modos de classificar alguém, e mesmo muitos critérios de classificação. Posso responder esta mesma pergunta com: Sou virgem, geralmente sincero, simpático quando quero, mentiroso quando preciso, austero, sarcástico e mesmo indeciso. Porém não me definiria como eu sou totalmente. Mas como eu posso ser no momento.
Eu: E como responderia a esta pergunta agora neste exato momento?
Mag: Leal, confiante em determinados aspectos, perserverante, mutável, um aprendiz.
Eu: Um aprendiz?
Mag: Sim, um aprendiz. Particularmente pelo motivo dos aprendizes serem forçados a aprender diariamente com os erros e acertos seu e de seu tutor.
Eu: Qual a sua idade?
Mag: 20 anos.
Eu: O que você gosta em você?
Mag: Meus pensamento, criatividade, emoções, meus métodos de reagir às situações que vivo todos os dias.
Eu: Eu digo em relação ao seu corpo.
Mag: eu amo meus olhos. Assim como gosto de olhar as pessoas nos olhos, encará-las olho a olho.
Eu: Se você estivesse precisando muito de dinheiro, o que você faria?
Mag: O que fosse preciso. Na verdade, eu não sei o que faria na hora. Ninguém sabe. As pessoas muitas vezes dizem que vão fazer isso ou aquilo e no final reagem como crianças perto do perigo. Nas piores horas os previsíveis se tornam imprevisíveis.
Eu: Não entendi: "Os previsíveis se tornam imprevisíveis"?
Mag: Na hora da raiva, ou da morte, ou da iminência de algum perigo para alguém que ama, todo mundo ▬ sem exceção ▬ muda completamente. Se tornam animais irracionais em busca de comida ou de proteção.
Eu: Ouvi boatos de que você pretende escrever um livro.
Mag: pretendia. Quando o livro sai da minha cabeça pro papel as coisas não querem mais fazer sentido. Eu vejo apena cenas, recortes, relampejos. Nada além disso. Então decidi desistir.
Eu: Pretende voltar a tentar?
Mag: Sim.
Eu: Quais são seu desejos para este ano?
Mag: Ganhar dinheiro e viajar são os principais.
Eu: Então tem outros?
Mag: Tenho. Mas não vou contá-los. Não aqui.
Eu: Entendo, são desejos muito íntimos. Só para terminar.
Eu: Seu nome?
Mag: Marinaldo, mas me chame de Mag.
Eu: Por que Mag?
Mag: Mag é meu nome de nascença. Antes de ser registrado Marinaldo eu era Mag. De Magalhães, sabe?
Eu: Como você é na sua vida particular?
Mag: Você deveria passar a vida comigo pra saber. Eu mesmo não sei. (risos)
Eu: O que você é?
Mag: Como você me classificaria?
Eu: Não sei como responder.
Mag: Eu me classificaria: criativo e reflectivo. Mas há muitos modos de classificar alguém, e mesmo muitos critérios de classificação. Posso responder esta mesma pergunta com: Sou virgem, geralmente sincero, simpático quando quero, mentiroso quando preciso, austero, sarcástico e mesmo indeciso. Porém não me definiria como eu sou totalmente. Mas como eu posso ser no momento.
Eu: E como responderia a esta pergunta agora neste exato momento?
Mag: Leal, confiante em determinados aspectos, perserverante, mutável, um aprendiz.
Eu: Um aprendiz?
Mag: Sim, um aprendiz. Particularmente pelo motivo dos aprendizes serem forçados a aprender diariamente com os erros e acertos seu e de seu tutor.
Eu: Qual a sua idade?
Mag: 20 anos.
Eu: O que você gosta em você?
Mag: Meus pensamento, criatividade, emoções, meus métodos de reagir às situações que vivo todos os dias.
Eu: Eu digo em relação ao seu corpo.
Mag: eu amo meus olhos. Assim como gosto de olhar as pessoas nos olhos, encará-las olho a olho.
Eu: Se você estivesse precisando muito de dinheiro, o que você faria?
Mag: O que fosse preciso. Na verdade, eu não sei o que faria na hora. Ninguém sabe. As pessoas muitas vezes dizem que vão fazer isso ou aquilo e no final reagem como crianças perto do perigo. Nas piores horas os previsíveis se tornam imprevisíveis.
Eu: Não entendi: "Os previsíveis se tornam imprevisíveis"?
Mag: Na hora da raiva, ou da morte, ou da iminência de algum perigo para alguém que ama, todo mundo ▬ sem exceção ▬ muda completamente. Se tornam animais irracionais em busca de comida ou de proteção.
Eu: Ouvi boatos de que você pretende escrever um livro.
Mag: pretendia. Quando o livro sai da minha cabeça pro papel as coisas não querem mais fazer sentido. Eu vejo apena cenas, recortes, relampejos. Nada além disso. Então decidi desistir.
Eu: Pretende voltar a tentar?
Mag: Sim.
Eu: Quais são seu desejos para este ano?
Mag: Ganhar dinheiro e viajar são os principais.
Eu: Então tem outros?
Mag: Tenho. Mas não vou contá-los. Não aqui.
Eu: Entendo, são desejos muito íntimos. Só para terminar.
O que você quer falar para as pessoas que estão lendo isto agora?
Mag: Bom... Você leitor ou leitora que está lendo esta entrevista por aí, a vida é a coisa mais complicada com a qual se deve conviver. Viver não é fácil pra ninguém. Viver bem, viver satisfeito, viver feliz, são coisas que as pessoas procuram o tempo todo, mas não encontram com facilidade por aí. Tenho apenas 20 anos, mas sei suficientemente bem que não dá para encontrar a felicidade sem estar procurando por ela e que viver ou morrer é uma decisão única e exclusiva de quem detém o poder sobre a vida sua ou de outra pessoa.
Eu: Muito obrigado. E até mais.
Paro por aqui...
sexta-feira, 9 de julho de 2010
diálogo dos namorados.
Conversa entre um homem e sua namorada.
Num belo dia de paz e amor.
▬Bem, te adoro ▬Namorada.
▬Eu sei! ▬Namorado.
▬Só vai dizer isso?
▬Sim.
▬Não vai dizer mais nada?
▬Tipo o que?
▬Eu também te adoro, minha coisa fofa. Eu te amo e te quero pro resto da vida.
▬Não precisamos exagerar, né?
▬Exagerar?
▬Isso tudo que você falou é um exagero, não preciso dizer tudo isso pra mostrar o que sinto por você.
▬Vai me dizer então que eu tô gorda e feia e que tá tudo caindo em mim.
▬Amor, não precisa exgerar.
▬E ainda me chama de exagerada.
▬Amor, você é linda do geito que você é. Assim fofa, gostosa, maravilhosa, exagerada,... O que mais eu preciso dizer sobre você?
▬Você acha?
▬Sim.
▬Que eu sou exagerada?
▬Não quiz dizer isso. Amor, eu te amo. Eu adoro quando você exagera de vez em quando. Não vamos brigar agora, vamos?
▬Você continua dizendo .. que eu sou exagerada.
▬Você exagera às vezes. Mas... você tem muitas outras qualidades.
▬Ah, bom. Você acha que meus exageros são umas das minhas qualidades.
▬Amor, Calma.
▬Agora você me chama de amor. E depois de cada um de meus exageros vai sempre me chamar de amor pra eu parar de exagerar.
▬Amor... Coração... Vamos, esquece isso. Calma. Respira fundo... Inspira... expira... Isso. Melhorou?
▬Sim. Mas eu ainda não esqueci.
▬Que tal um cineminha hoje?
▬Não muda de assunto.
▬E um jantar depois, com direito a um belo presente surpresa.
▬Vou me arrumar. Depois a gente conversa sobre aquele assunto.
Paro por aqui.
monólogo da loucura ▬ parte 2
Como pensam os louco?
Os loucos são normais ou os normais é que são loucos?
Ser louco é loucura ou é uma característica inerente ao ser humano?
Se eu fosse normal eu seria louco por ser normal?
Ou eu seria normal só por ser normal?
Eu sou louco por fazer estas perguntas?
Ou sou sou um filósofo normal como qualquer outro?
Um filósofo é um louco?
Todo filósofo é louco?
Todo louco sabe que é louco?
Ou todo louco acha que é normal?
Os normais são loucos?
Os loucos são normais?
Se eu entrasse num manicômio eu seria louco ou seria normal?
Se um louco entrasse na bolsa de valores em pleno funcionamento, ele acharia todo mundo louco ou todo mundo acharia que ele é louco?
Ser louco é ser louco?
Fazer loucuras de vez em quando gera loucura?
Ser sempre normal torna uma pessoa muito doida?
Doideira ou Loucura?
Responda se puder.
Os loucos são normais ou os normais é que são loucos?
Ser louco é loucura ou é uma característica inerente ao ser humano?
Se eu fosse normal eu seria louco por ser normal?
Ou eu seria normal só por ser normal?
Eu sou louco por fazer estas perguntas?
Ou sou sou um filósofo normal como qualquer outro?
Um filósofo é um louco?
Todo filósofo é louco?
Todo louco sabe que é louco?
Ou todo louco acha que é normal?
Os normais são loucos?
Os loucos são normais?
Se eu entrasse num manicômio eu seria louco ou seria normal?
Se um louco entrasse na bolsa de valores em pleno funcionamento, ele acharia todo mundo louco ou todo mundo acharia que ele é louco?
Ser louco é ser louco?
Fazer loucuras de vez em quando gera loucura?
Ser sempre normal torna uma pessoa muito doida?
Doideira ou Loucura?
Responda se puder.
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