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quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Diálogo da sinceridade

fora snop
Numa manhã de sexta-feira, uma garota resolve sair com o seu namorado para namorar. Ele, então, se vira para ela e pede para irem ao motel. Inconformada com o pedido em tão pouco tempo de namoro, ela resolve pedir um favor:
─Quero transar com todos os seus amigos antes.
─Nunca.
─Então, a gente não transa. A não ser que eu queira ou que tenha vontade de fazer com você.
Ele pensa no assunto por um minuto. Pede um tempo para pensar. No dia seguinte os dois se reencontram e ele dá a seguinte resposta:
─Só se eu trepar com todas as suas amigas.
─Só se você trepar com o meu pai antes.
Ele pede mais um tempo para pensar. E no dia seguinte volta com a resposta:
─Feito, eu dou uma com o seu pai e com todas as suas amigas. E aí você dá uma com todos os meus amigos e depois comigo.
Ela pede um tempo para pensar, e no final de dois dias sem se ver ela liga para ele.
─Infelizmente, não era para durar. Você é um cafajeste sem vergonha. E por mais que a gente transasse naquele primeiro dia ou no final de 6 meses de namoro, você sempre quereria minhas amigas,
Ele pede um tempo para pensar. Ela não retorna mais nenhuma ligação e some pelo resto do mês. Finalmente os dois se encontram na frente do bar onde se conheceram no final de uma partida de futebol.
E então ele responde:
─A proposta ainda tá de pé ou não?
─Não, seu retardado. Eu te liguei pra terminar com você. Não pra dizer que vou trepar com você, sua anta. Isto quer dizer, já que tenho que traduzir, que você pode trepar com todo mundo que meconhece, até com aquele viado ali fora. E com todos os meus ex-namorados. E aquele cachorro pode montar no olho do teu rabo quantas vezes você aguentar.
─Não entendi. Então todo aquele papo de "eu só transo com você se eu transar com todos os seus amigos" era apenas um teste de fidelidade?
Um homem grande, forte, bonito e bem vestido, acompanhado de uma loira bonita e graciosa vem se sentar com ela.
E ele diz para ele:
─Sim, sua anta lerda.
─Queridos, respeitem os animais. Eles são muito mais inteligentes que ele. ─Diz a loira gostosa.
─Cai fora. ─Diz a ex-namorada dele.
─Não, até que você me dê explicações coerentes do por que me deixou.
As duas se beijam ardentemente na frente dos dois.
─Gostou da resposta?
O cara vai embora de cabeça baixa. Completamente se achando um imbecil.

Moral da história:
Quem não tem cão caça com gato.

Sempre que uma pessoa mui amada quiser te pedir um favor, não pense demais antes de dar a resposta. Pode ser tarde demais.

sábado, 9 de outubro de 2010

desabafo de um...

Por mais idiota que me sinta neste momento quero ter alguém do meu lado.
Nãosuporto mais a solidão do meu exílio. Quero algo ou algumém que me faça sentir novamente.
Amo alguém. Quem? Não importa, não para ele ou para ela.
Não sinto mais o meu corpo. Me vejo do outro lado das portas da vida.

Este alguém que amo que certamente tem umgênero, um rosto (um belo rosto por sinal) me vê e me ignora sentimentalmente.

Amo odiar. Odiar me torna mais vivo do que quando amo.
Quando amo me sinto triunfar dentre os mortos. Gemer de raiva sem usar a boca ou qualquer outra parte do meu corpo inerte na água fria dos sentimentos ignorados.

Falo com os sentimentos que sinto dia e noite. Mas não sinto todo os dias.
Amo alguém que talvez me ame, mas não me ama como eu quero que me ame. Ou como o ou a amo. Sinto muito. Sinto muito sentir.
Sinto muito sentir o que sinto.
Sinto mais ainda o que não consigo mas quero sentir.
Sinto tanto por não poder te falar. Sinto tanto ppor mesmo que fale você não diga uma única palava e finja que não é com você que falo.

Sinto mais ainda quando me ignora no dia seguinte pra evitar que eu diga aguma coisa ou repita a idiotice que fiz quando te disse o que tinha que te dizer.

Te amo. Sei que de certa forma você sabe disto.

Mas infelizmente você não quer, ou não me quer.

Faça o que fizer, seja para mim quem você for: eu te odeio.

Te odeio por que te amo do fundo do meu lugar onde guardo meus sentimentos.
Agora não importa mais. Já era. Quero que você morra. O que eu te fiz para me fazer odiá-lo ou la tanto? O que você me fez? Você me ignorou sem me dar um único motivo para te perdoar.
Você me fez te odiar tanto que já não sinto a diferença entre matar e morrer.
Sinto muito não compreender seus motivos. Mas os meus também não foram compreendidos.

Lamento. Lamentos. Lamento por isso, lamento por aquilo. Adeus. Vá para o inferno. Vá para o diabo que te carregue. Vá pro caminho da desgraça. Morra.

Não, não morra, eu te amo. Fica comigo.
Vai pro escambal. Viva por mim.

Esquece. Morra, não te quero. Te odeio.

Te amo por que te odeio. Te odeio por que te amo. Me amo? Não.
Você me fez odiar à nós dois. Não importa o que faça.
Se você morre eu morro junto.
Não posso tê-lo ou la ao meu lado. Não quero viver sem a menor possibilidade de te ver de novo.
TE quero, te amo. E te odeio. Como odeio a mim.

É, odeio muito mais a mim por que te amo. Por que fui amar a um ou uma imbecil feito você.

Quero esquecer teu nome. Quero que morra, mas antes quero que me mate. Assim poderemos um dia ser felizes juntos como se fossemos um feito para o outro. Assim como o pão e a manteiga. Péssima idéia. O pão fica legal com a manteiga e aí parte pro flerte com o ovo, o bacon, a salada, e qualquer outro acompanhamento.

Te odeio. TE quero e me quero morto.
Ao menos a possibilidade de ser feliz em morte pode me fazer de certo modo feliz.

Não quero mais viver. E não quereria viver sem você.

Morra. Morra comigo. Morra ao meu lado. Não morra.
Viva comigo. Me ame. Ao menos se torne um ótimo amigo que apenas finje não sentir nada. Ou que não sinta e finja que não sabe.

Você sabe? Não importa mais. Não para mim. Assim como nunca importou pra você.
Te amo. Te odeio. Tenho horror a você. Quero que você morra. E me leve junto. Quero que se afaste de mim para nunca mais se aproximar.
Quero te esquecer. É duro. Vou conseguir, não vou? Um dia o tempo irá apagar você do meu caminho e poderei sentir o que sinto por você direcionado à outra pessoa. Mas não com a raiva que sinto por mim e por você ao mesmo tempo. Só as partes boas.
O amor. A paz que sinto quando vejo o seu sorriso. A sensação de que o mundo se foi com todos os problemas assim que sinto seu abraço.

Te amo seu ou sua idiota. Você não me vê? Não vê? Não sente? Você é tão insensível assim que não sente quando um bom garoto como eu se transforma num ótimo homem por ti? Não importa, assim como nunca importou pra você.

Não importa mais. Te odeio. Me odeio mais por que não consigo dizer isto sem sentir que é apenas meia verdade. Eu te amo e nada pode mudar isto a ponto de apenas se tornar um má lembrança amorosa.

Se me quer. Se me quiser, sabe onde me procurar. Caso contrário adeus. Não me procure nunca mais.

Sei que não irá me procurar em canto algum mesmo que eu suma. Mas o meu desejo de que venha até mim e me diga para ficar por você e com você me faz dizer o que disse há pouco. Entretanto é melhor. Será melhor para mim ficar longe de você. Tentar um novo amor será melhor melhor de que tentar esquecer um que nunca será correspondido independente de como eu reaja. Ou do que sinta. Medi minha emoção com base nas suas reações.

Não vi mais nenhuma que me indicasse seu interesse.

AH! CHEGA! MORRA! VÁ PROS QUINTOS DOS INFERNOS! E ME LEVE JUNTO!

SE FOR POSSÍVEL ME ESQUEÇA OU ME FAÇA ESQUECER VOCÊ!

Não vou mais chorar por alguém que não sente nada por alguém como eu.

Te odeio é minha palavra definitiva. Quer mais? E eu ainda penso que você... AH! Adeus.


Não me procure nunca mais...
Não vou dizer mais nada. ADEUS!

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Dialogando em paz

Um homem se senta próximo a porta do estabelecimento. O estabelecimento é uma lanchonete muito frequentada por estudantes universitários de uma determinada faculdade. Ele é um cara bonito, um tanto calado. Uma garota entra não muito depois dele e se senta próxima a ele. Eles se olham por alguns segundos.Ele flerta um pouco com ela.
─Oi, como se chama? ─Ele se vira para ela para poder conversar melhor.
Ela é uma garota realmente bonita. Com uma beleza diferente da das outras mulheres. Uma sensualidade acentuada.
─Não vamos estragar este momento com nomes.
─Então, o que faremos?
─Me espere no banheiro masculino.
─Tudo bem. ─Ele se levanta e vai.
Ela vai atrás dele. Ambos entram disfarçadamente no banheiro masculino. Trancam a porta para que ninguém os veja ali.
─Tira a roupa.
─Vamos mais devagar. É a primeira vez que faço isto desta maneira. ─Ele começa o strip tease.
Ela finje estar excitada. Então quando ele termina de tirar toda a roupa, ela recolhe tudo e verifica.
─O que está fazendo?
─Estou vendo o que me serve. Não posso sair por aí vestida desta maneira.
Ele tenta pegar as roupas de volta. Ela aponta uma arma para ele.
─Entra num dos cubículos e se fecha lá até eu mandar sair.
Momentos mais tarde ela dá para ele as roupas que estava vestindo. E então sai vestida como ele estava antes, até a cueca. E ele telefona para alguém para pedir roupas decentes para vestir.

Moral da história: Quando 1 não quer 2 não briga.
Cuidado com quem você flerta, o golpe pode se virar contra o golpista.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

dialogando com sutileza

briga de bar
Um reaturante. Uma mesa ao canto perto do vidro que dá para a rua mais movimentada da cidade. Uma mulher sentada observando um homem bonito acompanhado passar. Um homem se aproxima dela no meio do restaurante lotado. Poém não é o garçom. Ela olha-o de cima a baixo. Não é u cara bonito, entretanto não chega a ser de se jogar totalmente fora.
─Lamento, estou acompanhada. ─Ela diz.
─E cadê seu acompanhante?
─Na sua casa, comendo sua esposa. Procure outra mesa. E procure outra idiota para atazanar...
─Não precisa se incomodar tanto comigo. ─ ele se senta. ─Garçom.
─Cai fora. ─O garçom não sabe o que fazer e fica parado. ─Eu estou pedindo carinhosamente.
Ele se levanta. Arrodeia a mesa. E de repente para do lado dela. Ela olha para ele um pouco receosa do que ele poderia fazer com ela ali.
─Meu nome é Rafael e o seu?
─Não lhe interessa.
Ele então fica um pouco irritado com o desprezo dela. Eentão fala de novo.
─Meu nome é Rafael...
─Se seu nome fosse Rafael realmente eu não me importaria nenhum pouco que você ficasse. Mas, infelizmente pra você, eu sei perfeitamente que seu nome não é Rafael. E o meu acompanhante já está chegando.
─Olha aqui, sua puta, você me respeite.
Agora ela ficou irritada. Mas não demonstrou.
─Você, me chamou de que? ─Disse com a mesma voz com que diria no ouvido de seu homem na cama: Faz de novo, faz. ─Pode repetir por favor?
─Sua puta!
Ela simplesmente entra num estado de transe em que nada abala seu estado físico ou mental. Ela, de repente, se vira para ele com um olhar estático de quem está pronto para destruir o planeta com uma mega granada. Ele fica um pouco assustado. Todos que estão próximos da mesa se afastam deles a alguns metros de distância. O garçom afasta ainda mais os curiosos.
Ela então olha para ele com um olhar sem emoção alguma. E então chuta os ovos dele com toda a força que suas belas pernas tem em comum com um superhomem. A dor não é representada com a mesma proporcionalidade que tem a dor que ele sente no exato momento. Ela se vira e pega uma das cadeiras pesadas de metal próxima a mesa. O que ela faz com a cadeira? Ele se vira de posição. Quando fica quase pronto para ficar de pé, ela enfia a cadeira com toda a força entre as pernas dele. Mais uma vez os gritos insuportáveis de dor não são equivalentes a proporção da dor sentida. Ele cai e se contorce de dor por um bom tempo. Ela, então vendo que ele está demorando para se mexer de tanta dor, bate com o objeto pesado e de metal reforçado nas partes visíveis do corpo dele até ele desmaiar de dor.
Ele só acorda semanas depois na UTI deum hospital público.



Moral da história: Se não tem nada o que falar, não fala nada.
Assim como é bom manter a boca fechada quando já se está errado só de estar num lugar, é melhor ainda manter os sentimentos mais frios que um bloco de gelo detro do freezer.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Diálogo

foge viado, ou vais acabar assado. Foges viado? Ricardão
─Oi ─uma voz masculina evade o espaço dos pensamentos de uma garota que estava lendo.
─Conheço você? ─Ela parece tentar lembrar dele.
─Fernando, estudo com você. ─Ele fica sério para ver se ela se lembra.
─Não, não lembro de você.
─Geralmente eu sento do seu lado. ─Ele senta do lado dela. Na mesa da biblioteca. No primeiro andar.
Ela tenta lembrar quem é ele.
─Não, ainda nao faço idéia de quem seja você.
─Ontem você tava de saia amarela.
─Você tá de brincadeira comigo, não é? Se você fosse meu colega de qualquer sala eu lembraria de você. Ou pelo menos da sua cara. Agora, com licença. ─Ela retorna a leitura.
Ele abaixa o livro dela.
─Então quer me conhecer?
─Um cara chega pelo lado sem ele perceber.
─Meu bem, não achei o livro que você queria. ─Ele olha pro lado. ─Quem é ele?
─Ele diz que é da mesma sala que eu.
─Impossível, eu fico na mesma sala que você todos os dias enunca o vi mais gordo.
─Ainda há pouco ele perguntou se eu queria conhecê-lo.
─AH é? ─Ele olha para Fernando. ─ Vaza, amigo, se não quiser levar uma surra aqui mesmo.
─Nem pense nisso. Você já foi suspenso uma vez. E eu não vou deixar acontecer de novo.
─Tá bom. Você acaba com ele desta vez. ─Ele a beija carinhosamente.
O tal Fernando sai de fininho, sem eles perceberem.


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Moral da história:
Violência só gera violência.

É melhor fugir antes, e ficar inteiro, do que ficar algum tempo no hospital público.
Principalmente se este hospital é o HGE.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

diálogo sem noção

chute no saco é bom paa afastar intrusos.
Uma bela mulher magra se aproxima da porta. Uma porta de vidro de boutique. Uma outra bela mulher um pouco menos magra se aproxima dela. As duas conversam fazendo gestos significativos. Um homem se aproxima delas e as cumprimenta. E outro homem se aproxima para formar dois casais. Os quatro entram.
─E aí, quanto é? ─pergunta um dos caras.
─Para dar uma com a sua mãe é cenzinho.
O mesmo se incomoda com a resposta.
─Vocês tem lugar preferencial? ─Pergunta o segundo.
─Na casa da sua avó com ela em cima de você.
Eles começam a se irritar.
─As vadias não estão trabalhando? ─O primeiro pergunta.
─A sua mãe tá alí na esquina. Se quiser fazer um programa procure ela. ─A mais magra olha para a menos magra.
─E as de vocês? ─Perunta o segundo.
─Deve estar com a sua. ─Fala a menos magra.
Os homens partem pra cima. O primeiro leva um chute nos ovos. Mas um chute muito bem dado. O segundo é derrubado em cima do outro numa posição um tanto desconfortável para ambos.
─Suas putas. ─Diz o segundo.
A mais magra dá dois passos para a esquerda. Um tiro acerta exatamente entre as pernas do segundo homem. Bem pr´ximo a uma região muito sensível dos homens.
─Caiam fora se ainda quiserem ter filhos nesta vida.

Ambos correm edlas sem hesitar. Elas se coumprimentam e entram felizes.
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Sem graça né?
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Um homem se aproxima de uma garota bem gostosa. Ela se afasta dele. Ele insiste e vai atrás dela. Ela continua caindo fora. Ele insiste, mas desta vez a segura entre ele e a parede. Alisa seu corpo.
─Calma, delícia. Não precisa ter medo, eu não mordo.
─Mas meu namorado sim. ─Ela fica meio ofegante, mas não tenta reagir.
─E cadê ele? ─Ele aproxima o rosto dela. Ela vira o rosto.
─Você não precisa saber dele. Basta apenas me deixar em paz e ninguém sairá ferido.
Ele insiste e cheira seu pescoço. Ela se afasta um pouco. Ele beija seu pescoço. E aí ela reage.
─Dá licença,meu namorado está chegando.
Ele olha em volta, ninguém vem na direção deles.
─E de onde ele vem?
─Olha pra cima...
Nada. Ela chuta o saco dele com toda força. Alguém desce com um salto mortal e dá para ela um taco de golfe. E ela começa a brincar com as bolas dele até ele desmaiar de dor.
http://www.myvidster.com/video/311378/Fucking_Trevor
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E esta? É só um teste para saber se alguém aguenta o quanto eu repasso.
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segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Motivos para manter um diálogo

eu estou anunciando a morte de Jaques Wagner e de João Henrique e a melhora de salvador BA
Uma bela mulher atravessa o corredor da vitória correndo. Minutos depois ela é vista num ônibus amarelo da Praia Grande. Alguns minutos depois um grande engavetamento se forma no Campo Grande. A mesma garota retorna pela rua e entra num carro que segue em outra direção. Minutos mais tarde vê-se uma imensa explosão próximo ao ponto da reitoria da UFBa. Um aglomerado se forma em torno de um imenso buraco aberto pelo chão e uma faixa dizendo "Isto é o começo, se não quiser mais mortes e/ou explosões pela cidade aceite nossa oferta".

Dias mais tarde não se fala de outra coisa. Ninguém sabe o real motivo daquele aviso, apenas sabem que é um aviso. No dia seguinte uma outra explosão que derruba o prédio da Fundação Politécnica com todo mundo lá dentro e uma faixa um pouco mais distante são alvos das reportagens. Mais um aviso dizendo "conserte as vias públicas e aumente a frota de veículos. E se não for muito de sua parte: melhore a qualidade do transporte público".

Alguns dias mais tarde a cena se repete. Porém desta vez o prefeito aparece pendurado nu de cabeça para baixo numa sinaleira de trânsito próximo ao Iguatemi em direção a Paralela. E nenhum outro aviso é visto até o mês seguinte. quando uma outra faixa é posta junto a câmara dos vereadores e uma cópia junto a câmara dos deputados dizendo: "Isto foi apenas um aviso, se o problema persistir medidas serão tomadas contra seu governo. E se ainda assim persistir quem será o próximo a pagar será o governador".

Alguns dias mais tarde, o candidato a governador Jaques Wagner, do PT aparece com as mãos e pés decepados e cego. Ninguém sabe o que aconteceu e ele não consegue falar com um explosivo de longo alcance preso a garganta.

Depois deste incidente todas as cidades da Bahia, incluindo aquelas que ninguém sabia que existia começam a ser asfaltadas, e o transporte público começa a se tornar o melhor de todo o mundo. Depois do término das obras, o policiamento é melhorado, há melhor remuneração para o policial, melhor armamento e melhores condições de trabalho a fim de evitar os incidentes anteriores.

No final do terceiro mês, as mãos do governador Jaques Wagner aparecem na frente da câmara municipal ao lado de uma faixa escrita "muito obrigado aos políticos que responderam tão dedicadamente aos apelos do povo." E do lado uma placa onde havia uma carta pregada. Na carta, o alegre ou a alegre benfeitor(a) do estao agradece publicamente ao prefeito, governador e outras pessoas que morreram em prol e medidas desenvolvimentistas. Além disso agradece pelos explosivos gentilmente fornecidos pelos mesmos traficantes de armas militares usadas pelo exército e pelos prédios e locais públicos que serviram de base para o início da destruição do velho governo inerte da cidade e do estado que só se importava por ter o dinheiro no bolso e o lugar onde passar as férias.

Isto foi apenas uma ilustração de um desejo que não é apenas meu.

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Moral da história:

Políticos de plantão, o povo já está de saco cheio de ficar esperando obras e mais obras que só vem em época de eleição. Se vocês não tomarem vergonha na cara logo isto pode se tornar m prenúncio do futuro.

Muito obrigado a todos.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Diálogo do ódio

Esta gostosa é muito melhor do que qualquer outra pessoa e Ela é má. Nina Williams
─Quero que você me leve amanhã. ─diz uma voz feminina.
─Não. ─diz uma voz masculina.
─Então me esquece. ─Diz a voz feminina.
─Não vou te esquecer.
─Então vai pro inferno.
─O que você quer?
─Sou sua namorada ou uma garota qualquer que você pega na rua?
─Qual a diferença?
A garota pega um taco de beisebol e uma coisa mais curta. Ela ataca com a coisa mais curta. O cara se defnde e quase revida. Só que ela é mais esperta e, enquanto ela ataca, ela segura o objeto e enfia o taco nos ovos dele com toda vontade. Ela sai levando o objeto estranho. E retorna empunha o taco.
─Eu só quero que você me respeite. ─Ela dá uma tacada na cabeça dele.
Ele geme mais alto. A cada tacada o gemido aumenta.
─Fecha a boca! Se gritar eu arrebento os seus ovos e depois frito o seu saco e dou pra você comer. Está me entendendo? E não fale uma única palavra. ─Ela termina com outra tacada nos ovos. ─Rafael, se você tivesse um pouco de vergonha na cara você me levaria. Diria para todos os seus amigos que eu sou sua namorada. ─Ela para de atacar. ─Ou se fosse um bom namorado ou sei lá o que, você me largaria para viver o seu solteiriso e depois retornaria pedindo perdão.
─Ai!
─EU MANDEI FECHAR A BOCA! ─Ela dá outra tacada no saco com muito mais força. ─Se quer ter sua vida de solteiro vai embora e me deixa em paz. Já se quer me agredir me diz que aí eu trago minhas amiguinhas todas que você já conhece e fazemos uma orgia com direitos a todos estes brinquedos. Entretanto, Rafael, este taco não vai bater no seu saco. Ele vai entrar totalmente no olho do seu rabo. Está me entendendo?
Ela faz uma pausa. E espera uma resposta.
─Eu perguntei: Está me entendendo? ─Ela ameaça com o taco.
─Sim, eu estou entendendo sim. ─ele parece um tanto amedrontado. Pra não dizer totalmente (ha ha ha ha...).
─Ótimo. E para que se lembre... ─Ele começa a tremer de medo. ─Calma, não vou fazer mais nada do tipo. ─Ele relaxa. Ela chuta os ovos dele com toda força.
Ele grita até o ponto de abrir um buraco em cada canto da boca. Ela vai para a porta e deixa ele lá gritando de dor.
─Fica aí bonitinho. Eu aviso que você não pode ir. Ela entra no banheiro. E ele continua gritando.


Paro por aqui...
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P.S.: cuidado com o que deseja. J'adore vous tous.
P.S.2: Rafael, desculpa. Foi por que foi o primeiro nome na cabeça. (na verdade foi o segundo. O outro nome é um tanto conhecido pelo meu círculo). Posso fazer uma retratação depois, se desejar. Vale para qualquer Rafael que esteja lendo.
P.S.3: Não senti. Mesmo em imaginação.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Ai, como dói!

se dódi eu não sei. E nem sei por que homem coça o saco. Mas dá um chutinho lá!
─Olá! ─diz alguém entrando na sala.
Daniel olha para a pessoa e não a reconhece.
─Não acredito! Você não está me reconhecendo?
─Não, sinceramnte. ─Daniel olha-a mais um pouco.
E olha ao redor em busca de pistas. Alguns colegas conversando entre si. Um amigo bem ao lado olhando atentamente a garota sem perder nenhum detalhe.
─Então deve se lembrar da minha mão. E da minha calcinha. Era branca com babado.
─AH! Agora eu lembro de você. Vocêé a garota da minisaia.
Um tapa muito forte ecoa pela sala trazendo a atenção de todos. Por sorte, ou falta de força, os dentes dele permaneceram na boca.
─O que eu fiz?
─Pra começo de conversa, esqueceu meu nome. Que, por acaso você sussurrou no meu ouvido enquanto estavamos dançando juntos. Eu achava que você era diferente dos outros.
─É só por isso? Me diz seu nome e eu nunca mais vou esquecer. Por acaso a gente transou? ─ele pergunta com um tom um tanto inoscente.
A resposta é um chute bem no lugar ao qual ele tinha perguntado se usou.
─Responde sua pergunta?
A dor é tão insuportável pra ele que ele deita no chão quase desmaiando.
─Da próxima vez se lembre de mim.
─E qual é o seu nome? ─Pergunta ainda gemendo de dor.
─Não é da sua conta. ─Ela se vira pra porta se preparando para sair.
─Não é da sua conta, por que você está tão irritada? ─continua gemendo.
Ela se vira e chuta ele, de novo. Depois se vira e atravessa a porta.
─Essa foi por que eu quiz. Tchau.
E vai embora. Ele continua ali gemendo de dor até o amigo dele ir ajudar.


Paro por aqui. Precisava bater em alguém.
PS.: Crianças, não façam isso em casa.
PS2.: Sexo seguro. Use camisinha. Evitem filhos, evitem aborto, e evitem doenças.
PS3.: É pra constar o último playstation lançado. Tchau.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Diálogo aberto sobre sexualidade

escolha de conversa em lugar de briga.
─O tema agora é virgindade. ─Diz Mag segurando um cartão com a palvra escrita.
Mago fica meio estranho com a palavra.
─Mago, quando você perdeu sua virgindade? ─Mag pergunta na maior inoscência.
─Não perdi.
─Não perdeu? Interessante...
─Tá brincando... ─Um outro colega de nome desconhecido.
─É a mais pura verdade.
─Precisamos resolver isso.
─Não há nada para resolver. Isto não é um problema. ─Mag mostra respeito a condição do colega. ─O que você pensa sobre ser virgem? De continuar virgem?
O tom da conversa muda.
─Nunca tive problema com isso. Não posso falar nada sobre ser virgem, afinal ainda não perdi a virgindade.
─Então você pretende deixar de ser virgem. ─O colega afirma.
A conversa voltou ao tom inicial.
─Quando eu achar o momento e a pessoa certa. Ou a oportunidade que eu sonho há tanto tempo. Então sim.
─Ah... Eu achei tão legal saber que você e virgem.
─E você?
─Sou de virgem. Brincadeira. Eu sou de escorpião. Tenho sangue quente. E...
─É virgem! ─O colegase impõe. ─Confessa logo.
─Confesso.
─E você? ─Mago e Mag juntos.
─Minha vida sexual não é propriedade minha.
Os dois olham-o com olhos famintos para saber o que se passa na mente dele.
─Perdi a virgindade, mas faz muito tempo.
─Próximo tema: Gosto sexual.
─Homem. ─Mago responde primeira.
O colega se assusta. Mag, nem tanto.
─Homem?!
─Loiro ou moreno, alto, bonito, jovem, forte, dentre outros aspectos masculinos que podem me comprometer.
─Eu estou fora disso. Não é?
─Você é hetero. Você não perceberia nunca. A não ser se houvesse alguma coisa mais próxima entre nós. Como uma amizade verdadeira.
─Dá pra deixar o papo de amantes pra outra hora? Isto não é hora para debater sentimentos amorosos. ─Desta vez Mag se impõe.
─E você, Mag? ─Mago nem deixa de observar as reações do colega.
─Mulher. Às vezes homem, pra variar. ─Só pra confirmar uma coisa...
Mago olha para Mag com um olhar um tanto confuso.
─E de beijo?
─Nenhum. Totalmente BV.

No dia seguinte, Mago e Mag chegam juntos à sala e sentam próximos ao colega do grupo anterior. Ele finje que Mago nem está alí. E depois da aula o evita. E nos dias posteriores se mantém bem longe dele.


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O que eu quiz dizer com isso é que simplesmente ignorar não vai tornar as coisas mais fáceis.

Assim como os ditados "em terra de cego quem tem um olho é rei", "quando a esmola é demais o santo desconfia", e "santo de casa não faz milagre" funcionam em ocasiões diversas entre si, dificultar um relacionamento que provavelmente nunca existirá é tentar prever um futuro que não é seu para si próprio.

P.S.: Este caso é apenas uma passagem mental. Eu nunca, em sã consciência, direi nada semelhante ao que meus personagens disseram neste texto.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Diálogo do armário

casamento e traição são coisas equivalentes. A diferença está em quem está amando.
Apresentando mais três personagens internos: Magno, Gin e Marinaldo.

Marinaldo entra em casa quando ouve sons estranhos vindos do primeiro andar da casa. Ele vai até lá. Vai devagar para poder ouvir de onde exatamente vem os sons. Sobe a escada, de onde dá para ver uma porta aberta no fim do corredor e o som aumentando conforme a proximidade.
E então ele vê algo através da porta entreaberta algo diferente do que normalmente veria por aí: Magno em cima de Gin, numa posição não muito confortável.
▬Marinaldo?! ▬Dizem os dois de cima da cama sem se mover.
▬Não parem por minha causa. Gin. Querida, eu não encontro as chaves do carro.
▬Amor, não vai. Fica aqui com a gente. Por favor!
▬Vocês não vão brigar? Ou se agredir? Ou outras coisas que homens traídos fazem? ▬Pergunta Magno discrente do que acabou de ver.
▬Não. ▬Marinaldo responde como se não houvesse nada demais acontecendo ali. ▬Eu confio na minha mulher. Por que eu brigaria com a mulher que eu amo?
▬Por que ela tá te traindo na sua cama com um homem.
▬Prefiro quando ela fica com as mulheres. Elas discutem menos. E não se importam tanto como os homens. ▬Marinaldo vai em direção a mulher. ▬Amor, eu tenho que ir, senão eu perco a oportunidade.
Magno fica Boquiaberto com a indiferença do marido em relação aos atos da mulher.
▬Então, faz uma última vez comigo!
▬Acho que tenho muito tempo ainda.
Na mesma cama eles continuam o que o outro estava lá para fazer. O outro ficou lá inerte, sem saber o que pensar, como reagir, como sair dali, daquela situação.


Paro por aqui...
Justamente por que minha virgindademe impede de imaginar os próximos detalhes desta situação.

Diálogo dos EXes

Entre Mag E Ígor



Um dia qualquer, dentro de uma sala.
▬O abraço do dia. ▬Mag se apresenta de braços abertos para ele.
▬Abraço aceito. ▬Ìgor retribui o abraço com outro bem apertado e demorado.
▬Você tava mesmo precisand deste abraço, né?
Ele nada fala. Apenas continua ali abraçado.
▬Se quiser conversar eu tô bem aqui. ▬Mag fala depois de algum tempo.
Ígor começa a fungar no cangote de Mag, que e assusta.
▬O que é isso? ▬Mag questiona tentado sair dali.
Ígor começa a descer a mão pelo seu belo corpo.
▬Há tanto tempo que quero sentir você desse jeito. ▬Ìgor aperta mais Mag contra si forçando Mag a chutar determinadas partes para poder se soltar. Ìgor geme de dor.
▬Quando quiser um abraço é só dar o abraço. Eu não tô aqui pra este tipo de coisa. ▬Mag se afasta.
Ìgor vai atrás.
▬Espera aí!
▬Vaza. ▬Mag continua andando.
Ígor consegue agarrar Mag de novo, o que deixa Mag com muita raiva.
▬Quer briga?
Ígor finge que não ouviu. Então Mag se abaixa com toda facilidade e levanta com velocidade a ponto de quebrar o nariz dele ou derrubá-lo. Mas só o derruba.
▬Eu avisei. ▬Mag some na multidão de estudantes.





Paro por aqui...


PS.: Esta foi meio que uma homanegem à um amigo muito inteligente e a outros Ígors que eu conheço.
PS.2: Escolhido por escala de quantidade e nome na cabeça.
PS.3: Queria fazer uma homenagem a outro colega de séculos atrás (não, não sou um vampiro e não sou imortal ▬ principalmente da Academia Brasileira de Letras. É apenas um modo de falar). Mas eu não lembro mais o nome dele. Espero que ele entenda que os anos me mudaram desde os seis ou sete anos de idade, já não tento matar mais ninguém por um giz.
PS.4: A continuação talvez exista, mas não sei se eu vou saber disso.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

diálogo dos namorados.

namorados

Conversa entre um homem e sua namorada.


Num belo dia de paz e amor.
▬Bem, te adoro ▬Namorada.
▬Eu sei! ▬Namorado.
▬Só vai dizer isso?
▬Sim.
▬Não vai dizer mais nada?
▬Tipo o que?
▬Eu também te adoro, minha coisa fofa. Eu te amo e te quero pro resto da vida.
▬Não precisamos exagerar, né?
▬Exagerar?
▬Isso tudo que você falou é um exagero, não preciso dizer tudo isso pra mostrar o que sinto por você.
▬Vai me dizer então que eu tô gorda e feia e que tá tudo caindo em mim.
▬Amor, não precisa exgerar.
▬E ainda me chama de exagerada.
▬Amor, você é linda do geito que você é. Assim fofa, gostosa, maravilhosa, exagerada,... O que mais eu preciso dizer sobre você?
▬Você acha?
▬Sim.
▬Que eu sou exagerada?
▬Não quiz dizer isso. Amor, eu te amo. Eu adoro quando você exagera de vez em quando. Não vamos brigar agora, vamos?
▬Você continua dizendo .. que eu sou exagerada.
▬Você exagera às vezes. Mas... você tem muitas outras qualidades.
▬Ah, bom. Você acha que meus exageros são umas das minhas qualidades.
▬Amor, Calma.
▬Agora você me chama de amor. E depois de cada um de meus exageros vai sempre me chamar de amor pra eu parar de exagerar.
▬Amor... Coração... Vamos, esquece isso. Calma. Respira fundo... Inspira... expira... Isso. Melhorou?
▬Sim. Mas eu ainda não esqueci.
▬Que tal um cineminha hoje?
▬Não muda de assunto.
▬E um jantar depois, com direito a um belo presente surpresa.
▬Vou me arrumar. Depois a gente conversa sobre aquele assunto.


Paro por aqui.

monólogo da loucura ▬ parte 2

Como pensam os louco?
Os loucos são normais ou os normais é que são loucos?
Ser louco é loucura ou é uma característica inerente ao ser humano?
Se eu fosse normal eu seria louco por ser normal?
Ou eu seria normal só por ser normal?
Eu sou louco por fazer estas perguntas?
Ou sou sou um filósofo normal como qualquer outro?
Um filósofo é um louco?
Todo filósofo é louco?
Todo louco sabe que é louco?
Ou todo louco acha que é normal?
Os normais são loucos?
Os loucos são normais?
Se eu entrasse num manicômio eu seria louco ou seria normal?
Se um louco entrasse na bolsa de valores em pleno funcionamento, ele acharia todo mundo louco ou todo mundo acharia que ele é louco?
Ser louco é ser louco?
Fazer loucuras de vez em quando gera loucura?
Ser sempre normal torna uma pessoa muito doida?
Doideira ou Loucura?

Responda se puder.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Monólogo da loucura.

insanidade, loucura, escolha dos atos, inconsciência

Pensamentos de um louco sobre loucura e normalidade.



▬O que é a loucura?
▬A loucura nada mais é do que a falta de normalidade do indivíduo.


▬O que é normalidade?
▬A normalidade é a ação rotineira e normal de qualquer indivíduo.


▬O que é ser normal? É ser rotineiro e previsível?
▬Sinceramente eu não sei. Mas quando souber você será o primeiro a saber o que é por mim.


▬Isso quer dizer que você é normal e que louco é uma pessoa diferente de você, ou que ser normal é ser diferente de você?
▬Sinceramente, eu não sei. Mas sei que Tenho meus momentos de normalidade e e loucura.


▬Isto se aplica a todo mundo?
▬Você é igual a todo mundo? Ser igual a todo mundo é normal? Ou ser igual a todo mundo é loucura?


▬Não, não sou igual a todo mundo. Mas sei que sou igual a alguém que nunca vou conhecer ou que já conheci mas não lembro quem é. Acredito que ser normal é ter algo de parecido com outra pessoa próxima. Mas não sei qualificar a loucura. Eu sou louco?
▬Preste bem atenção, se você fosse louco você faria este tipo de pergunta: "Eu sou louco?"?


▬Acho que sim. Não tenho certeza. Não sei. É, eu não sei. O senhor está me deixando confuso! Se eu fosse louco como eu saberia que estou louco?
▬A confusão é muito louca! Não há como ter certeza de algo que não se sabe exatamente o que é!


▬O senhor está me dizendo que estou ficando louco? Isso é um ultraje.
▬Não, eu não disse isso. Apenas afirmei que a confusão é um traço de loucura.


▬Logo estou ficando louco.
▬O amor não é um tipo de loucura?


▬O amor. O que é o amor?
▬É um sentimento, sei lá.


▬O senhor não sabe o que é o amor?
▬Sei, está no dicionário. Vou ver... ▬pega um dicionário grande e pesado e procura a palavra amor. ▬ Segundo o dicionário Aurélio, o amor é:
1. Sentimento que predispõe alguém a desejar o bem de outrem.
2. Sentimento de dedicação absoluta de um ser a outro, ou a uma coisa.
3. Inclinação ditada por laços de família.
4. Inclinação sexual forte por outra pessoa.
5. Afeição, amizade, simpatia.
6. Objeto do amor.


▬É melhor terminarmos a sessão por aqui antes que sejamos intenados os dois por loucura.
▬Por qual motivo? Só por estarmos discutindo feito dois grandes filósofos sobre loucura, normalidade e amor?


▬Sim. Posso não ser normal, mas também não sou louco de esperar aqui enquanto alguém chama o hospício.
▬Então até mais, meu caro colega. Foi ótimo conversar contigo.


Um dos dois sai do quarto e o outro volta a pintar.



Paro por aqui...
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Autoria própria.

sábado, 3 de julho de 2010

Diálogo posterior

diálogo de comunidade Apresentando mais 1 personalidade minha ▬ Gin

Mag e Gin



▬O que ele queria? ▬Gin
▬Saber algo. ▬Mag
▬Algo o que?
▬Saber se era verdade ou se sente o mesmo, ou sei lá.
▬Cara de pau.
▬Aí vamos aonde?
▬Como você consegue?
▬Consegue, o que?
▬Mater esse geito de que tudo está bem. Mesmo que o mundo tenha explodido e não restasse nenhuma pessoa para contar história além de você, você sempre age assim.
▬Não. O mundo ainda não explodiu. E não é sempre que eu sou assim.
▬Sei. E quando você está morrendo de dor de cabeça? E quando sente dores fortes? E quando etá doente? Se você não fala, ou se ninguém pergunta, você continua seu caminho em paz. Finge que tá tudo bem, mesmo sem estar. E ainda consegue fazer coisas que outras pessoas em sã consciência não conseguem fazer depois de ter acontecido algo forte o suficiente para alterar o emocional de qualquer pessoa.
▬Quer saber meu segredo?
▬Sem brincadeiras.
▬Por que está tão irritada? Quem teve que olhar para ele foi eu, não você.
▬De qualquer forma, você não demontra um mínimo sinal de que tem algo errado. Como você quer que alguém te ajude...
▬Nunca pedi ajuda para isso aí que você está falando.
▬Não quando tem a ver com suas emoções. Não finja que não sabe do que estou falando.
▬Eu não finjo.
▬Nem mente, sei.
▬Nunca menti pra você. E nem pra ninguém que eu confio.
▬E omitir é o quê?
▬É apenas não dizer algo que seja ou não importante.
▬Depois de tudo o que você falou, você ainda conseguiu me distrair. Como consegue?
▬Apenas não falo o que não quero dizer e quando um assunto fica chato eu passo para outro que possa conduzir. Ainda quer saber de alguma coisa sobre eu e ele?
▬O que ele fez? Ele conseguiu alguma coisa com você? Você está mal com isso? Como se sente?
▬Ele tentou me beijar. Mas não conseguiu nada, não dessa vez. Eu pedi para ele voltar para a namorada dele, eu sei que le não vai deixá-la por mim. Me sinto mal por ter dito o que precisei dizer à ele, se não dissesse ficaria preso em mim e eu teria que me recuperar depois de algo bem pior. Neste momento o que eu quero ficar longe de encrenca e de pesoas como ele. Se não puder sentir nada parecido or outra pessoa será bem melhor para mim do que esperar que algo aonteça neste sentido. Agora chega de perguntas por hoje.


Paro por aqui...

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Energias renovaveis 2010

Diálogo

diálogo

Mag e Rafael



Numa tarde fria de terça feira.
▬Oi! ▬Mag
▬Oi! quero falar com você! ▬Rafael.
▬Já falou.
▬É sério...
▬Lamento. Se quer falar sério é só dizer sério.
Mag vai para u canto bem longe dele. Rafael vai junto.
▬O que você quer?
▬Já disse: quero conversar sério com você!
▬E já não deveria ter começado a falar o quer falar? Seja mais objetivo.
▬Sobre aquela conversa...
▬Tenho memória curta. Não lembro de além de ontem.
▬Uma conversa que nós tivemos, em que você pediu para que eu ficasse longe de você.
▬E por que está tão próximo?
▬Você sabe...
▬Não, não sei.
▬Só quer saber de uma coisa...
Rafael tenta beijar Mag, que lhe retribui com um tapa.
▬O que você quer?▬Mag vira o rosto.
▬Eu só quero saber...
▬Você é comprometido. ▬Mag, sussurrando ▬Volte para sua namorada e me deixe em paz.
Numa segunda tentativa, Rafael quase consegue o que quer. Mas Mag se esquiva e sai dali.


Paro por aqui...
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quinta-feira, 1 de julho de 2010

Diálogo 2

Entre mais duas personalidades minhas ▬ Mag e ...



Este diálogo imaginário se passa em um lugar fechado com várias pessoas ao redor.
▬Oi. ▬Mag.
▬Oi. ▬...
▬...
▬O que você acha de mim?
▬Nós estamos em aula.
... segura Mag pelo pescoço e o carrega até a parede.
▬Você está me sufocando. ▬ Mag ofegante.
▬Assim você me dá mais atenção. ▬ ... se aproxima do ouvido dele. ▬ Agora você pode me ver.
Mag olhá-o nos olhos. Eram cinzas como os de uma outra pessoa a qual ele não olha mais nos olhos devido a problemas emocionais.
▬Você me quer ou quer minha atenção?
▬Te quero. Te desejo.
▬Então me põe no chão.
... pensa.
▬Me põe no chão agora. ▬ começa a sentir o peso da mão em seu pescoço.
... não solta. Mag balança a perna direita com toda a força. A perna acerta o lugar masculino que quando acertado é algo realmente doloroso¹.
... cai no chão largando o pescoço de Mag.
▬Quando quiser conversar... ▬ Mag massageia a área do pescoço onde antes tinha uma mão monstruosa. ▬Tenha a paciência de aguardar.





¹ é justamente este lugar que vocês certamente estão pensando. Só posso dizer que eu não senti.
Paro por aqui.


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Diálogo solitário

Cérebro do hommer simpson e dos homens

Entre eu e minha outra personalidade chamada mentalmente de Rafael


Numa sala vazia, com apenas duas pessoas conversando em algum lugar do meu cérebro.
▬Por que você me evita tanto? ▬ Rafael
▬É pra ser sincero ou para censurar o que penso? ▬ Mag
▬Censurar...?
▬Eu não digo o que realmente penso pra ninguém! Ninguém diz exatamente o que pensa! Se dissesse, ninguém entenderia nada. Mas eu, eu não digo nada antes de pensar bem no que vou dizer.
▬Você está fugindo do assunto. Por que você me evita?
▬Não que seja pelo fato de não gostar de você; pelo contrário, eu adoro você, adoro olhar pra você. Mas é por que não posso olhar mais pra você.
▬Por quê?
▬Cara, eu te amo. E você é comprometido.
▬Eu nunca percebi que você gostava tanto assim de mim...
▬É por que você é homem. Não conheço nenhum que perceba algo tão bem escondido.
▬E por que escondeu tanto tempo assim?
▬Eu mal te conheço. Frequentamos as mesmas salas desde o início do semestre. E... mesmo que você seja tão alto, forte, bonito... bonito não, você é sexy. Bonito é homem que todo mundo gosta apenas de ver. Ainda assim tenho que me afastar de você definitivamente.
▬Por quê?
▬Chega de tantos porquês. Eu não quero ser responsável pelo fim do seu relacionamento. E não quero me apegar mais a você.
Mag atravessa a sala, Rafael vai atrás.
Rafael segura Mag pelo Braço.
▬Me larga.
...





imaginação
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Autoria própria.



Nem tudo o que se passa na cabeça de uma pessoa é imaginação...



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