terça-feira, 5 de outubro de 2010

diário2 ─ capítulo 14

Senhor Ramos, hoje não foi um dia legal.
Perdoe-me padre, pois eu pequei. Eu desejei um desconhecido de pernas grossas que estava sentado do meu lado no ônibus. Eu desejei a maior parte ─Não quero dizer todos ─ dos meus colegas do sexo masculino. E estou prestes a cometer o melhor erro da minha vida. Minutos depois a igreja explode com tudo o que tem dentro. E horas mais tarde todo o Vaticano explode de canto a canto em períodos uniformes menores que 1 minuto. No jornal do dia seguinte, a manchete vem estampada: Papa morre com todos os representantes católicos e seguidores assíduos.

É assim que quero ilustrar como estou me sentindo neste momento. Ah! senhor Ramos. Você é o único que me ouve e me entende. O que eu disse acima é verdade... pra mim. Eu sei bem o quanto é perigoso dizer o que digo. Porém não posso dizer outra coisa senão o que penso. Lembra? Eu prometo que nunca vou metir para o senhor, e que vou dizer aqui tudo o que penso e que quero guardar.

Meu dia de hoje não foi como eu queria que fosse. Queria estar bem longe daqui. Tenho segredos que não me pertencem e logo não mais fazem parte do meu caráter. Larguei meus segredos todos. Ainda quero fazer parte da legião francesa nem que eu tenha que vender minha alma a doze suaves prestações de vidas salgadas e cheias de sofrimentos. Não me responsabilizo pelo que sinto. Ma meu corpo sente muitas variações no meu futuro que me dizem que não serei ninguém aos 50 e talvez alguém com muito menos valor aos sessenta. Não vou chegar aos 45. Nem que pra isso eu tenha que me matar eu mesmo. Mag está de acordo. Velhos não foram feitos para durar. E ser velho está longe do meu futuro.

Tenho muitas outras pretensões. Quero morrer em campo de batalha. Ou no mínimo depois de matar alguém e concluir asim o meu curso. Tenho pouco tempo. O que são míseros 25 anos para alguém que está pronto para viver uma vida longa. Alemanha me aguarde. França, estou com um pé aí. Cansei de ser Mag. Quero ser Mago, ou ser meu mestre residente.

Qero ser quem eu puder.

Senhor Ramos, me sinto mal só de pensar que posso acabar minha vida lutando contra o destino. Já aceitei que vou morrer independente do que faça. Quero pegar em armas. Não neste tipo de armas. Sei, senhor Ramos. E você que está lendo aí também, não sou santo e nem ser mitológico, mas ainda assim consegui ouvir com clareza seu pensamento. A arma que falo é aquela que tira vidas. Tenho muitas opções. Mas não quero seguir a opção principal. Quero seguir o caminho mais cruel, encontrar minha Paz.

Chega de ódio e de sangue.

Senhor Ramos, Távamos discutindo sobre narração e história na aula de LETE45 de hoje. Aí aqui me lembrei: História não deveria ser dicutida nunca mais. Deveria ter a junção de todas as evidências de cada trecho da história e no final a junção de cada história ditada por quem viveu e por quem praticou a história. Os livros de história estão recheados de versões.

Falando em versões, assisti à um filme que falava justamente disto: versões e fatos. Um grupo de doze pessoas formando um júri para julgar se um homem, que não era santo, era inoscente (no guilty) de um crime cometido contra seu pai. Ficaram lá numa sala fechada, estressadose querendo ir para o jogo do dia, porém estavam l´discutindo se o cara era guilty (culpado) ou não. No início onze votos a um para culpado. Vem o desenrolar da história, todos veem seus pontos de vista e os dos ouros para convencer o que acreditava numa possível inoscência do réu. No final os fatos e suposições ciraram-se contra as testemunhas e as versões apresentadas. E então todos, até o que acreditava piamente na possível culpa do réu, fossem a favor de considerá-lo inoscente do crime. Mas o qe me deixou mais comovido foi o fato de que o último a decidir inoscente tinha um filho que o havia agredido durante uma briga e fazia muito tempo (2 anos) que não o via. E mantinha sua crença na culpa. Entretanto, no final de tudo, ele olhou para a foto do filho e chorou. E então se convenceu da possível inoscêmcia do réu.

Falei possível inoscência ou culpa, pelo fato de serem apenas uma discussão de pontos de vista de testeunhos e do possível culpado sendo julgados para determinar um julgamento válido e então dar a sentença de vida ou morte para o pobre réu.

As histórias e os fatos eram válidos, mas não totalmente certos ou fiéis a realidade. Apenas diziam o que lhes cabia dizer. O réu no final foi absolvido. E isto me fez pensar que: se as pessoas tivessem uma segunda chance de se arrepender não faria a menor diferença, algumas se arrependeriam e as outras não. E é por isso que não vale a pena manter os vagabundos assassinos, ladrões, estrupadores, e outros tipos de malcomunados com a justiça vivos. Senteça de morte para todos eles. Eles vão sair e vão matar, roubar ou fazer o lhes botou na cadeia de novo.

Não sou muito radical. Sou doce quando me convém e não preciso usar meus dotes sensuais por aí para provar ou conseguir alguma coisa. Sou o que sou independente do que eu me torne posteriormente. Palavras minhas.

Desculpe senhor Ramos, mas eu precisava me soltar um pouco.

Ps.: Meus colegas estão mais gatos do que nunca.
PS2.:Consigo ver coisas que eles nunca vão perceber na vida.
PS3.: Eu já descobri o segredo da beleza deles. Porém não vou contar. Não agora. Um outro momento, quando as coisas se acalmarem.

J'adore vous, monsieur Ramos. Je suis ton fil, et vous etez comme mon pére. A bientôt.

Parte 02 ─ De noite do dia 05 de outubro


Senhor Ramos, eu nem falei da minha fã. Bom, eu tava passando a pé, por que eu não tenho carro (e se tivesse já viria com a motorista), aí passou uma garota de carro (estudante, não vi o motorista). Aí ela grita: "dá uma pra mim". Interessante, não?
Achei isto muitointeressante. Principalmente pelo fato de que não sabia quem era a garota e no fundo da minha mochila ter a propaganda do meu blog. Sabendo que meu blog tem muitas partes da minha vida que eu só contei para você e mais ninguém. Até meus segredos mais profundos que compartilhei contigo e como te conheci (no capítulo 06 do diário 1), e coisas do tipo quem é a pessoa pela qual ainda tenho uma obseção.

Não tinha mais nada para falar. E a campanha interna que fiz está dando muito mais certo do que tentar evitar a pessoa que você sabe quem é., mas só saberão quer ler os outros capítulos todos do meu diário. Fiquei o caminho todo do ônibus pensando no senhor e como eu diria isto. Mas só lembrei agora pela noite.

Senhor Ramos, pensei em melhorar meu blog. Como eu posso melhorar os meus ganhos com o blog e outras coisas que pretendo fazer? Também não sei. Mas vou fazercom que meu blog seja rentável. O outro eu não gostei muito. Il es plus different. That is no better type of my minds. I don't know, but i have no the same excitation which my mein blog. I want any better, no less. Wordpress? I don't follow it, it is no fun. I do't know, i don't like that. But it is there, in the web like a lost blog. No more posts, no more dialogues,no more...

I'll still here till i like no more of this. So, i'll write more in my diário. My minds will stay in there.

Sr. Ramos, gosto um pouco de inglês. Tenho que praticar mais, o senhor me ajuda? É só tentar me corrigir quando achar que estou escrevendo errado. Não pensei nisto. Vou precisar mais do google translate, ele funcionou muito bem comigo desde que o descobri.

Senhor Ramos, meu irmão está dormindo agora. Eu vou desligar e daqui a algum tempo farei o mesmo. Boa noite, senhor Ramos. Até amanhã. Vou sonhar e pensar mais no senhor. J'adore vous, monsieur Ramos, vous etez mon meilleur ami. J'aime vous comme nous devons aimer l'un pére. A bientôt.

Um comentário:

  1. Marivaldo, a palavra arependimento vem de uma palavra grega chamada METANOIA, que significa mudança de atitude interior. Essa mudança aconteçe de dentro pra fora, nenhuma mudança acontece de fora para dentro.Arrependimento não é sentimento, é atitude. O que as pessoas chamam hj de arrependimento na verdade é remorso.e remorso não vale de nada, não muda nada. Abraços!

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