quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Diário ─ capítulo 26

Parte 01 ─ Manhã do dia 16/09/2010


Bom dia, Sr Ramos.

Agora eu vou falar um pouco sobre o que não queria falar ontem. Rejeição.
Nunca rejeitei ninguém. Gosto muito mais de ter uma companhia não quista do lado do que ficar parado sozinho sem ter com quem conversar. Ah... se eu tivesse um irmão gêmeo como uma colega e um ex-vizinho. Talvez eu fosse um pouco menos carente.

Acho que não é nem carência. Mas solidão não é. Gostaria tanto de fazer determinadas coisas que só amigos fazem. Na verdade, não gostaria não. Ainda assim, amigos. Não gosto de chamar ninguém de amigo. Isto me lembra um fato que aconteceu dentro do ônibus. Um cara com uma camisa social sem as mangas. Branco, provavelmente ecologista de faculdade (o que me dá muitas opções de escolha quanto ao presente dele). Simplesmente me chama de amigo e pergunta as horas.

Tudo bem que seja mania. Mas por que amigo? Gosto de usar os apelidos carinhosos: Coisinho e coisinha (crianças), bixinho e bixinha (para gente mais ou menos da minha idade) e tio para algumas pessoas mais próximas acima da minha idade. Nada contra um apelidao para um estranho. Até mesmo por que nunca uso nomes em conversas, sejam elas quais forem. Posso conversar horas com as pessoas e ninguém percebe que ninguém sabe o nome de ninguém.

parte 02 ─ de noite


Boa noite senhor Ramos. Agora eu não estou muito bem. Hoje de tarde tive a apresentação da fotonovela. Foi bem engraçado. Em todos os termos. Teve algumas fotos que não gostei outras que adorei. E teve outrasa apresentações ainda mais simples que a nossa (minha e da equipe).

Adorei pagar mico. Isto me lembra a época que eu fazia um curso de informática intermediária. Eu tinha uma colega que foi minha colega anteriormente (e bota anteriormente nisso). E nós,quando saíamos da aula para ir pra casa íamos passear. Era divertido. Aí comecei a gostar de pagar mico. É mais divertido quando a gente paga mico em grupo. 3 pagando mico é melhor do apenas 1. Faz se sentir parte de alguma coisa. E como esta alguma coisa é algo interessante não apenas para um como para todos.

Não, eu não vou dizer o nome desta colega. Mas se ela estiver lendo agora meu diário. Sinto falta. Gostaria de repetir. E se ainda se lembra de como era aquela época. Lembra do meu lado bom. Do meu eu quase normal.

Ela tem uma irmãzinha pequena. Se estiver lendo ela saberá que é dela que estou falando. Não há no mundo duas pessoas iguais que façam a mesma exata coisa em momentos diferentes da vida. Acho meio improvével de acontecer.

Continuando. Eu tava falando de mico. Mico é um animal da classe dos primatas, que por acaso é da nossa mesma classe, considerado inferior devido ao seu baixo conhecimento vocabulacional humano e capacidade reduzida de pensar, imaginar e outros atos particulares dos humanos. Seu nome é usado para determinar momentos de graça contínua ou instantânea na qual uma pessoa está agindo e ou vestido como um macaco. Ou simplesmente fazendo macacada (palhaçada).

A epistemologia da palavra não é uma coisa muito legal de se fazer. Mas a palavra quer dizer alguma coisa. Não o seu significado.

Continuando a falar de mico. Será que eu ofereço a professora assim a idéia de um mico coletivo com toda a sala. Seria divertido e seria interdisciplinar. Divertido por causa do tamanho do mico. Mico é coisa séria. Lembrei de uma coisa sobre mico. Uma tragédia com o pobre mico. Mais tarde eu conto, se lembrar. voltando ao mico. Tipo assim. Uma dança ou musical. Em que uns serão os dançarinos e dançarinas, outros os astros principais e finalmente o musical seria uma peça baseada em alguma coisa conhecida. Que tal Shrek? Adoro Shrek, assim como o Kunf fu panda. Queria ser o Po. Ele é legal. Eles são legais. Enfim. Eu não posso ser o Po. Tenho que ser eu.

Voltando ao musical. Seria algo do tipo: O retorno de Fiona. Ou talvez: Shrek e os sete fantasmas. É uma mistura de Shrek, Branca de neve e os caça fantasmas. Seria quase um especial de natal. Com direito a narração e vídeo para repagação posterior.

Não, não vou fazer isto com meus colegas. Gosto de me mostrar. Mesmo querendo o oposto. Talvez uma coisa mais leve. Uma peça teatral baseada em algo interessante para todos. Uma peça criada e dirigida pela turma toda. Onde todos serão astros e ao mesmo tempo espectadores. Um enorme trabalho em equipe que integra arte, texto não verbal, verbalizações, e os nossos interesses particulares. Até vejo a votação. Qual será o nome da peça? "Caçadores de pontos flutuantes" ou "Matrizes assassinas, o contra-ataque". Talvez até: "Comando Newton, o confronto final.". Gostei mais do último. Ficou um pouco de Star Wars com matemática. E vai faze com que vinguem todos os estudantes que odeiam física e que desejaram que fosse uma jaca ou uma melância em lugar da maça. Aí poderiam colocar vários homens (Ui!) vestidos de soldado. Eu seria o menor que entra em todos os cantos para abrir as portas e colocar as bombas.

Seria muito divertido. Seria pagação de mico.

Agoraa parte triste. (oooohhh!) O mico na tragédia. Não na grega. Uma Colega minha me falou que viu alguns micos brigando meio da pista. Chato né? Aí o grupo foi embora e ficou um mico solitário. (pagar mico sozinho não é legal, brincadeira.) Aí ele foi atropelado. Tadinho do mico. Ela não soube dizer o que aconteceu depois.

Istome faz lebrar que as pessoas tem uma afetuosidade maior pelos animais do que pelos seres humanos. Havia pensado nisso milhares. O que aliás é só que eu faço desdo os 15 años. As pessoas tem melhor os cães do que os filhos. Criam cuidam, dão comida para os cães. E os filhos? Alguns muitos nem tem. Outros mesmo tendo cuidam melhor dos animais.

E isto me leva a outro ponto. Quantos de vocês leram "Vidas secas" de Graciliano Ramos. Lá vocês podem ter uma boa base do que acabei de falar.

Não é só reflexão. É fato. E o fato é sempre uma parte da realidade.

Afinal por que as pessoas não dizem logo: Não façam filhos. Adotem um animal.

Seria melhor do as pessoas falarem em aborto ou controle de natalidade. Mas isto é um ponto para uma conversa posterior de talvez nunca. Nunca vou falar de filhos aqui com você. Ou melhor, não vou falar disto tão cedo.

Primeiro ponto: Eu sou virgem. Virgens não tem necessidade de filhos.
Segundo ponto: Sou virgem convicto (até poder dizer o contrário, o que não está longe de acontecer. Afinal tenho vinte años e posso não resistir.).
Terceiro ponto: Não há terceiro ponto.

Enfim, só queria ilustrar o quanto eu não vou abordar o assunto.

E depois, não vou engravidar. (Por onde sairia?). Então não posso falar nada sobre o assunto. Obrigado. Fim da reunião.

Adoro você. Pardon. Je ne parles pas portuguese ici. J'adore Vous. J'aime vous. A bientôt.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Diário ─ capítulo 25

Parte 01 ─ de tarde do dia 15/09/2010


Olá sr Ramos. Hoje eu não estou tão favorável ao estudos quanto estava antes. Sabe o que é derivada? Nem eu. Mas ainda assim tenho que aprender até quarta feira.
Ah! gostaria tanto de estar passeando pelo mundo sem memória. Saido por aí sem saber sequer qual minha língua mátra. Não obstante a isto, gostaria de hoje as coisas acontecessem do jeito que gostaria que acontecessem. Será que não seria melhor tentar aprender de outro jeito.

Nem sei como fazer.

O tema de hoje é reformas. Reformas por causa da minha localidade. Estão refazendo as pistas e incluindo um sistema pluvial para as águas da chuva. Minha casa foi reformada recentemente (ano passado) e eu estou sob reforma. Não quero mais ser quem eu sou. Desde o início do ano.

A partir de agora respondo por Alberto. E em homenagem a você ao senhor me chamo agora Alberto Dias Ramos. Assim podemos nos passar por pai e filho. Marinaldo? Nunca mais. Não aqui. Quero fazer algo melhor pela minha vida.

Então agora sou Alberto Dias Ramos, tenho um cancer no cérebro que me dá mais alguns anos de vida, sou de Escorpião, não me preocupo com as outras pessoas. E principalmente não quero mais que as pesoas saibam que eu existi. Só traria sofrimento no momento da minha partida. Não gosto deste mundo e ele parece não gostar de mim.

Não quer dizer que estou desistindo. Isto quer dizer que estou pegando minha trouxa e seguindo meu destino. Não precisam se compadecer de mim. Não sou mais criança. Também não sou idoso. E sei me cuidar o suficiente para manter os inimigos à distância e os amigos perto o suficiente.

Falado em inimigos, sr Ramos, nunca os tive. Acabei de ensar no assunto. Sempre tive relações ou de semi-amizade ou de não contato. Sinto falta de determinadas coisas. Como meu passado. Mas nunca senti falta de inimigos. Só queria ter um melhor amigo. Daqueles que crescem conosco ou que fazem coisas que nós guardamos para contar aos netos. Não penso em deixar herdeiros. Não tenho sequer herança para dividir. Nasci na pior das classes: a emergente.

Gopstaria de ter tido em vida... Ainda estou vivo e talvez por sei lá mais quanto tempo. Gostaria de ter um Play Station 2 em casa. Gostaria de ter um netbook meu. Gostaria de desenvolver alguns projetos antigos que nem eu sei.

Oficialmente estou aqui para decidir como vou viver o resto da minha vida. Mas sei que logo terei que escolher entre a vida e a morte de pessoas. Incluindo eu. Nada do qual eu não precise me orgulhar ou ficar entusiasmado.

Está parecendo minha carta de suicídio, não é sr Ramos? Não, esta não é minha carta de despedida. Tenho planos que só posso realizar em vida. Não será ua coisa que consome vidas que irá me deter. Eu ainda nem dominei o mundo. Não ditei as regras do novo continente. Nem dei meu nome para ruas palácios e avenidas. Tenho muita coisa para fazer.

Fim da parte de Alberto

Ele é apenas mais um de mim. ALém dos quatro iniciais. Isto deveria continuar sendo um segredo. Mas confio em você o suficiente para permitir que o sr guarde estes segredos também.

Oficialmente eu era Mag em casa e nas proximidades. Me tornei Mago Exodia na internet. Tenho até um blog com este nome oficial. Em sala de aula sou Marinaldo, assim como lugares que exigem nome de registro. Dentro de lugares onde não tenho necessidade de saber quem é quem, como em novos relacionamentos amigáveis, eu sou Sem Nome. Administrador oficial do corpo e deignador/coordenador de perfis. E agoro posso me tornar Alberto Dias Ramos. ADR. Como Adriano. Alberto significa: brilhante, Ilustre. Como Um bom mago deve ser. Mago = o grande, Mag = feiticeiro, Exodia = Aquele que escolheu fazer o bem e Alberto = Ilustre.

Agora me sinto completo. Dois sem sexo e dois Homens. E o outro sem existência. Marinaldo não existe. Não mais.
Poderia me chamar Alberto de Jesus Dias dos Reis. Ou Alberto de Jesus Dias de Deus. Talvez Alberto Ramos de Jesus Dias dos Santos. Bonito, mas não. O nome que eu tenho é meu. Ou melhor, os nomes.

Estou em reforma. Estou refazendo todos os meus perfis de usuário. Cada pessoa que existe em mim é muito importante e muito leal a mim. Mas não posso ser mais o mesmo. Agora tenho nomes a zelar. Devo reescrever toda minha história e reaver elementos impotantes da minha. E parar de mentir definitivamente. Que eu tinha prometido há algum tempo.

Chega de reflexão. Alberto já não mais nada a perder. Chega de orgulho. Mag não se responsabiliza pelo que el faz. Chega de ficar quieto. Exodia não se importa com os fracos. Eles devem ser usados aténão ter mais nada a dar. E quando terminar a reforma serei um pouco melhor do que fui e talvez um pouco menos eu. Mas nunca permitirei que me sejam outra pessoa.

Fim das idéias mirabolantes de Sem Nome

Nada a dizer.

Fim das idéias libertadoras de Mago Exodia

E por que você disse nada a dizer?

Fim das filosofias de Mag

Não aguento mais vocês. Alguém me interna, faz o favor.

Aqui Marinaldo deixa de se corresponder.

Até a próxima reflexão. Sr. Ramos. Não se preocupa não. Minhas idéias afloram e vão embora do mesmo jeito.
J'adore Vous. J'aime Vous. Make me to give all i have. If i have no more, wish me more.

A bientôt.

Parte 02 ─ Noite


Boa noite, sr Ramos.
Agora o tema seria Rejeições. Mas resolvi não falar abertamente sobre isto.
Ainda vou falar alguma coisa. Mas não agora. Ah, aconteceu de novo. Não falei de um, mas o outro aconteceu hoje no ônibus. À distância não sinto tanto enjôo.

Até Amanhã.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Hoje eu jantei no RU

Não tenho mais novidades.

diário ─ capítulo 24

Parte 01 ─ Manhã do dia 14/09/2010


Bom dia, sr Ramos. Hoje eu acho que será um dia interessante. AH, senhor Ramos, não posso contar o que ainda não aconteceu, né? Mas se acontecer você será o primeiro a saber que aconteceu. E depois vou botar bem grande no meu blog como é que faz.

Não obstante a iso, sr Ramos, não pretendo sair da minha previsibilidade de sempre. Esta semana eu vou de camisa branca, bermuda cinza, all star e meia branca. Talvez mudar o sapato dia sim dia não. A mochila de cor clara. Me sinto melhor de cabelo raspado do que de cabelo grande. Gostaria de ter cabelo bom. Assim era só cuidar e aproveitar os louros da beleza capilar.

Estou começando um novo sistema de aprendizado. Ontem de noite na volta ara casa consegui terminar o primeiro capítulo do livro de cálculo com geometria. Pretendo aprender isto até o fina do semestre. E depois aprender como funcionam as asas dos aviões e as diferenças no formato das asas. Pretendo voar ainda em vida e criar a verdadeira asa de morcego, senão a asa de águia. E depois pretendo fazer da minha vida uma divertida comédia.

Eu conto mais o que eu penso do que o que eu faço. Já reparou isso? Que espécie de diário é este? O meu diário. Não comecei a escrever para falar as coisas inúteis e sem importância que faço. Sr Ramos, aqui eu escrevo o que penso, o que geralmente está ligado ao que sinto. Não consigo desligar pensamentos de sentimentos. Se pudesse... Aí eu não seria eu.

Sei lá, eu gosto tanto de usar as palavras, por que escolhi um curso que tem tanta tecnologia e tão pouco de linguagens? Talvez eu possa escolher algo que englobe tecnologia e linguagem. E me especializar nisto. E talvez mais tarde venha a fazer da minha vida o que posso fazer dela sem me importar como ela vai terminar.

Falando em terminar a vida. Gostaria de terminar numa ilha deserta, cercado do que há de bom neste mundo. Aproveitando tudo que posso. E com todo tipo de mordomia. Na verdade, eu não gostaria, eu quero! Assim como ainda quero ser um militar ativo. (Ativo é o come e passivo é o que dá na relação). E estar na frente de batalha de qualçquer coisa. Me vejo até segurando um Arma maior do que eu, disparando no inimigo. E logo depois correndo para ver o que atingi. E depois seguindo adiante junto com a tropa. Gostara de estar vivo para ver a 3ª guerra mundial com meus próprios olhos. As pessoas não pensam nas consequências. Mal sabem elas que o que elas fazem aqui é de repercussão futura. Não há céu e não há inferno. Mortos não sentem nem dor nem frio.

Ainda me pergunto por que os evangélicos ainda querem ir pro céu se não podem aproveitar das mordomias de estar no céu. Não faz diferença. Céu ou inferno não há sensação de frio, calor, medo, não há sensação alguma. Só sentimentos que se acreditam ainda existir com o corpo mesmo depois da morte. Sentimentos de posse, de raiva, de amor, entre outros.

Me recuso a acreditar que vou para o céu se fizer o bem ou para o inferno se fizer o mal. De qualquer forma mortos não sentem nada. O que de certo modo acho uma maravilha e ao mesmo tempo um horror. Imagine você o senhor com um pedaço de manga na boca sem sentir seu sabor doce, ou a sensação engraçada dos pelinhos do caroço da manga no céu da boca. Não gosto de pensar em momentos assim.

Mal sabem os evangélicos que já descobriram a terra prometida e já estão nela. Eles precisam prestar mais atenção. E uma palavra traduzida peo homem pode mudar de significado tantas vezes quantas for necessário. Não acredito num livro que trata os imprevistos com tanto (how do i say this word?... tanta violência.

O senhor sempre me ouve. Precisava conversar com alguém.
Je t'adore. Je T'aime. I'll be here again later. A bientôt, Monsieur Ramos.

parte 02 ─ de noite, em casa


Boa noite, Sr. Ramos.

Hoje eu jantei no RU. Mas isso o senhor só saberá como foi se abrir a compilação RU do meu blog. E nem vou falar do que fiz agora de noite.

Então, boa noite. Bons sonhos.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Diário ─ capítulo 23

Parte 01 ─ de tarde/noite de 13/09/2010



Olá, Ramos. Hoje foi um dia diferente, mas normal.
Lembra daquilo que eu falei sobre rejeição de crianças? Bom, aconteceu de novo. Só queria notificar isto e depois ver com um analista se é algum problema. Senhor Ramos, desta vez foi um menino. Minúsculo e mole. Senti nojo como da vez da menina. Nojo não, vontade de vomitar. A criança talvez nem tinha mais do que 3 meses de idade.
Refaço a pergunta: EU tive na outra vida, a anterior, uma cria e perdi ela de alguma forma? Será que isto é normal. Por que estou rejeitando crianças quando deveria estar como os outros: babando e chamando de coisa fofa?

Eu sou normal, não sou?

Sr. Ramos, agora eu te chamo assim por que o sr merece muito respeito. E, ainda que me escute e não diga nada, é muito importante pra mim que alguém me ouça. Ou seja, o senhor está sendo muito importante para mim neste momento. Não só por isso, mas por outras coisas também.

Hoje não fui jantar no RU. Restaurante Universitário. Ah, senhor Ramos. Eu descobri a caminho do RU que não tinha todo o dinheiro. Mas não faz mal, eu como alguma coisa quando chegar em casa. Aposto que o jantar de hoje é alguma coisa boa.

Mentiras. Não vou mais falar sobre isto tão cedo. Mas vVou dar um outro conselho:

Quando for mentir lembre-se do que falou. Cada palavra é crucial para
distinguir mentira de verdade. Se não conseguir gravar as últimas três
frases ditas anteriormente, poderá ser pego numa das próximas cinco.

Acho melhor não dividir isto com mais ninguém. Senhor Ramos, hoje eu consegu estudar no ônibus vindo para a faculdade. Estava sentado, é claro, afinal não dá para estudar em pé. Principalmente no meio de ônibus lotado.

Sabe, faz um tempo (alguns anos) que penso no Teletransporte público. Imagine só, as pessoas fazem uma fila num canto da pista. Elas depositam seu diheiro em um determinado espaço do dispositivo. Digita a coordenada ou o código de localização do ponto de destino. Senta num canto e, de repente, aparece no ponto digitado. Sairia mais barato que fazer um tour pela cidade de ônibus. As pessoas teriam a escolha ou de pegar um ônibus e chegar descansado em casa ou pegar o TTP e chegar ao destino em dois ou três segundos de viagem. Que tal?

Ainda penso em como isto será feito, afinal só fizeram teste de teletransporte com cachorrinhos de laboratório. Não há mais notícias. Até o desenvlvimento já estarei craque em programação e talvez vivendo em outro país que me dá escolha de sobrevivência.

Talvez já tenha esquecido por completo meu nome de brasileiro e meu idioma materno. E serei feliz com um homem rico, bonito e nativo da região.

Sonhos são sonhos. Ainda bem que são de graça. Se não, já imaginou quanto seria arrecadado sócom pagamentos de royalties por ter sonhado...

Fico por aqui. Você O senhor me entende. Coisa que ninguém mais faz. E me ouve sempre que preciso. Obrigado. A bientôt.

domingo, 12 de setembro de 2010

Diário ─ capítulo 22

Parte 01 ─ tarde de 12/09/2010


Olá, Ramos! Esout meio sem palavras para conversar com você hoje.

Então vamos fazer assim. Eu vou dizer Algumas palavra e quando eu tiver vontade eu falo sobre elas, tá bom? Então vamos começar.

Amor

Saudade

Falta

Estranhamento

Curiosidade

Relacionamento

Amizade

Gatos

Maravilhosos

Olhos lindos

eu

minha vida

pretensão

muito

não sei

te adoro

será mesmo?

ah, não importa!

e daí?

Parte 02 ─ noite


Vou comentar alguns termos anteriores.

Gatos:
Só tem homem bonito (com excessões) e de todos os tipos na UFBa. Uma boa parte dos homens da minha sala são de dar inveja. Outros não chegam a tanto.
Prefiro gtos persas de olhos azuis, ou gatos pretos de olhos verdes. Eles são discretos, independente, limpos, pedem o carinho quando querem e estão sempre na deles. Odeio cachorros. São muito barulhentos.

Maravilhosos:
Se eu pudesse fazer pelo meu corpo algo que me deixasse com o corpo quase igual ao dos meus colegas, rapaz, eu faria. Mas provavelmente eles já nasceram assim. E aí não dá em nada.

Olhos lindos:
Não são os olhos exatamente a primeira coisas que vejo quando olho para eles. O corpo tod passa pela minha frente em poucos segundos. Será que não posso aproveitar a visão da beleza na minha frente. Não digo o mesmo para as garotas. Cada uma que passa. A maioria do porte de modelo pra cima. Algumas uma vírgula abaixo.

Será mesmo?
que todos que entram na Ufba terminam em carreiras fechadas como de engenheiros, advogados e outros?

E daí?
E daí que sou jovem. Posso ter o corpo de vinte anos, mas minha tendência é manter um corpo de 13 anos. Ainda nem cheguei a puberdade hormonal e corporalmente falando. Penso como um adulto, ajo como uma criança e estou quase passando desta idade.

Ah, não importa!
Não importa o quanto eu goste de determinada pessoa que só nós dois sabemos quem é. Est nunca me dará bola a não ser que precise me usar assim como preciso usar outras pessoas. A vida pode não ser assim para todos, mas sempre foi assim.

Não sei:
Quanto tempo vou precisar para terminar diário. Só sei que não vou parar de escrever em você até que eu consiga um dos meus objetivos que eu não disse a ninguém ou que morra. Isto pode e deve demorar muito.

Pretensão:
Tenho a simples pretensão de ganhar dinheiro, custe o que custar (desde de que valha alguma coisa e me tenha retribuição posterior).

Minha vida:
ficará aqui até quando eu tiver o fato histórico de que preciso. Como não sei qual é: todos virão para cá.

Amizade:
Sou leal a meus amigos. Nunca chamo um amigo de amigo até provar que posso confiar totalmente nele(a). E demonstro isto dizendo cógigo um segredo. Tem um segredo meu, tem minha lealdade.

Amor:
Não sei nada sobre isto. E por isso peço para você que estiver lendo este diário agora que me ensine, se tiver coragem.

Saudade:
Só sinto falta de algo que sei o que é. Não lembro do meu passado. Consequentemente eu não sinto saudade. Invejo a todos que tem um passado. Odeio história. Odeio falar de história política. Gosto de matemática, gosto do que me faz pensar. E gosto de lembrar do que consigo lembrar por mim.

Curiosidade:
Tenho a curiosidade de saber como é fazer sexo com outra pessoa do mesmo sexo. E tenho curiosidade em ambos os lados: tanto no feminino quanto no masculino. É mais fácil amar alguém do mesmo sexo ou do oposto?

Muito:
Muito me admira saber que as pessoas são como elas são. Previsíveis quanto ao fato de serem normais. E imprevis´veis quanto aos tempos de desespero.

Falta:
Sinto falta do meu passado. Sinto falta de quem esteve comigo e não lembro sequer o rosto. Sinto falta de gente que penso que nunca conheci, mas conheci. Sinto falta de minha memória.

Relacionamento:
Ah, não quero pensar sobre isto agora. Só não quero ter filhos. Basta saber disso. E nem casar tão cedo. Ainda quero conhecer o mundo. O mundo todo.

Eu:
Eu, eu, eu. Quem sou eu? Alguém. Alguém, quem? Alguém que não é importante. Talvez seja para outro alguém. Não sei quem. Coisas de psicologia. Não quero uma terapia agora. Quero terminar meu diário de hoje e poder pensar no de amanhã.

Te adoro:
Você realmente me entende. E como me entende. Vocêé a única pessoa que presta atenção exatamente em mim. Como se eu fosse o único motivo de sua existência.
Sr. Ramos, você me gosta tanto? Gostaria de saber o que você pensa sobre mim. Gostaria de poder dividir o que sinto pelo senhor.

Sr. Ramos, eu ainda amo o militaridade. Gostaria muito que o senhor me dissesse algo que fosse importante para que eu pudesse usar. Algo como um curso básico de autodefesa militar. Um curso de tiro. Práticas de milícia pelo mundo.
Mas sei que o senhor não gosta de morte. Ou acho que não gosta. Gostaria que o senhor me desse uma passagem só de ida na primeira guerra que tivesse pelo mundo.

Dias, quero ser mais que um garoto de 20 anos, estudante, aspirante a concursado estadual. Gostaria de conhecer o mundo com uma arma na mão. Conhecimento tático e estratégico e muito dinheiro em contas distribuidas pelo mundo em muitos nomes diferentes. Gostaria de fazer mais por mim. Quero fazer (e vou fazer) mais por mim. Estou começando pelo minha mente, fortalecendo por cima e depois vou para o corpo. Mente frágil em corpo forte é muita desvantagem.

De resto, para concluir este meu apelo, peço que me ajude aí do mundo dos diários para que eu consiga tudo o que desejo. Será que o senhor pode me ajudar, senhor Ramos? Prometo que serei-lhe ainda mais grato do que sou agoro por sua atenção neste momento de desapego mental. E reapegação afetiva.

Amo ao senhor por que o senhor está sendo um pai-confessor ao qual consigo revelar os meus desejos mais profundos. Desde de quando comecei a escrever-te. Muito obrigado, senhor Ramos. O senhor é o único que me entende completamente e ainda me ouve sem interferir nas minhas posições auto-reflexivas.

J'adore vous. Now I rspect you like i must do before. Thank you. Danke. Merci Beaucoup. Muchas gracias. Tak. 感謝. спасибо. vďaka. díky. tack. Aitäh. Go raibh maith agat. Dzięki. धन्यवाद. Acho que já chega de tanto agradecimento.

Até amanhã. Je T'aime. Penses tu on moi. A bienôt.

sábado, 11 de setembro de 2010

Diário ─ capítulo 21

Boa noite, Ramos. Hoje eu comecei a escrever no final da tarde. Queria fazer diferente hoje. Hoje o tema é livre. E como o tema é livre podemosfalar e qualquer sem nehnhuma ter conexão.

Que tal falar sobre livros? Adoro ler, principalmente se leitura interessa. Li todos os livro de Harry Potter. Li vários romances. Li Vários outros livros nem tão importantes. Vou ler a saga Crepúsculo, vou ler a saga senhor dos aneis. Pretendo ler tantos livros.

Sabe de qual eu mais gostei? Nem eu. Mas eu gosto mesmo.
Adorei ler Harry Potter a primeira vez. Vou ler o último até o final do semestre quando tenho que fazer um trabalho sobre algum livro.

Falando em trabalho. Quero um trabalho urgente. Eu sei, Dias, não estou pedindo pra você. Estou apenas dizendo que quero um emprego, estágio algum meio de ganhar dinheiro rápido. Quando eu digo rápido quero dizer: meio legal e regularizado de manutenção de renda salarial para fins capitais. Tais como compras no cartão de crédito, compras via internet, entre outros.

Compras via internet. Estou registrado num blog sei lá chamado Lockerz. Entretando descobri que não envia nenhum produto para o Brazil. Por que? Você ainda me pergunta por que? Pergunte aos políticos por que eles inserem tantos impostos em coisas que com o mínimo de imposto geraria o máximo de tributos ao governo. Pergunte ao Fisco, Alfândega e polícia federal por que tantos embargos a coisas tão simples que poderiam (e podem) ser comprados a valores bem mais baixos do que lá fora do país. E pergunte ao presidente do país por que ele não pede ou cria um projeto de redução definitiva de impostos para produtos industrializados e/ou importados.

Se eles responderem a isto com um projeto de reduçãodefinitiva de impostos por pelo menos a metade do valor atual não será necessária a importação, justamente por causa da facilidadde de compra de produtos facilmente acháveis aqui no Brasil.

Governo. Por que aqui no Brasil os governo tem política de marketing populista e política de governo individualista? Esta é uma pergunta que eu gostaria que um desembargador de outros países fizessem aos políticos brasileiros. E gostaria que a rsposta viesse com resltados para a população.

Deveria estudar política ou me tornar político. A segunda opção é mais viável. Não gosto da política no Brasil. Não funciona a não ser pra quem está lá.

Fecho o capítulo por aqui. Você me entende muito bem. J'aime tu. J'adore tu.

Dia 11 de setembro de 2010, aniversário da queda das torres gêmeas dos EUA.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Diário ─ capítulo 20

parte 01 ─ manhã do dia 10/09/2010



Bom dia, Ramos. Daqui a pouco eu vou sair do meu esconderijo paa ir a faculdade. Por que tão cedo? É que macamos todos as 11 horas da manhã na frente do PAF 3. E como meu esconderijo (casa) fica bem distante da cidade,eu vou ter que sair bem mais cedo do que normalmente eu saio. Mas não faz mal, logo logo não vou ter tanta distância assim da faculdade. O que marcamos? Eu não falei? Ah, é mesmo. Marcamos uma foto novela pra hoje.

Falando em fotonovela... Eu ia de alguma coisa holiwwodiana, mas esqueci.
Ramos, eu já não penso mais em R.... como eu pensava antes. E sem perceber eu falei o nome del aqui em uma das páginas anteriores. Mas o que está escrito está escrito, não vou concertar. E se estiver tão na cara que todo mundo já viu e eu acho que ainda estou enganando alguém: tudo bem, pelo menos eu posso abrir meu coração para el e tentar ser feliz. Mas eu já descobri que é só obsessão. Se fosse amor eu pensaria nel todos os momentos do dia até dormindo.

Gostaria de fazer muitas coisas, das quais depois eu me arrependeria. Não me arrependo de ter feito uma boa parte do que fiz. A todas as outras eu peço desculpe, mas eu já fiz e não posso desfazer. Hoje vou ter aula de Contemporaneidade 2. Vai ser sobre história do Brasil.Eu estou cansado de história, quero saber da minha própria história. Não tô afim de história hoje. Gostariaque o professor se desse conta de que a história está saturada de partes que as pessoas não querem saber.

Ramos, eu gostaria de hoje não assistir a esta aula. Mas pra fazer isso eu precisaria ser um pouco mais do que eu consigo. teria queusar meus impulsos, o que não faço desta forma (preciso de dois caminhos a escolher para usar o impulso, não basta só não querer), e teria que usar minha intição com uma força que eu não tenho.
Poderia simplesmente chegar lá, fazer a fotonovela e depois cair fora. Isto está fora de cogitação, fiz isto uma única vez. Mas, independente de qual seja o fato, se eu estou lá foi por que eu quiz. E por que eu quiz estar lá é que eu devo continuar aguentando até o assunto melhorar, ou até fazer a minha terapia individual e descobrir qual é de fato meu problema.

Ramos, eu gosto tanto quando alguém me ouve de vez em quando. E você me ouve todos os dias. Quero continuar a escrever vocêeternamente. E vou continuar. Você é um dos poucos projetos que eu segui adiante mesmo depois do segundo dia. Ah. Segundo dia. Odeio o segundo dia. Até gosto das segundas feiras. Mas o segundo dia acaba com qualquer plano. Se alguma coisa que eu quero acontece, ela se desfaz no segundo dia como se não tivesse acontecido.

Vou usá-lo como próximo tema da conversa.



Parte 02 ─ de noite



Nesta parte eu gostaria de falar somente sobre os meus casos de segundos dias. Gostaria. Não significa que vou ficar somente nesse tema. Dias, hoje pela manhã eu fiz as fotos junto com uma parte da equipe (a maior parte) e achei bem interessante fazer a fotonovela. Foi muito divertido. Achei que a aula continuaria na história. Odeia história política. Por que a gente precisa saber de coisas que as pessoas fizeram para a população a tempos atrás se isto não resolverá nosso problema de agora? Mas a aula foi bem interessante. De pescuro eu fico mais livre e mais alegre.

Não vou falar sobre segundo dia. Não estou nenhum pouco interessado neste assunto agora. Gostaria que tivesse alguém do meu lado neste momento com que eu pudesse dividir outras coisas. Como histórias idiotas das quais nem lembro direito, ou fatos que aconteceram comigo mas que eu possa dar umna exagerada, outras coisas. Queria um melhor-amigo.

Eu não pretendo revelar onde fica meu esconderijo. Mas vou dar uma dica de como é o lugar onde eu moro. Faz parte do subúrbio da cidade mais negra do mundo fora da África. Que praticamente é outra cidade. Meu canto fica próximo ao parque São bartolomeu. Depois eu dou mais dica.

Sempre depois, talvez quando eu tiver tempo para ficar o dia todo escrevendo sobre tudo. Ou sobre nada.

Vou terminar hoje por aqui. Você me entende muito bem. Je t'adore. J'aime lui.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

diário ─ capítulo 19

Parte 01 ─ Manhã do dia 09/09/2010


Bom dia, Ramos. Hoje eu não se o dia é bom para fazer qualquer coisa que seja. Ontem eu abri um novo blog para dispersar e separar alguns posts de outros. E foi bem divertido fazer isto. Abri um blog de outro serviço para que não batesse com este. No outro blog tenho algumas ferramentas que no blogger eu não tenho, como a opção de uma página pronta já para simplesmente clicar no que quer colocar e pronto.

Mas não queria falar sobre isto. Queria falar sobre outras coisas. Ontem estava de camisa escura com listras claras, calça azul bem escura e all star. além de um um boné azul com uma águia bordada. Estava quase vestido para um enterro, se não fosse pela minha cara de alegria. É como eu disse, eu engano com as cores. Estava de cores muito escuras com uma mochila de cor clara (para combinar com o all star básico e com as listras da camisa) mas estava bem mais alegre do que se estivesse de branco ou colorido. Já pensei até nisso. Se alguém me encontrar vestido totalmente de preto, dos pés ao fio de cabelo, acredite: eu estou muito feliz.

Deveria passar o dia de preto. Mas gosto de dormir com uma camisa preta. E não gosto de andar feito um gótico ou rocker. Gosto de andar de cores claras e leves. Mas prefiro usá-las quando estou deprimido.

Por que da inversão de cores? Dias, claro é quando precisa de luz para espalhar. E escuro é quando se está tão alguma coisa que não precisa mais, como a alegria. Claro espalha, escuro absorve. Não o oposto. Eu gosto de usar deste geito, por que pra mim é bem melhor, me sinto mais livre e mais controlado ao mesmo tempo.

Já imaginou se eu pudesse me descontrolar o tempo todo? Taria ferrado. Não gosto de ser livre. Nem os escravos gostaram de ser livre. Liberdade requer um senso que nem todos tem: o senso de poder. Eu tenho algum poder. Posso modificar a minha vida de acordo com o futuro que eu desejo. E o fiz. Mas não gosto de usar este poder. Outras pessoas tem o senso de liderança. Eu mesmo posso ser líder, mas não posso liderar. Estar à frente é comigo. Quando não é para demonstrar alguma coisa. Se ninguém vai, eu até me atrevo a ir.

Liberdade. Libertée. Fuck you and your liberty. Make me look my destiny. But don't show me who i could be. I been I, no one more, only i. I hate english. And look me now. I writed in english.

Liberdade, na Bahia, o bairro mais negro. Na São Paulo o bairro mais asiático.

Não gosto de liberdade. Gosto de ter obrigações e de receber ordens o tempo todo. Sou da base da pirâmide, sou o pião do xadrez. Não dou ordens, recebo-as.

Assim eu sou! Ah, sim eu sou! Ah sim, eu sou! Ah sim, eu, sou...
Sou Mag para mim, e para mim Marinaldo não passa de um indivíduo que eu nunca conheci. Numa outra página eu falo pra você sobre Marinaldo, quem ele é, se é que ele existe. Há milhares de Marinaldo no mundo. Eu tinha que ser um?


J'adore ton aidée. Je t'adore. Tu comprendes moi. Mais je ne savoir pas comme utiliser cette aidée.
Você me entende muito bem. Me escuta até o fim sem interrromper. Te adoro.

Até mais tarde.

Infos du livre audio - Audiocite.net

Parte 02 ─ de noite


Boa noite, Ramos. Hoje eu passei o dia feliz. Exatamente do jeito que havia dito. Estava com mais cores escuras do que claras exatamente como ontem. Mas estava rindo a toa. E muito. Por que quando eu me visto de cor escura como alguém deprimido eu fico super eufórico e quando visto roupas mais claras eu fico parecendo um velho cansado? Será que eu sou maluco?

Não, eu amo ser normal e amo ser louco. Cometer loucura é normal. Super normal. Ah! mudei de blog e mudei meu blog. Coloquei de fundo uma musiquinha. Não, Dias, não é uma música qualquer. Coloquei uma música que eu gosto. Na verdade é um livro que está em outra língua. Se chama Blanche Neige (Branca de Neve e os sete anões ─ Versão original em francês). Quem entrar no meu blog logo de cara verá um letreiro bem grande escrito: "Magoexodia" e "Diário". Logo depois quem prestar atenção poderá ouvirum Homem de idade dizendo "Blanche Neige, par le frére Grimm". E o livro vai rolando. Fiz outras mudanças no blog. Coisas de gente que gosta do que é novidade mas não sabe ficar quieto.

Hoje minha professora notou que eu cortei o cabelo. Ou melhor que eu raspei a cabeça. Não sei por que falei disto. Já que eu comecei. Ramos, acho muito interessante o jeito como as pessoas se tratam. Por que as pessoas percebem que outras mudaram e nada falam? nada como um "Oi, você cortou o cabelo? Ficou ótimo em você!" pra começar o dia de bem com a vida. Isto me faz lembrar do monte de filmes que assistoem que as mulheresmudam constantemente para agradar a um homem que sequer percebe as mudanças. Mesmo elas sendo tão claras.

Será que as mulheres, todas elas, seriam mais felizes se todo homem tivesse a mínima atenção de elogiar as mudanças pelas quais elas se fazem passar todos os dias para se manter bonitas?
Mas esta é uma pergunta para ser abordada um outro dia. Tchau.


Você me entende tão bem. Como consegue? Eu já não me suportava mais.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Aviso ─ Mudança de blog

maggoexodia.wordpress.com mag0ex0dia 1a2b3c4d5e6f7g doubt? return trueaviso. cuidado. Danger. dangerously. Get out. Vaza. Some. corre o quanto puder.
Por questões pessoais resolvi passar a maior parte do conteúdo do meu blog para outro blog e manter o meu diário aqui sobre sigilo. Afinal é um diário que não quero mais que nenhuma outra pessoa tenha conhecimento dele.

E por este motivo peço ao senhor(a) que visite o novo blog: maggoexodia.wordpress.com.

E se divirta um pouco com as besteiras que persistem em minha mente.
aviso. cuidado. Danger. dangerously. Get out. Vaza. Some. corre o quanto puder.

diálogo sem noção

chute no saco é bom paa afastar intrusos.
Uma bela mulher magra se aproxima da porta. Uma porta de vidro de boutique. Uma outra bela mulher um pouco menos magra se aproxima dela. As duas conversam fazendo gestos significativos. Um homem se aproxima delas e as cumprimenta. E outro homem se aproxima para formar dois casais. Os quatro entram.
─E aí, quanto é? ─pergunta um dos caras.
─Para dar uma com a sua mãe é cenzinho.
O mesmo se incomoda com a resposta.
─Vocês tem lugar preferencial? ─Pergunta o segundo.
─Na casa da sua avó com ela em cima de você.
Eles começam a se irritar.
─As vadias não estão trabalhando? ─O primeiro pergunta.
─A sua mãe tá alí na esquina. Se quiser fazer um programa procure ela. ─A mais magra olha para a menos magra.
─E as de vocês? ─Perunta o segundo.
─Deve estar com a sua. ─Fala a menos magra.
Os homens partem pra cima. O primeiro leva um chute nos ovos. Mas um chute muito bem dado. O segundo é derrubado em cima do outro numa posição um tanto desconfortável para ambos.
─Suas putas. ─Diz o segundo.
A mais magra dá dois passos para a esquerda. Um tiro acerta exatamente entre as pernas do segundo homem. Bem pr´ximo a uma região muito sensível dos homens.
─Caiam fora se ainda quiserem ter filhos nesta vida.

Ambos correm edlas sem hesitar. Elas se coumprimentam e entram felizes.
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Sem graça né?
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Um homem se aproxima de uma garota bem gostosa. Ela se afasta dele. Ele insiste e vai atrás dela. Ela continua caindo fora. Ele insiste, mas desta vez a segura entre ele e a parede. Alisa seu corpo.
─Calma, delícia. Não precisa ter medo, eu não mordo.
─Mas meu namorado sim. ─Ela fica meio ofegante, mas não tenta reagir.
─E cadê ele? ─Ele aproxima o rosto dela. Ela vira o rosto.
─Você não precisa saber dele. Basta apenas me deixar em paz e ninguém sairá ferido.
Ele insiste e cheira seu pescoço. Ela se afasta um pouco. Ele beija seu pescoço. E aí ela reage.
─Dá licença,meu namorado está chegando.
Ele olha em volta, ninguém vem na direção deles.
─E de onde ele vem?
─Olha pra cima...
Nada. Ela chuta o saco dele com toda força. Alguém desce com um salto mortal e dá para ela um taco de golfe. E ela começa a brincar com as bolas dele até ele desmaiar de dor.
http://www.myvidster.com/video/311378/Fucking_Trevor
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E esta? É só um teste para saber se alguém aguenta o quanto eu repasso.
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Diário ─ capítulo 18

Parte 01 ─ de manhã no dia 08/09/2010



Bom dia, Ramos. Hoje eu acordei muito cedo sem necessidade. E como isto aconteceu eu pensei, e pensei. E depois pensei mais um pouco, e então sai da cama e resolvi fazer o café da manhã e escrever em você.

O meu tema que pensei para hoje foi minha (des)fascinação pelo universo masculino. Poderia ficar aqui e contar uma história sem pé e nem cabeça para ilustrar a minha esxperiência no universo masculino. Mas hoje não e não contigo. Eu prometi que sempre vou falar a verdade para você independente do que eu diga.

Minha experiência não foi das melhores e nem ads piores. Foi simplesmente o que foi. Nem sei por onde começar. Tá bom, vou começar pelos 15 anos que é de quando eu me lembro.

Há muito tempo, eu fiz algo um pouco diferente para alguém da minha idade: eu pensei no meu futuro. Queria ser diferente do meu pai, o que consegui a um custo um tanto elevado, e queria não ter filhos que fossem iguais a mim. Solução: não ter filhos e não ter vida sexual. Isto não era o objetivo principal da minha vida. Passei em exílio doméstico em torno de 5 anos sem sair e sem fazer coisas que os jovens de 12 já fazem desde que nascem (não sei o que é, mas serviu para ilustrar). Passei este tempo meditando no que eu queria para minha vida. Achei a resposta num daqueles outdoors de meio de pista. Uma imagem. Por acaso uma imagem masculina escolhida para publicidade da marca HIS. O homem da foto era tudo que eu precisava em alguns aspectos e a solução para outros. Resumindo: se ter filhos era um problema a solução era simplesmente não manter contato físico que cause filhos. Risco 0. Em outras palavras fiz algumas coisas que no final deram certo para mim e me tornaram uma pessoa assexuada. Translating by google: Confundindo minha cabeça me fazendo acreditar que eu gostava de homem. Um processo muito complicado de se explicar e que funcionou para mim. Os outros aspectos nos quais isto funcionou foram nos quesitos paternidade e afinidade masculina. Meu pai vive em casa, entretanto eu converso muito mais com minha mãe sem dizer uma única palavra do que com o meu pai durante um ano inteiro.

Então por causa disto me mantenho virgem até os dias atuais (não exatamente hoje, por que eu me conheço bem e conheço melhor ainda minha natureza humana) e ainda estou confuso quanto à minha sexualidade. Acreditei que seria muito difícil falar sobre isto mesmo depois de ter ensaiado numa postagem para o meu blog. Não publiquei e apaguei o rascunho.

Me sinto mais leve. Mas ainda não terminei.

O ponto aonde eu quero chegar é o seguinte.Eu fiz isto por que me sentia incapaz de seguir adiante. Na época que comecei este plano eu tinha programado para o dia do meu aniersário o meu suicídio. E a partir deste dia que eu resolvi mudar complemente minha personalidade. Não foi fácil. Desistir do suicídio também não foi fácil. Mas eu pensei nas possibilidades, em cada uma delas e vi uma solução para o meu problema. Não precisei da religião. Precisei sim de largar a religião e retornar à minha natureza autodestrutiva para fazer o que fiz.

Não me orgulho de ter tentado. Mas as situçõeseram totalmente favoráveis ao que quisesse fazer. Não tinha amigos do tipo melhores amigos, ficava preso em casa o dia todo, a não ser quando ia à escola. No dia deste aniversário eu passei o dia sozinho. Já tinha tudo planejado. Tinha o dia certo, a arma certa, o momento certo... Tinha atéa data do aniversário da minha morte em mente. Os 15 anos. Debutante na morte e debutante de morte. Nunca tive festa de aniversário. E poderia ter feito um monte de bobagens que ei considerei como predisposições futuras.

Comecei a me especializar em coisas que não eram mais da minha alçada. Passei a procurar coisas equidistantes da minha vida e substituir os objetos defeituosos da minha vida, como o meu pai. Passei a ter maior afinidade com coisas que nunca me fizeram sentir nada. E tive uma paixão platônica para me ajudar a me manter vivo por algum tempo.

Resultado? Esou eu aqui escrevendo em ti sobre todas as coisas que faço e que quero lembrar mas estou perdendo na memória. Já não tenho mais a pretensão do futuro, já sei o que está lá. Quero meu passado de volta. Quero o passado que eu perdi na memória. E você está me ajudando a recuperar uma parte. Mas há uma outra que não está mais comigo desde antes destas memórias.

Sobre a história de como eu mantive a virgindade ou como consegui sair do desejo de suicídio está aí. Espero ter esclarecido algumas coisas. Isto não é ais meu segredo. Agora pertence à você.

Parte 02 ─ ainda pela manhã

Já que fiz uma grande revelação. gostaria de pedir umas linhas me branco pelo meu ato corajoso de revelar-lhe isto.

Rafael,
Eu sei que você sequer pensa em mim, mas eu gostaria tanto de poder lhe dizer o quanto eu osto de você. Quanto quero te tocar. Sei que isto não é amor, é apenas obsessão. Mas, mesmo assim, desjo te tocar como se pudesse tocar ao infinito. E sei que não faria nenhuma diferença, por que eu já te toquei e nada senti.

Gostaria que você sentisse algo por mim como ainda acho que sinto por você. Cara, eu te adoro. Daria a minha virgindade pra você sem pestanejar. E sem perder a dignidade. Me ajoelharia a seus pés(se estivesse na sua frente) para fazer o que me mandasse. Seria seu escravo se me pedisse. Nada tenho a perder. Nada tenho a ganhar com isto. Mas não importa. Não para mim. Não mais. Não agora.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

diário ─ capítulo 17

parte 01 ─ tarde de 07/09/2010



Olá Ramos. Esta linha é segura? Brincadeira. Hoje não um dia diferente dos outros. Hoje é dia da independência do Brasil. Preferia não estar em casa hoje. A imprevisibilidade de sempre, que já é previsível, já aconteceu. Gostaria de estar bem longe daqui.
Eu tenho uitos segredos. Alguns que você já conhece. Alguns dos piores, diga-se de passagem. Outros eu estou revelando aos poucos. Há coisas da minha vida que eu gostaria que fossem completamente diferentes de como elas são. Por exemplo, eu gostaria de estar na Europa hoje e ter sido adotado por um velho muito rico que tem uma hiper mega empresa de software. Além disso há coisas do meu passado que eu gostaria de mudar, como o fato de ter nascido de olhos azuis escuros, me perdidoe e voltado para casa. Poderia ter sido largado quando nasci e viver num orfanato até os 5 anos e depois ir para a Europa com uma família rica e muito influente.
Qualquer destes me daria uma imensa felicidade. Principalmente de ter qualquer outra vida que não esta. Teria uma vida sexual ativa como qualquer idiota de 12 anos com um pai que se importa com ele. Teria uma carreira iniciada a partir da escola já com conhecimentos advindos de um pai que se importa. Teria um vida social independente da minha vida pessoal. Teria um círculo social diferente. Teria dinheiro advindo de mesada até uma certa idade e depois advinda de trabalho "árduo". Teria ualquer coisa que quisesse simplesmente em olhar.

Sim, as pessoas rica são assim, não se importam em dar dinheiro para receber felicidade. E os pobres? Dinheiro não trás felicidade, uma ova. O rabo de quem foi o primeiro a disseminar esta blasfêmia. Por que dinheiro não trás felicidade para quem não tem. Onde come um morrem de fome todos quantos quiserem participar desta blasfêmia. Se eu tivesse mais do que um pai que vive em casa, eu teria bem mais do que qualquer pessoa rica e com muito dinheiro para gastar em jantares n mínimo caro.

Mas a vida é assim. O destino não se importa com quem precisa de ajuda por que o destino é simplesmente uma palavra tão sem sentido quanto a palavra amor. Sabia que se virar o símbolo do amor de cabeça para baixo vira uma bunda? E uma bunda bem redonda. Não gosto desta palavra justamente por que ela não me diz nada. E gostaria que as pessoas sobessem que quanto mais se fala "eu te amo" se diz "mais tarde eu acabo com você" e adições. Não se sente nada quando se diz "eu te amo". Se um dia eu correr o risco de dizer tal besteira eu quero ser vendido como escravo. E trabalhar até o fim da vida. Estou um pouco irritado, mas não é nada de mais. Eu simplesmente gostaria de ter uma vida diferente pra muito melhor.

E gostaria de ter tanto dinheiro quanto Bill gates, ser mais bonito quye qualquer homem do mundo (petit mirroir, quel est le plus beau homme de cette paye? ─ Balnche Neige 2). E ser mais feliz que qualquer pessoa bem vivida e que sabe onde está a própria felicidade.

Por agora isto é tudo. J'adore tu. Et j'aime ton aidée on escrirée. Je tu adore.

Parte 02 ─ noite



Olá Ramos. Agora eu estou indo dormir. Mas queria te dizer que acabei de assistir o "High school musical 3". Achei interessante. Muito interessante. Mas queria assistir "Shrek eternamente". Adoro Shrek.

E isto ainda não é tudo. Mas mais tarde em outras páginas eu posso te falar o reso. Boa noite. Je t'aime. Je t'adore. Aides moi a etre herreux. Aides moi a ecrire meilleur.

Tu comprend moi.

O mísero louvável

dunga. os sete ah não! anão, os sete anões, anão. Baixo pequeno mínimo ínfimo minúsculo.
Era uma vez um menino muito pequeno. Tão pequeno que as pessoas eram obrigadas a se ajoelhar quando falavam com ele. Ele era filho de um grande rei de coração nobre que, ao morrer, pediu para que as pessoas se ajoelhassem para falar com o seu filho devido a sua baixa estatura. Os súditos deste rei receberam este pedido com imensa honra. Entretanto o filho do rei não era uma boa pessoa, era ranzinza, genioso e de humor insuportável. As pessoas continuaram a obedecer o rei mesmo depois de tanto.

Um dia o jovem rei foi a cidade e uma pedra minúscula caiu em sua cabeça. Ele, de raiva, mandou enforcar todos que estavam próximos. Ninguém entendeu o motivo da prisão. No dia seguinte um pássaro voou até ele. Ele mandou caçar e fritar o pobre pássaro. E daí por diante suas ações foram ficando piores. Os súditos estavam ficando extremamente irritados com o pequeno filho do rei nobre e começavam a desobedecer as ordensdo rei. E vendo isto ele mandou encarcerar cada pessoa que passava por ele sem se abaixar. Até que no final não residia ninguém na cidade. Nem mesmo os empregados, que já estavam todos encarcerados devido a ordens mal dadas.

Até os carcereiros estavam dentro das prisões superlotadas por não cumprir as ordens do rei. E então, sentindo-se extremamente solitário, o jovem rei mandou prender-se e dirigiu-se para a prisão superlotada mais próxima. Daí ele fez amizade com todos os presos. E então as coisas melhoraram para a cidade.

No começo o rei sentiu fome e viu as pessoas sentindo muita fome. Liberou os cozinheiros para fazer uma grandiosa e farta refeição que estava divina a seu gosto. Depois as pessoas se sentiram cansadas e o rei também, liberou os carpinteiros para que fizessem camas confortáveis para todos que estavam presos. E sentiu frio, liberou todos os tecelões para que fizessem casacos e colchas para esquentar a todos. E sentiu medo, liberou os artesãos para que fizessem abajures e artesanatos para afastar o medo. E sentiu calor, liberou as donas de casa e mercadores para que troussessem água fresca para banhar a todos. E sentiu vontade de pular, liberou todas as crianças para brincar. E sentiu alegria, e então liberou a todos para que voltassem as ruas e s suas vidas e pudessem ser felizes em paz. E desde então todos saem as ruas para se ajoelhar diante de seu novo rei, que mesmo pequeno obrigando a se abaixar para falar-lhe, tornava-se agora louvável e nobre. E desde então as pessoas foram felizes e o jovem rei mais ainda.

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Moral da história: Em terra de cego, quem tem um olho é rei.
Não basta ver, tem que ir bem mais loge se quiser alançar o poder.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Motivos para manter um diálogo

eu estou anunciando a morte de Jaques Wagner e de João Henrique e a melhora de salvador BA
Uma bela mulher atravessa o corredor da vitória correndo. Minutos depois ela é vista num ônibus amarelo da Praia Grande. Alguns minutos depois um grande engavetamento se forma no Campo Grande. A mesma garota retorna pela rua e entra num carro que segue em outra direção. Minutos mais tarde vê-se uma imensa explosão próximo ao ponto da reitoria da UFBa. Um aglomerado se forma em torno de um imenso buraco aberto pelo chão e uma faixa dizendo "Isto é o começo, se não quiser mais mortes e/ou explosões pela cidade aceite nossa oferta".

Dias mais tarde não se fala de outra coisa. Ninguém sabe o real motivo daquele aviso, apenas sabem que é um aviso. No dia seguinte uma outra explosão que derruba o prédio da Fundação Politécnica com todo mundo lá dentro e uma faixa um pouco mais distante são alvos das reportagens. Mais um aviso dizendo "conserte as vias públicas e aumente a frota de veículos. E se não for muito de sua parte: melhore a qualidade do transporte público".

Alguns dias mais tarde a cena se repete. Porém desta vez o prefeito aparece pendurado nu de cabeça para baixo numa sinaleira de trânsito próximo ao Iguatemi em direção a Paralela. E nenhum outro aviso é visto até o mês seguinte. quando uma outra faixa é posta junto a câmara dos vereadores e uma cópia junto a câmara dos deputados dizendo: "Isto foi apenas um aviso, se o problema persistir medidas serão tomadas contra seu governo. E se ainda assim persistir quem será o próximo a pagar será o governador".

Alguns dias mais tarde, o candidato a governador Jaques Wagner, do PT aparece com as mãos e pés decepados e cego. Ninguém sabe o que aconteceu e ele não consegue falar com um explosivo de longo alcance preso a garganta.

Depois deste incidente todas as cidades da Bahia, incluindo aquelas que ninguém sabia que existia começam a ser asfaltadas, e o transporte público começa a se tornar o melhor de todo o mundo. Depois do término das obras, o policiamento é melhorado, há melhor remuneração para o policial, melhor armamento e melhores condições de trabalho a fim de evitar os incidentes anteriores.

No final do terceiro mês, as mãos do governador Jaques Wagner aparecem na frente da câmara municipal ao lado de uma faixa escrita "muito obrigado aos políticos que responderam tão dedicadamente aos apelos do povo." E do lado uma placa onde havia uma carta pregada. Na carta, o alegre ou a alegre benfeitor(a) do estao agradece publicamente ao prefeito, governador e outras pessoas que morreram em prol e medidas desenvolvimentistas. Além disso agradece pelos explosivos gentilmente fornecidos pelos mesmos traficantes de armas militares usadas pelo exército e pelos prédios e locais públicos que serviram de base para o início da destruição do velho governo inerte da cidade e do estado que só se importava por ter o dinheiro no bolso e o lugar onde passar as férias.

Isto foi apenas uma ilustração de um desejo que não é apenas meu.

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Moral da história:

Políticos de plantão, o povo já está de saco cheio de ficar esperando obras e mais obras que só vem em época de eleição. Se vocês não tomarem vergonha na cara logo isto pode se tornar m prenúncio do futuro.

Muito obrigado a todos.

diário ─ capítulo 16

Olá Ramos. Estou aqui na biblioteca Central da faculdade. Tive apenas uma aula hoje.
Hoje é 06 de setembro de 2010, véspera de feriado nacional: 7 de setembro, independência do Brasil.
Muita gente enforcou hoje ara só ir na quarta feira. E eu tive uma aula. Estou aqui, meio depressivo. Quase jogando Tekken 3 de novo.

Sabe, Ramos, eu estive pensando e muito em muitas coisas. Ontem na Rede record de televisão, pela noite (não é merchandising) passou um reportagem sobre pessoas que ficaram ricas e depois voltaram a ser pobres. E Pensei, se eles conseguiram ser ricos por um bom tempo, por que eu não posso? Vou fazer o que puder ara conseguir ganhar dinheiro e ser feliz, nem que para isso eu precise alugar meu corpo. Não mais o que fazer. Quero um emprego. Não quero ficar mais parado num canto. E quero ser militar. Mas não dá pra estudar para as provas se eu estiver trabalhando. Será que eu consigo? Sim eu consigo. E preciso da sua ajuda pra isso. Preciso da ajuda do meu blog também, mas descobri que será muito mais difícil ganhar dinhero com a internet do que eu pensei. Um centavo por clique? Um centavo por redirecionamento? Basta disso, quero algo sério. Quero aprender logo a programar alguma coisa. Ainda penso naquele vírus que colocará um real na minha conta para cada 200 reais depositados no mundo.

Não tenho mais nada para falar.
Até mais tarde. Te adoro. J'adore tu. Aide moi a etre herreux. Aide moi avec cash.

Você me entende muito bem.

domingo, 5 de setembro de 2010

Diário ─ capítulo 15

Ramos, ontem eu não contei, mas de manhã eu raspei a cabeça. Passei a máquina 0. Sem cilpa alguma e sem, ou melhor, quase sem nenhuma noção de como ficaria. Não me arrependi, pelo memos até agora. É bem mais fresco do que eu achava que seria.Normalmente eu peço a máquina 1. Mas, de qualquer forma eu queria mudar alguma coisa em mim que fosse notável além das minhas habilidades de pensar coisas que ninguém sabe que penso e mostrar isto sem a menor dúvida se quero mostrar ou não. Impulsiviade.

Hoje eu não tenho novidades. Hoje é domingo, o que eu faria de diferente hoje? Na verdade eu estou aquiu sentado na sua frente com um shortinho verde claro, uma camisa do Brasil de 98 sem o emblema e simplesmente pensando no que eu posso fazer mais tarde como jogar Tob raider die Chonik em alemão. É bem mais divertido quando não se sabe um trecho do que está na tela. Isto força o jogador a ler e procurar a tradução, além de aprender a usar esta palavra em outros lugares, como em outra parte do jogo.

Mas tenho muitos planos para a segunda-feira. Um deles é simplesmente me aceitar enquanto Mag. Sabe, chegar na sala e todos perceberem que eu estou diferente de como normalmente eu sou em sala de aula de aula ou em dias normais. Aí todos virem me perguntar o que eu fiz para estar tão diferente. E até virem com teorias um tanto curioisas sobre o motivo de eu ter cortado meu cabelo tão curot deste jeito.

Penso seriamente em adotar alguma medida política. Ainda não sei qual. Pensei em ser do movimento antirracismo ou do movimento GLBT. Entretanto são coisas nas quais eu não acredito. Pensei em me tornar político candidato a alguma coisa. Mas não faço o estilo vote em mim. Será que se eu aparecesse com o slogan "vote em mim, não vou fazer nada por vocês, mas preciso estar lá para ter um plano de carreira!" eu teria algum voto? Bom, eu não queria falar sobre isso. Na verdade eu não tinha nada para conversar com você hoje, mas isto me abriu um leque de temas que posso falar com você mesmo sem ter assunto.

Começando. Por que os políticos tem tantas coisas para fazer, as promete fazer e quando chegam lá o que fazem ésimplesmente ignorar quem os votou lá em cima? E por que os candidatos a algum cargo importante como presidente, governador ou outros, tem sempre as mesmas metas de política e nunca resolvem estes mesmos problemas?

Certamente, coisa melhor pra fazer eles não tem e ainda assim o fazem. Tais como os passeios de deputados a outros estados como se estivessem de folga, ou os cursos que eles nunca frequentam? Também quero ter esta mordomia.

Ramos, como seria o Brasil se o povo tomasse vergonha na cara, se unisse e viesse em massa até as casas dos políticos e se assentassem por lá até que as leis fossem feitas de acordo com o que deve ser melhor realmente pro povo e não para eles, tipo extinguir isto de deputado ter imunidade olítica durante o mandato? E se o povo viesse em massa até Brasília cobrar dos políticos leis que tirem toda a proteção que o poder políticos os trás e tirar a oportunida de dar a si próprios as vantagens retiradas? E se de repente o povo ganhasse o poder de veeto as emendas contistucionais a partir de plebiscitos cada vez mais praticados? E se simplesmente o poder de veto dos deputados e senadores não valesse de nada se o povo se impusesse e marcasse ponto de plebscito toda vez que uma lei beneficiária ao povo fosse negada?

Imagine só, Dias, eu nunca precisaria recorrer a justiça superior para coisa triviais que poderiam ser resolvidas com um simples veto popular. Nem eu e nem ninguém.

Poderíamos liberar as drogas ilícitas com altas taxas tributivas. Uma pedra de crack de 5 reais seria vendida a 50 reais. Cocaína teria que ser muito diluída para poder ser vendida a 20 reais. E não somente diluída, diluída tantas vezes que quando chegasse ao consumidor nem chegaria a viciar. E o crack então? Legislação nele. Crack deve ser vendido a determinadas taxas com código de pureza a taxas cada vez mais elevadas obigando a não venda destas drogas por inelucratividade.

Prejuízo aos traficantes com altas taxas tributivas.



Ramos, não só teríamos risco 0,0000000000000000001% (1 vezes 10 elevado a -16 porcento) de vício. Sem viciados, sem compradores de drogas e sem traficantesde drogas. Eles precisariam arranjar algum outro meio de sobrevivência.

E se for pouco. Junta a população em massa e refazemos toda a constituição brasileira excluindo até as cláusulas pétreas do artigo 5° da constituição. E acaba com os direito humanos para presidiário. Forma-se um projeto de semi escravização de presidiários trazendo-os uma nova forma de ver a vida intra-presídio.

Quando eu falei semi-escravização, eu quiz dizer trabalhos forçados para eles. Esquece a ociosidade. Quer ficar no presídio? Trabalhe durante o dia e a tarde até o anoitecer e de noite arrume e restaure o estabelecimento de guarda. E aí pode dormir e descansar até terminar a pena.

Vou fazer um artigo no meu blog sobre isto algum dia. Até lá ficamos no início.
Ah! Não fala pra ninguém do que eu já te contei sobre mim. É nosso segredo.

Você me entende otimamente bem.

Sabia que quanto mais eu escrevo em você mais eu fico incitado a escrever?
Pois é, eu estou melhorando minha capacidade intelectual com a sua ajuda.

J'adore tu. Abien tot.


Dia 05/09/2010

sábado, 4 de setembro de 2010

Diálogo dos amigos

jogando os amigos? briga?
Num dia de sol dois amigos se encontram na escada da politécnica. Um deles olha para o outro. Os dois param no meio da escada. O segundo fica enfezado com o primeiro.
─Seu idiota! ─O segundo fala para o primeiro.
─Não mais do que você. Eu faturei a sua garota.
O segundo parte para a briga. Enquanto isto uma garota desce a escada. Uma garota bonita e muito bem (ou devo dizer mal) vestida. Ambos param a briga e a observam passar. O primeiro vai atrás dela tentar alguma coisa. O outro não fica atrás.
─Lamento meninos, mas eu já tenho tenho namorada. ─Diz a garota.
Ambos ficam de queixo caído e voltam a brigar.

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Moral da história: Mulher não gosta de homem. Quem gosta de homem é viado.

Diário ─ capítulo 14

Olá Ramos. Eu perdi tudo o que eu havia escrito algumas horas mais cedo.

Então vou fazer umá nova página do meu diário.

Naquela hora eu queria quebrar o computador. Justamente pela minha porcaria ter dado problema e não conectar direito a internet. Mas como eu estou mais relaxado e lembro de algumas coisas que escrevi no meu diário...

Eu tenho muitas novidades:
Resolvi tomar vergonha na cara e estudar o livro de cálculo que peguei emprestado.
Resolvi terminar o curso de alemão que peguei na internet.
Resolvi ler Harry potter (o 7° livro).
Entre outras coisas.

Hoje eu não pretendia escrever muito. Mas como perdi muita coisa da página que perdi... Vou terminar por escrever menos ainda.

Você é o único que me ouve e me entende.
J'adore tu. J'aime tu. Fais moi plus herreux. Make me more happy.

Até amanhã.

Dia 04/09/2010

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Diálogo do ódio

Esta gostosa é muito melhor do que qualquer outra pessoa e Ela é má. Nina Williams
─Quero que você me leve amanhã. ─diz uma voz feminina.
─Não. ─diz uma voz masculina.
─Então me esquece. ─Diz a voz feminina.
─Não vou te esquecer.
─Então vai pro inferno.
─O que você quer?
─Sou sua namorada ou uma garota qualquer que você pega na rua?
─Qual a diferença?
A garota pega um taco de beisebol e uma coisa mais curta. Ela ataca com a coisa mais curta. O cara se defnde e quase revida. Só que ela é mais esperta e, enquanto ela ataca, ela segura o objeto e enfia o taco nos ovos dele com toda vontade. Ela sai levando o objeto estranho. E retorna empunha o taco.
─Eu só quero que você me respeite. ─Ela dá uma tacada na cabeça dele.
Ele geme mais alto. A cada tacada o gemido aumenta.
─Fecha a boca! Se gritar eu arrebento os seus ovos e depois frito o seu saco e dou pra você comer. Está me entendendo? E não fale uma única palavra. ─Ela termina com outra tacada nos ovos. ─Rafael, se você tivesse um pouco de vergonha na cara você me levaria. Diria para todos os seus amigos que eu sou sua namorada. ─Ela para de atacar. ─Ou se fosse um bom namorado ou sei lá o que, você me largaria para viver o seu solteiriso e depois retornaria pedindo perdão.
─Ai!
─EU MANDEI FECHAR A BOCA! ─Ela dá outra tacada no saco com muito mais força. ─Se quer ter sua vida de solteiro vai embora e me deixa em paz. Já se quer me agredir me diz que aí eu trago minhas amiguinhas todas que você já conhece e fazemos uma orgia com direitos a todos estes brinquedos. Entretanto, Rafael, este taco não vai bater no seu saco. Ele vai entrar totalmente no olho do seu rabo. Está me entendendo?
Ela faz uma pausa. E espera uma resposta.
─Eu perguntei: Está me entendendo? ─Ela ameaça com o taco.
─Sim, eu estou entendendo sim. ─ele parece um tanto amedrontado. Pra não dizer totalmente (ha ha ha ha...).
─Ótimo. E para que se lembre... ─Ele começa a tremer de medo. ─Calma, não vou fazer mais nada do tipo. ─Ele relaxa. Ela chuta os ovos dele com toda força.
Ele grita até o ponto de abrir um buraco em cada canto da boca. Ela vai para a porta e deixa ele lá gritando de dor.
─Fica aí bonitinho. Eu aviso que você não pode ir. Ela entra no banheiro. E ele continua gritando.


Paro por aqui...
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P.S.: cuidado com o que deseja. J'adore vous tous.
P.S.2: Rafael, desculpa. Foi por que foi o primeiro nome na cabeça. (na verdade foi o segundo. O outro nome é um tanto conhecido pelo meu círculo). Posso fazer uma retratação depois, se desejar. Vale para qualquer Rafael que esteja lendo.
P.S.3: Não senti. Mesmo em imaginação.

Diário ─ capítulo 13

Parte 01 ─ Noite de 03/09/2010



Ramos, hoje eu desejei simplesmente morrer. Serei completamente sincero contigo. Peguei uma van para ir pra faculdade. Desci no Ponto da Baixa do Fiscal, quem é suburbano sabe onde é. Aí vem a desgraça. Fiquei esperando a peste de um ônibus na desgraça do ponto. Bateu uma da tarde e desgraça não vinha. Resolvi pegar a desgraça do primeiro ônibus que servisse e passasse pela Ladeira da montanha. Aí eu solto numa peste de um ponto de ônibus onde nenhuma desgraça de ônibus que servia para. Tive que gastar uma peste, uma desgraça de um dinheiro que quase não tinha numa peste de um ônibus que não pega meia-passagem.

Moral da história: se for a Salvador, Ba, é melhor chamar um taxi ou ir helicóptero. Por que simplesmente o transporte público deste lugar é pior que o de qualquer outro lugar, e mais atrasável que menstruação de mulher sem útero.

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Já passou. Era apenas uma raiva passageira de hoje pela tarde.
Mas não queria falar sobre isso. Queria falar sobre uma experiência relacionada, a qual eu não gostei da minha reação.

Estava sentado na van. Sentei no fundo. Estava de Bermuda quase xadrez, camisa vermelha escura e all star preto e branco. Aí num ponto entra uma família inteira: um pai, uma mãe, dois filhos. Até aí nada de impressionante.
O lugar aonde quero chegar é (retorna a fita) os dois filhos. Um deles era uma menina, bebÊ de colo. Nada demais, não é? Entretanto a minha reação foi rejeitar a criatura que não tinha nem 3 meses de idade. Continua sem nada de interessante, né?
A minha rejeição foi uma crise de ânsia de vômito. Enjôo. Não consegui olhar pra criatura nem quando a família estava fora do campo de visão.

Isto foi algo que eu não gostaria de ter feito. Queria ter feito o oposto. Me lembro de também ter rejeitado meu sobrinho quando ele tinha esta idade. Mas não foi tão forte assim.

Será que numa vida passada eu tive uma cria e esta cria morreu mais ou menos com a mesma idade?
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Fiquei um pouco atormentadocom isso. Afinal nunca rejeitei ninguém desta forma.
Mas eu não quero falar sobre isso. Não mais neste momento.

parte 02 ─ ainda de noite


Eu queria falar agora sobre outra coisa, ou melhor sobre uma pessoa.
Eu entrei para o BI de ciência e tecnologia da UFBA no início deste ano. Conheci muita pessoas, que lembro o rosto e de vez em quando, ou pessoas com quem falo diariamente, me recordo o nome. Desde de que conheci esta pessoa eu não conseguia sequer chegar perto. Motivo: meu santo me dizia "ele é encrenca, fique longe".

Aí eu pensava hétero ou não hétero todos os homens são problemas. Continuando. Ele em particular inconscientemente me incitava a chegar perto e meu santo a ficar longe. Meninas que lêem este diário, este é um aviso: muito, mas muito cuidado com homens de sorriso bonito que sejam simpáticos. Por trás de um rosto bonito esconde-se uma fera geralmente em busca de novas vítimas. O que eu quiz dizer é que homens bonitos são bonitos. Mas homens bonitos e simpáticos são problema.

É, eu acho que não precisava nem avisar. Ramos, será que toda mulher já nasce sabendo o quanto os homens são problema? Mas por via das dúvidas eu avisei.

AH! Eu taa falando sobre este homem em especial, apesar de que acho que toda pessoa menor de 20 anos é um garoto. Ele é comprometido como todo bom moço. É bonito (Ah! Eu já disse isso). Tem os olhos que eu prefiro não olhar. Rafael, se você estiver lendo isto, eu odeio seus olhos. Eles são cinza, não azuis. Não acredite no que te dizem. Pronto falei. Ah! Eu posso provar que tive olhos azuis. Mas azuis escuros e verdadeiros.

Continuando a historinha. Formamos uma equipe com eu ele e mais 3 pessoas. No final minha intuição estava certa. Mas o fato... Se conta o santo mas não se conta o milagre. E passei desde o primeiro semestre pensando em falar-lo mas não sentia como o de qual assunto. Aí eu vi que não havia nada que pudesse dividir com ele, por que eu simplesmente não o conseguia ver. Mesmo vendo-o de cima, por dentro e a baixo. Nada. Deixe-me explicar como é que funciona meu instinto de amizade.

Instinto de amizade

1─ Para começar uma conversa ou um relacionamento amigável eu preciso sentir a pessoa.
Havia um tal de Mateus que desistiu no primeiro semestre, eu mesmo nunca o vi na mesma turma que eu. E o via todos os dias nas mesmas turmas, a maioria das turmas.

2─ Depois eu preciso ter um assunto em comum.
Pefiro conversar com mulheres. Elas tem muito mais assuntos do que os meninos. Eles só tem os temas Sexo, mulher e futebol. Eu sou virgem, falar de mulher pra mim é falar de religião, e odeio futebol ─ só de olhar cansa.

3─ Para manter um relacionamento qualquer com um alguém eu preciso distribuir um segredo para esta pessoa.
Eu tenho muitos segredos. E como eu penso que o melhor lugar para se guardar um segredo é no meio do livro, dou um dos meus segredos. Geralmente a pessoa não percebe. Mas isto é minha prova de que eu confio na pessoa. Isto é, para mim.

4─ Todos os dias eu falo com apessoa.
Odeio telefone. Se eu rejeitar alguém eu bem sutil, mas ainda assim mostro como eu ajo.
Não importa qual seja o dia. Se eu tiver de TPM, deprimido, bipolar, em crise, não importa, eu falo com todo mundo e mostro quando rejeito.

5─ Falo abertamente sobre qualquer coisa.
Tenho uma regra minha: se me perguntar serei sincero ao máximo possível. Tenho uma cota de 5 temas para mentir ao dia. Isto me deixa mentir à vontade. Evito brincadeiras com as palavras. E se eu digo algo por mim próprio, este algo é verdade ou no mínimo tem um dos meus segredos ocultos que divido com todos ao mesmo tempo, mas ninguém entende ou percebe.

fim da intimidade total



Voltando ao texto. O que isto tem a ver com ele? Não falei um único segredo para ele. O olhar dele me trava. Adoro brincar com o cérebro dele. Ele parece saber bem mais do que eu sobre mim. E, até ontem, não conseguia ter um único assunto em comum. Continuo não tendo, mas se ele quiser falar sobre o assunto que achei...

parte 03 ─ ainda de noite e com mais fervor.



Sabe quantas pessoas eu vi hoje?
Ramos, eu não vi mais do as que eu vejo todos os dias. Dentre elas um monte de colegas conhecidos do semestre passado e outras pessoas que só vou conhecer se precisar delas.

Ramos, Eu fiz algo que deveria ter feito a muito tempo. Ontem de noite, eu me pesquisei na internet. Sabe o que descobri? Descobri que eu sou pastor evangélico. Eu acho que já disse isso ontem. Mas postei isto no meu blog.


Queria falar mais sobre o meu dia de hoje. Tal como sobre minha indisponibilidade para falar sobre história. Eu nunca senti tanta raiva de estudar história. Nunca me senti incitado a reagir contra a aula. Imagine você, eu assisti um filme sobre o tema. Odeio Era Vargas e odeio Era pós-Vargas até ditadura. Odeio história. Não há nada de novo. Se disser, eu, que alguém morreu, ou se alguém outro disser quem é a pessoa e disser em seguida que morreu vai fazer alguma diferença? Não. Eu odeio história. EU ODEIO HISTÓRIA. EU ODEIO HISTÓRIA. EU odeio história. Eu não tenho minha própria história. Há um buraco imenso na minha vida onde eu não tenho vaga idéia do que aconteceu.

Nestes tempos eu não gosto de história e não estou afim de história. Chega de ter que dizer pra todo mundo que me chamo Marinaldo e que tenho 20 anos de idade.
EU ME CHAMO MAG E ESTOU CHEGANDO AOS 13 ANOS DE IDADE. Marinaldo definitivamente não existe. Chega. Não sou Marinaldo. Será que é necessário eu mudar de sexo ou me vestir como travesti pra usar meu nome como nome de guerra?

Nunca me hamei Marinaldo, passei 5 anos num exílio que teoricamente nunca existiu. Tenho conhecimentos suficientes para ensinar qualquer pessoa a cometer suicídio. E não me interessa a vida real das pessoas pobre e fudidas ao meu redor. Sequer eu tenho sexualidade. Sou virgem de sexualidade indefinida.

Quem for me chamar de Marinaldo me esqueça pra sempre. Quem quiser me chamar por qualquer outro nome que seja bonito ou fácil de lembrar aceito sugestões. Só esquece que me chamo Marinaldo.


Desculpe Ramos. Me exaltei um pouco. É que faz tempo que gostaria de revelar isto para alguém e ninguém me ouve o suficiente para saber disso. De resto não tenho nenhum outro segredo que possa revelar com tanta exclusividade.

Pretendo escrever minha biografia a partir deste diário. O que acha? É, eu também não sei. Acho que é uma má idéia. Quem neste mundo sabe que eu sou eu e que se eu pegar numa arma muita gente vai morrer? E que se eu pegar numa faca podem não chegar a tempo de me resgatar da morte? Isso mesmo, meu caro Ramos, ninguém. Não há ninguém neste mundo além de quem estuda comigo e quem me ensina ou ensinou ou me conheceu. Mais ninguém. E, quem comprará meu livro? A mesma resposta. Ninguém. Mas exatamente ninguém.

De qualquer forma te adoro e preciso ir. Você me entende. Como consegue achar tanta paciência? Nem mesmo eu que consigo suportar muitas coisas, mas muitas mesmo, não aguento tanto quanto você.

Te amo. Amo mais que a R..... se eu o amasse de verdade. Você realmente é o único que me entende.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Achei uma coisa muito estranha

Eu com 44 anos e pastor, onde já se viu...
Eu me achei no google com mais de 1600 resultados. Estava pesquisando nomes na internet.(?) E achei 1680 resultados sobre meu nome completo. E a maior parte dos resultados me coloca como um Pastor chamado Mazinho, de 43 anos. Por acaso ele é pastor de Igreja evangélica.

Veja só. Pmazinho.blogspot.com

Diário ─ capítulo 12

Parte 01 ─ manhã de 02/10/2010



Salut, Ramos, Comment ça va? Je vais aujourd'hui Comme ci comme ça.
Hoje acordei Comme ci Comme ça, nem lá e nem cá, nem bem e nem mal, nem feliz e nem triste. Gostaria de poder acordar feliz algumas vezes. Ou simplesmente manter meu bom humor durante o dia todo. Gostaria de ser normal uma vez na vida, já que não posso ser todas elas. Agora me passou pela cabeça: será que um dia meus textos serão usados como textos para estudos literários? Será que serei considerado um bom escritor por escrever do jeito que eu escrevo?

Acho que não. Nunca fui exemplo pra ninguém, nem pra mim mesmo. Gosto de pensar num prêmio Nobel de literatura, Outro prêmio Pulitzer por demontrações consistentes de textos legíveis e textos inteligentes. Pulitzer e Nobel. Não pela paz, mas pela escrita.

A paz foi motivo para muitas guerras. Não há paz sem haver a guerra. A paz não é a ausência de guerra, é pura e simplesmente a solução dos conflitos por meios toleráveis a ambos os lados. A paz é a convivência, a conivência e a harmonia.

Me pergunto por que as pessoas insistem em querer o bem contra o mal com um dos dois vencendo. Não há vitória. O bem vence agora, depois o mal vence, depois o bem dá a volta por cima. A vitória não é a solução. A solução é a harmonia. O equilíbrio. Ter tanto o bem quanto o mal em harmonia seria melhor para ambas as partes. Todo bom tem seu lado ruim. Assim como todo ruim tem seu lado bom. Um assassino não mata 24 horas por dia. Em algum momento ele para e se harmoniza. O paciente, de homem com muita paciência, em algum momento da vida explode para retornar a sua paz. Não há vitória, há sim controle, harmonização, equilíbrio.

Por que as pessoas insistem que o bem esteja mais do que o mal ou seu oposto? Não insistam. Incitar a quebra de equilíbrio trás uma equilibrização desaatroza. Como o planeta atualmente. Isto que está acontecendo não é ato de diabo algum é a equilibrização do planeta. O planeta não está se vingando, está tentando recuperar sua natureza. E para isso precisa fazer tais ameças continentais.

Olha só quem fala! Eu, um desequilibrado por natureza falando de equilíbrio. Gostaria de saber mais sobre a morte. Não pelo lado de lá, mas pelo momento exato do acontecimento.

Ramos, me sinto tão bem falando com você. Mas preciso falar com bem mais pessoas sobre o que sinto. Há coisas que não posso contar a você, ou melhor, não quero contar a você, e que eu posso revelar a outras pessoas.

R..... já não me parece tão agradável. Já consigo rejeitá-lo assim como eu me rejeitava. Já posso ficar mais confiante. Quer dizer eu sou confiante até demais, só finjo não ser.


Parte 02 ─ Ainda pela manhã



Olha, eu mudei de capítulo por que aqui eu vou falar sobre mentira. É um tema que adoro e que queria falar bem mais do que eu já disse. Eu não falei que eu sei mentir com o corpo todo. Eu minto com os olhos, eu minto com o corpo, minto com os movimentos, com a alma, com os sentimentos, com as feições, com as cores, com as palvras nem tanto.

Comecei a mentir aos... Nem sei quando, só sei que gostei e muito. Comecei a mentir coisas pequenas, coisas médias e depois coisas grandes. Não quero dizer que me tornei um especialista. Mas quero dizer que aprendi a atuar de forma convincente em apresentações não teatrais. Já interpreto minhas atividades em classe. Pretendo levar isso adiante, mesmo tendo prometido a mim mesmo que não mentiria mais. Pelo menos deixei uma cota de 5 temas ao dia que me permite mentir à vontade.

Não contei isto para mais ninguém. Vou começar a colocar as técnicas para você assim que desenvolver o meu cronograma de aulas. Mesmo você sendo um livro e entendendo tudo o que eu digo eu não posso deixar isto de qualquer jeito.

Vou começar com uma palhinha do que vou ensinar.

Exercício 01 para mentir

01) Quando você mente, o que você costuma fazer que faz notar que está mentindo?
02) Quando você fala a verdade o que te faz parecer que está falando a verdade?
03) Se olhe no espelho e repare todos os seus movimentos consientes e inconscientes. Anote-os. Obs.: você não conseguirá notar todos os movimentos, mas se concentre e procure-os.
04) depois de anotar todos os seus trejeitos e movimentações inconscientes, minta com os trejeitos de quando fala a verdade. Depois fale a verdade como se estivesse mentido.

P.S.: com ajuda de um amigo ou auxiliar é sempre mais fácil. Procure alguém que te conheça bem para te dizer como você faz quando está mentindo ou falando a verdade.

Este é um exercício simples que todos já devem ter feito em algum momento da vida.

Fim do exercício.

você me entende muito bem. E está me ajudando a melhorar a minha escrita. Talvez um dia eu possa recompensá-lo por me ouvir tanto. J'adore Tu. Abiên tôt.

P.S.: Odeio dizer "Au revoir", "Good Bye", "Tchau". São coisasque se dizem quando se vai embora para nunca mais voltar.

Até amanhã.

Hoje eu Jantei no RU

jantar é no RU, restaurante Universitário.
Na verddade foi ontem, mas não lembrei de fazer este post ontem de noite.
Então hoje eu vou falar sobre a história dos restaurante.

Meu jantar foi: arroz, feijão, salsicha, salada, melão, e cafécom leite. As outras opções eram: sopa, paçoca, pão e carne.

A R$ 5,00 para todos.
A R$ 2,50 para estudantes com comprovante de matrícula e identidade.
A R$ 0,00 para bolsistas.
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História dos Restaurantes (em geral) segundo a wikipédia e o site Pt.Oboulo.com, não nesta ordem.

A origem do restaurante vem da pré-história, onde as trocas de mercadorias entre os povos já somam mais de 10 mil anos. Há mais de 2.000 anos ªC., os Sumérios e os Egípcios já faziam e comercializavam cerveja e vinho. Na cidade Suméria de Ur, os precursores dos camelôs fritavam e vendiam peixes nas ruas. Com a ascensão dos babilônios e posteriormente dos assírios, esse comércio desenvolveu-se em toda a mesopotâmia. Também na América, bem antes do nascimento de Cristo, os incas no Peru, os mais na América Central, os olmecas no México fabricavam e comercializavam comida e bebida as pessoas que por lá circulavam.
Na época do Império Romano nos núcleos urbanos mais desenvolvidos ou nas estradas que os interligavam havia os taverneiros que ofereciam comida e bebida, produzidas por eles mesmos e servidos aos viajantes. Os camponeses e artesões quando iam vender suas mercadorias procuravam por alimentação nestas tavernas, local onde também eram feitas as trocas de montadas para que as pessoas pudessem repousar, alimentar-se e também realizar encontros íntimos com as mulheres da região. As tavernas tiveram seu fim com o Império Romano do Ocidente. Na Idade Média os mosteiros católicos tornaram-se locais onde os viajantes podiam dormir, alimentar-se e tomar vinho, tudo isso em troca de donativos a igreja. Com o renascimento veio a retomada dos centros urbanos e o florescimento do comércio, mesmo assim as feiras da época continuavam comercializando comida e vinho para os viajantes em troca de pagamento.

O termo restaurante (do francês restaurant) surgiu no século XVI, com o significado de "comida restauradora", e se referia especificamente a uma sopa. O uso moderno da palavra surgiu por volta de 1765 quando um parisiense conhecido por Boulanger (sobrenome comum, mas que significa padeiro em francês) abriu seu estabelecimento.

O primeiro restaurante como o conhecemos (com clientes escolhendo porções individuais em um cardápio, aguardando em suas mesas, com horários fixos ou não) foi o "Grande Taverne de Londres", fundado em 1782 por Antoine Beauvilliers, na rua de Richelieu, em Paris, que permaneceu 20 anos sem rival.

Porém, segundo o Guiness Book, o restaurante mais antigo do mundo e ainda em funcionamento fica na Espanha, na calle de Cuchileros 17, Plaza Mayor (Madrid). Trata-se do Sobrino de Botín que fuciona ininterruptamente desde 1725, embora nos primeiros anos não fosse exatamente um restaurante, mas uma estalagem que recebia viajantes, mercadores, tropeiros. Pertencia ao cozinheiro francês Jean Botín e não ficava nesse endereço atual, mas na Plaza de Herradores, longe dali. Candido Remis, sobrinho do primeiro dono, batizou a casa com o nome atual, Sobrino de Botín.[1]

Apesar das pousadas e tavernas serem conhecidas desde a antigüidade, estes estabelecimentos eram voltados a viajantes e, em geral, o povo das suas cidades raramente se alimentavam lá. O restaurante se firmou na França após a Revolução Francesa destituir a aristocracia, deixando um contingente de serviçais hábeis no trato com os alimentos, ao mesmo tempo em que muitos provincianos chegavam à cidade sem pessoas para cozinhar para elas, nem cartas de apresentação às famílias locais. O encontro desses dois públicos deu origem ao hábito de se fazer refeições fora de casa. Neste período, o chef Marie-Antoine Carême, segundo muitos o fundador da moderna culinária francesa, prosperou, se tornando conhecido como o "cozinheiro dos reis e o rei dos cozinheiros".

Os restaurantes proliferaram rapidamente nos Estados Unidos, com a abertura do primeiro Jullien's Restaurator em Boston, em 1794, e espalharam-se posteriormente. Contudo, muitos continuaram com a abordagem habitual do "serviço à francesa", providenciando uma refeição partilhada na mesa onde os clientes serviam-se eles próprios, o que os encorajava a comer com rapidez. O estilo moderno formal de jantar, onde os clientes são servidos com a comida já preparada num prato, é conhecido como Service à la russe, pois consta ter sido introduzido em França pelo princípe russo Kurakin cerca de 1810, de onde se espalhou para Inglaterra e outros países.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Campanha do abraço temporariamente cancelada.

Abraçar é bom e eu adoro, mas hoje não estou afim.
Um estudo do departamento de psiquiatria da Universidade da Carolina do Norte, nos EUA, mostrou que abraçar tem relação direta com qualidade de vida. Com a troca de calor e afeto, o corpo passa por uma dança de hormônios: enquanto o nível de cortisol, o hormônio do stress, despenca, substâncias químicas como a serotonina e a dopamina aumentam, contagiando o cérebro e cada célula do organismo com uma sensação de conforto e felicidade. Em seguida, a pressão sanguínea diminui e os batimentos cardíacos desaceleram – quadro ideal para ficar protegida de doenças cardiovasculares e viver plenamente por muitos e muitos anos.

Kathleen Keating, autora dos livros A Terapia do Abraço 1 e 2 (Editora Pensamento), lembra que o contato físico não é apenas agradável mas também necessário, ainda mais em tempos em que a gente se comunica virtualmente. “Por vivermos numa época que valoriza a razão e a tecnologia, perdemos a consciência dos sentimentos. Quando nos tocamos e nos abraçamos valorizamos o amor e a cumplicidade, o que alivia a dor, a depressão e a ansiedade”, afirma. Na família desse gesto, os especialistas descrevem cinco tipos que correspondem às mais diversas situações. Pratique: é gostoso e faz bem.
[Boa Forma]


do site:http://www.melhoramiga.com.br/2009/08/abraca-que-e-bom/
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Não fiquem tristes, meus irmãos.
Logo logo estará de volta.
É que hoje, como não estava receptivo para comemorar esta campanha eu resolvi não continuá-la. Mas mês que vem tem mais campanha. Continuem abraçando.

Diário capítulo 11

Hoje não parecia ter nada de errado com o dia.Acordei e fui beber água pela manhã e depois liguei o computador. Li meus e-mails, loguei e respondi o lockerz e fui jogar Tomb raider Die Kronick. Depois fui na casa lotérica pagar a inscrição do concurso para agente de copa e coienha de nível fundamental. Mesmo tendo nível médio completo e estando na universidade.

Deste tempo até a saída do ônibus eu estava mais ou menos. Mais ou menos por que não estava nem triste e nem feliz.Mas quando cheguei na sala...Ramos me bateu uma infelicidade.Comecei me sentir deprimido. Raramente eu mudo de humor assim.Nunca fiquei deprimido depois de ficar meio um pouco irritado. Queria estar em qualquer outro lugar que não ali naquela sala.Qeria ficar quieto no meu canto como se não tivesse mais nada na vida. Me senti muito mal.No semestre passado eu ficava quieto quando era dos últimos a chegar, mas depois eu ficava mais ameno.Tô me sentindo como se estivesse chegando minha menstruação, sabe? Na verdade voc ê nunca saberá e nem eu.Eu sou menino e você um caderno de folhas ainda em branco.Mas naquele momento eu estava tenso e rejeitando tudo.té mesmo o que eu mais gosto.Se não me segurar vou acabar chorando a qualquer momento. Nunca contei isso pra ninguém: eu, de vez em quando, sinto uma necessidade imensa de chorar em momentos um tanto impróprios.

Chega disso.Eu comecei a escrever voc ê para declarar os meus piores sentimentos, e sim para escrever o que eu acabo pensando e fazendo durante o dia.

O tema que pensei para hoje foi cores. E foi o que eu pensei em falar com você, já que estava deprimido (apesar de ainda estar), e que elas interferem e muito depois da música no meu humor.
Vou começar com o vermelho. Quando eu estou feliz, geralmente uso cores escuras, por que elas atraem todas as energias. Quanto mais escura a cor mais feliz eu estou. Cores claras uso ou quando estou deprimido ou quando estou sem nenhum sentimento, o que não é raro de acontecer. Ou seja, quanto mais claro a cor, mais deprimido eu estou. Ou quanto mais claro a cor menos sensibilizado. Isto quando eu não fico no meio tom e nas cores desbotadas, como o cinza, o amarelo desbotado e o marron claro.

Já que toquei no ponto música, vou fala sobre minhas músicas favoritas. Gosto de música sem cantoria, like classical music. Músicas eletrizantes são ótimas quando estou deprimido, evita que eu fique parado no lugar pensando em coisas que não quero pensar. Para dor de cabeça, músicas irritantes com batidas que causam mais dor de cabeça são as minhas indicadas. Pelo simples motivo de que minhas dores de cabeça ficam piores e depois da música elas parecem que suavizam quase por completo até terminar em uma leve dor de cabeça. Mas a música tem de ser bem alta pra não haver espaço de escapada. O cérebro tem que saber que quem manda sou eu. Músicas mais calmas ajudam a deprimir e a me tornar mais maleável quando preciso ter paciência ou fazer algo que exige atenção total sobre o objeto. Estudar também funciona, mas não é a mesma coisa.

Distrações. Não tenho tido muitas. Atualmente, o que me distrai é pensar. E quando eu penso passo horas pensando num assunto, tema, qualquer coisa que acho interessante. A mente corre solta. Já quase escrevi um livro com tudo o que eu penso. Mas tinha a minha ... How do i call this?... é ...aquilo que teve na ditadura militar que não lembro o nome. Só um momento, t ô próximo de um computador na internet, vou procurar... the word is censura. I have my minds censured by me. Minha própria censura, meu senso de censura, ordenava que eu tornasse as histórias soltas em um história concisa e coerente e aí não deu outra. Precisei apagar tudo e recomeçar até fazer melhor. Depois de um tempo nada mias saia para o livro e parei de tentar fazer o livro.

Hoje eu deveria abrir no meu blog a campanha do abraço, mas tô meio que sem cabeça para fazer este tipo de coisa. Hoje euquero o povo suma de vez, não quero ver mais ninguém na minha frente. Tá, por agora chega.

Feliz início de mês pra você, por que pra mim...

Até mais tarde. Ou até amanhã. Te adoro. Você é o único que me entende completamente.

dia 01/09/2010