segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Conto do herói
Bete um dia foi na cidade e viu um assalto e foi atrás do assaltante. Ela roubou o assaltante e devolveu o dinheiro ao dono. Mas o dono transtornado por ter sido ma jovem menina quem te trouxe o dinheiro pediu para que ela ficasse com ele. Bete voltou feliz para casa com bastante comida e dinheiro suficiente para passar o mês.
Aí veio o segundo problema. Mulher nenhuma trás dinheiro para casa. Seu pai ficou muito transtornado com isso e fez com que Bete finjisse para sua mãe que ela tinha ajudado uma velha na rua com afazeres domésticos e ela lhe prometeu dar mais dinheiro.
Sua mãe, que sabia perfeitamente que Bete nunca iria fazer os afazeres domésticos em sua vida, pediu-lhe a verdade. E Bete contou-lhe a verdade. Bete e sua mãe guardaram segredo sobre isto.
No outro dia, o mesmo assaltante foi atrás de outro comerciante. Mas, vendo Bete se conteve e foi embora. Bete o viu e foi atrás dele. Pra que? Ele sumiu de vista.
No outro dia Bete foi atrás dele e continuou a perseguí-lo. E no outro e no outro. Até que um dia ele a levou, sem demonstrar, para sua mãe.
Bete entrou numa casa que estava em eu caminho. O ladrão havia entrado. Bete foi atrás dele. Lá estava uma doce velha, muito sábia que lhe deu um conselho:
─Em terra de cego quem tem um olho é rei.
Bete não entendeu o conselho. A velha entendendo que Bete não ficaria parada até descobrir o que significava deu-lhe a direção da floresta. A parte mais densa e perigosa da floresta, onde homem nenhum ía. Bete foi. Lá entrou numa tribo, que estava vazia, aparentemente. Bete seguiu até o centro, onde viu celas de cavalo, estábulos vazios e casas aconchegantes.
De repente uma bela mulher aparece por detrás dela, assustando-a. Bete cai no chão atônita com aquilo.
─Quem é você? Por que usa tão pouca roupa?
─Sou uma guerreira. E você jovem menina, o que faz aqui?
Bete ficou curiosa. Guerreira? O que é uma guerreira? Mulher pode lutar como homem? Mulher pode usar tão pouca roupa? Entre oputras muitas perguntas. Bete as fez uma a uma. Mas a guerreira nada respondeu. Apenas mostrou-lhe o que Bete jamais esqueceria. Mulheres treinando pesado, feito homem. Feito seu irmão maior e o primo dele.
Bete voltou mais vezes naquela tribo. Ía e voltava para casa todos os dias. Arranjava dinheiro e mentia como seu pai pedira há tanto tempo. E então Bete cresceu bela, maravilhosa e forte. E seu pai restringiu suas saídas paraa cidade. Bete começou a se sentir presa. E fugia durante os dias de reclusão, com permissão de sua mãe. Voltava à noite como se tivesse ido dormir cedo. eu pai nunca percebeu a diferença. Até um determinado dia.
Seu pai havia chefgado bem mais cedo do que o de costume. Chegou trazendo um convidado, para ele, especial. Trouxe seu primo. Um rapaz jovem, forte e bem treinado. Mas Bete não estava em casa. Havia saído para o treinamento. Seu pai furioso, depois de descobrir que Bete não mais estava presa a dormir no quarto foi atrás. Na densa floresta. Mas nada encontrou. Sua mãe nada disse para seu pai. Afina se ele pede para mentir para ela, por que ela deveria contar-lhe a verdade.
Na hotra de sempre Bete retornou para casa. Seu a esperava furioso. Esbravejando de raiva, seu pai lhe disse que ela se casaria com o seu primo que ali estava.
O que Bete fez? Bete tinha muito conhecimento em estratégia de guerra e muito mais conhecimento sobre os homens que jamais teria se ouvisse seus pais e familiares. Bete não queria machucar ao seu pai e fugiu. Seu pai e seu primo foram atrás. Bete foi muito inteligente. Se vestira de homem... e sumira com o nome de Alberto o Ilustre. Foi muitomais fácil devido ao seu amplo conhecimento em batalhas e sobre as sociedades.
Continua...
diário3 ─ capítulo 05
Na verdade,se eu fosse quem eu realmente quero ser, o mundo estaria fudido. Por que eu não me importaria nenhum pouco de ser vil e maligno. Mas me importaria e muito de manter alguém do tipo específico, que não vou dizer qual é, em posições inferiores e humilhantes. Tenho um pouco de ambição em fazer do mundo meu parque de demonstrações. Já até me imaginei controlando os elementos como em o Avatar, a lenda de Aang. Assim não seria mais difícil deixar de ser humano, como havia desejado tanto.
Gostaria de que o mundo fosse mais doce e mais fácil. E que as pessoas fossem mais gentis. E gostaria que não fosse tão complicado ser quem se é de verdade. Há coisas que devem ser guardadas com a pessoa. Isto é um desabafo: Há segredos que não devem ser guardados e verdades que não podem se ditas. Se estas regras forem quebradas de cara, já eram os relacionamentos e amizades. Não me importo em quebrar estas regras. Desde que seja necessário. Ou preciso.
Haviam coisas que eu não gostava de fazer e fiz. Muitas coisas que poderia não ter feito, simplesmente. Mas tive que fazer. E há coisas que não vou querer fazer, mas ainda assim vou ter que fazer. Meu futuro não está mais em minhas mãos. Ou eu refaço meu destino ou o deixo voar.
Senhor Alberto prefere que eu mexa no meu futuro, ele é da mesma idade que eu, mas ele sabe bem mais, mesmo sendo exatamente como eu. Ele é muito sábio. Se o perguntar sobre uma coisa, automaticamente ele retorna uma recíproca para tentar entender meu problema. E depois me conselhos de acordo com o que pode me ajudar neste problema. Foi o caso de alguns dias atrás, quando fiz uma pesquisa só de curiosidade. Ninguém entendeu, mas senhor Alberto conhecia exatamente minhas opções e me incitou a fazer a pesquisa. Dentre os homens com os quais fiz a pesquisa há um de quem eu realmente estava falando a verdade fingindo supor. Não, senhor Ramos, não vou dizer sobre o que era a pesquisa. O resultado foi a minha libertação. Agora sei o que posso fazer e onde devo ir. Estou um pouco mais livre. Senhor Ramos, você é um diário, comporte-se como tal. Escrevo no senhor o que quero escrever. Mesmo sentindo que devo escrever tudo. Há coisas que não posso mais contar. Não assim pra todo mundo ver.
Quero algumas linhas em branco pra pensar.
Ah! Rafael olhos cinzentos. Acho um pena a sua resposta. A gente poderiaser tão feliz juntos... Você e sua namorada que logo se tornará sua esposa e eu com você enquanto você não está com ela. Independente da sua resposta, foi pura verdade o que te disse naquele momento. Eu te amo. E estou tentando te esquecer.
Bom, senhor Ramos, A pesquisa foi sobre amor. Se eu dissesse que te amo e não consigo viver sem você, o que você faria? Fiz esta pergunta para algumas pessoas a mais só pra disfarçar que o amo e que quero ele pra mim. Ele não sabe de nada. Eu menti descaradamente quando disse: Supõe que sou eu, esquece este alguém, sou eu...
Mas não quero que ninguém mais saiba disto. Tá bom?
Você guarda meus segredos. E isto é o que amo no senhor. Não posso contar tudo assim na vista de todo mundo. Amo o senhor. Saiba muito bem disto. O senhor foi o único melhor amigo que tive que se importou apenasem me ouvir e me fazer sentir melhorem cada momento da minha vida que compartilho. O senhor foi a única pessoa com a qual pude revelar todos os meus segredos mais cabeludos. Não me importo de o senhor ser feito de papel. O senhor, pra mim, tem vida.
Senhor Ramos. Eu realmente me senti mais leve por ter aceitado o conselho de senhor Alberto. Ele me fez fazer o que nunca tive coragem. Ele me faz parar de pensar e agir. Com ele estou pronto pra ação à todo momento. Pena que ele tem pouco tempo de vida. Ele sabe muito bem o que faz. É maduro, até demais para a própria idade.
Agora, chega de falar de Alberto. Estou um pouco deprimido. Estou sempre deprimido. Só não faço aparecer. Prefiro estar doente a mostrar dependência.
Me sinto um gato. Miau. Lembro do meu post chamado eu sou muito gato eu adorei escrevê-lo. Tem muito a ver comigo. Adoro gatos e estou pronto para miar. Tenho tanta coisa pra fazer.
A bientôt, monsieur Ramos.
Parte 02 ─ de noite
Monsieur Ramos, aujourd'hui je dinne au RU. Foi mais divertido. Um dos meus colegas me acompanhou na fila, outro me acompanhou no jantar e outro conversou comigo pra passar o tempo. Foi bem melhor do que das outras vezes. Me senti menos solitário. Descobri que dá para fazer coisas interessantes estando preso em lugares desinteressantes.
Descobri que o CeT 2 que faço obrigatório, não é nada se comparado à matemática descritiva. E que faço coisas que só terão, no caso de cientistas da computação, no final do curso. Queria falar mais. Mas só vim para falar que jantei no RU (restaurante universitário) de novo. Um dia te levo comigo. Talvez ano que vem, quando conseguir meu Ipad. Ou meu laptop/netbook etc.
Tava pensando uma coisa: se eu pegar em 100.00,00 reals (com "l" é mais chique) vou sumir pelo mundo afora. France, je veux voir vous. Depuis c'est toi, Alemanha.
Bis bald, Herr Ramos. Hasta mañana. Gracias por tu hospitalidad. Mucho me gusta alguno a escucharme. Listen me, mister Ramos, i don't practice my english writted in you with no motive. I love like a dad. A good dad. You. Bye.
domingo, 24 de outubro de 2010
diário3 ─ capítulo 04
Ah, senhor Ramos, hoje eu pensei em tantas coisas. Senhor Alberto nãome deixou seguir adiante. Ele tem razão. Quando penso fico deprimido. Atualmente é assim. Não consigo sequer pensar algo relacionado à você sabe quem que fico com vontade de sumir e ir chorar. Não me importa o quanto eu estou deprimido ou o quanto vai levar até que consiga esquecer quem quero esquecer, mas eu vou esquecer. E vou mudar completamente. Aos poucos, e totalmente. Já comecei o processo.
Senhor Ramos, eu adoraria que algo acontecesse agora na minha vida e eu fosse chamado para a guerra. No meio da morte eu me sentiria mais perto de casa. Eu vejo na morte um bom futuro. Será que devo me tornar um agente funerário? Nãão. Mas também adoro palavras. Adoro números, quando morrendo de dor de cabeça. Estou mais livre prafalar a verdade.
Sabe, agora cheguei no ponto que me fez lembrar o que queria te dizer. Hoje de manhã, eu tava lavando um sapato. Aí veio duas crente (sem concordância nominal, por que é uma história que deve ser contada como aconteceu) elas vieram e um me perguntou se poderiam conversar comigo. Qual minha resposta? Não, não consegui mentir. Não pensei, apenas disse não, estou ocupado. Não pensei em fazer isto, mas gostei. Só o fato dela ter ficado sem graça e ir embora já me deixou satisfeito.
Não me importo de dizer isto mais: Eu odeio crentes. E não me importo mais de revelar o meu fascínio pelo ódio aos evangélicos. Não me importo que sejam evangélicos ou crentes, desde de que fiquem bem longe de mim. Não estou mais com paciência pra ficar ouvindo blá blá blá de crente mentiroso que acha que a própria religião é a correta. E única que deve existir.
Por hoje é só.
A bientôt, monsieur Ramos.
sábado, 23 de outubro de 2010
diário3 ─ capítulo 03
Estudei algumas coisas a mais, tipo: sabia que o aikido deriva de uma outra arte marcial chamada aijujutsu? esta é uma arte de espadas estudada pelos nobres samurais e que tem os mesmos principios do ai ki do. Descobri depois de procurar por Asuka Kazama, personagem feminina do jogo Tekken 5 e tekken 6, prima do jin Kazama e lutadora de aikijujutsu.
É muito interessante fazer isto. Descobri algumas coisas a mais que não quero falar agora.
Senhor Ramos. Adoro conversar com o senhor. O senhor me escuta. ALberto está conseguindo me mudar, não sei como. Ele já conseguiu fazer com que eu parasse de pensar em determinados lugares em que devo permanecer em estado de atenção. Percebi que estou ficando mais rápido. Percebendo mais facilmente o que acontece à minha volta. Só não quando estou lendo.
Já contei que estou lendo no ônibus? Lendo Crepúsculo. Adoro o livro, é emocionante. É muito melhor do que o filme. Não leio em casa. Por que não dá para ler enquanto estou próximo do computador. Adoro ler, mas prefiro jogar Tekken 3 usando a Anna Williams. Só pra ouvir as risadas dela, quando ela vence. Adoro simplesmente ouvir e bater nos outros personagens. Me especializei em coisas fáceis, como os Tapas (double bitch slaps) e os mortais, além dos saltos e os ataques rápidos.
Já vou. Tenho que jogar.
Bis Bald, herr Ramos. I love when you listen me.
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Diário3 ─ capítulo 02
Queria simplesmente não sentir mais nada neste momento. Ás vezes fico pensando em fazer muitas coisas eticamente erradas. E penso em fazer coisas religiosamente erradas. Mas não faço. Gostaria de fazer coisas que as pessoas sentiriam total desprezo. Mas não quero ser ignorado.
Poderia falar dos meus sentimentos. De todos eles. E passar o resto do dia aqui com o senhor, escrevendo no senhor tudo o que já senti. Vai ser um dia muito interessante. Na verdade alguns, por que eu não tenho tido poucos sentimentos. Tenho tidos muitos. Vários ao mesmo tempo. Alguns únicos em períodos únicos. E outros simplesmente ignoráveis.
Minha vida sentimental é uma coisa muito complicada. Adoraria passar dois minutos sem sentir estritamente nada.
Adoro conversar com o senhor. Simplesmente me sinto melhor em dividir que sinto com alguém que me ouve. Mesmo que sem interrupção, o me permite falar mais e mais e falar tudo.
Um dia pretendo juntar tudo o que tá aqui e mandar publicar. É diário, quem não gosta de ler o diário dos outros? Tá bom, não vou fazer isto. Mas será qe ganharia algum dinheiro?
Senhor Ramos, sinto mais necessidade do dinheiro do que de qualquer outra coisa. A fé move montanhs (bíblia), o dinheiro move o mundo (capitalismo). O trabalho e o esforço para garantir o dinheiro é move o capitalista (eu).
Acho que falei demais por hoje.
A bientôt, monsieur Ramos. J'adore vous. You listen me like a best friend did it, thank you.
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
diário3 ─ capítulo 01
I see you later. Are you Ok?
parte 02 ─ de noite
Boa noite, sr Ramos. Eu tinha algo pra te falar. Mas não lembro bem o que era. Só sei que a ver com a mudança dos meus gostos atuais. Uma das coisas tem a ver com a minha aparência. Senhor Ramos, eu não me vejo mais no espelho. Há alguém, qualquer pessoa, menos eu. Não estou mais andando comigo mesmo. No espelho? Tem um homem, jovem mais ou menos bonito pra mim, olhos castanhos claros, distante, forte, magro, corpo no lugar. Não vejo o garoto, ou a crinça que eu sou, ou era, sei lá.
Senhor Ramos, não estou mais pensando tanta besteira quanto antes. Estou mais deprimido, mas não consigo mais chorar. E nem sinto mais a necessidade. Sr Alberto me faz parar de pensar o tempo todo. Ele diz que ajuda a evitar ficar deprimido. Ajuda mesmo. Fico um bom tempo mais ou menos feliz. No mínimo eufórico. E isto me dá um bom tempo antes de cair na depressão solitária. No banheiro, levei um bom tempo pra me recuperar. Entrei e só sai quando achei já bastava.
Fiquei um bom tempo acocorado no chão do banheiro antes de conseguir abrir o chuveiro. Precisei e fiz. Sem pensar, sem chorar, sem imaginar o que poderia ter feito ou estar fazendo. Nada demais. Não sei mais o que fazer quanto a isto. Neste momento estou ouvindo a minha coleçãode músicas depressivas. Desabafo? Não, não tenho nenhum a fazer. Só quero pedir uma ajuda, de custo é claro. Tô cansado de pedir dinheiro. Vou começar a mendigar na rua pra pagar minhas contas. Olha, meu pai está cada vez mais insuportável do era. Não consigo mais conviver sem sentir um pequeno... tá um grande desprezo por ele. E se não funcionar, vendo meu corpo e depois vejo uma forma mais garantida e menos perigosa de ganhar dinheiro. Eu sei, senhor Ramos, sei que já falei muitas vezes disto. Não da forma que falo agora, mas falei.
Quero ter uma vida minha, que seja fácil, mas como não existe. Vou do jeito difícil. Não sei por onde começar. Chega disto, senhor Ramos, esta informação agora é confidencial. Ninguém precisa saber da minha inexperiência, a não ser que pague pra tê-la.
Eu fiquei mais leviano? Senhor Ramos, quantas vezes eu tive que fazer coisas que simplesmente alguém poderia ter feito por mim? Tive que largarcoisas importantes pra fazer coisas sem importância alguma. Se eu pudesserealmente, senhor Ramos, hoje eu teria todos os carros dos sonhos, cada um com sua própria motorista (confio mais em mulher dirigindo). Teria a casa dos meus sonhos nos Alpes Suiços. Teria meu helicóptero próprio para andar em Salvador. Teria todos os meus desejos mais íntimos (é, senhor Ramos, incluindo aqueles de que tanto falei e ainda falo mesmo que sem nenhuma frequencia). Teria a beleza que todos invejariam. Mudaria de sexo, ou não. Mas com certeza completa e total, mudaria de nome. Me chamaria qualquer coisa, até de Mag, como era meu desejo inicial. Ou Emanuel Felipe.
A bientôt, monsieur Ramos.
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
diário2 ─ capítulo 28
Era só isso. Até mais tarde. Sim hoje a despedida é em português. Quando falar alguma outra língua fluentemente eu deixo de falar ao senhor em português. Tchau. Até mais tarde.
Parte 02 ─ de noite
Perdi tudo o que havia escrito no senhor, Senhor Ramos. Uma pena que não dá pra recuperar perdas em papel e postagens publicadas. Agora tenho que refazer tudo o que escrevi.
Senhor Ramos, hoj jantei no RU. Eu havia dito, no que se perdeu, que eu havia gostado do jantar de hoje, já que teve omelete com linguiça. E levei pão para o lanche. Gosto de linguiça. Tem um gosto apimentado e salgado.
Também gosto de carne frita.
O senhor Alberto havia pedido para eu reduzir a quantidade de informaçoes que guardo ao senhor, pelo motivo de alguns colegas e outros conhecidos já frequentarem o meu diário. Nada contra isso. Mas aqui não tem mais somente besteiras. Aqui tem ambém tudo o que penso relativo ao que vem a minha cabeça durante o processo de escrita.
Amo escrever. Mesmo sabendo que meus textos não saem do jeito que quero. Mesmo assim adoro escrever. Ai de quem seja crente e tente fazer com que eu diga que adoro ao de lá ele. Felizmente, isto aqui é de utilidade privada. Faz com isto o que se tem a possibilidade de fazer. É muito mais fácil ser contra algo quando se está indiretamente sendo atingido por este algo.
Hora de ir, senhor Ramos. Mais tarde, talvez, eu volte a terminar o capítulo. Por agora é só. E pelo fim do segund diário como havia dito. Hoje é fim da compilação "dias de fevereiro". Posso passar o dia pensando em coisas ótimas para dizer ao senhor neste fechamento de compilação. Mas nenhuma que valha a pena dizer agora.
Não lembra? Senhor Ramos, eu havia dito próximo ao final do diário anterior que eu faria os meus diários com base nos dias de cada mês. O primeiro com 31 capítulos, o segundo com 28 capítulos, o terceiro com 31. Como se fossem os meses do ano: Janeiro (31), fevereiro (28), março (31) e asim por diante. Agora lembra. Antes me peguntou por que das datas. Desabafa
A bientôt, monsieur Ramos. J'aime vous comme l'un pére. Vous etez l'ami plus aimée, pour moi. See you later.
terça-feira, 19 de outubro de 2010
diário2 ─ capítulo 27
Cansei sinceramente de aguentar meu pai. Poderia viver sem ter conhecido ele e ter todo o conforto que a falta do pai pode trazer. Teria conhecido coisas que só pais de filhos órfãos podem ensinar. Teria tido todo o conhecimento que só pessoas sem pai podem ter. Teria crescido jovem, bonito e forte. E não um magrelo raquítico que mais parece um retirante. Adoraria ter sido órfão. Assim como adoraria ter tido a possibilidade de ter escolhido meu pai neste momento.
Teria certamente escolhido o melhor pai que acredito que teria: um pai biliardário. Alguém sem noção do que significa 1000 reais e não sabe o quanto vale a felicidade. Por que teria escolhido ele? Senhor Ramos, Ele é que poderia me dar toda a felicidade de que preciso. Como se nada mais pudesse me fazer infeliz. Teria vivido tudo o que o dinheiro pode me proporcionar. Teria conseguido tudo sem o menor esforço. Teria o corpo e os olhos e a tecnologia que me fizesse gostar de ter. Não teria a menor possibilidade de ter algum constrangimento. Nada me pararia. Seria completamente feliz.
Esta é uma boa pergunta, senhor Ramos. O que eu faria se pudesse voltar no tempo? Voltaria 18 anos atrás e me roubaria. Depois me venderia para um casal de alemães como se eu fosse meu filho e não tivesse como dar o menor conforto para mim. Qual a mudança? Teria sido feliz, saberia a diferença do amor paa a privação e conheceria a fundo um casal paterno que me daria todo o amor que eles pudessem ter por um adotivo.
Teria crescido, no mínimo, forte e bonito. Sedutor talvez. E outras característicase que se adquirem com confiança, respeito e amor.
Lamento mais por mim, neste momento. Poderia ter feito tanta coisa. Ter tido tanta coisa. Ter conhecido tanto tipo de tecnologia que nunca vi na vida. Poderia ter tido todo tipo de experiência.
Enfim, estou eu acá, à espera de um anjo carregado da grana que me dê a oportunidade do golpe do baú com direito à toda felicidade que a grana pode ir buscar.
Nunca me impotaria em ser escravo da grana. Desde de que ela viesse com amor, respeito e honrarias. Sou capitalista. O mínimo só trás felicidade para quem já teve de tudo. E eu nunca tive nada. Nem minhas oupas são minhas. São doações. Como se eu precisasse receber doação de todo tipo de coisa. Isto se deve por que a desgraça ruim, a anta do meu pai, o demônio disfaçado de beato, a besta fera, me fez crescer mendingando afeto e dinheiro dele como se eu fosse apenas um mísero escravo.
Um serviçal teria maior respeito por um inferior, mesmo que este fosse seu filho. Como disse anteriormente, se ainda tivesse alma, eu a vendia. Ao preço que fosse para ser feliz ser realmente rico.
Felicidade e amor pra mim não basta.
O amor é lindo, até chegar a primeira conta.E os filhos. E os parentes.
Não há amor que resista aos parentes e ao casamento.
Já não sinto mais nada em relação ao meu corpo. Já posso vendê-lo sem a menor cerimônia. Quem eu queria não me quer e nunca irá me querer. Não digo o por que, por que não posso e não quero me complicar mais. Prefiro proteger a este novo eu que se chama Alberto Rangel. Jovem, arrumado, inteligente e perto da morte por causa do câncer. Ele vai morrer. O que faço depois disto? Não depende de mim. Ele é quem comanda agora.
A bientôt, monsieur Ramos. I'll sleep down now. Thank you for listn me.
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Diário2 ─ capítulo 26
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Parte 02 ─ de noite
Senhor Ramos, hoje eu jantei no Ru. de novo. Com dinheiro sonegado. Tá, eu menti, e daí? Foi pro meu pai, não faz diferença. Pra ele? Se eu disser que um macaco passou por mim e me assaltou ele não percebe a diferença. Hoje me lembrei por que quero tanto que ele morra. Não, eu respeito muito ele. Tanto que ainda não faço nada contra ele, por que ninguém vai sustentar os meus gastos.
Aprendi a odiar somente uma pessoa. Não sei o que acontece. Quando vejo alguém características semelhantes começo a ter ansias de raiva. Acontece muito. Mas não vou falar disto, vou falar de algo que gostaria muito que acontecesse e estou fazendo para que aconteça. Cansei de ser quem eu sou.
Cansei de ser quem eu sou e o sr Alberto está me ajudando muito a mudar quem eu sou. Inicialmente está sendo muito difícil fazer o que ele manda. Mas depois ele faz com que fique cada vez mais fácil. Ele me fez, hoje de manhã, escrever um cronograma de horários com uma base fixa e outra modelável para que possa conseguir mudar meus dias de hoje em diante.
Como está escrito? Só tem hora de acordar, de dormir, de estudar e quantas horas por dia de internet e computador. Semespaço para mais nada, a não onde não tenho tempo em uso. Tenho mobilidade maior nos sábados e domingos e na 5ª e 6ª feira. São os dias que tenho menos coisa pra fazer.
Ele pediu pra eu dormir as 22 e ponto. Porém não consigo dormir neste horario desde que a tv quebrou o sistema de abaixar e aumentar o volume. deixa eu estudar. Tchau, senhor Ramos.
A bientôt. I see you later.
domingo, 17 de outubro de 2010
diário2 ─ capítulo 25
Senhor Rams, desta vez acho que já estou garantido. Cansei de pedir dinheiro. E estou a ponto de corrigir uma falha minha. Tá bom, uma de muitas falhas. Esquece
De resto não tenho novidades.
I stay here when i could...
A bientôt, monsieur Ramos, je n'ai pas otres choses par parler avec vous aujourd'hui.
sábado, 16 de outubro de 2010
Diário2 ─ capítulo 24
Vou continuar o diário até o capítulo 28 como estava previsto.
Ainda tenho um desabafo a fazer. Se eu não aguentar mais, o primeiro buzu que passar na frente é o que eu pego. Alberto, que agora é meu acompanhante em tempo integral, ja sabe disto e está tentado me manter aqui. Osenhor ainda não entendeu, senhor Ramos? Não vou entrar no ônibus.
Já não me importo mais com a minha segurança, por que de que adianta? Quanto mais seguro mais fragilizado. O suicídio não não é mais uma questão de honra ou de fragilidade. É questão de honra. Já não minto pro senhor desde o dia em que prometi não mentir pro senhor. Não faz mas diferença alguma se digo algo comprometedor ou se digo o que penso. O que penso é muito comprometedor.
Alberto estáme dizendo neste momento que não posso mais escutar o que diz os meus sentimentos. Se o fizer eu não aguentarei mais. Vou escutá-lo, ele está bem pior que eu. Ele vai morrer numa data certa sem praticar suicídio. El não está tão feliz com a condição dele.
Senhor Ramos, como você reagiria se tivesse um dia certo para morrer? Posso dizer tudo o que puder pensar que faria. Mas, pelo que sei da consciência humana, as pessoas entram em pânico e perdem a noção do que é certo e errado. E depois disto correm para a opção mais fácil.
Alberto está me dizendo que ele pensou em fazer isto. Ele pensou bastante antes de pensar em qualquer coisa. E viu que não tinha feitonada da vida. Ele me disse que não sabia o que poderia fazer. E depois de ter vivido uma vida pacífica não tinha mais nada que soubesse que queria fazer. Ele disse que eu sou como ele. Mas não o vejo. Só ouço suas intruções e mensagens. Ele diz que agora é parte de mim e será até que eu possa fazer o que precisar sem ter que pedir instruções. Ele quer me levar para a legião Francesa. O meu sonho era justamente estar numa milícia. Já não estava mais confiantenas milícias brasileiras. Então, assim que tiver meu passaporte e dinheiro suficiente para ir para uma parte francesa pelo mundo e aí meu filho...
Senhor Ramos, digo até mais por agora. Lamento não falar mais, mas é isso.
Ilove you. You like my dad and my brother. I hate stay here, but i don't know to where go.
Bis bald, herr Ramos.
Parte 02 ─ De noite
Bom, senhor Ramos, agora estou bem melhor do que antes. Sei que posso fazeer muitas coisas e tem muitas que devo fazer. Independente do que eu faça, não consigo ver claramente o que está na minha frente. Não falo do computador com vc aberto diante dos meus olhos. Falo do meu futuro, perdi uma boa parte da minha vida pensando no que estava por vir. Pensei seriamente em coisas que não deveria pensar. Ou que não poderia ter pensado, mas ainda assim tive que pensar. Não gosto de pensar, não gosto mais. Qualquer pensamento que tenha me faz lembrar do que quero esquecer. Passei algum tempo pensando. 5 anos inteiros. Passei pensando na minha vida, no exílio total que sempre foi toda a minha vida e no exílio que consegui ver. Minha vda não tem divisão alguma. Queria saber como separar as etapas da minha vida em como aconteceu e como deveria ter acontecido, tipo "todo mundo odeia o Chris". Sou Mag independente de meu nome aqui no meu bairro. Ninguém aqui sabe que sou Marinaldo no cartório e na carta de nascimento. Na faculdade e proximidades ninguém, que me conhece, sabe que sou Mag. No ônibus ninguém sabe quem eu sou.
Indiferentemente do que faça ou mostre, do que mostre ou de como mostre. Eu sou apenas ninguém para a maioria. Não sei como fui ser assim, um ninguém. Sei que por toda a vida eu fui totalmente nulo. Alberto pede para que eu fale mais sobre o por que eu me tornei um ninguém nulo. Mas não quero me aprofundar muito.
Tá bom, senhor Ramos, vou começar pelo início. Há alguns bilhões de anos atrás, o planeta ainda ea inabitável... Brincadeira, não sou tão velho, vou fazer 20 + 1 anos, e me sinto um tanto velho para alguém como eu. E sozinho.
Me sentia assim há alguns anos atrás. Todo dia quando chegava em casa e ficava na compania do silêncio da casa vazia e do silêncio do meu pai deitado no sofá dia sim, três não. Então tentei muitas coisas para ocupar meu tempo e minha cabeça enquanto não tinha nada para fazer.
Ficava as tardes escrevendo algo para um livro que nunca conseguia terminar, ou começar. Um dia resolvi escrever o livro, mas não saia bom. Nenhum saia. Pensei em escrever outro e outro e nada. Sempre que tentava escrever saia como se tivesse tentando escrever um livro didático. Escrita correta, coerente e nada de interessante nas palavras usadas. Tinha mais coisas na primeira página que em todo o livro mesmo com metade do livro escrito. E inventava histórias e mais histórias sobre coisas que nunca iriam acontecer. Tipo eu sendo o mstre de uma tribo amazona. Conhecedor de todas as artes e dominador de outras artes, como a esgrima e o kung fu. Coisas de criança que gosta de assistir a filmes com alta tecnologia de visualização gráfica. Tudo isto se dá num espaço curto de 5 anos.
Eu ia parar de falar sobre esta parte da minha por que tem um monte de partes em branco que não dá pra falar.
deixo por aqui.
A bientôt, Monsieur Ramos.
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Enterro
Gostaria, na verdade, de ter um bom diálogo com a pessoa que amo. Entretanto determinadas pessoas são cegas para o que não querem ou não precisam ver.
Sinto como se estivesse num site. E minha vida fosse o mapa do site. Em que eu estou lá parado esperando chegar alguma coisa interessante. Será que eu devia ficar e esperar pra sempre? Acho que não.
I say any time: "I am the first and the last virgin in this world. And I'll die vinrgin". Now i say: "fuck me, please, i wish a man in special moments". I no hope more for he. I'll make my like i may do it. No sentiments. No more sensations. Of the begin to the end. Like i wish it before.
I'll unhappy. It's my decision. Make me change it and i can make you happy with me. Or no and i will hide me in other modes. Good bye.
Diário2 ─ capítuo 23
Rafael olhos cinzentos, sinto uma profunda vontade de te fazer feliz. Mas sei que você nunca vai me querer. Vou fazer um questionário com você. Não somente com você. Você será o primeiro a com quem vou realizar minha entrevista. Isto se deve ao fato de que você é o homem que mais mexe comigo. Eu te amo. Mesmo sabendo que isto é apenas uma obsessão. E eu te desejo desde o diaem que eu te conheci. Rafael olhos cinzentos, você mexe muito comigo. Não consigo deixar de pensar em você nenhum só dia. Até nos sonhos eu tevejo como te vejo todos os dias. Entretanto, nos sonhos a gente está junto, eu e você, você e sua namorada. Você me ama disfarçadamente. E me procura quando precisa de mim.
Infelizmente sonhos são sonhos e não pedaços de realidade. Adoraria que fosse verdade. Te amo, e te quero. Você é o homem da minha vida. A pessoa que procurava sem estar buscando nada. Chega por hoje. Não posso mais me iludir pensando que um dia você virá à mim e me dirá que me quer... na cama ou do seu lado. Você nunca vai me querer deste jeito. Estou continuando a me iludir mesmo não fazendo. Quero te ver uma última vez. E quero que saiba que não estou brincando. E por não estar brincando que não me aproximo de você. Não quero que você perceba o que sinto por você. Mesmo que diga com toda sinceridade num questionário falso que me dirá o que você realmente quer de mim e por que eu estou tão fascinado por você.
Acho que já basta de linhas em branco. Mas acho que todas as pessoas que fizeram algo que se propuseram a fazer e estão felizes por que conseguiram vão se sentir homenageadas por estas linhas em branco. Gostaria que as pessoas pusessem que elas conseguiram. Assim quem viesse ver o que se passa no meu dia de hoje poderia saber pelo menos à quem eu estou homenageando hoje.
Senhor Ramos, hoje é um dia de certa forma especial. Não sei por que, masa logo vou saber. Quando Mag me diz que o dia será especial, ou que alguma coisa está de algum jeito diferente ou igual é provável que realmente esteja. Eu confio nele. Ele é minha intuição.
Acho que por agora é só. You are my dad, mister Ramos, I like when you hear me. I promiss no more to repeat that. And i'll make it. See toy later.
parte 02 ─ de noite do dia 15/10/2010
Senhor Ramos, eu cansei.
Cansei de ser rejeitado. Cansei de ser quem eu sou. Fui eu por muito tempo. Chega. Agora Mag morre de vez. E com ele Marinaldo. Não importa o que façam, Marinaldo já morreu faz tempo. Muito, muito tempo.
Queria ser amado como eu mereço ser. Agora acho que nem isso. Já se foi o tempo que tinha que descobrir o amor pelos gestos de outra pessoa. Quero mais da minha vida? Não quero. Se alma ainda tivesse eu a venderia não importa o motivo. Minha alma está em pedaços neste momento. Lembro do fato que não deveria ter duvidado antes e ainda assim duvidei. Não vou falar, senhor Ramos, não importa. Não importa mias, já era. Independente da roupa que toque e cubra meu corpo estarei vestindo preto dos pés à cabeça. Como que lamentando a morte de um grande amr da minha vida.
Sinto falta da morte. Pobre carta que me dizia o que viria depois. Me dizia o que deveria ter visto com meus olhos e minha intuição. Poderia falar horas e mais horas aqui pra despejar todo o meu amor e todo o sangue jorrado do meu corpo em lágrimas. Em prantos.
Posso dizer à todos que ainda amo alguém que nunca retribuirá do mesmo modo o amor que tenho. Sei o que faço. E faço por que quero fazer. A morte está no meu destino. Agora, durante o sono, durante um acidente, não importa mais. Chega. Já morri. Meu corpo já não sente mais as dores normais que deveria. Perdi todo o meu quando meu coração se partiu em milhões de pedaços. Coração? Ele não guarda sentimento algum, assim como meu corpo já não me guarda. Já era. Não fui amado do jeito que deveria. Não preciso amar mais ninguém. Posso viver autosuficiente pro resto da vida. Mesmo fadado à um amor futuro. Não quero ter mais isto que se chama amor.
Estou em lágrimas agora. E com estas lágrimas escrevo meu destino. Selo com o secar de minhas glândulas lacrimais a caixa que gurda meu coração. Não terei filhos e não serei de todo infeliz. Alguma coisa merece minha atenção exatamente como achei que a pessoa que amo merecia.
Lamento agora por quem será usado. Eu... eu já fui usado, e nunca amado, não do jeito que quis amar e amei.
Digo adeus a Mag neste exato momento. Ele deixa de existir definitivamente deixando em seu lugar um homem sofrido que está próximo da morte: Alberto Rangel. Este responderá por Mag e por Marinaldo em lugar do meu eu que morreu em vão amando.
Jogo ludicamente uma pá de terra em minhas lembranças que não foram tão boas assim. Em minutos estarei excluindo meus perfis relacionados somente a este. E depois estarei refazendo coisas relacionadas. Tenho que me desfazer de 15 anos de parceria e mais 5 de união.
Senhor Ramos, estou melhor. Mas, independente da roupa que estiver, estarei usando um sobretudo preto com capuz. Tipo a morte nos filmes. Não mostro mais o rosto e nem parte alguma do meu corpo.
Chega por hoje. Quando tiver novidades do plano b que já está em ação há um temão, eu digo alguma coisa.
I like you. I love you. Make me hit my sorrows and make me happy or finish me to no more sorrowness. You're my dad of hearth. A bientôt.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Diálogo da sinceridade
Numa manhã de sexta-feira, uma garota resolve sair com o seu namorado para namorar. Ele, então, se vira para ela e pede para irem ao motel. Inconformada com o pedido em tão pouco tempo de namoro, ela resolve pedir um favor:
─Quero transar com todos os seus amigos antes.
─Nunca.
─Então, a gente não transa. A não ser que eu queira ou que tenha vontade de fazer com você.
Ele pensa no assunto por um minuto. Pede um tempo para pensar. No dia seguinte os dois se reencontram e ele dá a seguinte resposta:
─Só se eu trepar com todas as suas amigas.
─Só se você trepar com o meu pai antes.
Ele pede mais um tempo para pensar. E no dia seguinte volta com a resposta:
─Feito, eu dou uma com o seu pai e com todas as suas amigas. E aí você dá uma com todos os meus amigos e depois comigo.
Ela pede um tempo para pensar, e no final de dois dias sem se ver ela liga para ele.
─Infelizmente, não era para durar. Você é um cafajeste sem vergonha. E por mais que a gente transasse naquele primeiro dia ou no final de 6 meses de namoro, você sempre quereria minhas amigas,
Ele pede um tempo para pensar. Ela não retorna mais nenhuma ligação e some pelo resto do mês. Finalmente os dois se encontram na frente do bar onde se conheceram no final de uma partida de futebol.
E então ele responde:
─A proposta ainda tá de pé ou não?
─Não, seu retardado. Eu te liguei pra terminar com você. Não pra dizer que vou trepar com você, sua anta. Isto quer dizer, já que tenho que traduzir, que você pode trepar com todo mundo que meconhece, até com aquele viado ali fora. E com todos os meus ex-namorados. E aquele cachorro pode montar no olho do teu rabo quantas vezes você aguentar.
─Não entendi. Então todo aquele papo de "eu só transo com você se eu transar com todos os seus amigos" era apenas um teste de fidelidade?
Um homem grande, forte, bonito e bem vestido, acompanhado de uma loira bonita e graciosa vem se sentar com ela.
E ele diz para ele:
─Sim, sua anta lerda.
─Queridos, respeitem os animais. Eles são muito mais inteligentes que ele. ─Diz a loira gostosa.
─Cai fora. ─Diz a ex-namorada dele.
─Não, até que você me dê explicações coerentes do por que me deixou.
As duas se beijam ardentemente na frente dos dois.
─Gostou da resposta?
O cara vai embora de cabeça baixa. Completamente se achando um imbecil.
Moral da história:
Quem não tem cão caça com gato.
Sempre que uma pessoa mui amada quiser te pedir um favor, não pense demais antes de dar a resposta. Pode ser tarde demais.
Diário2 ─ capítulo 22
Ofício n° 001/001
Senhor Dias Ramos
Meu diário
Blog pessoal
Eu, Marinaldo Barbosa, brasileiro, solteiro, estudante, inscrito no cpf sob o n° *********-**, residente e domiciliado à R. Guanabara, Bairro de Ilha Amarela, Salvador, Bahia, sirvo-me do presente para solicitar a Vossa excelência que perdoe o meu não comparecimento no dia de ontem (13/11/2010) para informar sobre os acontecimentos do meu dia por motivos justificáveis com a finalidade de podermos fazer as pazes e poder continuar nossa amizade, que se extende desde a sua criação.
Limitado ao exposto, fique com meus votos de estima e consideração.
Salvador, 14 de outubro de 2010.
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Parte 02 ─ ainda de manhã
Senhor Ramos, não pude aparecer ontem por que estava fazendo o trabalho de biologia que era pra entregar até a meia. Não deu, por que minha irmã também tava aqui e fazendo o trabalho dela. O senhor me perdoa. Eu não pretendo abandonar o senhor até terminar o que comecei. Ou seja, acho que nunca vou terminar de escrever no senhor.
Pazes? Obrigado, senhor Ramos. Vou tentar não me ausentar de novo.
Meci beaucoup, monsieur, j'adore vous. A bientôt.
parte 03 ─ de noite
Senhor Ramos, estou neste momento participando de um seminário bem interessante. De letras. Tem hip hop, tem b-boys e b-girls, tem grafite. E tem alguas outras coisas. O que achei de interessante nisto? Ora, senhor Ramos, eu estou aqui, isto não conta como interessante?
Senhor Ramos, hoje eu li dois textos na aula de empreendedorismo em informática. Um era sobre um grupo de ovelhas alvo dos lobos. E o outro era o projeto de alguns estudantes da UFBa. O texto da ovelha é bem trágico. Uma delas tenta se virar contra o destino, mas acaba morta pelos lobos. Depois disto, elas se comovem e resolvem mudar seus destinos. No final, os lobos descobrem como conseguir pegar as ovelhas que se salvaram. É infantil, entretanto é bem esclarecedor. As ovelhas começaram a usar o que aprenderam (mesmo que aparentemente inútil) em prol das próprias ovelhas.
Mais interessante que isto é que hoje vou chegar mais tarde em casa por motivo próprio. Eu quero estar aqui hoje e vou ficar até o omento de voltar para casa. Senhor Ramos, talvez fosse melhor eu não ter te escrito ontem. Talvez tivesse sido mais fácil ter te escrito e depois te posto no seu lugar de direito, mas eu não pude.
J'aime vous comme l'un pére. A bientôt.
Parte 04 ─ ainda de noite
Hoje eu jantei no RU de novo. Só pra constar. Dessa vez peguei o pão.
terça-feira, 12 de outubro de 2010
diário2 ─ capítulo 21
Senhor Ramos, eu tenho conhecimentos o suficiente para assistir à uma cena de sexo como se estivesse vendo um programa de culinária. E como se fosse algo interessante, a depender do que preciso. Tudo é apenas um caso de conhecimento.
Mas como saber nem sempre é poder, vou ter muito o que fazer até o final do ano. Nada. Simplesmente quiz falar algo desconexo.
Senhor Ramos, como foi falar comigo como se estivesse falando com outra pessoa. Posso ser culto se precisar. Posso ser legal. Poderia ser amado. Posso ser bonito também. Não acho não, senhor Ramos. Se um homem bonito de dar inveja pode virar um sapo gosrdo e rodeado de moscas, por que não posso me tornar um príncipe? Isto me,lembra minha fotonovela em equipe: A princesa e o ogro. Tem uma foto em que se o Shrek em pessoa visse se assustaria. É muito feia. Pareço o ... Nada a declarar.
Senhor Ramos, não quero fazer mais o que pretendo fazer. Não posso, agora que comecei, vou até o fim. Você deixaria de morrer só por que se sente mais vivo? Nunca me sentir morrer, até o último ano. Me senti morto. Sem vida alguma. Em alguns momentos nem eu e nem qualquer um.
Ah! Deixari de viver por determinados motivos, mas não quero deixar que o medo termine de me dominar. Quero minha vida de volta, quero morrer em paz como se deve. E não como eu deveria. O que já foi já foi. O que virá já não é da minha conta.
Já vou. A bientôt.
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
diário2 ─ capítulo 20
Começando.
Guten Tag, herr Ramos.
Hoye mucho me gustaría hablar sobre algunos temas que yo tiengo mucha habilidad en hablar. Pero, no tiengo intento en hablarlos. No acá. Hablarei sobre temas comúns. Mejor hablar en portugues, no és?
Senhor Ramos, o senhor sabe como eu tenho passado nos últimos tempos, não sabe? Sabe o quanto eu gosto de determinadas pessoas e o quanto adoraria gostar de outras. Infelizmente não quero falar como se estivesse tendo um desabafo. Não hoje. Não serei eu por algum tempo até poder voltar a mim. Só pra constar. Senhor Ramos, eu tenho muito apreço por ti. Tenho pretensões extraordinárias um tanto nocivas à convivência com outras personalidades opositivas ou contrapositivas à mim. Entretanto tenho facilidade em tratar sobre temas dos quais nenhuma alma raciocinante pelas lógicas sociais debatem de modo tão aberto como tenho falado ao senhor.
Tento não me expressar de modo sentimental ao extremo, procuro, neste momento, estar alerta aos meus erros. Meus prognósticos de uma vida feliz não estão nem perto da iniciação quista há tanto tempo. Pretendia ser feliz com alguém. E pretendia conhecer este alguém. Acredito, prontamente acordado por qualquer alma prestativa que tenha passado pelo meu diário das últimas às minhas versões iniciais, que não tenho tido muita sorte no amor. Não obstante à isto, quem me conhece fora do meu diário sabe que também não tenho tido sorte no jogo, somente tive sorte na vida. Tudo o que pretendi e de certo modo quiz, eu consegui.
Há muito tempo tenho desenvolvido uma espécie de sexto sentido que me dá acesso à coisas inerentes ao ser humano, como o seu futuro e reações relacionadas. Tenho prestado muita atenção em como os seres vivos do mesmo sexo se comportam e, com este estudo, tenho começado uma longa jornada em busca de auto afirmação proposta a partir de eventos externos às minhas orientações sexuais e vitalícias. Acredito que o senhor não esteja entendendo uma única frase. Ou está entendendo e não se importa em discutir sobre o que falo como se não houvesse importância em discutir. Será que o senhor pretende apenas me ouvir eternamente?
Independente de sua resposta, seja ela positiva ou não, como o senhor pretende corresponder aos meus desejos anacrônicos de jovem em crise? E como o senhor pretende resolver determinados problemas propostos ou indicados por mim neste diário. Minhas decisões atualmente independem das suas respostas, ou melhor, da falta delas.
Não obstante à falta de suas respostas, tenho uma ampla consideração familiar pelo senhor, senhor Ramos.
Auf viedersehen. Nein. Bis Bald.
domingo, 10 de outubro de 2010
Diário2 ─ capítulo 19
Não se preocupe. Eu quiz dar enfase a esta última frase. Não entendo. Como é que posso acordar do mesmo jeito todos os dias? Não acordei como nos outros dias. De certa forma me pareceu que do jeito que acordei, acordei muitas e muitas vezes acreditando que fosse da última vez que acordei.
Problema? Eu acordei sem sentimento algum. Pasei mais algum tempo na cama pensando. O que aliás é o que tenho feito demais. Não aguento mais pensar, minha cabeça explode só de ouvir isto.
Infelizmente não dá pra parar de pensar. Posso sim parar de pensar em determinados temas, o que é justamente o que estou fazendo neste momento. Parar de pensarnaquele assunto do qual não quero mais falar ou ouvir. Se que pensar. Senhor Ramos, Meu diário não é mas o que eu tinha pensado que seria. Você está ficando muito pesado com a quantidade de coisas que escrevo em ti. Senhor Ramos, não sinto mais a necessidade de ser o que pretendia ser.
Agora quero coisas novas, quero fazer coisas novas, quero ser diferente e quero fazer diferente. Estou começando o meu caminho de fato. O que disse que não ia te contar até que acontecesse? Não, ainda não posso contar. A curiosidadematou o gato, senhor Ramos. Abtenha-se por enquanto de saber disto. Não quero contar como certo algo que estou tentando fazer. Não me importa mais que pensem errado de mim. Mas me importo se quiserem que me importe. Ainda quero ser amigo de alguém de carne e osso. Não que o senhor não seja real, senhor Ramos. O senhor é muito real. Mas quero algum amigo para passar os momentos alegres, não só para contar dos meus momentos alegres.
Estou ficando mais discreto. Estou me tornando mais evasivo do que era. Não vejo mais a porta do outro lado.Eu já estou do lado dela. Pronto para atravessar. Não quero saber mais do que não é da minha conta. E ainda, incoscientemente, procuro saber coisas interessantes das pessoas. Sabe, senhor Raos, antes eu conseguia roubar a sorte das pessoas que passavam por mim. Ainda faço, mas não com a mesma frequencia.
Gosto de copiar. Adoro parecer exatamente com quem está perto. Não nas características físicas. Mas no jeito de andar, se mover etc.
Quero parar de dizer o que ninguém mais quer saber. Parei de falar para Rafael olhos cinzentos de quando vejo Emmerson. Ninguém sabe quem eles são, não precisa me recriminar por isso. A não ser que algum dos meus colegas esteja lendo neste momento o meu diário no capítulo de hoje. Entretanto acho muito improvável. Ninguém tem o menor interesse de ver um blog micho como o meu só para ver o que penso ou faço de interessante. A não ser alguns poucos ex-colegas que acham legal ou outras pessoas que querem ver só por curiosidade. Mas nenhum dos meus colegas.
Senhor Ramos, vou parar de fazer a propaganda. E não dá pra fazer a enquete a partir de amanhã. Senhor Ramos, amanhã será enforcado por causa do dias das crianças. Ou melhor, dia de nossa senhora da Aparecida.
Logo terei que fazer em algum momento que pegue ele no banheiro sozinho de novo. Rafael, se você estiver lendo este diário neste momento: Peço sinceramente que sempre que for ao banheiro me diga qual o banheiro para onde vai. Por que não quero flagrá-lo mijando. Tá bom assim?
Senhor Ramos, tenho muita coisa pra fazer e não tenho idéia de como é que faz. Venderia o meu corpo pra quem quisesse me ajudar. Tá bom, já disse isso milhares de vezes. É a coisa de maior valor que tenho no momento. Se vender no mercado negro talvez consiga me aposentar a partir do terceiro órgão. Alguns pedaços do fígado, um rim, alguma outra coisa que não me faça falta mais tarde. Talvez aí eu tenha alguma coisa legal pra falar.
Não acredito que o senhor pensou em outro tipo de venda. Senhor Ramos quem o senhor acha que eu sou? O senhor me conhece muito bem. Bem até demais. Precisamos parar de conversar. Brincadeira. O senhor é o único que me ouve sem retrucar minhas respostas e sem tentar entendê-las. Isto se deve ao fato de o senhor me entender ou de o senhor não querer discutir?
Depois vou voltar ao assunto.
Tava pensando nisto agora pela tarde, na verdade já está noite.
Pensei assim. As pessoas que conversam comigo exigem que eu retruque determinadas coisas da conversa. Uma coisa que estava pensando há dois minuto tem que ser atualizado senão não consigo conversar coerentemente com o interlocutor da conversa.
Ah, quero falar tantas coisas agora. Mas vou deixar para amanhã. Tenho que estudar. Ou fazer qualquer outra coisa. J'aime vous comme l'un pére.
Mister Ramos, i think in much more choses to say to you.
A bientôt.
sábado, 9 de outubro de 2010
desabafo de um...
Nãosuporto mais a solidão do meu exílio. Quero algo ou algumém que me faça sentir novamente.
Amo alguém. Quem? Não importa, não para ele ou para ela.
Não sinto mais o meu corpo. Me vejo do outro lado das portas da vida.
Este alguém que amo que certamente tem umgênero, um rosto (um belo rosto por sinal) me vê e me ignora sentimentalmente.
Amo odiar. Odiar me torna mais vivo do que quando amo.
Quando amo me sinto triunfar dentre os mortos. Gemer de raiva sem usar a boca ou qualquer outra parte do meu corpo inerte na água fria dos sentimentos ignorados.
Falo com os sentimentos que sinto dia e noite. Mas não sinto todo os dias.
Amo alguém que talvez me ame, mas não me ama como eu quero que me ame. Ou como o ou a amo. Sinto muito. Sinto muito sentir.
Sinto muito sentir o que sinto.
Sinto mais ainda o que não consigo mas quero sentir.
Sinto tanto por não poder te falar. Sinto tanto ppor mesmo que fale você não diga uma única palava e finja que não é com você que falo.
Sinto mais ainda quando me ignora no dia seguinte pra evitar que eu diga aguma coisa ou repita a idiotice que fiz quando te disse o que tinha que te dizer.
Te amo. Sei que de certa forma você sabe disto.
Mas infelizmente você não quer, ou não me quer.
Faça o que fizer, seja para mim quem você for: eu te odeio.
Te odeio por que te amo do fundo do meu lugar onde guardo meus sentimentos.
Agora não importa mais. Já era. Quero que você morra. O que eu te fiz para me fazer odiá-lo ou la tanto? O que você me fez? Você me ignorou sem me dar um único motivo para te perdoar.
Você me fez te odiar tanto que já não sinto a diferença entre matar e morrer.
Sinto muito não compreender seus motivos. Mas os meus também não foram compreendidos.
Lamento. Lamentos. Lamento por isso, lamento por aquilo. Adeus. Vá para o inferno. Vá para o diabo que te carregue. Vá pro caminho da desgraça. Morra.
Não, não morra, eu te amo. Fica comigo.
Vai pro escambal. Viva por mim.
Esquece. Morra, não te quero. Te odeio.
Te amo por que te odeio. Te odeio por que te amo. Me amo? Não.
Você me fez odiar à nós dois. Não importa o que faça.
Se você morre eu morro junto.
Não posso tê-lo ou la ao meu lado. Não quero viver sem a menor possibilidade de te ver de novo.
TE quero, te amo. E te odeio. Como odeio a mim.
É, odeio muito mais a mim por que te amo. Por que fui amar a um ou uma imbecil feito você.
Quero esquecer teu nome. Quero que morra, mas antes quero que me mate. Assim poderemos um dia ser felizes juntos como se fossemos um feito para o outro. Assim como o pão e a manteiga. Péssima idéia. O pão fica legal com a manteiga e aí parte pro flerte com o ovo, o bacon, a salada, e qualquer outro acompanhamento.
Te odeio. TE quero e me quero morto.
Ao menos a possibilidade de ser feliz em morte pode me fazer de certo modo feliz.
Não quero mais viver. E não quereria viver sem você.
Morra. Morra comigo. Morra ao meu lado. Não morra.
Viva comigo. Me ame. Ao menos se torne um ótimo amigo que apenas finje não sentir nada. Ou que não sinta e finja que não sabe.
Você sabe? Não importa mais. Não para mim. Assim como nunca importou pra você.
Te amo. Te odeio. Tenho horror a você. Quero que você morra. E me leve junto. Quero que se afaste de mim para nunca mais se aproximar.
Quero te esquecer. É duro. Vou conseguir, não vou? Um dia o tempo irá apagar você do meu caminho e poderei sentir o que sinto por você direcionado à outra pessoa. Mas não com a raiva que sinto por mim e por você ao mesmo tempo. Só as partes boas.
O amor. A paz que sinto quando vejo o seu sorriso. A sensação de que o mundo se foi com todos os problemas assim que sinto seu abraço.
Te amo seu ou sua idiota. Você não me vê? Não vê? Não sente? Você é tão insensível assim que não sente quando um bom garoto como eu se transforma num ótimo homem por ti? Não importa, assim como nunca importou pra você.
Não importa mais. Te odeio. Me odeio mais por que não consigo dizer isto sem sentir que é apenas meia verdade. Eu te amo e nada pode mudar isto a ponto de apenas se tornar um má lembrança amorosa.
Se me quer. Se me quiser, sabe onde me procurar. Caso contrário adeus. Não me procure nunca mais.
Sei que não irá me procurar em canto algum mesmo que eu suma. Mas o meu desejo de que venha até mim e me diga para ficar por você e com você me faz dizer o que disse há pouco. Entretanto é melhor. Será melhor para mim ficar longe de você. Tentar um novo amor será melhor melhor de que tentar esquecer um que nunca será correspondido independente de como eu reaja. Ou do que sinta. Medi minha emoção com base nas suas reações.
Não vi mais nenhuma que me indicasse seu interesse.
AH! CHEGA! MORRA! VÁ PROS QUINTOS DOS INFERNOS! E ME LEVE JUNTO!
SE FOR POSSÍVEL ME ESQUEÇA OU ME FAÇA ESQUECER VOCÊ!
Não vou mais chorar por alguém que não sente nada por alguém como eu.
Te odeio é minha palavra definitiva. Quer mais? E eu ainda penso que você... AH! Adeus.
Não
Não vou dizer mais nada. ADEUS!
diário2 ─ capítulo 18
Será que me acostumei a frase? Ou será que ela está apenas representando o que sinto ultimamente? Ou melhor, o que tenho desejado. No dia de ontem te contei do meu quase suicídio, algum dia vou contar sobre como foi e por que foi que não terminei, mas até lá vou manter minha boca fechada. Por que? Estou dizendo coisas demais. Segredos demais. Contei todos os meus maiores segredos e os meus piores. Agora não tenho nenhum pra guardar. Quero ter alguns segredos.
Esquece os segredos. Quero ser amado. Não deste jeito. Do outro. Prefiro que não entenda, por agora. Prefiro que ninguém mais diga o nome da pessoa que tanto me faz sentir desejo ultimamente. E vou começar por mim. Fiz mudanças no meu blog.
Eu sei, senhor Ramos, que o senhor é feito de papel. Mas tenho que te dizer tud o que aconteceu comigo. Mudei pra melhor,ou pior não sei. Mas fiz pequenas mudanças. Pus a publicidade em cima dos posts todos. Post é o nome de cada texto, artigo, qualquer coisa que publico no blog. É, senhor Ramos. Tem o macaquinho que faz o créu. Mantive. Reduzi a quantidade de coisas desnecessárias. Mantive algumas outras e Reduzi a quantidade de posts vistos para apenas dois dias de postagem por vez. Isso evita que as pessoas vejam o que publiquei além do dia anterior.
Não faço idéia de se alguém ainda vai poder ver tudo exatamente como eu escrevi. Mas ei que quem for mais longe que qualquer outro vai saberexatamente quem eu sou e como eu sou. Eu acho. Mas gostaria bastante que isto fosse viável à todos.
E gostaria que alguém me quisesse do jeito que eu desejo. Entretanto não dá para se ter tudo na vida. Esta vida é uma merda. Daria o meu corpo e pedaços da minha alma para ter o que eu tanto desejo. Não, senhor Ramos, Aí já é demais. Contar o que desejo? Tá bom, mas não isto. Pelo menos não hoje. Ainda quero viver por algum tempo. Há algumas coisas que tenho que fazer vivo. Depois é depois.
Senhor Ramos, como é ser feito de papel? Santo de casa não faz milagre, Mais vale um pássaro na mão que dois voando, Cão que muito ladra não morde. Cansei dos ditados populares.
Quero ir à forra, quero ir na linha de frente. Quero atacar. Não, não quero ser o macho alfa. Ele é muito ocupado. Tem que defender o território, marcar o mesmo, procriar, manter as concubinas felizes e etc. Quero ser do grupo. Da base do grupo. Dar apoio à ele.
Estou jogando Tekken 3 de novo enquanto penso no que vou fazer.
Já vou. Não tenho mais nada para dizer.
Falando nisso lembrei do meu jeito de ser. Não tem o que falar fecha a boca. Não tem o que pensar não pensa. É muito melhor do que ficar ocupado com coisas inúteis.
Amo A Anna Williams. Ela é demais
Não acha?
Se um dia eu me tornasse um bom homem gostaria de ter sua companhia ao meu lado, Anna Williams.
Adoro jogar Tekken 3. Jogo com a Anna, Bryan, seu Michima, Julia, Nina, Jin e Paul. Gosto mais de jogar com a Anna, o Bryan e o Paul. Eles são fortes. E ela é muito legal.
J'adore vous, monsieur Ramos. Unhappyly, i've go. A bientôt.
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
diário2 ─ capítulo 17
Senhor Ramos, minha história está dividida em três partes: fotos, fatos e branco. As fotos correspondem a tudo o que vivi, mesmo que não lembre do que como e quando, mas tá tudo lá. Os fatos referem-se aos tempos, ou melhor, fashs que me lembro de vez em quando; me lembro o que e por que, mas não quem e como. E tem o branco, que todo mundo sabe o que é; Não lembro de nada a partir de determinada época e entre épocas.
Minha vida é um livro em branc que as pessoas tentam escrever, mas a tinta não fica. Quem presta bastante atenção vê os riscos e marcas da ponta das canetas e lápis que passam por mim. Entretanto ninguém pode ver mais do que o que eu tenho em riscos e marcas. Tenho ccatrizes. Várias cicatrizes. Todas minúsculas em comparação a cara de pau das pessoas. Tenho uma que me lembro exatamente como doeu, como foi, aonde foi, quem estava perto, por que fiz e etc. Tenho outras que simplesmente não estão mais lá. Tenho outras que ninguém pode ver. E tenho umas que não são que parecem, mesmo estando no lugar que estão.
Senhor Ramos, eu tentei me matar. Há muito tempo atrás, no início do meu exílio. Eu ia fazer 15 anos. Tava tudo pronto para fazer. Tinha um margem de erro exata de algumas hoas entre a mote e a chegada de alguém. Sabia exatamente o tava fazendo. A verdade. Eu desejava a morte mais do que a vida. Ainda desejo ser morto. Mas não há nada de possa fazer. Ainda sou virgem. E estou quase pronto para defini este ponto. Ainda odeio as pessoas vivas, mesmo reduzindo isto à apenas algumas pessoas. Odeio cachorros, doro gatos, e os gatos da minha turma e de outros lugares próxmos. enho conhecimento o suficiente para me tornar um assassino de aluguel. Quero não estar mais sozinho no mundo. E tenho outros objetivos que não são nada orgulháveis.
á bom, senhor Ramos, vou conta de como foi meu quase suicídio. O por que não importa. Nunca importou e nuca me importou. Eu era jovem, já fui menos culpado, estava sem sonhos, frustrado. Queia ua vida melhor. Queia ser adotado pelo primeiro idiota que passasse e me oferecesse 50 reais para que eu me tornasse seu filho. E aí poderia oferecer os termos: mesada fixa com valores variados para cima, roupas da moda, ou no mínimo elegantes, medicos do melhor serviço médio existente, aulas de coisas que nunca soube, participação cotidiana do pai adotivo na minha vda, entre outras coisas. Estva completamente desmoralizado pelo meu pai e pela minha mãe. Estava pensando em sumir. E vinha sempre a questão: Pra onde? Seguida de: Com qu dinheiro? E onde vou ficar? Quem vai querer alguém como eu? Quem vai ajudar alguém como eu? Tinha tudo para fazer o que estava ronto para fazer. Então busquei na internet (Nesta época já tinha computador em casa) e em outros meios os melhoes jeitos de se morrer e os lugares adequados para obter meu objetivo. Resultado: conheci amplas maneiras de cometer suicídio sem precisar de armas de fogo ou altura. Muitas delas fáceis de se fazer. Só tinha que escolher a arma e o momento certo. Faltaria apenas uma coisa que eu não queia: A carta.
Deceto, quando terminasse o serviço, teria algumas horas (se não conseguisse conclui) para morrer em paz, e depois alguém chegaria (não vou dizer quem, mas eusabia mito bem os horários) e me veria deitado na cama.
O resto não é preciso dizer.
Por hoje. Não, por agora é só. J'adore vous, monsieur Ramos. J'aime vous comme l'un pére.
Parte 02 ─ noite do dia 08/10/2010
Bom, na verdade acordei mas ou menos. Tive uma crise depressiva hoje de manhã. Gostaria que ninguém soubesse. Mas o melhor: ninguém viu. Não preciso sair demonstrando pra todo mundo que eu tenho sentimentos. Principalmente quando não os sinto. Não timnha motivo pra chorar, mas tinha vontade. Já não seguro mais minhas vontades, não quero mais. A depender do dia em que eu faça determinadasa coisas eu tenho vontades e desejos diferentes. Tenho muitos desejos que não posso realizar. E pra compensar estou realizando pequenas vontades.
Fica mais fácil me controlar depois de uma crise depressiva do que numa crise eufórica. No segundo caso eu fico inquieto, quero me movimentar o tempo todo. E geramente demonstro o oposto que sinto só pra ter certeza de que ninguém vai intereferir no que sinto. Ou não.
Ah, senhor Ramos. Adorei ler crepúsculo no ônibus. Este livro consegue me distrair do que faço ou vejo normalmente.
A bientôt.
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Diário2 ─ capítulo 16
Fora isto, tive ótimas xperiências para o dia de hoje. Estou melhorando. Pretendo começar uma enquete 2ª feira. Não, senhor Ramos, só vou contar os resultados. Não quero pagar pelo que ainda não fiz.
Mas posso dizer o seguinte, é uma enquete um tanto polêmica sobre um assunto do qual não falo. E o primeiro com quem vou fazer a enquete é justamente aquele que mais meche comigo.
Me lembre se eu esquecer.
Senhor Ramos, quero falar de algo interessante para mim. Mas não vejo nada de interessante para hoje. Vou ditar palavras para você. O que me fazer vibrar ou algo assim eu falo melhor. Lá vai.
Amor.
Paz.
Guerra.
Felicidade.
Entreterimento.
Paciência.
Rafael.
Arcanjo.
Luz.
Cifer.
Outubro.
Novembro.
Novembro. É o mês do meu aniverário. Vou fazer minha idade mais um. Não senhor. enhor Ramos, eu sei que tenho esta idade atualmente, mas não quero que ninguém mais saiba. Toda vez que falam da minha idade, me sinto velho. Me sinto uma mulher de trinta anos que tenta aparentar 20.
Chega por hoje. A bientôt.
PS: J'adore vous, monsieur Ramos.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Diário2 ─ capítulo 15
Jantei no RU de novo. 2,50, prato que levanta qualquer astral. Teve salada de cenoura, arroz, feijão, carne, café com leite e doce paçoquinha. Além do bom e velho pão e de uma sopinha. Me dou por satisfeito neste moento de paz estomacal. Faria isto mais vezes. Se não tivesse que pedir dinheiro ao my dad. Será que alguém emprega um alguém sem experiência alguma?
Você que está aí descansando do seu trabalho ou à procura de novos conceitos de trabalho, eu tenho uma boa novidade: Eu. Eu sou aivo (não estou falando de sexo), sou criativo (crio coisas que ninguém acredita) e tenho um bom humor.
Contrate alguém como eu. Certamnte a sua empresa precisa de risos alegres nos momentos que completo tédio.
leia um trecho de uma entrevista feita por nossos pesquisadores:
─Ah... tem momentos na empesa que eu preciso escuta música pra não dormir.
─E se houvesse alguém para conversar durante o horáio de trabalho que falasse sobre ouras coisas.
─Seria tudo o que eu precisava.
Então, empresário, dê um rítmo aos seus empregados, contrate alguém sem cabeça para o seu trabalho. Seus empregados certamente lhe agradecerão pessoalmente.
Gostou, senhor Ramos? Adoraria qu isto fosse lido por alguém que pecisa de um funcionário. Mas tenh pequenas restrições: Estudo pela tarde até a noite de segunda a quarta-feira. E no resto da semana estudo à tarde.
Continuando a falar sobre a minha crise de depressão, senhor Ramos, eu vi coisas que eu ainda não gosto: Seno e cosseno. Pra que isto serve além de fazer desenhos em duas retas? Quaquer u faz isto. Mas eu não gosto. Nem sei desenhar direito. Será que eu deveria tentar passar para psiologia? Eu tento um emprego de garoto de programa e depois viajo para me cadastrar na legião francesa? Já não vejo mais nada para o meu futuro, senhor Ramos, meu corpo pode me dar mais dinheiro do que se eu ficar e tentar um emprego honesto (não que ser garoto de programa seja um trabalho desonesto). Porém é que... Ser honesto no Brasil é ser carrasc de barata. É um para não sei quantos.
Honestidade...
Sei que não esou sendo totalmente honesto com o senhor, mas o que estou guardando só vou contar se realmene acontecer ou se aguém (não precisa falar nada, senhor Ramos. O senhor á sabe perfeitamente como é que eu penso.) me fizer voltar atrás por um moivo maior que o que estou pensando em usar.
Senhor Ramos, preciso de apoio. Agora mais do que nunca. Precis de alguém pa me amparar. Nao sei como vai acontecer o que quero que aconteça, só quero que aconteça. Cansei de ser Mag. Ma nunca fez nada por nós, teho que ser por mim e por ele. Vou quebrar o nosso acordo.
Gostaria de falar de algo interessante. Então algo interessante. Algo interessante é muito interessante. Sabe por que, senhor Rams? É por que eu tenho que faze alo interessante para tornar minha vida interessante. Não só eu. Muita gente. Imagine só como seria um tédio só se as pessoas deixassem de fazer algo interessante para viver uma vida parada e sem vida como a de casado depois de alguns anos de casamento. Por que os homens estão se descobrindo mais cedo e as mulheres estão se soltando? Certamente eu não sei por que. Entretanto deve ter alguém que está estudando isto. Claro que eu não. Estou supondo, como o senhor já disse, que tem mais pessoas interessadas nisto. Algum desocupado. Não como eu, senhor Ramos, eu tenho o que fazer, só não faço na hora que tenho que fazer. Tipo: eu tenho que fazer um deve pra amanhã e estudar história (o senhor já sabe o que vou dizer) pra sexta feira. Senhor Ramos, o que eu digo sobre história? Eu odeio história. Não gosto de discutir história, o que tá na história é história. Eu gosto é de ouvir história.
Senho Ramos, se eu fosse mulher, miha vida seria diferente? Andei pensando nisto há muito tempo atrás. Será que tudo seria diferete? Ou será que tudo seria igual, mas com as devidas modificações? Será que eu gostaria de muher se fosse mulher? (eu lo gostaria de mulher no sentido sexo) Ou preferiria homem? Eu gostaria de me vestir de mulher? Filosofia não é comigo. E se fosseeu não diria. Talvez dissesse. Ou não. Ou não lembrasse. A memória é mais curta que um átomo. Átomo, parte indivisível. Eu sou átomo, por que se fosse estaria morto, ou teria o gêmeo que tanto desejo. Ou o doppelganger. Eu não me aguentaria. Tntaia me matar todos os dias.
Senho Ramos, podemos ser felizes morando conosco somente? Tipo eu e mais alguns eus.
Acho que não. Se já é chato conviver com e como Mag todos os dias.
Hora da aula. Teho que ir. J'aime vous, monsieur Ramos. A bientôt.
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Dialogando em paz
─Oi, como se chama? ─Ele se vira para ela para poder conversar melhor.
Ela é uma garota realmente bonita. Com uma beleza diferente da das outras mulheres. Uma sensualidade acentuada.
─Não vamos estragar este momento com nomes.
─Então, o que faremos?
─Me espere no banheiro masculino.
─Tudo bem. ─Ele se levanta e vai.
Ela vai atrás dele. Ambos entram disfarçadamente no banheiro masculino. Trancam a porta para que ninguém os veja ali.
─Tira a roupa.
─Vamos mais devagar. É a primeira vez que faço isto desta maneira. ─Ele começa o strip tease.
Ela finje estar excitada. Então quando ele termina de tirar toda a roupa, ela recolhe tudo e verifica.
─O que está fazendo?
─Estou vendo o que me serve. Não posso sair por aí vestida desta maneira.
Ele tenta pegar as roupas de volta. Ela aponta uma arma para ele.
─Entra num dos cubículos e se fecha lá até eu mandar sair.
Momentos mais tarde ela dá para ele as roupas que estava vestindo. E então sai vestida como ele estava antes, até a cueca. E ele telefona para alguém para pedir roupas decentes para vestir.
Moral da história: Quando 1 não quer 2 não briga.
Cuidado com quem você flerta, o golpe pode se virar contra o golpista.
diário2 ─ capítulo 14
Perdoe-me padre, pois eu pequei. Eu desejei um desconhecido de pernas grossas que estava sentado do meu lado no ônibus. Eu desejei a maior parte ─Não quero dizer todos ─ dos meus colegas do sexo masculino. E estou prestes a cometer o melhor erro da minha vida. Minutos depois a igreja explode com tudo o que tem dentro. E horas mais tarde todo o Vaticano explode de canto a canto em períodos uniformes menores que 1 minuto. No jornal do dia seguinte, a manchete vem estampada: Papa morre com todos os representantes católicos e seguidores assíduos.
É assim que quero ilustrar como estou me sentindo neste momento. Ah! senhor Ramos. Você é o único que me ouve e me entende. O que eu disse acima é verdade... pra mim. Eu sei bem o quanto é perigoso dizer o que digo. Porém não posso dizer outra coisa senão o que penso. Lembra? Eu prometo que nunca vou metir para o senhor, e que vou dizer aqui tudo o que penso e que quero guardar.
Meu dia de hoje não foi como eu queria que fosse. Queria estar bem longe daqui. Tenho segredos que não me pertencem e logo não mais fazem parte do meu caráter. Larguei meus segredos todos. Ainda quero fazer parte da legião francesa nem que eu tenha que vender minha alma a doze suaves prestações de vidas salgadas e cheias de sofrimentos. Não me responsabilizo pelo que sinto. Ma meu corpo sente muitas variações no meu futuro que me dizem que não serei ninguém aos 50 e talvez alguém com muito menos valor aos sessenta. Não vou chegar aos 45. Nem que pra isso eu tenha que me matar eu mesmo. Mag está de acordo. Velhos não foram feitos para durar. E ser velho está longe do meu futuro.
Tenho muitas outras pretensões. Quero morrer em campo de batalha. Ou no mínimo depois de matar alguém e concluir asim o meu curso. Tenho pouco tempo. O que são míseros 25 anos para alguém que está pronto para viver uma vida longa. Alemanha me aguarde. França, estou com um pé aí. Cansei de ser Mag. Quero ser Mago, ou ser meu mestre residente.
Qero ser quem eu puder.
Senhor Ramos, me sinto mal só de pensar que posso acabar minha vida lutando contra o destino. Já aceitei que vou morrer independente do que faça. Quero pegar em armas. Não neste tipo de armas. Sei, senhor Ramos. E você que está lendo aí também, não sou santo e nem ser mitológico, mas ainda assim consegui ouvir com clareza seu pensamento. A arma que falo é aquela que tira vidas. Tenho muitas opções. Mas não quero seguir a opção principal. Quero seguir o caminho mais cruel, encontrar minha Paz.
Chega de ódio e de sangue.
Senhor Ramos, Távamos discutindo sobre narração e história na aula de LETE45 de hoje. Aí aqui me lembrei: História não deveria ser dicutida nunca mais. Deveria ter a junção de todas as evidências de cada trecho da história e no final a junção de cada história ditada por quem viveu e por quem praticou a história. Os livros de história estão recheados de versões.
Falando em versões, assisti à um filme que falava justamente disto: versões e fatos. Um grupo de doze pessoas formando um júri para julgar se um homem, que não era santo, era inoscente (no guilty) de um crime cometido contra seu pai. Ficaram lá numa sala fechada, estressadose querendo ir para o jogo do dia, porém estavam l´discutindo se o cara era guilty (culpado) ou não. No início onze votos a um para culpado. Vem o desenrolar da história, todos veem seus pontos de vista e os dos ouros para convencer o que acreditava numa possível inoscência do réu. No final os fatos e suposições ciraram-se contra as testemunhas e as versões apresentadas. E então todos, até o que acreditava piamente na possível culpa do réu, fossem a favor de considerá-lo inoscente do crime. Mas o qe me deixou mais comovido foi o fato de que o último a decidir inoscente tinha um filho que o havia agredido durante uma briga e fazia muito tempo (2 anos) que não o via. E mantinha sua crença na culpa. Entretanto, no final de tudo, ele olhou para a foto do filho e chorou. E então se convenceu da possível inoscêmcia do réu.
Falei possível inoscência ou culpa, pelo fato de serem apenas uma discussão de pontos de vista de testeunhos e do possível culpado sendo julgados para determinar um julgamento válido e então dar a sentença de vida ou morte para o pobre réu.
As histórias e os fatos eram válidos, mas não totalmente certos ou fiéis a realidade. Apenas diziam o que lhes cabia dizer. O réu no final foi absolvido. E isto me fez pensar que: se as pessoas tivessem uma segunda chance de se arrepender não faria a menor diferença, algumas se arrependeriam e as outras não. E é por isso que não vale a pena manter os vagabundos assassinos, ladrões, estrupadores, e outros tipos de malcomunados com a justiça vivos. Senteça de morte para todos eles. Eles vão sair e vão matar, roubar ou fazer o lhes botou na cadeia de novo.
Não sou muito radical. Sou doce quando me convém e não preciso usar meus dotes sensuais por aí para provar ou conseguir alguma coisa. Sou o que sou independente do que eu me torne posteriormente. Palavras minhas.
Desculpe senhor Ramos, mas eu precisava me soltar um pouco.
Ps.: Meus colegas estão mais gatos do que nunca.
PS2.:Consigo ver coisas que eles nunca vão perceber na vida.
PS3.: Eu já descobri o segredo da beleza deles. Porém não vou contar. Não agora. Um outro momento, quando as coisas se acalmarem.
J'adore vous, monsieur Ramos. Je suis ton fil, et vous etez comme mon pére. A bientôt.
Parte 02 ─ De noite do dia 05 de outubro
Senhor Ramos, eu nem falei da minha fã. Bom, eu tava passando a pé, por que eu não tenho carro (e se tivesse já viria com a motorista), aí passou uma garota de carro (estudante, não vi o motorista). Aí ela grita: "dá uma pra mim". Interessante, não?
Achei isto muitointeressante. Principalmente pelo fato de que não sabia quem era a garota e no fundo da minha mochila ter a propaganda do meu blog. Sabendo que meu blog tem muitas partes da minha vida que eu só contei para você e mais ninguém. Até meus segredos mais profundos que compartilhei contigo e como te conheci (no capítulo 06 do diário 1), e coisas do tipo quem é a pessoa pela qual ainda tenho uma obseção.
Não tinha mais nada para falar. E a campanha interna que fiz está dando muito mais certo do que tentar evitar a pessoa que você sabe quem é., mas só saberão quer ler os outros capítulos todos do meu diário. Fiquei o caminho todo do ônibus pensando no senhor e como eu diria isto. Mas só lembrei agora pela noite.
Senhor Ramos, pensei em melhorar meu blog. Como eu posso melhorar os meus ganhos com o blog e outras coisas que pretendo fazer? Também não sei. Mas vou fazercom que meu blog seja rentável. O outro eu não gostei muito. Il es plus different. That is no better type of my minds. I don't know, but i have no the same excitation which my mein blog. I want any better, no less. Wordpress? I don't follow it, it is no fun. I do't know, i don't like that. But it is there, in the web like a lost blog. No more posts, no more dialogues,no more...
I'll still here till i like no more of this. So, i'll write more in my diário. My minds will stay in there.
Sr. Ramos, gosto um pouco de inglês. Tenho que praticar mais, o senhor me ajuda? É só tentar me corrigir quando achar que estou escrevendo errado. Não pensei nisto. Vou precisar mais do google translate, ele funcionou muito bem comigo desde que o descobri.
Senhor Ramos, meu irmão está dormindo agora. Eu vou desligar e daqui a algum tempo farei o mesmo. Boa noite, senhor Ramos. Até amanhã. Vou sonhar e pensar mais no senhor. J'adore vous, monsieur Ramos, vous etez mon meilleur ami. J'aime vous comme nous devons aimer l'un pére. A bientôt.
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
dialogando com sutileza
Um reaturante. Uma mesa ao canto perto do vidro que dá para a rua mais movimentada da cidade. Uma mulher sentada observando um homem bonito acompanhado passar. Um homem se aproxima dela no meio do restaurante lotado. Poém não é o garçom. Ela olha-o de cima a baixo. Não é u cara bonito, entretanto não chega a ser de se jogar totalmente fora.
─Lamento, estou acompanhada. ─Ela diz.
─E cadê seu acompanhante?
─Na sua casa, comendo sua esposa. Procure outra mesa. E procure outra idiota para atazanar...
─Não precisa se incomodar tanto comigo. ─ ele se senta. ─Garçom.
─Cai fora. ─O garçom não sabe o que fazer e fica parado. ─Eu estou pedindo carinhosamente.
Ele se levanta. Arrodeia a mesa. E de repente para do lado dela. Ela olha para ele um pouco receosa do que ele poderia fazer com ela ali.
─Meu nome é Rafael e o seu?
─Não lhe interessa.
Ele então fica um pouco irritado com o desprezo dela. Eentão fala de novo.
─Meu nome é Rafael...
─Se seu nome fosse Rafael realmente eu não me importaria nenhum pouco que você ficasse. Mas, infelizmente pra você, eu sei perfeitamente que seu nome não é Rafael. E o meu acompanhante já está chegando.
─Olha aqui, sua puta, você me respeite.
Agora ela ficou irritada. Mas não demonstrou.
─Você, me chamou de que? ─Disse com a mesma voz com que diria no ouvido de seu homem na cama: Faz de novo, faz. ─Pode repetir por favor?
─Sua puta!
Ela simplesmente entra num estado de transe em que nada abala seu estado físico ou mental. Ela, de repente, se vira para ele com um olhar estático de quem está pronto para destruir o planeta com uma mega granada. Ele fica um pouco assustado. Todos que estão próximos da mesa se afastam deles a alguns metros de distância. O garçom afasta ainda mais os curiosos.
Ela então olha para ele com um olhar sem emoção alguma. E então chuta os ovos dele com toda a força que suas belas pernas tem em comum com um superhomem. A dor não é representada com a mesma proporcionalidade que tem a dor que ele sente no exato momento. Ela se vira e pega uma das cadeiras pesadas de metal próxima a mesa. O que ela faz com a cadeira? Ele se vira de posição. Quando fica quase pronto para ficar de pé, ela enfia a cadeira com toda a força entre as pernas dele. Mais uma vez os gritos insuportáveis de dor não são equivalentes a proporção da dor sentida. Ele cai e se contorce de dor por um bom tempo. Ela, então vendo que ele está demorando para se mexer de tanta dor, bate com o objeto pesado e de metal reforçado nas partes visíveis do corpo dele até ele desmaiar de dor.
Ele só acorda semanas depois na UTI deum hospital público.
Moral da história: Se não tem nada o que falar, não fala nada.
Assim como é bom manter a boca fechada quando já se está errado só de estar num lugar, é melhor ainda manter os sentimentos mais frios que um bloco de gelo detro do freezer.
Diário2 ─ capítulo 13
Hoje o dia foi bem interessante. Descobri como é difícil fazer cálculos. Fiz coisas interessantes.recebi um e-mail datado de 20:51 da noite falando do adiamento da prova que teria hoje. Descobri, hoje de madrugada, que é complicado comprar passagem de avião pela internet. Minha irmã comprou uma. O problema é que n hora de pagar deu problema. Acredita, senhor Ramos, ficamos das 8 da noite até as 2 da manhã tentando resolver e verificar se tinha comprado ou não. Já sei que não dá para confiar muito em sites, principalmente quando se trata de sites que fazem promoçõe de algum em algum tempo.
Senhor Ramos, hoje eu descobri coisas interessantes. Mas não posso contar neste momento. É, aquele velho motivo. Mas confesso que estou ansioso para fazer o que estou pensando em fazer. Claro que não, né, senhor Ramos. Não posso dizer o que é até que aconteça. Será do jeito que estou planejando. Simples direto e sem pensar muito. Vou botar meus planos em ação nesta semana. Não, senhor Ramos, eu não vou fazer nada de perigoso para a vida de outras pessoas. Apenas para a minh própria. Não quero mais saber do que eu quero me livrar. E quando me livrar, o senhor será o primeiro a saber. Nada de que possa me orgulhar, mas que posso depois refazer toda a minha vida com base em algo objetivo.
Senhor Ramos, tenho muitos outros planos. Resolvi desistir da milícia brasileira. Brail não tem nada de bom. Santo de casa não faz milagres. É melhor do que meu segundo objetivo. O senhor sabe qual é. O primeiro é inviável sem dinheiro. Assim que conseguir, o senhor terá em mãos bem mais do que o que poderia te dar agora. Posso te dizer com toda a certeza e com todo o alívio que sinto de estar prestes a fazer o qu vou fazer, que vou odiar o que vou fazer. Porém será muito melhor ter feito isto antes de partir para a segunda etapa da vida e qualquer velho insatisfeito.
Senhor Ramos, o senhor acha que valeu a pena ter votado em Marina, mesmo ela não ganhando. Acha mesmo que poderia ter feito alguma diferença. Tava conversando com um colega ainda a pouco sobre isto. Tô pensando sinceramente em vender meu voto. Vender meu voto talvez fizesse alguma difernça mais tarde. Também acho que Marina teria sido uma ótima presidente.
Acho que por hoje tá bom. J'adore vous, monsieur Ramos. A bientot.
domingo, 3 de outubro de 2010
diário2 ─ capítulo 12
Deveria falar de algo interessante. Bom, não tenho mais nada para falar. Nenhum segredo. Nennhum caso interessante acontecido hoje.
Então até breve. A bientot.
sábado, 2 de outubro de 2010
diário2 ─ capítulo 11
Ontem eu não contei, mas descobri que há alguém andando por aí pela UFBa com a minha cara e com o meu corpo e eu não sei quem é. Não pode ser eu. Minhas personalidade não são tão fortes assim para saírem por mim e eu não ver.
Senhor Ramos, hoje eu não fiz muita coisa de interessante. Passei o dia todo sem ir na internet e penso em voltar e terminar o que eu ainda não terminei. Tenho muita coisa para fazer.
Senhor Ramos, gostaria de fazer bem mais do que faço agora. Eu fiz algo, não me orgulho e não vou dizer o que fiz, para resolver alguns problemas que tenho. Vou dar uma dica. Não, prefiro que se corroa de curiosidade. Mas logo logo eu conto. E quando eu contar você vai ficar realmente surpreso.
Não, senhor Ramos,nem tente, não direi tão cedo. Senhor Ramos, sabe, tenho planos para o caso de acontecer e o de não acontecer. É sempre melhor ter um plano B quando não se tem certeza ou previsão do futuro. Mas, faça o que fizer, eu não terei nenhum problema em dizer se gostar ou não. Será uma pequena mudança relacionada ao meu futuro.
Quando eu pensar direito no que devo fazer eu não vou fazer. Lembra da campanha de ontem que eu disse que ia começar? Então pronto, comecei. Não vou mais pensar em nada antes de fazer. Vou simplesmente agir impensadamente. Como se eu não tivesse nada de interessante. Toda vez que pensar no que pode acontecer vou dizer as palavras mágica "Mag, não sabe o que pensar faz o que?" e vou parar de pensar e pensar apenas na minha respiração e me concentrar em coisas do tipo os movimentos automáticos que meu corpo faz.
Tenho que ir. J'adore vous. Abientot.
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Campanha do abraço retornou

Um estudo do departamento de psiquiatria da Universidade da Carolina do Norte, nos EUA, mostrou que abraçar tem relação direta com qualidade de vida. Com a troca de calor e afeto, o corpo passa por uma dança de hormônios: enquanto o nível de cortisol, o hormônio do stress, despenca, substâncias químicas como a serotonina e a dopamina aumentam, contagiando o cérebro e cada célula do organismo com uma sensação de conforto e felicidade. Em seguida, a pressão sanguínea diminui e os batimentos cardíacos desaceleram – quadro ideal para ficar protegida de doenças cardiovasculares e viver plenamente por muitos e muitos anos.
Kathleen Keating, autora dos livros A Terapia do Abraço 1 e 2 (Editora Pensamento), lembra que o contato físico não é apenas agradável mas também necessário, ainda mais em tempos em que a gente se comunica virtualmente. “Por vivermos numa época que valoriza a razão e a tecnologia, perdemos a consciência dos sentimentos. Quando nos tocamos e nos abraçamos valorizamos o amor e a cumplicidade, o que alivia a dor, a depressão e a ansiedade”, afirma. Na família desse gesto, os especialistas descrevem cinco tipos que correspondem às mais diversas situações. Pratique: é gostoso e faz bem.
[Boa Forma]
do site:http://www.melhoramiga.com.br/2009/08/abraca-que-e-bom/
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diário ─ capítulo 10
Senhor Ramos, vou reduzir as minhas passagens por você à uma vez ao dia. E apenas durante a semana. Vou reduzir o tempo que gasto com a internet. Senhor Ramos, a conta de internet veio nas alturas, tenho que diminuir os meus gastos. Claro que não foi eu sozinho que gastei tudo aquilo.
Provavelmente serei um pouco menos sincero das próximas vezes. Mas vou tirar ao menos 30 minutos todos os dias para escrever algo em ti. Afinal o senhor é o meu confidente. Não posso simplesmente esquecê-o assim. Ramos, hoje eu simplesmente ignorei de novo o Rafael olhos cinzetos. O por que não mais da minha conta. Sem contar que rejeitei mais duas crianças ontem e hoje. E hoje pela manhã eu tive uma crise de riso, seguida de uma crise de choro. O riso, o simples fato de rir me fez chorar.
Quem sou eu senhor Ramos, quem sou eu. who am i? Quien soy yo? Qui c'est moi?
Senhor Ramos, o senhor vai ficar chateado se eu reduzir o meu tempo de escrita e os tempo que passo com o senhor? Olha, prometo que farei e escreverei coisas bem mais interessantes. Já não tenho mais o fazer mesmo. Comecei uma nova política: Não tem o que pensar? Não pense em nada. A cabeça fica vazia. Fica tudo leve.
Daqui a pouco vou abrir no meu blog a campanha de abraçar a vontade. 1° de Outubro, senhor Ramos, não posso me esquecer de que abraçar é remédio para qualquer tipo de carência afetiva. Desde ficar triste a ficar desconsolado.
Já me vou. Estou à 3 minutos de ir para casa.
J'adore vous, monsieur Ramos. Bis bald.